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	<title>Racks &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Racks &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de data centers na América Latina deve ultrapassar US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil irá abocanhar 40% desse volume.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebecd918" data-id="6986aebecd918" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">O mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil deve abocanhar 40% desse volume.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Christian Mendes Gouveia, diretor geral LATAM da Park Place Technologies</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, a América do Sul tem sido palco de um notável crescimento na indústria de data centers, com destaque para o Brasil. Esse boom está intrinsecamente ligado à crescente demanda por armazenamento e processamento de dados, impulsionada pela digitalização em todas as esferas da sociedade. O aumento do uso de algoritmos, inteligência artificial e a iminente chegada do 5G estão entre os principais impulsionadores desse crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo da <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5hcml6dG9uLmNvbSUyRm1hcmtldC1yZXBvcnRzJTJGbGF0aW4tYW1lcmljYS1kYXRhLWNlbnRlci1tYXJrZXQtcmVwb3J0LTIwMjU6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6NDYzMTA3Ojcw" target="_blank" rel="noopener">Arizton Advisory &amp; Intelligence</a>, o mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. Dessas cifras impressionantes, o Brasil é responsável por uma fatia considerável, representando cerca de 40% desse valor. Esses números evidenciam não apenas o potencial do mercado brasileiro, mas também sua importância na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Crescimento econômico digital: </strong>O Brasil está experimentando um crescimento acelerado em sua economia digital, com destaque para o comércio eletrônico e as fintechs. Esse cenário está gerando uma demanda crescente por infraestrutura de TI, incluindo data centers e redes corporativas.</li>
<li><strong>Adoção do 5G: </strong>A implantação das redes 5G no Brasil promete revolucionar a conectividade e abrir novas oportunidades para a indústria. O aumento nas taxas de adoção de smartphones e a ascensão da economia digital estão impulsionando a demanda por capacidade de armazenamento e processamento de dados.</li>
<li><strong>Posição geográfica estratégica: </strong>A localização estratégica do Brasil na América Latina o torna um destino atrativo para investimentos em data centers. Sua vasta extensão territorial, população significativa e conectividade com os países vizinhos contribuem para seu potencial como hub regional de tecnologia.</li>
<li><strong>Crescente uso de IA &#8211; inteligência artificial: </strong>A inteligência artificial está se tornando cada vez mais onipresente em diversos setores, exigindo infraestruturas de data centers mais avançadas para suportar o processamento de grandes volumes de dados. Essa demanda é impulsionada pelo crescimento das big techs e pela necessidade de empresas de todos os segmentos de utilizar IA para impulsionar a inovação e a eficiência.</li>
</ul>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Desafios e alternativas de soluções</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os data centers são conhecidos por seu alto consumo de energia e suas emissões de carbono significativas. Em um mundo cada vez mais consciente das questões ambientais, a necessidade de práticas sustentáveis na indústria de tecnologia se torna cada vez mais urgente. Os data centers, em particular, têm sido alvo de crescente preocupação devido ao seu impacto significativo nas emissões de carbono. A título de comparação, só em contas on-line – como contas de e-mail, bancárias, entre outras – são gerados milhares de dados baseados em nuvem. No entanto, milhões dessas contas provavelmente não são utilizadas, principalmente, gerando dados considerados inúteis associados a essas contas ficam parados em data centers, que são movidos principalmente a combustíveis fósseis e operam 24 horas por dia. Para se ter uma ideia, <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnRoZXJlYWRlci5taXRwcmVzcy5taXQuZWR1JTJGdGhlLXN0YWdnZXJpbmctZWNvbG9naWNhbC1pbXBhY3RzLW9mLWNvbXB1dGF0aW9uLWFuZC10aGUtY2xvdWQlMkY6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6MGQ4ZDNlOjcw" target="_blank" rel="noopener">os data centers respondem por 2% de todas as emissões globais de carbono</a>, quase o mesmo que todo o setor aéreo, indica uma pesquisa mundial denominada “Na nuvem, fora da mente”, da Veritas Technologies.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, voltamos ao estudo da Arizton Advisory &amp; Intelligence que indica que a construção modular deverá contar com volume significativo de investimentos durante o período, por ser energeticamente eficiente e projetada para sustentar alta densidade de rack e propiciar custo de execução 30% menor do que instalações tradicionais de alvenaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enxergamos alternativas que podem minimizar o impacto ambiental dos data centers, como:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Manutenção de hardware: </strong>Estender os serviços de suporte para além do período de garantia, permitindo que a tecnologia existente seja aproveitada por mais tempo, reduzindo assim a necessidade de atualizações frequentes.</li>
<li><strong>Serviços profissionais: </strong>Descarte seguro de hardware, com foco na reutilização e reciclagem de peças e sistemas, contribuindo para a economia circular.</li>
<li><strong>Escolha de softwares: </strong>Adoção de soluções empresariais de monitoramento, gerenciamento e desempenho de rede para otimizar a infraestrutura e reduzir o consumo de energia.</li>
<li><strong>Serviços gerenciados: </strong>Aquisição de serviços entregues por meio de automação, visando reduzir resíduos eletrônicos e minimizar o tempo de inatividade.</li>
<li><strong>Hardware: </strong>Considerar a compra de hardware usado como alternativa, contribuindo para a economia circular e reduzindo os impactos ambientais associados à produção de novos equipamentos.</li>
