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	<title>Redes ópticas &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Redes ópticas &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Infinera lança soluções ópticas de alto desempenho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 20:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos destaques é a família de subsistemas ópticos ICE-X, compatível com uma série de aplicações de rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d42217d7" data-id="6a0d5d42217d7" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Infinera lança soluções ópticas de alto desempenho</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A Infinera, empresa norte-americana especializada em soluções de redes ópticas abertas, apresentou na Futurecom 2023, feira de tecnologia que acontece em São Paulo, novas soluções ópticas de alto desempenho. Entre as novidades está uma linha de subconjuntos ópticos de transmissão-recepção, DSPs &#8211; processadores de sinais digitais programáveis e transceptores ópticos plugáveis inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a empresa, a família de subsistemas ópticos desenvolvidos verticalmente pela empresa utiliza uma abordagem baseada em blocos de construção, onde os subsistemas podem ser misturados e combinados de forma flexível. Denominada ICE-X, a solução é compatível com série de aplicações de rede, incluindo ponto a ponto e ponto-multiponto em redes DCI, de acesso, metro e regionais. “Com o ICE-X, um ISP, por exemplo, pode atender um único ponto central com uma capacidade maior (400 G) e, por meio desse único ponto central, interconectar vários pontos de destinos de tráfego com velocidades distintas de canais e trabalhar com diferentes aplicações. Isso é uma quebra de paradigma”, disse Alexandre Salomão, country manager da Infinera Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O ICE-X pode operar de forma standalone (via transmissão óptica tradicional DWDM) ou ser integrado à estrutura de roteadores da operadora. “A integração IP/óptica passa a ser uma realidade e isso é possível devido ao grau de miniaturização da solução e do chipset que oferecem uma inteligência dos algoritmos necessários de controle para um hardware padrão que pode ser plugado num roteador”, explica Salomão.</p>
<p style="text-align: justify;">A família ICE-X plugáveis inclui módulos 100G XR, 400G XR, 400G ZR+, e 800G ZR/ZR+.  Todos os produtos aderem à abordagem aberta e colaborativa para o gerenciamento de soluções ópticos plugáveis coerentes definidos pelas Especificações de Arquitetura de Gerenciamento do Open XR Forum.</p>
<p style="text-align: justify;">O ICE-X já está disponível no mercado brasileiro e o primeiro cliente da companhia é a Fibrasil, empresa de rede neutra, que atenderá o ISP SIM, na região centro-oeste.</p>
<p style="text-align: justify;">A Infinera tem mais de 1,9 mil patentes e conta com mais de 1000 clientes em 45 países. Na América Latina, a companhia possui escritórios no Brasil, México, Argentina e Colômbia. De acordo com Salomão, a empresa é o terceiro maior vendor de soluções ópticas de alta capacidade na região.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>É preciso reduzir a complexidade na borda da rede com tecnologia óptica XR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d422374d" data-id="6a0d5d422374d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>É preciso reduzir a complexidade na borda da rede com tecnologia óptica XR</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da infraestrutura.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Andrés Madero, CTO da Infinera para América Latina e Caribe</h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A criação de conteúdo está gerando uma demanda implacável por largura de banda. De fato, mais de 1 bilhão de gigabytes de novos dados são criados todos os dias, o equivalente a 333 milhões de filmes HD adicionados e mais de 400 mil horas de streaming de vídeo diariamente. Todos esses dados são transmitidos por meio das redes.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes 5G também são projetadas para colocar mais pressão na infraestrutura, com uma expectativa de 10 a 100 vezes mais largura de banda por usuário, latência significativamente menor e uma ordem de magnitude de mais dispositivos por quilômetro quadrado. Há também o aumento dos locais de computação na borda e arquiteturas MEC &#8211; Multi-access Edge Computing, que estão acelerando e multiplicando a implementação de data centers em áreas metropolitanas. Isto porque ao processar os dados e serviços o mais próximo possível dos usuários finais, a computação na borda permite que as empresas reduzam a latência, melhorem o desempenho e reduzam os custos de transporte.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d4223deb" data-id="6a0d5d4223deb" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Além disso, empresas de todo o mundo estão migrando seus aplicativos para a nuvem e aproveitando de seus provedores de serviços para reduzir custos, aumentar a produtividade e aprimorar o acesso às tecnologias e aos aplicativos de última geração. Todo esse crescimento está colocando uma pressão considerável sobre as operadoras e as forçando a lidar com níveis de capacidade que dobram a cada dois anos, ao mesmo tempo em que também reduzem custos operacionais e a complexidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diferentes desafios na borda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O metro residencial da banda larga 5G xHaul é o segmento de crescimento mais rápido do mercado, enquanto o núcleo da rede/longa distância está crescendo a uma taxa muito mais modesta e criando uma discrepância na economia de escala. As tecnologias de acesso/borda são baseadas em custo muito baixo e alto volume, com capacidade normalmente limitada a 10 Gbps, suas contrapartes de núcleo de rede, porém, são projetadas para alto desempenho, refletido pelo aumento constante da capacidade por comprimento de onda (atualmente 800 Gbps).