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	<title>Redes móveis &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Redes móveis &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Varejistas brasileiros vão priorizar investimentos em soluções mobile nos próximos dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 18:47:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aumento da digitalização de processos e a adoção de ferramentas de assinatura digital também estão nos planos do setor, conforme mapeou um estudo da TOTVS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61c88d6" data-id="6a0ada61c88d6" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Varejistas brasileiros vão priorizar investimentos em soluções mobile nos próximos dois anos</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Nos próximos dois anos, os varejistas brasileiros têm como prioridade de investimento ampliar o uso de soluções em dispositivos móveis, de acordo com o estudo “IPT &#8211; Índice de Produtividade Tecnológica de Varejo”, realizado pela TOTVS, em parceria com a H2R Pesquisas Avançadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, que avalia a adoção de tecnologias e a performance dos negócios do setor varejista, mapeou que 68% dos varejistas pretendem avançar no uso de soluções mobile, assim como devem ampliar a digitalização de processos (64%) e a adoção de ferramentas de assinatura digital (62%).</p>
<p style="text-align: justify;">“Não há mais dúvidas de que o varejo finalmente entendeu a importância da digitalização e, assim, tem dedicado seus esforços e investimentos em tecnologias que incrementem sua operação, tornando-a cada vez mais produtiva e competitiva. Prova disso é o interesse em investir e adotar soluções e tecnologias em dispositivos móveis, que livram os varejistas de processos no papel, suscetíveis a erros e perdas de informação, e proporciona mais mobilidade na gestão e operação do negócio”, destaca Elói Assis, diretor-executivo de produtos de varejo da TOTVS.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as tecnologias apontadas para o plano de investimentos futuros também aparecem: monitoramento preventivo, automação de processos, análises preditivas, blockchain, Inteligência Artificial, RFID/Beacon, reconhecimento facial e a adoção de robôs.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto de atenção é a falta de visão do setor para a adoção de soluções voltadas para a gestão dos clientes e de vendas. O IPT Varejo identificou que, dentre ferramentas com essa finalidade, o CRM é a mais adotada pelos varejistas, mas ainda assim é utilizada por pouco mais de um terço dos entrevistados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar da atração natural por tecnologias de maior hype, como análises preditivas ou blockchain, ainda há um baixo investimento do setor em ferramentas mais essenciais, voltadas para vendas ou para a gestão do consumidor, e que tem resultados comprovados. Os varejistas podem e devem desenhar e estruturar diversas estratégias visando o futuro, a continuidade e ampliação dos negócios, porém é importante salientar que atrair e reter o cliente, assim como proporcionar uma boa experiência de compra, é e sempre será o centro dos negócios de qualquer varejista”, reforça Elói.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo ouviu 673 empresas, nacionais e multinacionais, de todas as regiões do Brasil, com faturamento anual igual ou superior a R$ 2 milhões.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Brasileiros querem rede móvel estável durante a Copa do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 19:43:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa da Amdocs, realizada com 600 espectadores do Brasil e do México, mostra que 50% das pessoas com menos de 35 anos devem acompanhar os jogos via streaming ou celular.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61ca190" data-id="6a0ada61ca190" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Brasileiros querem rede móvel estável durante a Copa do Mundo</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A pesquisa “Fifa World Cup 2022”, realizada pela Amdocs no Brasil e no México, mostra que 50% das pessoas com menos de 35 anos devem acompanhar a Copa do Mundo do Catar, que começa no dia 20 de novembro, por meio do streaming ou no celular. A TV ainda mantém a liderança nos dois países – 75% dos entrevistados planejam assistir aos jogos ao vivo pela televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento, que entrevistou 600 espectadores dos dois países, indica ainda que as redes sociais serão o canal dominante durante o evento para 30% dos brasileiros e 40% dos mexicanos. “Os consumidores esperam que seus provedores de serviços de telecom forneçam uma conexão estável, rápida e sem latência”, comenta Gil Rosen, Chief Marketing Officer da Amdocs.