</ol>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a crescente adoção da nuvem para armazenamento de dados, em especial com a evolução e popularização do uso da inteligência artificial, as organizações se veem obrigadas a aumentar a infraestrutura de data centers e serviços de armazenamento, a fim de suportar essa nova demanda em evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o segmento de serviços de nuvem tem como principais players Amazon, Google e Microsoft. Chamados de hiperescaladores, são provedores de nuvem em larga escala. Essas corporações são as que armazenam maior volume de dados das empresas em geral, especialmente agora com a explosão da utilização de sistemas de Inteligência Artificial como o Bard – do Google – e do ChatGPT.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, e devido ao crescimento dessas big techs, empresas do setor de data centers utilizados não só por elas, mas também por uma variedade de companhias de todos os segmentos e até órgãos públicos, têm obrigatoriamente crescido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do boom para os data centers se deu com o advento da pandemia, que obrigou as organizações a se digitalizarem com rapidez – o que até vinham fazendo antes, mas a passos de tartaruga. Quando essa nova necessidade de alocação começou a se estabilizar, com a adaptação das empresas ao novo normal e o fim da pandemia&#8230; BOOOM&#8230; entra em campo e de sola, a IA generativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se de fato “os dados são o novo ouro”, as companhias farão de tudo para acumulá-lo e o cofre para isso são os data centers. Apontada como uma das principais tendências tecnológicas desse e dos próximos anos, a inteligência artificial generativa exige o desenvolvimento de estruturas mais robustas para operar – em especial, a do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a modernização de sua infraestrutura de TI é inevitável, para empresas que desejem ser ágeis e competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associada ao crescente uso de aplicações baseadas em (ML &#8211; machine learning), soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que a utilizada no processamento de dados convencional, reivindicando uma mudança fundamental em toda a arquitetura do centro de dados. O mesmo se dará nos sistemas de resfriamento, que precisarão ser mais sofisticados para acomodar uma saída de calor mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, ao mesmo tempo que esse desafio se apresenta, a utilização da IA pode ser uma aliada aos operadores e administradores de data centers.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>IA Generativa: </strong>A aplicação da inteligência artificial generativa nos data centers promete trazer benefícios significativos, incluindo análise preditiva, detecção de anomalias e otimização do desempenho. Essa tecnologia está se tornando uma aliada valiosa para os operadores de data centers, permitindo aprimoramentos em eficiência e economia de custos.</li>
<li><strong>Aumento da densidade energética: </strong>Soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que o processamento de dados convencional, exigindo uma mudança fundamental na arquitetura dos data centers. Isso destaca a importância de investimentos em infraestrutura para suportar as demandas crescentes da IA.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em suma, esses dados e os números revelam um cenário de oportunidades e desafios para o mercado de data centers na América do Sul, em especial no Brasil. À medida que o setor continua a se expandir e evoluir, é crucial que sejam implementadas soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um crescimento econômico sustentável e responsável.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Scala Data Centers inaugura data center vertical em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 18:04:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ambiente, dedicado a um único cliente hyperscale, acrescenta 18 MW de capacidade ao “Campus Tamboré”, complexo da companhia localizado em Barueri. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebeced67" data-id="6986aebeced67" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Scala Data Centers inaugura data center vertical em São Paulo</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Scala Data Centers, plataforma latino-americana de data centers hyperscale, anunciou o início das operações do “SGRUTB04”, o maior data center vertical da América Latina com capacidade total de 18 MW. Localizado no “Campus Tamboré”, complexo da companhia em Barueri, SP, o empreendimento entra em atividade dedicado a um único cliente hyperscale, com compromisso para a totalidade da capacidade por mais de uma década.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em quase 13 mil metros quadrados de área total construída, o novo data center possui 56 metros de altura, sete andares, sendo quatro pavimentos dedicados aos data halls que, juntos, somam mais de 1.500 racks. Desenvolvido de acordo com os parâmetros da certificação LEED &#8211; Leadership in Energy and Environmental Design, voltada para construções sustentáveis, o data center single-tenant contempla sistema de refrigeração com indirect free cooling (tecnologia de otimização de uso de energia em baixas temperaturas), sistema redundante de UPS e eficiência energética com PUE &#8211; Power Usage Effectiveness) ao redor de 1,35, um dos menores índices da região, segundo a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  O “SGRUTB04” é equipado ainda com sala para operadoras (meet-me rooms), doca, estoque e escritório dedicados ao cliente. “O local é um excelente exemplo da abordagem de construção múltipla da Scala. Com ela, introduzimos o conceito de capacidade construída reservada, trazendo uma capacidade de expansão sem precedentes para o setor latino-americano. Esta abordagem permite que nossos clientes suportem a dinâmica de crescimento de seus negócios de maneira sustentável e em prazo recorde por décadas&#8221;, diz Marcos Peigo, CEO da Scala.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para construir o “SGRUTB04”, a Scala aplicou uma metodologia própria chamada “One Scala Template”, desenhada pelo CoE &#8211; Centro de Excelência em Engenharia (CoE) da companhia para atender às demandas do mercado hyperscale. A iniciativa, inédita no segmento na América Latina, segundo a companhia, consiste em um time de especialistas responsável por toda a cadeia de design, projeto, construção e comissionamento de novos data centers. “Ao verticalizar todas as etapas, reduz-se o tempo de entrega, garantindo padronização que leva ao ganho de escala, além de permitir níveis de customização e dedicação ímpares aos projetos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Formado por mais de 150 profissionais entre arquitetos, engenheiros e especialistas em construção, design e comissionamento, o CoE desenvolve, ainda, novas tecnologias para trazer mais eficiência à construção e à operação dos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a conclusão do &#8220;SGRUTB04&#8221;, a Scala passa a dispor de cinco data centers em operação, sendo três no “Campus Tamboré”, um em São Paulo e outro em Campinas, SP. Além destas unidades, a companhia prossegue seu plano de expansão, com novos projetos em desenvolvimento como o “SGRUTB05”, que terá capacidade de 10 MW e está previsto para entrar em operação no início de 2023, e o “SGRUTB06”, com uma capacidade de 28MW para o início de 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses projetos asseguram ao “Campus Tamboré” 90 MW de capacidade contratada e 170 MW de capacidade contratualmente reservada para clientes hyperscale. Ainda no Brasil, a companhia desenvolve projetos no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Jundiaí, Campinas e Fortaleza, todos ancorados por contratos com clientes hyperscale.</p>