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas arquiteturas de rede de acesso e agregação são baseadas na conectividade ponto a ponto e à medida que mais dispositivos conectados são adicionados à rede e cada um exige mais capacidade a complexidade dispara. Isso gera inúmeras visitas aos locais de instalação do equipamento e necessidade constante de reestruturação. Simultaneamente, os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resolvendo a incompatibilidade de agregação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a implementação das redes ópticas, os padrões reais de tráfego na rede e a tecnologia usada para transportar esse tráfego foram desalinhados. Os padrões de tráfego, particularmente em redes metropolitanas, são predominantemente “hub and spoke”, com inúmeros pontos terminais consumindo tráfego que é agregado por alguns pontos centrais. Em contraste, as soluções de conectividade óptica tradicionalmente usam tecnologia ponto a ponto, na qual cada extremidade da conexão deve operar na mesma velocidade. O resultado é uma arquitetura de transporte extremamente ineficiente que requer grande número de transceptores ópticos emparelhados dois a dois, bem como inúmeros dispositivos de agregação intermediários, como roteadores, switches ou muxponders DWDM, para “acelerar” os fluxos de tráfego.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução óptica XR é o próximo grande ponto de inflexão nas tecnologias de transceptores ópticos. Ela usa o processamento de sinal digital para subdividir a transmissão e a recepção de um determinado espectro de comprimento de onda em canais de frequência menor chamados subportadoras digitais. Estes podem ser gerenciados de forma independente e atribuídos a diferentes destinos, permitindo a primeira conectividade direta de transceptor óptico ponto a multiponto escalável do setor de baixa a alta velocidade (figura 1).</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Um único módulo de hub óptico 400G XR gera subportadoras digitais de 16 x 25 Gbps. Várias subportadoras digitais podem ser combinadas e atribuídas a um destino específico para fornecer a largura de banda necessária. Isto porque a óptica XR suporta configurações ponto a ponto e ponto a multiponto e pode ser implementada em uma ampla gama de equipamentos de rede, incluindo roteadores, switches Ethernet, servidores e muitos outros dispositivos de rede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Capacidade e inteligência sem complexidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A abordagem arquitetônica da óptica XR tem grandes implicações em redes ópticas de acesso, de agregação e redes ópticas metropolitanas, entre outros:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Redução significativa do TCO. A óptica XR possibilita que um ou vários transceptores de baixa velocidade se conectem diretamente a um transceptor de alta velocidade em uma configuração ponto a multiponto, reduzindo o número de transceptores ópticos na rede em aproximadamente 50% e removendo inúmeras plataformas de agregação de tráfego de Camada 1/2 para uma redução significativa no custo total de propriedade (figura 2). Uma análise técnico-econômica realizada na rede da BT, que consistia em 226 redes em ferradura conectando 880 nós intermediários e era representativa de uma ampla gama de redes metropolitanas através de uma geografia nacional, revelou uma economia de TCO de 76% em cinco anos em comparação com uma arquitetura tradicional baseada em ROADMs e transponders ponto a ponto.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0d5d42256da" data-id="6a0d5d42256da" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<ul>
<li style="text-align: justify;">Arquitetura simplificada. Como muitas tecnologias de rede de acesso, a óptica XR é baseada em uma arquitetura de difusão (broadcast). Aproveitando a tecnologia de subportadora digital Nyquist, um único transceptor de 400 Gbps pode gerar subportadoras de 16&#215;25 Gbps de baixa velocidade que podem ser direcionadas para diferentes destinos. Com isso a tecnologia coerente chega até às redes óticas passivas (PON), suportando redes de fibra única e fibra dupla, bem como fluxos de tráfego simétricos e assimétricos. A óptica XR permite um aumento de ordem de magnitude na capacidade com a capacidade de suportar terabits de capacidade na infraestrutura de fibra única existente com suporte DWDM programável. Isso faz com que a flexibilidade seja aumentada com taxas de transmissão programáveis e/ou potência de canal por subportadora para estender o alcance onde for necessário. Também pode ser implementada perfeitamente na infraestrutura de fibra existente, aproveitando os blocos de construção, como divisores, filtros e amplificadores, viabilizando uma integração suave de tecnologia coerente em redes de detecção direta. Isso leva a um ROI maximizado e a um tempo de comercialização mais rápido para serviços de negócios de próxima geração.</li>