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que a experiência do usuário é o principal fator na hora de escolher o serviço de streaming, para 48% dos brasileiros. Já para 52% dos entrevistados do país o custo é mais relevante (no México esses percentuais são de 58% e 42%, respectivamente). “Os provedores de serviços precisam pensar em novas estratégias comerciais, com ofertas capazes de enriquecer a experiência dos consumidores”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro dado relevante é que 48% dos brasileiros acreditam que a rede móvel não tem estabilidade suficiente para transmitir os jogos em tempo real, e 42% dos entrevistados estão dispostos a pagar um extra de até US$ 10 para ter um pacote de dados ilimitado via 5G (5% deles pagariam um extra de até US$ 55 pelo serviço).</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>NTT e Docomo realizam testes 6G em parceria com NEC, Nokia e Fujitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 19:21:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projeto vai estudar novas tecnologias móveis, incluindo o uso de frequências nas bandas milimétricas e sub-terahertz, além das bandas para serviços 5G existentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61cb236" data-id="6a0ada61cb236" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">NTT e Docomo realizam testes 6G em parceria com NEC, Nokia e Fujitsu</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A NTT e a sua subsidiária focada em telecomunicações, Docomo, anunciaram uma parceria com os fornecedores de tecnologia móvel Fujitsu, NEC e Nokia para realizar testes experimentais de 6G. Os trials vão servir de base para o lançamento comercial do serviço planejado para 2030.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto vai estudar novas tecnologias móveis, incluindo o uso de frequências nas bandas milimétricas e sub-terahertz, além das bandas para serviços 5G existentes. Os testes também devem verificar os métodos de transmissão sem fio baseados em IA – inteligência artificial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a NEC e a Fujitsu irão trabalhar com a NTT e a Docomo em experiências com tecnologia distribuída MIMO – Multi Input Multi Outout. Já o foco de estudo da Nokia será o desenvolvimento de uma interface de rede com inteligência artificial nativa, além do uso de radiofrequências “sub-THz”, nas faixas de 90 a 300 MHz, e ondas milimétricas de 6 a 24 GHz.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Naoki Tani, vice-presidente executivo e diretor de tecnologia da Docomo, os ensaios 6G estão progredindo dois ou três anos à frente do 5G. “A partir deste estágio inicial, gostaríamos de colaborar com fornecedores globais líderes para demonstrar proativamente avanços conceitos e tecnologias e promovê-los para o mundo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Docomo e a NTT começarão a realizar testes internos no ano fiscal que termina em março de 2023, e os testes externos começarão no ano fiscal seguinte. Espera-se que os testes verifiquem os conceitos propostos até agora pelas empresas. Eles serão relatados em grupos globais de pesquisa, conferências internacionais e atividades de padronização relacionadas ao 6G, e servirão de base para tecnologias mais avançadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por meio de seus testes de 6G com os três fornecedores, bem como outros parceiros, a Docomo e a NTT esperam acelerar a padronização global e a comercialização de 6G.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança cibernética nas redes 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 00:05:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como o 5G exige uma infraestrutura mais complexa e dinâmica, as operadoras precisarão aumentar ainda mais os seus esforços na segurança cibernética.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Segurança cibernética nas redes 5G</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É fato que o 5G vai trazer novas oportunidades de negócios em diferentes mercados. Os dispositivos conectados via IoT – Internet das coisas e a arquitetura de computação de borda, por exemplo, vão ganhar ainda mais destaque com a chegada da tecnologia. Mas, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-revisao-arquitetura-de-rede/">como o 5G exige uma infraestrutura mais complexa e dinâmica</a>, as operadoras precisarão aumentar ainda mais os seus esforços na segurança cibernética.