<p style="text-align: justify;">  No restante da América Latina, a Scala conduz processos avançados para a construção de data centers no Chile, México, Colômbia e Peru.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Agora fornece data center modular para empresas pequeno e médio portes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 19:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Distribuidora iniciou a oferta de uma linha de mini data centers da Huawei de baixo custo e de fácil implementação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebecfe0e" data-id="6986aebecfe0e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="1165" height="800" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/11/785-infra-news-telecom-noticias-agora.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="data center modular" title="785-infra-news-telecom-noticias-agora" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/11/785-infra-news-telecom-noticias-agora.jpg 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/11/785-infra-news-telecom-noticias-agora-300x206.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/11/785-infra-news-telecom-noticias-agora-768x527.jpg 768w" sizes="(max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/agora-fornece-data-center-modular-para-empresas-pequeno-e-medio-portes/785-infra-news-telecom-noticias-agora/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Foto: Divulgação</figcaption>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1 style="text-align: justify;">Agora fornece data center modular para empresas pequeno e médio portes</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A Agora, distribuidora e fornecedora de soluções de TIC – tecnologia da informação e comunicação, iniciou a oferta do “Smart Modular Data Centers”, uma linha de mini data centers da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a empresa, por suas características escalonáveis, a solução é de baixo custo e de fácil implementação e gestão. O foco são as empresas de pequeno e médio portes de diferentes setores, como telecom, TI, saúde, educação, varejo, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  A linha conta com dois modelos (Fusion Module 500 e Fusion Module 800) e apresenta o conceito modular com infraestrutura integrada com gabinetes, fonte de alimentação e distribuição, cabeamento, sistemas de refrigeração interno e de gerenciamento e outros subsistemas. Os racks podem ser implantados de forma flexível, alcançando uma composição máxima de 12 racks (10 para equipamentos de TI) e uma carga de total de 25 kW, na versão Fusion 800.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Fusion Module é equipado com um sistema de gerenciamento inteligente e remoto, o iManager NetEco 6000, permitindo que os recursos do data center sejam visíveis, gerenciáveis e controláveis remotamente – provendo inclusive alertas (via SMS, aplicação mobile, etc.) em casos de falhas ou incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Roberto Macedo, engenheiro de soluções da Agora, a instalação e implementação dos data centers podem ser concluídas em cerca de duas horas no local. “O custo de mão de obra para quem opera o data center é muito alto. O Fusion Module permite a administração remota, reduz drasticamente espaço físico, por ser modular e compacto, e ainda diminui os gastos com energia elétrica.”</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986aebed0362" data-id="6986aebed0362" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confinamento de corredores em data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/confinamento-de-corredores-em-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=confinamento-de-corredores-em-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor frio]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor quente]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Fluxo de ar]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de refrigeração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=14345</guid>

					<description><![CDATA[Implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed1353" data-id="6986aebed1353" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Confinamento de corredores em data centers</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Já mostrei a importância de uma boa <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/fluxo-do-ar-de-refrigeracao-em-data-centers/">gestão do fluxo de ar na refrigeração dos computadores de um data center</a>. É uma boa ideia ler o artigo antes deste, pois explico os três principais problemas na gestão do fluxo de ar: ar frio desviado, recirculação do ar quente e pressão negativa. Neste artigo, vamos rever esses problemas e apresentar as soluções de confinamento de corredores, que complementam as práticas mostradas no artigo citado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos recordar esses principais problemas com a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986aebed182e" data-id="6986aebed182e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed1bd5" data-id="6986aebed1bd5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="799" height="631" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/07/figura-1.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="figura 1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/07/figura-1.png 799w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/07/figura-1-300x237.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2021/07/figura-1-768x607.png 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/confinamento-de-corredores-em-data-centers/figura-1-12/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Problemas na gestão do fluxo de ar em data centers</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É necessário evitarmos esses problemas com medidas, como:</p>