<li style="text-align: justify;">Aumento em ordem de magnitude da capacidade. A tecnologia de acesso atual limita a capacidade de 10G a 40G. Estender a tecnologia coerente do núcleo até a borda / acesso eleva o nível de capacidade para 400G e além. Isso permite uma tecnologia de transporte óptico altamente escalável em toda a rede, ao mesmo tempo em que atende às demandas de capacidade atuais e futuras para uma rede preparada para o futuro.</li>
<li style="text-align: justify;">Alocação de capacidade definida por software. O aumento dos dispositivos conectados e da largura de banda que eles consomem agrava a tensão nas redes, aumentando as intervenções manuais e a necessidade de visitas técnicas aos locais. A óptica XR permite uma alocação dinâmica e rápida da capacidade, atribuindo mais subportadoras digitais, sem planejamento complexo e deslocamento dos demorados de técnicos aos locais. A capacidade pode ser alocada permanentemente ou por um determinado período, e esse processo pode ser realizado de forma manual ou automatizada.</li>
<li style="text-align: justify;">Produtibilidade em alto volume. No mercado de acesso/borda metropolitano orientado por volume, o equipamento de rede deve ser econômico. Embora a tecnologia coerente seja tecnologicamente sofisticada, estendê-la até a borda requer um projeto meticuloso, com pegada compacta, baixo consumo de energia, custo-benefício e capacidade de produtibilidade em alto volume. Isso pode ser alcançado por meio de um alto nível de integração monolítica e projeto inteligente dos principais blocos de construção, como o processador de sinal digital (DSP) e o subconjunto de transmissão/recepção de sinal óptico (TROSA). Os DSPs compactos, potentes e de baixo consumo de energia oferecem esquemas avançados de modulação, suportam subportadoras digitais ponto a ponto e ponto a multiponto, fornecem recursos de transponder virtual e melhoram o gerenciamento. A integração vertical monolítica pode oferecer um TROSA altamente integrado com alto desempenho óptico, maior confiabilidade e capacidade de produtibilidade em alto volume.</li>
<li style="text-align: justify;">Soluções baseadas em padrões. Para que uma tecnologia seja difundida no mercado, ela deve ser baseada em padrões. O &#8220;<a href="https://www.openxrforum.org/" target="_blank" rel="noopener">Open XR Forum</a>” promove a colaboração entre os seus membros – 25 e contando, desde operadores de rede, fabricantes de equipamentos de rede e fornecedores de componentes/subsistemas – para acelerar a adoção de plugáveis inteligentes e coerentes e para conduzir a padronização das interfaces de rede a fim de garantir a interoperabilidade de vários fornecedores e um ecossistema de soluções aberto e de múltiplas fontes.</li>
<li style="text-align: justify;">Gerenciamento flexível.Os plugáveis coerentes de hoje são gerenciados usando um modelo de informação padronizado baseado em registros, que o dispositivo host e o módulo plugável devem suportar para alcançar a interoperabilidade. Essa abordagem tem desvantagens quando se trata de recursos de rede mais avançados e, além disso, vincula o gerenciamento aos ciclos de implantação do dispositivo host. À medida que os plugáveis coerentes absorvem mais funcionalidades e expandem sua gama de possíveis dispositivos host para além dos dispositivos IP, seu gerenciamento se torna complexo. O “Open XR Forum” emitiu especificações que introduzem um paradigma de gerenciamento duplo que permite o gerenciamento desagregado de rede de plugáveis coerentes inteligentes do Open XR. Essa arquitetura preserva o atual caminho de gerenciamento baseado em registros para aplicativos e recursos suportados nas MSAs existentes e futuras, enquanto introduz um paradigma de &#8220;gerenciamento duplo&#8221; de IP/Ethernet. Isto acelera a implantação de recursos inovadores e a rápida introdução de aplicativos avançados com funcionalidade de transporte virtualizada, sem o atraso do codesenvolvimento e implantação em cada dispositivo de hospedagem na rede. Embora concebido como um método para introduzir rapidamente aplicações ópticas coerentes ponto-multiponto, ele também apresenta recursos avançados de transporte e gerenciamento remoto para aplicativos ponto a ponto. Recursos inteligentes no nível do sistema, como telemetria de streaming, alocação dinâmica de capacidade e interoperabilidade intergeracional, também são os principais recursos ópticos XR.</li>
<li style="text-align: justify;">Arquitetura de rede multigeracional. As tecnologias de rede precisam ser dimensionadas para velocidades mais altas de forma contínua e rápida, com o mínimo de interrupção das operações diárias. A capacidade da óptica XR para transceptores de baixa velocidade comunicarem direta e simultaneamente com um transceptor de hub de alta velocidade simplifica a expansão da capacidade da rede, ao desacoplar as atualizações de nós em toda a rede, permitindo que certos vãos/links ou nós sejam atualizados para uma maior capacidade enquanto o restante da rede permanece inalterado. Isso alinha o Capex com as demandas reais de capacidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, a demanda de capacidade está cada vez maior e a necessidade de maior flexibilidade impulsionada por aplicativos em nuvem são as forças motrizes por trás da extensão da tecnologia óptica coerente até a borda da rede. Isto não deve vir com a complexidade como um compromisso. A óptica XR fornece uma arquitetura transformadora para estender a tecnologia óptica coerente e seus benefícios do núcleo até a borda, permitindo que as operadoras de rede resolvam os desafios atuais de forma eficiente e econômica, ao mesmo tempo em que garante uma arquitetura simples e à prova de futuro.