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa “Threat vector: GTP. Vulnerabilities in LTE and 5G networks 2020”, publicada recentemente pela Positive Technologies, empresa especializada em segurança de redes de telecomunicações, mostra que todas as redes móveis são suscetíveis à exploração, inclusive a 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  As falhas no protocolo GTP afetam diretamente as redes 5G. “No momento, as redes 5G implementadas são non-standalone, ou seja, ainda dependem do 4G. Portanto, todas essas ameaças também se aplicam às redes 5G atuais. O protocolo GTP permanecerá parcialmente na arquitetura autônoma e sua segurança será um problema importante por um longo tempo”, pontua Giovani Henrique, diretor geral da Positive Technologies para América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Positive realizou avaliações de segurança nas redes móveis de 28 operadoras de telecomunicações na Europa, Ásia, África e América do Sul. A pesquisa também descobriu a suscetibilidade à exploração do protocolo GPRS Tunneling (GTP), usado para transmitir sinalização para controle de tráfego e dados do usuário em redes 2G, 3G e 4G. “Todas as redes testadas eram vulneráveis ​​a ataques DDoS, representação e fraude”, completa Henrique.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ivan Marzariolli, country manager da A10 Networks, empresa especializada em segurança cibernética, também alerta que a tecnologia 5G é mais exposta a diferentes tipos de ataques e tráfegos ilegais dentro da rede e necessita de proteção DDoS com certas particularidades. “Haverá que se pensar numa proteção distinta contra ataques de vírus no serviço de telemedicina, por exemplo, o que é bem diferente de ataques durante uma navegação”, diz Marzariolli, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tecnologia-5g-e-um-caminho-sem-volta/">um artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  No artigo ele ainda destaca os resultados de uma pesquisa realizada pela BPI &#8211; Business Performance Innovation Network, em parceria com a A10 Networks. Praticamente todos os entrevistados (98%) acreditam num crescimento no tráfego de rede, dispositivos conectados e casos de uso de IoT de missão crítica, o que aumenta as preocupações com segurança e confiabilidade para operadoras de celular 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Faixa de 3,5 GHz será fundamental para o desenvolvimento do 5G na AL</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/faixa-de-35-ghz-sera-fundamental-para-o-desenvolvimento-do-5g-na-al/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=faixa-de-35-ghz-sera-fundamental-para-o-desenvolvimento-do-5g-na-al</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 14:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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		<category><![CDATA[5 GHz]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes móveis]]></category>
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					<description><![CDATA[A frequência já foi incluída em “leilões 5G” na Ásia, Europa e América do Norte. Na América Latina, o Brasil e o Chile planejam licitar as sobras entre 2020 e 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61cdce1" data-id="6a0ada61cdce1" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Faixa de 3,5 GHz será fundamental para o desenvolvimento do 5G na AL</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  De acordo com a 5G Américas, associação setorial sobre 5G e LTE para as Américas, a alocação de mais espectro radioelétrico para serviços móveis na América Latina e no Caribe é essencial para o desenvolvimento da conectividade móvel. A faixa de 3,5 GHz (3,3 – 3,8 GHz) será fundamental para este propósito, pois tem sido identificada em todo o mundo como uma banda apta para o desenvolvimento do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A frequência foi incluída em “leilões 5G” na Ásia, Europa e América do Norte. Na América Latina, o Brasil e o Chile planejam licitar as sobras entre 2020 e 2021, enquanto que em Porto Rico se alocou a capacidade em 2020. A identificação quase global da banda de 3,5 GHz irá gerar um mercado mundial para os dispositivos móveis 5G que suportam a banda de 3,5 GHz e vai estimular economias de escala para que existam terminais acessíveis. A banda de 3,5 GHz dará capacidade à indústria móvel para desenvolver 5G além de sua fase inicial, que “apoia” elementos de infraestrutura de rede 4G para operar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a 5G Américas, um fator que pode acelerar o uso da faixa de 3,5 GHz na América Latina é que, dependendo do país, algumas operadoras já contam com este espectro. Esta banda alocou vários mercados durante as décadas de 1990 e 2000 para sistemas de acesso fixo sem fio que não tiveram o desenvolvimento esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em comunicado, a associação destacou que nem todas estas alocações pré-existentes são para serviços móveis, porém os governos devem organizar a banda de 3,5 GHz e expedir as autorizações requeridas para utilização destes serviços (incluindo aplicações fixas sem fio) por licenciadores pré-existentes que possam desenvolver o 5G e para permitir também a alocação do resto do espectro mediante licitações transparentes e equitativas que fomentem acesso a esta porção estratégica do espectro.