<p style="text-align: justify;">• Fechar as posições de rack não utilizadas com tampas cegas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Não deixar espaços entre os racks da fileira.</p>
<p style="text-align: justify;">• Selar as passagens de dutos e cabos que atravessam o pleno de fornecimento de ar frio (geralmente, o piso elevado).</p>
<p style="text-align: justify;">• Não colocar saídas de ar frio em locais que não sejam os corredores frios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo com todas essas medidas, ainda há locais por onde o ar frio ou o ar quente consegue escapar de seu corredor e acaba ocorrendo a mistura indesejada do ar quente com o frio: pelo topo e pelo final dos corredores, onde indicado pelas setas amarelas na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986aebed2236" data-id="6986aebed2236" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed24ef" data-id="6986aebed24ef" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É aí que entra a solução do “confinamento de corredores”, visando fechar esses dois locais (topo e final de corredores), evitando a mistura do ar quente com o frio. Podemos confinar o corredor quente ou o frio, usando anteparos sobre os racks e portas ao final dos corredores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor frio</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao confinar o corredor frio, evitamos que o ar resfriado fornecido pelo CRAC se desvie por qualquer outro lugar. A única maneira de ele retornar ao CRAC é passando por meio dos computadores instalados nos racks. É claro que precisamos fechar quaisquer outros potenciais “buracos” por onde o ar poderia sair.</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As principais características desta solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Menos volume de ar frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é quente, o que poderia ser um problema para a instalação de equipamentos “stand alone” (fora de rack ou “de piso”), pois poderiam sobreaquecer.</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior uniformidade na temperatura do corredor frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cuidado para não pressurizar demais o corredor frio, senão o ar acaba se “desviando” por dentro dos computadores, ou seja, passa através deles mesmo não havendo muita necessidade.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor quente</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesta solução, evitamos que o ar quente retorne aos computadores criando um “duto” entre o corredor quente e o retorno do CRAC. Esse retorno pode ser “dutado” ou por meio do plenum formado pelo forro. Na figura abaixo, o suprimento de ar frio não precisaria ser feito por sob o piso elevado, poderia também ser feito pelo ambiente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986aebed3422" data-id="6986aebed3422" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed3709" data-id="6986aebed3709" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As principais características dessa solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior volume de ar frio (o restante da sala).</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria, permitindo a instalação de equipamentos “stand alone” sem problema de superaquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">• O corredor quente fica muito quente, potencialmente levando a problemas de saúde ocupacional se alguém precisasse ficar muito tempo ali, pois esse corredor pode facilmente passar dos 40°C.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Rack chaminé</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta é uma outra forma de confinamento do corredor quente, só que sem a criação do corredor quente em si. Cada rack confina seu próprio ar quente, possuindo portas traseiras seladas e uma chaminé que permite o retorno do ar quente ao CRAC por meio de dutos ou do plenum superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais características são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Não tem corredor quente, evitando problemas de salubridade para quem precisar ficar atrás dos racks por muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria.</p>
<p style="text-align: justify;">• Layout mais flexível, não necessitando a criação de corredores paralelos.</p>
<p style="text-align: justify;">• Exige racks apropriados para tal solução, mas não precisam ser todos iguais.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem diversas alternativas para a implementação do confinamento de corredores. Cada uma delas tem suas características, vantagens e desvantagens. De qualquer forma, implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986aebed3d89" data-id="6986aebed3d89" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ART IT abre 30 vagas para profissionais de tecnologia</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/art-it-abre-30-vagas-para-profissionais-de-tecnologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=art-it-abre-30-vagas-para-profissionais-de-tecnologia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 22:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[LAN]]></category>
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		<category><![CDATA[Patch panels]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria das vagas é para o modelo home office. Há oportunidades para desenvolvedores, analistas mobile, cientista de dados, entre outras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed4dec" data-id="6986aebed4dec" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">ART IT abre 30 vagas para profissionais de tecnologia</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A ART IT, empresa especializada em soluções e serviços de TI, está com 30 vagas abertas para profissionais de tecnologia nas cidades de Campinas, SP, Barueri, SP, e São Paulo. A maioria das oportunidades tem perfil de trabalho remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa busca candidatos com experiência anterior nos níveis júnior, pleno e sênior. Há vagas para arquiteto Java, designer UX/UI, consultor AD &#8211; Active Directory Domain Services, cientista de dados, analista de sistemas, full Stack &#8211; .Net/React, analista mobile, desenvolvedor .Net, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para se candidatar, os interessados devem enviar currículo para o e-mail <a href="mailto:recrutamento@artit.com.br" target="_blank" rel="noopener">recrutamento@artit.com.br</a>, colocando a vaga de interesse no assunto e a pretensão salarial no corpo do e-mail ou pelo site <u><a href="https://artit.com.br/carreira/" target="_blank" rel="noopener">https://artit.com.br/carreira/</a></u>. O processo de seleção será feito com uma triagem inicial pelo RH e, em seguida, agendamento de entrevistas on-line com os candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986aebed5389" data-id="6986aebed5389" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M apresenta nova versão de patch panel</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-apresenta-nova-versao-de-patch-panel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-apresenta-nova-versao-de-patch-panel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 19:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo patch panel, da família Netscale, tem 48 portas e foi desenvolvido para uso de conexões mistas (fibra óptica e cobre).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed5eeb" data-id="6986aebed5eeb" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">R&amp;M apresenta nova versão de patch panel</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M, fornecedora global de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, ampliou sua família de patch panels de fibra óptica de alta densidade para data centers, Netscale.</p>
<p style="text-align: justify;">  A nova versão, denominada Netscale 48, tem 48 portas e foi desenvolvida para uso de conexões mistas (fibra ótica e cobre). Até agora, eram necessários 2U nos data centers para reunir os dois meios de transmissão em um único rack. Com o Netscale 48, os cabos de fibra óptica e de cobre podem ser combinados em 1U, permitindo a instalação nos espaços mais limitados dos data centers e no ambiente LAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  A plataforma pode ser equipada com todos os tipos de adaptadores disponíveis no mercado, incluindo os FO LC, SC, MPO, E-2000 e, até mesmo, os CS, SN, MDC da classe &#8220;VSFF &#8211; Very Small Form Factor&#8221;. Os produtos R&amp;M Cat. 6A ISO, Cat 6A EL e Cat. 8 podem ser usados para a conectividade de cobre.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M fornece sistemas de cabeamento pré-terminado de fácil instalação e remoção. As fibras ópticas são emendadas diretamente na plataforma. Além disso, o Netscale 48 foi projetado para que as mudanças possam ser feitas sem interromper a rede. Uma outra novidade é o gerenciador integrado de patch cords, que economiza espaço, com guias de cabo na parte frontal, e não consome unidades adicionais de altura.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Netscale 48 suporta o gerenciamento automatizado de infraestrutura (AIM) e as fitas de sensores do sistema AIM inteliPhy, da R&amp;M, podem ser conectadas ou substituídas durante a operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a empresa, a linha Netscale oferece a maior densidade de portas ópticas em racks 19&#8243; do setor. A família inclui modelos com maior densidade: o Netscale 72 e o Netscale 120. O primeiro é utilizado para simplificar a migração para novas gerações de redes. Um caso típico é a transição de uma rede de 10 Gigabits para uma de 40 ou 100 Gigabits. O produto também é usado para criar arquiteturas de rede “spine-leaf” em data centers na nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o Netscale 120, com até 120 portas e 1U, oferece densidade de cabeamento 10, 40 e 100 Gigabit Ethernet. É também uma plataforma de ultra alta densidade com funções integradas para o gerenciamento automatizado da infraestrutura, ajudando a gerenciar as quantidades excessivas de portas e cabos nos data centers.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Equinix conclui expansão de seu data center em São Paulo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/equinix-conclui-expansao-de-seu-data-center-em-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=equinix-conclui-expansao-de-seu-data-center-em-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 19:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Interconexão]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
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					<description><![CDATA[A terceira fase de ampliação do data center SP4, em Barueri, SP, será inaugurada este mês. A área total de co-location chegará a 9.522 m².]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed6f64" data-id="6986aebed6f64" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Equinix conclui expansão de seu data center em São Paulo</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Com investimento de US$ 59 milhões, a Equinix, empresa mundial de infraestrutura digital, inaugura neste mês a terceira fase de expansão do seu data center SP4 (IBX &#8211; International Business Exchange), em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O SP4 terá sua área de co-location ampliada em mais de 65%, com o acréscimo de 3.838 m² e 1.025 racks extras. Com a expansão, a área total de co-location chegará a 9.522 m². O ambiente ainda conta com um sistema de alta eficiência de free cooling e enclausuramento de corredores quentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia também investe na ampliação do SP3 e na construção do data center SP5, ambos em Santana de Parnaíba. Com aporte de US$ 25 milhões, a terceira fase de expansão do data center SP3 prevê mais 1.050 racks e área adicional de col-ocation de 3.475 m². Segundo Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil, a conclusão está prevista para o primeiro trimestre deste ano. “Já o SP5, vizinho ao SP3, terá em sua primeira fase 505 racks, onde serão investidos US$ 52 milhões. As obras começaram em 2020 e a conclusão está prevista para o terceiro trimestre de 2021”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os data centers da Equinix oferecem uma série de serviços, incluindo interconexão definida por software com acesso global, flexível e sob demanda a provedores de rede, parceiros de negócios e múltiplas clouds, e ponto de troca de tráfego de alta disponibilidade e redundância do IX.br. Todos utilizam fontes renováveis de energia.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A hiperconvergência e a era digital: Ágil, simples, direta e multidisciplinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 19:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 25]]></category>
		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba como o Grupo Bom Jesus diminuiu em 30% no consumo de energia elétrica, desativou storages e reduziu racks e carga térmica com a migração para a infraestrutura de hiperconvergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebed81f9" data-id="6986aebed81f9" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A hiperconvergência e a era digital: Ágil, simples, direta e multidisciplinar</h1>