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso temporal de espectro radioelétrico</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O distanciamento social durante a pandemia de Covid-19 contribuiu para o aumento do tráfego de dados móveis em vários países da região. No Panamá, Peru, Porto Rico e Trindade e Tobago os governos permitiram o uso temporal de espectro como medida para ampliar a capacidade das redes celulares durante a crise sanitária que mostrou a importância de alocar espectro suficiente em uma região na qual o acesso à Internet é habilitado, principalmente por tecnologias móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a 5G Américas, é necessário que se licitem blocos disponíveis dentro de bandas que já estão em uso por redes 4G, mas também é importante que se planeje o uso do espectro para redes móveis de quinta geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10283 size-full" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-scaled.jpg" alt="" width="1810" height="2560" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-scaled.jpg 1810w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-212x300.jpg 212w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-724x1024.jpg 724w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-768x1086.jpg 768w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-1086x1536.jpg 1086w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-1448x2048.jpg 1448w" sizes="auto, (max-width: 1810px) 100vw, 1810px" /></p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Migração 5G começa com a proteção da rede 4G</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/migracao-5g-comeca-com-protecao-da-rede-4g/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=migracao-5g-comeca-com-protecao-da-rede-4g</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 19:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[4G]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de rede]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[LTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que indica o relatório "Migração das redes móveis para 5G: Um white paper de abordagem tranquila e segura", da Positive Technologies. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61cf06f" data-id="6a0ada61cf06f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Migração 5G começa com a proteção da rede 4G</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61cf51e" data-id="6a0ada61cf51e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O relatório &#8220;Migração das redes móveis para 5G: Um white paper de abordagem tranquila e segura&#8221;, da Positive Technologies, alerta que a migração para a tecnologia 5G começa com a proteção da infraestrutura 4G. Isso porque as redes 5G hoje dependem, principalmente, da infraestrutura 4G LTE da geração anterior. Segundo a empresa, a arquitetura não autônoma (Non-Standalone) provou ser uma maneira rápida de fornecer acesso ao 5G para os assinantes, uma vez que as operadoras móveis não precisam construir uma nova rede central. No entanto, isso também expõe a rede de próxima geração e os assinantes 5G às mesmas ameaças das redes anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://positive-tech.com/research/diameter-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma pesquisa anterior da Positive Technologies</a> mostra que um invasor pode explorar vulnerabilidades do protocolo Diameter em 4G para realizar ataques de negação de serviço, rastrear a localização do assinante, obter informações de perfil do assinante e cometer fraude. No relatório, os especialistas da Positive Technologies argumentam que, com a arquitetura 5G Non-Standalone, os protocolos da geração anterior devem ser protegidos e, uma vez que as redes estão tão interligadas, proteger apenas o 5G não é suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  O relatório também examina como as operadoras móveis estão buscando maneiras de migrar com sucesso, sem comprometer a arquitetura atual. Uma solução é construir uma rede central autônoma separada e se livrar inteiramente do LTE. Algumas