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			<p><strong>Marcelo Bardi, gerente de tecnologia da informação e de gestão de processos do <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.grupoeducacionalbomjesus.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Grupo Educacional Bom Jesus</a></span></strong></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia de hiperconvergência é bastante recente, tem cerca de 10 anos e menos do que isso de atuação no Brasil. Antes dela, o armazenamento, a rede e a computação eram feitos de maneiras separadas; consequentemente, os data centers eram maiores, mais complexos e necessitavam de manutenção contínua. Tudo isso significava mais custos, mais espaços e um número maior de pessoas dedicadas à TI. Mas, felizmente, a infraestrutura de hiperconvergência vem mudando esse cenário. No Grupo Bom Jesus, a atualização e o investimento nessa modalidade são recentes (cerca de quatro anos). A migração foi feita gradativamente e veio oportunamente com a necessidade de modernização e expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Grupo é grande: conta com 36 unidades de educação básica, mais quatro de ensino superior e atua em cinco estados do Brasil. Para atender toda a demanda, já que estamos falando de mais de seis mil funcionários e dezenas de milhares de alunos, eram necessários dois data centers. Sim!, uma operação um tanto quanto complexa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a migração para a infraestrutura de hiperconvergência, muitos problemas foram solucionados e acabamos ganhando em eficiência, dinamismo e espaço.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986aebed861a" data-id="6986aebed861a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1583869271826 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><strong>Vantagens</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a infraestrutura de hiperconvergência é possível prever algumas ações com mais antecedência, o que aumenta o nível de assertividade. Para a realidade do Grupo foi desenvolvida uma solução que atende à demanda de maneira rápida, prática, simples e direta. É fácil de acoplar e demora menos tempo para adicionar, caso identifiquemos a necessidade, entre outros benefícios, como a economia no tempo de processamento e no consumo de energia.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986aebed8bcb" data-id="6986aebed8bcb" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Estrutura</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">  A infraestrutura de hiperconvergência do Grupo Bom Jesus conta hoje com dois clusters com 12 nós em cada data center utilizando Acrópolis como hipervisor, interligados via protocolo VRRP em nossa camada de rede. São utilizadas várias features, que proporcionam facilidade na gerência do ambiente, agilidade e principalmente segurança e resiliência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a solução de hiperconvergência, foi possível conferir uma diminuição de 30% no consumo de energia elétrica, desativação de storages, redução de racks e diminuição de carga térmica. Além disso, esta solução nos permite fazer atualizações de forma mais rápida e eficiente, minimizando paradas.</p>
<h2 style="text-align: center;"><em>Etapas de migração</em><em> </em></h2>
<p style="text-align: center;"><em>1ª fase: Migração e adaptação (dezembro de 2017)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>2ª fase: Atender à demanda &#8211; Aquisição de mais três blocos (2018)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>3ª fase: Previsão de expansão &#8211; Aquisição de mais dois blocos (2019)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986aebed90cc" data-id="6986aebed90cc" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1583869285975 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Atuação multidisciplinar</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  No setor de tecnologia da informação, geralmente as atuações são bem separadas. No entanto, com a solução implantada, por meio da infraestrutura de hiperconvergência, armazenamento, computação e rede atuam juntos, de maneira multidisciplinar, o que faz com que os especialistas de cada área também trabalhem em parceria. Isso significa mais agilidade em todos os sentidos, pois com mais profissionais envolvidos há mais ideias e os processos ganham mais velocidade e dinamismo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986aebed9594" data-id="6986aebed9594" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Rumo ao futuro unificado: Estimativas de desenvolvimento para redes públicas, data centers e LANs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 19:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 24]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Ethernet]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[FTTH]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistemas de gerenciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Até recentemente, as redes públicas, data centers e LANS operavam lado a lado com pouca sobreposição. No entanto, como os segmentos de mercado continuam a se fundir, esta separação vai desaparecer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebeda667" data-id="6986aebeda667" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Rumo ao futuro unificado: Estimativas de desenvolvimento para redes públicas, data centers e LANs</h1>

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			<p><strong>Paulo Campos, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.rdm.com/bra_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R&amp;M</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Olhando para o futuro, compartilho algumas estimativas de desenvolvimento em redes públicas, data centers e LANs. Até recentemente, essas arquiteturas operavam lado a lado com pouca sobreposição. No entanto, como os segmentos de mercado continuam a se fundir, esta separação vai desaparecer.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tendência para cabeamento LAN</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Convergência </em></strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Aplicações como nuvem, software com serviço (SaaS), 5G, IoT – Internet das coisas e edifícios inteligentes mudaram o cenário da rede. Os pools integrados de recursos (virtualização) são cada vez mais compartilhados entre as aplicações. O IP está se tornando um meio comum para sistemas previamente separados e o cabeamento estruturado irá transportar cada vez mais dados, em conjunto com energia, iluminação, segurança e muito mais. À medida que as LANs se fundem, com a automação predial, surge um novo tipo de conectividade, que requer altos níveis de padronização, disponibilidade e confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma abordagem &#8216;All over IP&#8217; facilita isso, com tecnologia de construção e dispositivos de gestão de edifícios se comunicando por meio de Ethernet e IP. LAN fornece uma camada física, com Internet e sistema de nuvem integrado como base. A Ethernet será cada vez mais utilizada para conectar em rede um número cada vez maior de dispositivos; e PoE &#8211; Power over Ethernet irá alimentar de forma eficiente e com baixo custo mais dispositivos finais via cabos de dados, permitindo aplicações avançadas de iluminação e sensores.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Single pair Ethernet vs. field bus</em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Alta densidade, conexões rápidas e instalação fácil são pré-requisitos para redes flexíveis e escaláveis. Isso pode ser alcançado pela substituição do “field bus” tradicional por “single pair Ethernet”. Em vez de introduzir a conectividade por cada aplicação, é possível utilizar uma conectividade uniforme, independente do fabricante. A simples instalação e manutenção aumenta o número de pontos de conexão possíveis e reduz os custos com material e operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Redes inteligentes e convergentes suportam tecnologias e aplicações para economia de energia, como a gestão inteligente de espaço, dos recursos e da iluminação dos edifícios.</p>
<p style="text-align: justify;">  O PoE pode alimentar e endereçar luminária de LEDs por endereços IP individuais em um edifício. As empresas de infraestrutura podem integrar mais dispositivos em seus sistemas, ampliando os benefícios de uma rede unificada.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tendências para redes de telecom</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Impulsionando o FTTx</em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Uma vez lançada, a tecnologia 5G deve ser capaz de ligar 100 bilhões de dispositivos. A conexão de estações radiobase 5G usando links de rádio não será mais suficiente &#8211; antenas devem ser integradas a redes de fibra e conectadas a centros de dados de borda (edge data centers).</p>
<p style="text-align: justify;">  As pequenas células, as macrocélulas e as antenas do 5G requerem uma largura de banda considerável e baixa latência. Sem uma fibra onipresente, a introdução de 5G faria pouco sentido. Os provedores de serviços estão combinando as implementações FTTx e 5G para se beneficiarem de uma infraestrutura comum que suporte ambas as plataformas. Na verdade, de acordo com estudos do FTTH Council Europe, investir em fibra significa que os operadores podem obter 5G praticamente &#8220;de graça&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Rápido e econômico: WDM e microfibra soprada</em></strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM &#8211; Wavelength-Division-Multiplexing) transmite diferentes serviços em diferentes comprimentos de ondas, aumentando a capacidade de forma rentável, sem introduzir grandes quantidades de novas fibras. Envia e recebe múltiplos sinais, em vez de somente um, aumentando efetivamente a capacidade da fibra. Soluções ADM &#8211; Add-Drop Multiplexer permitem a extração de um pequeno número de conexões, por exemplo, na implantação de pequenas células.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma solução bem projetada deve acomodar todos os requisitos atuais e futuros, oferecer custo mais baixo por conexão do que as plataformas existentes e fornecer abordagem de pagamento “pay-as-you-grow”(pague à medida em que cresce) com um caminho flexível a para atualização nos próximos anos. O investimento inicial em cabeamento pode ser mantido no mínimo, com a possibilidade de atualizar e expandir o FTTx / acesso de rede quando requisitado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, o ABF &#8211; Air Blown Fiber torna possível soprar a fibra dentro dos tubos somente quando necessário, reduzindo custos, reforçando a flexibilidade do design e eliminando a necessidade de emenda e pontos de interconexão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Potencializando 5G</em></strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma maior disponibilidade de fibra e 5G trará demanda para uma grande variedade de novos produtos e aplicações (privadas, comerciais e industriais), tais como antenas escondidas ou camufladas, equipamentos PoE e soluções de conexões de curta distância.</p>
<p style="text-align: justify;">  A conectividade de baixa latência irá suportar tudo, desde carros com piloto automático a serviços remotos de saúde, comunicação de máquinas, serviços urbanos inteligentes e comunicação móvel avançada (UHD, AR, casa inteligente, Internet de alta velocidade, etc.).</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tendências de redes data center </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Maior importância da tecnologia na borda (edge) </em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Devido a limitações inerentes da solução wireless. A fibra é indispensável para o cabeamento e o sucesso na conexão de bilhões de sensores, permitindo uma largura de banda simétrica extremamente alta, ininterrupta e de baixa latência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os requerimentos de processamento e transmissão de dados estão direcionando a criação de infraestruturas de borda (edge) que ampliam e dão suporte a estruturas centralizadas com capacidade de processamento no sistema de borda da rede. Conteúdos e aplicações populares são armazenados em cache mais próximos a mercados menos densamente interligados, melhorando o desempenho e a experiência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Alta densidade</em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Uma solução de alta densidade pode impulsionar a capacidade e aumentar o espaço disponível, enquanto sua empresa se prepara para o futuro. Você pode começar com uma única unidade de rack e aumentar conforme necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como a infraestrutura de alta densidade é mais quente, o resfriamento é essencial. O cabeamento não deve restringir o fluxo de ar. Como os cabos são mais difíceis de organizar e manipular em racks densamente ocupados, torna-se difícil de ver o que você está fazendo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O risco de danos ou desconexões acidentais aumenta. Definitivamente vale a pena investir em racks e painéis desenvolvidos especialmente para soluções de maior densidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em>Gestão de infraestrutura automatizada (AIM &#8211; Automated Infrastructure Management)</em></strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, os data centers podem conter dezenas ou centenas de milhares de portas e patch cords. A automação da operação da rede está na ordem do dia, pois são necessárias soluções de hardware e software para diminuir a necessidade de pessoas e aumentar a eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">  A solução AIM facilita a gestão de infraestruturas cada vez maiores e mais complexas, representado em uma única base de dados individual e consistente. Isso fornece uma visão em tempo real de recursos como portas de servidor, espaço de gabinete e requisitos de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas soluções melhoram imensamente a eficiência de operação, utilização e administração, ao mesmo tempo que reduzem o tempo de resolução de incidentes e o tempo de inatividade.