operadoras móveis estão começando a implantar suas redes 5G autônomas. Por enquanto, as operadoras não podem descartar completamente as redes antigas, especialmente porque a cobertura 5G não está disponível em todos os lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Pavel Novikov, líder da área de pesquisa de segurança das telecomunicações da Positive Technologies, nos próximos anos, a maioria das redes 5G continuará a depender de redes 4G, o que significa que os esforços de segurança direcionados somente a 5G são inúteis e perigosos. “A verdadeira segurança 5G deve ir além dos recursos integrados à arquitetura autônoma. As eficiências de custo podem ser obtidas com a construção de uma rede híbrida que suporte LTE e 5G, o que permitirá uma rede de próxima geração preparada para o futuro a longo prazo”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Isso permite que as operadoras adicionem novos assinantes com capacidade 5G, enquanto continuam a oferecer suporte aos clientes mais antigos, mantendo uma rede de serviços completa. Para proteger redes 5G, é importante prestar atenção especial às redes de sinalização, utilizando as defesas existentes e adicionando camadas específicas para 5G. A rede deve ser cuidadosamente verificada quanto a erros de configuração, exigindo avaliação regular do estado de segurança da infraestrutura”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Clique<a href="https://positive-tech.com/research/migrating-mobile-networks-to-5g/?utm_source=website&amp;amp;utm_medium=banner&amp;amp;utm_campaign=whitepaper-PR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> aqui </a>para acessar o relatório na íntegra.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Relatório analisa o crescimento da tecnologia 5G</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/relatorio-analisa-o-crescimento-da-tecnologia-5g/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=relatorio-analisa-o-crescimento-da-tecnologia-5g</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 17:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Produzido pela Rysavy Research, o relatório divulgado pela 5G Americas destaca a crescente relevância da tecnologia e seu impacto na vida das pessoas. Mais de 100 redes 5G estão em operação em todo o mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61d0118" data-id="6a0ada61d0118" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Relatório analisa o crescimento da tecnologia 5G</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Mais de 100 redes 5G estão em operação em todo o mundo, segundo a 5G Americas, a associação setorial sobre 5G e LTE para as Américas. A instituição divulgou um relatório, produzido pela Rysavy Research, destacando a crescente relevância da tecnologia e seu impacto na vida das pessoas. “A evolução 5G chegou, com a emergência de novos casos de uso nos setores corporativo e de consumo aproveitando da maior velocidade de transmissão de dados, menor latência e capacidade de administrar um número imenso de dispositivos conectados. É uma época muito interessante para o setor com muitas oportunidades de inovação”, diz Chris Pearson, presidente da 5G America.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a conclusão das especificações 3GPP para os Releases 15 e 16 e o Release 17 já em desenvolvimento, o relatório, denominado <a href="https://www.5gamericas.org/global-5g-rise-of-a-transformational-technology/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">5G Global: Ascensão de uma tecnologia transformacional</a>, analisa as principais novidades do setor celular sem fio. Entre elas destacam-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A 3GPP concluiu as especificações do Release 15 e Release 16, influenciando casos de uso muito além da LTE.</li>
<li>O desenvolvimento do Release 17 começou para definir suporte para dispositivos de baixa complexidade, operação em 52,6 a 71 GHz, satélites, múltiplos SIMs e transmissão e multicast.</li>
<li>As operadoras estão migrando para arquiteturas independentes com o objetivo de reduzir a latência de suas redes, ampliar a cobertura, abordar a IoT – Internet das coisas industrial e simplificar suas operações.</li>
<li>Formação de feixes e MIMO massivo agora possibilitam o aproveitamento do espectro acima de 6 GHz e melhoram o desempenho em bandas mais baixas.</li>
<li>A adoção IoT está crescendo rapidamente, com a previsão de dezenas de bilhões de novos dispositivos conectados durante a próxima década.</li>
<li>O setor já está implementando versões da LTE com capacidade de operar no espectro não licenciado, e especificações já existem para a operação 5G na mesma faixa.</li>
<li>A Edge Computinge inteligência artificial estão criando novas arquiteturas de rede que oferecem latência ultra baixa, reduzem o custo operacional das redes e suportam novos tipos de aplicativos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  “A pandemia do Covid-19 demonstrou que a tecnologia sem fio é um fator crítico para manter a sociedade conectada em condições difíceis. O relatório avalia o que a 5G pode fazer hoje e como ela deve evoluir durante a próxima década”, finaliza Peter Rysavy, autor do relatório.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em 2025, 13% das conexões móveis na América Latina serão com 5G</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/em-2025-13-das-conexoes-moveis-na-america-latina-serao-com-5g/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=em-2025-13-das-conexoes-moveis-na-america-latina-serao-com-5g</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 22:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que projeta relatório da Ericsson. Até o final deste ano, o número global de assinaturas 5G deverá alcançar a marca de 190 milhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61d1288" data-id="6a0ada61d1288" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Em 2025, 13% das conexões móveis na América Latina serão com 5G</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A edição de junho do relatório Mobility Report da Ericsson indica que o 5G será responsável por 13% das conexões móveis na América Latina. As primeiras implantações do 5G nos países latino-americanos estão previstas para começar ainda este ano, na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México. Hoje, a LTE é a tecnologia de acesso via rádio dominante na região, com 51% das assinaturas em 2019 e previsão de alcançar 68%, em 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ericsson ainda acredita que o número global de assinaturas de 5G chegará a 190 milhões no final de 2020 – e a 2,8 bilhões no final de 2025. Além disso, o relatório analisa incisivamente o papel das redes e da infraestrutura digital ao manter as sociedades em funcionamento e as famílias conectadas durante a pandemia da Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A disseminação da Covid-19 levou pessoas de todo o mundo a mudar suas vidas diárias e, em muitos casos, a trabalhar ou estudar em casa. Com isso, houve uma rápida mudança do tráfego de rede das áreas comerciais para as residenciais. Neste cenário, as redes móveis e fixas cada vez mais são componentes importantes de uma infraestrutura nacional crítica”, afirma Paulo Bernardocki, diretor de soluções e tecnologia de redes da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora a pandemia tenha desacelerado o crescimento das assinaturas de 5G em alguns mercados, houve aceleração em outros. Por isso, a Ericsson elevou sua previsão para o final de 2020 do número global de assinaturas de 5G. &#8220;Além de medir o sucesso do 5G pelo volume de assinaturas, seu impacto será julgado pelos benefícios que traz para pessoas e empresas. O 5G foi feito para a inovação, e esta crise destacou o verdadeiro valor da conectividade e o papel que ela pode desempenhar no reinício das economias&#8221;, acrescenta Bernardocki.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2></h2>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O valor da infraestrutura digital</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Alterações no comportamento dos usuários devido à quarentena provocada pela Covid-19 causaram alterações mensuráveis  no uso de redes fixas e móveis. A maior parte do aumento do tráfego foi absorvida pelas redes residenciais fixas, que tiveram um crescimento de 20 a 100%. Mas muitos provedores de serviços também notaram um aumento na demanda em suas redes móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um estudo recente realizado pelo Ericsson Consumer Lab, 83% dos entrevistados de 11 países afirmam que as tecnologias de informação (TICs) têm sido de grande ajuda para lidar com a quarentena. Os resultados mostram uma maior adoção e uso de serviços de TIC, como aplicativos de e-learning e bem-estar, que ajudaram os consumidores a se adaptarem a novas realidades, sustentadas pela conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  No futuro, enquanto 57% dos entrevistados do estudo Ericsson Consumer Lab afirmam pretender economizar dinheiro para fins de segurança financeira, um terço planeja investir em 5G e em uma banda larga aprimorada em casa para estar mais bem preparado para uma segunda potencial onda de Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A FWA assume um papel expandido</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Prevê-se que as conexões sem fio fixas (FWA) cheguem a quase 160 milhões até o final de 2025, totalizando cerca de 25% do tráfego de dados da rede móvel global e atingindo 53 exabytes. Será um crescimento de quase 8 vezes em comparação aos números do final de 2019, quando o tráfego global de dados de FWA havia sido estimado em cerca de 15% do total global.</p>