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Cinco tendências para o mercado mundial de data centers em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 21:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo especialistas da Vertiv, cada vez mais companhias adotam em seus data centers arquiteturas híbridas que incorporam modelos de cloud pública e privada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986aebedc428" data-id="6986aebedc428" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Cinco tendências para o mercado mundial de data centers em 2020</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Vertiv, empresa focada em soluções de infraestrutura de missão crítica para eletrônicos, apontou cinco principais tendências para o mercado mundial de data centers em 2020. Segundo especialistas da companhia, as organizações estão desistindo da oposição entre on premises ou cloud, passando a adotar arquiteturas híbridas que incorporam modelos de cloud pública e privada. Esse quadro inclui ativos de edge ao redor de um core reconfigurado.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Um novo equilíbrio está surgindo no ambiente de data centers. Isso acontece num momento em que a indústria enfrenta desafios relativos à capacidade e às aplicações avançadas, provocando mudanças importantes em data centers de todos os tamanhos e formatos”, disse Rob Johnson, CEO da Vertiv. “Em paralelo, a velocidade da implementação de data centers é um ponto crítico para o mercado. Esse fator irá moldar os investimentos e as inovações ao longo deste ano”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Confira abaixo as principais tendências para o segmento indicadas pelos especialistas da companhia:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Arquiteturas híbridas &#8211; O cloud computing continuará sendo parte importante da estratégia da maioria das organizações de TI, mas há uma mudança no plano. As necessidades das aplicações levam as organizações a repensar os seus portfólios e gastos de TI. Nesse modelo, as arquiteturas híbridas entram em cena.</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li>Velocidade de implementação &#8211; Conforme os recursos entre tecnologias e sistemas vão ficando semelhantes, os gestores de data centers e de TI irão buscar outros critérios para selecionar equipamentos. O custo sempre será um divisor, mas a decisão dependerá cada vez mais da rápida implementação dos ativos, já que o o atraso na entrega significa a falta de serviços digitais e de receitas provenientes desses serviços.</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li>Densidade média dos racks permanece estática &#8211;  Porém, o aumento das aplicações avançadas e das cargas de trabalho relacionadas com a IA &#8211; inteligência artificial, como aprendizado de máquina e o aprendizado profundo, tornarão os bolsões de computação de alto desempenho necessários e cada vez mais comuns. Os especialistas da Vertiv preveem que em 2020 as primeiras atividades nesse espaço acontecerão nas áreas de defesa, analytics avançada e manufatura. Esses avanços prepararão a base para uma adoção mais difundida em 2021. Até agora, esses racks representam um percentual minúsculo do total de racks instalados. Ainda assim, eles podem apresentar desafios pouco conhecidos nos campos de alimentação de energia e refrigeração – que precisam ser endereçados. O crescente interesse em refrigeração líquida direta é uma resposta às demandas de computação de alto desempenho.</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li>Novas tecnologias de baterias &#8211; Em 2016, especialistas da Vertiv previram que as baterias de íon-lítio começariam a encontrar lugar nos data centers: hoje as baterias de íon-lítio têm uma participação significativa no mercado de baterias para UPS. Esse market share está crescendo e começando a se expandir para os sites de edge. O próximo passo é aproveitar a flexibilidade das íon-lítio e de outras alternativas em baterias que estão surgindo, como as de placas finas de chumbo puro (TPPL), para compensar o seu custo. Ao longo de 2020, mais organizações começarão a vender essa energia armazenada nas baterias para as concessionárias, ajudando a estabilizar rede pública e os cortes dos picos de demanda. Esse ganho deverá ser parte importante das discussões sobre sustentabilidade na indústria de data centers.</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li>“Polinização cruzada” global &#8211; Os EUA, particularmente o Vale do Silício, têm sido o epicentro do universo digital e da geração atual de desenvolvimento de data centers. Porém, a inovação acontece em todos os lugares. Um ecossistema digital paralelo com diferenças notáveis está surgindo na China. Data centers europeus e em mercados asiáticos e do Pacífico Sul, como Austrália, Nova Zelândia e Singapura, estão evoluindo e se distanciando das práticas tradicionais. Isso está sendo feito para resolver problemas regionais específicos relacionados com a privacidade e controle de dados e com a sustentabilidade. Por exemplo, a conformidade com o GDPR &#8211; Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados está levando a decisões difíceis sobre o gerenciamento de dados em todo o mundo. O mesmo deve acontecer no Brasil, com a LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados. Essas questões e uma maior atenção aos impactos ambientais, estão gerando novas formas de pensar sobre arquiteturas híbridas. Há ainda novas visões sobre o valor da computação e do armazenamento de dados feitos no local. Na China, alguns data centers estão usando alimentação de 240V CC em servidores modificados pelo fabricante para aumentar a eficiência e reduzir custos. O “DC Power” tem sido por muito tempo um objetivo teórico dos data centers nos EUA. Não é difícil visualizar outras partes do mundo adotando o modelo que é hoje usado na China.</li>
</ol>

		</div>
	</div>
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