<p style="text-align: justify;">  As FWA de 4G ou 5G são uma alternativa cada vez mais econômica para o fornecimento de banda larga. É um mercado impulsionado por vários tipos de atividade, como as demandas de consumidores e empresas por serviços digitais, além de programas e subsídios patrocinados pelo governo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O relatório também inclui previsões sobre o crescimento do tráfego de dados, assinaturas regionais e informações sobre jogos baseados na nuvem, além de artigos detalhados sobre redes dedicadas privadas e a estratégia de ondas milimétricas da Verizon para áreas metropolitanas direcionadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ericsson possui mais de 93 acordos comerciais de 5G ou contratos com provedores de serviços de comunicação exclusivos, dos quais 40 são redes em funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa destaca oportunidades do 5G para operadoras móveis</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/pesquisa-destaca-oportunidades-do-5g-para-operadoras-moveis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisa-destaca-oportunidades-do-5g-para-operadoras-moveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 21:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesquisa, realizada pela Nokia e conduzida pela Parks Associates, entrevistou 3 mil pessoas no Reino Unido, EUA e Coréia do Sul e examinou a compreensão e a demanda dos consumidores por serviços 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61d244d" data-id="6a0ada61d244d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Pesquisa destaca oportunidades do 5G para operadoras móveis</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Nokia anunciou uma nova pesquisa destacando o acesso 5G sem fio fixo (FWA) como o caso de uso de 5G mais desejável entre os consumidores em todo o mundo. O estudo, conduzido pela Parks Associates, pesquisou 3 mil pessoas no Reino Unido, EUA e Coréia do Sul e examinou a compreensão e a demanda dos consumidores por serviços 5G em seis casos de uso diferentes, incluindo veículos autônomos, vigilância por vídeo e tecnologias imersivas. A pesquisa confirma que há uma oportunidade para as operadoras de telefonia móvel competirem com os provedores de banda larga, oferecendo o FWA para residências e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a pesquisa, 76% dos entrevistados consideram a FWA como o caso de uso mais atraente no geral, com 66% afirmando que assinariam o 5G FWA se custasse o mesmo que seu serviço de banda larga atual e oferecesse o mesmo ou melhor desempenho. Atualmente, 41% dos entrevistados só tinham a opção de um único provedor de banda larga, com muitos ressentindo essa falta de escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo foi realizado antes da pandemia global da Covid-19, que levou o mundo a trabalhar e aprender em casa, no entanto, mesmo assim, os consumidores já queriam videochamadas de melhor qualidade; 90% dos entrevistados classificaram fluxos de vídeo ininterruptos de alta qualidade como um aspecto “muito valioso” do 5G, com 66% atribuindo a mesma classificação à captura e transmissão de vídeos e 69% à detecção e alertas de vídeos. Mais de um terço dos consumidores considerou as experiências de realidade virtual para o comércio remoto mesmo antes da crise da Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo indica ainda que 80% das pessoas que estão familiarizadas com 5G o acham atrativo, em comparação com 23% das pessoas que não estão familiarizadas. Além disso, mais de 50% dos proprietários de smartphones disseram que provavelmente trocariam de operadora se o provedor atual não oferecer 5G nos próximos 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O vídeo tem sido uma base de interação social e o 5G pode melhorar muito essa capacidade, enquanto o isolamento social e o trabalho remoto provavelmente aumentam o apelo para aplicações de experiência imersiva. A FWA é um caso atraente de uso antecipado para 5G, especialmente com instalação remota, mas os operadores devem tomar uma decisão informada sobre como investir nele e em qual localidade geográfica”, acrescenta Josh Aroner, vice-presidente de marketing para provedores de serviços de comunicação da Nokia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Resultados adicionais da pesquisa</h2>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quase metade daqueles que trabalham remotamente indicam uma forte  vontade de trocar de provedor para o serviço 5G e mais propensos a comprar um telefone 5G. Uma experiência de trabalho remoto muito expandida pode impulsionar os upgrades de planos e telefones.</li>
<li>Quase dois terços dos usuários iniciais do 5G estão altamente satisfeitos com as velocidades que experimentam em redes 5G, em comparação com menos da metade dos usuários 4G.</li>
<li>45% dos consumidores acham os conceitos de carros conectados atrativos com recursos de navegação e segurança vistos como os mais valiosos, mas o número salta para 73% dos proprietários de veículos. E 53% dos proprietários de veículos disseram que estariam interessados em agrupar a conectividade de carros com um plano de dados 5G.</li>
<li>Dois terços dos consumidores acham os serviços de Realidade Aumentada e  Realidade Virtual habilitados para 5G atrativos e 56% se interessam por jogos em nuvem. O distanciamento físico obrigatório pode ser o ponto de inflexão para esses casos de uso.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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		<title>CPQD propõe a criação de laboratório de referência em 5G no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 21:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta foi apresentada em consulta pública da Anatel. A ideia é que o ambiente seja multiusuário e com capacidade de realizar auditoria da segurança cibernética de equipamentos e soluções 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0ada61d3545" data-id="6a0ada61d3545" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>CPQD propõe a criação de laboratório de referência em 5G no Brasil</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O CPQD apresentou na consulta pública n.º 9 da Anatel &#8211; Agência Nacional de Telecomunicações, encerrada no dia 14 de abril último, uma proposta de criar no Brasil um laboratório nacional de referência em 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ideia é que o ambiente seja multiusuário e com capacidade de realizar auditoria da segurança cibernética de equipamentos e soluções destinados às redes de telecomunicações do país. Segundo o CPQD, os recursos para a construção da infraestrutura poderiam ser captados com o leilão de espectro para o 5G, que será conduzido pela Anatel, seguindo exemplo de proposta feita no Senado dos EUA &#8211; que prevê a destinação de até 5% dos recursos obtidos com licitações de espectro para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias 5G e iniciativas de segurança cibernética voltadas a essas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Um dos objetivos principais da nossa proposta é atender aos requisitos definidos pelo GSI &#8211; Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República referentes à segurança cibernética das novas redes 5G”, diz Gustavo Correa Lima, líder da plataforma de comunicações sem fio do CPQD. Para ele, é fundamental que o Brasil tenha um laboratório nacional com infraestrutura compatível com essas necessidades e com os requisitos a serem estabelecidos pelo GSI e pela Anatel.</p>
<p style="text-align: justify;">  O laboratório também poderia ser utilizado também para a realização de testes de interoperabilidade entre equipamentos e soluções de diferentes fabricantes. E ainda fomentar o desenvolvimento de aplicações 5G no país, ao oferecer um ambiente real para provas de conceito e validação de soluções em áreas relevantes para a sociedade e o país, como saúde, educação, cidades inteligentes, indústria e agronegócio, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Para as operadoras, a possibilidade de homologação de aplicações em uma infraestrutura comum trará racionalização de esforços. Além disso, a integração de seus laboratórios a essa infraestrutura permitirá exercitar cenários de incidentes de segurança e até contribuir para a análise de incidentes reais”, comenta Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">  A proposta do CPQD sugere ainda a integração do laboratório nacional de referência em 5G à RNP &#8211; Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, de modo a permitir o acesso das instituições de pesquisa, desenvolvimento e inovação do país a uma rede 5G real para a realização de experimentos e provas de conceito.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com a proposta, a gestão do novo laboratório seria compartilhada entre o MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Anatel e o GSI, que integrariam o Conselho Gestor &#8211; outros atores formariam o Conselho Consultivo.</p>

		</div>
	</div>
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