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Nova distribuidora da marca Furukawa já prepara expansão dos negócios</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/nova-distribuidora-da-marca-furukawa-ja-prepara-expansao-dos-negocios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nova-distribuidora-da-marca-furukawa-ja-prepara-expansao-dos-negocios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 16:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ecolan é a mais nova distribuidora dos produtos Furukawa. A empresa atua na distribuição de componentes para projetos de telecomunicações, com foco em LANs corporativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d42272c2" data-id="6a0d5d42272c2" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Nova distribuidora da marca Furukawa já prepara expansão dos negócios</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A Ecolan Infraestrutura em Redes, que atua na distribuição de componentes para projetos de TI e Telecom, iniciou este ano a distribuição dos produtos da linha Furukawa Connectivity System.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Fundada e dirigida por profissionais experientes na área, a companhia comercializa produtos dos principais fabricantes do setor de telecom e seu amplo portfólio abrange os componentes necessários para projetos de diferentes portes, incluindo aqueles de alta complexidade, como data centers e redes industriais.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um dos pontos fortes da empresa é o estoque completo, que permite o atendimento à pronta entrega para qualquer região do país, um diferencial em períodos de restrições de produtos no mercado, como destaca o diretor comercial da empresa, Luiz Donatti. Atualmente, o carro-chefe da Ecolan é o portfólio de soluções da Furukawa para redes metálicas até 10 Giga (Categorias 6 e 6 A), além de conectividade óptica.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A Ecolan possui uma equipe de pré-vendas e gerentes de produtos responsáveis pela difusão e treinamento de novas tecnologias, para vendas consultivas e construção de relações comerciais duradouras com integradores de todo o país.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Donatti destaca ainda a logística rápida e eficiente. “Contamos com frota própria e parceria com diversas transportadoras do país, despacho imediato e rastreabilidade. Este é um fator importante para o atendimento às expectativas de nossos clientes”, afirma.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Direcionada a integradores de TI e especialistas em projetos de TI e telecom, a companhia dispõe de uma equipe de vendedores técnicos e capacitados pelos fornecedores, aptos a oferecer todo o suporte necessário aos clientes. “Entendemos que neste ano desafiador sai na frente quem for mais ágil na tomada de decisões e realizar investimentos em tecnologia, por isso privilegiamos estoques e portfólio e uma equipe de especialistas em produtos para dar o suporte necessário”, reforça o executivo.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A Ecolan apoia os integradores parceiros para a certificação e credenciamento junto aos fabricantes, com a oferta de cursos e workshops, além de ações decorrentes de bons e duradouros relacionamentos com a indústria e data centers.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A expectativa da empresa para este ano, com as novas soluções da Furukawa para o mercado corporativo, nos segmentos de redes metálicas e ópticas, é de aumento das vendas junto as empresas que estão investindo em TI, fundamental para negócios em qualquer segmento. “Em ano de instabilidade política e variação cambial, as organizações que estiverem mais preparadas com informações precisas, sistemas de TI rápidos e trabalho remoto terão melhores resultados. Para isso, estamos sendo bastante consultivos, com suporte pré e pós-venda”, garante Donatti.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Sediada em Indaiatuba, SP, a Ecolan visa atender todo o Brasil, com uma rápida distribuição de produtos. Para tanto, a companhia pretende ampliar sua presença no mercado, com a abertura de filiais ainda no primeiro semestre de 2023.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Atualização das leis municipais e instalação de novas antenas são alguns dos desafios do 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Antenas]]></category>
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		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes neutras]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h1><strong>Atualização das leis municipais e instalação de novas antenas são alguns dos desafios do 5G</strong></h1>

		</div>
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			<h2>Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos, destinados às próprias antenas e à estrutura de apoio.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Lançada recentemente no Brasil, a tecnologia 5G traz em si grandes expectativas. Melhor conexão, mais rapidez de navegação, baixíssima latência, características que garantirão inúmeras aplicações e avanços nos mais diversos setores. Fazer com que esses benefícios cheguem aos brasileiros depende de um grande número de antenas que levarão o sinal de Internet a todos os cantos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos, destinados às próprias antenas e à estrutura de apoio. De acordo com a Anatel, inicialmente, as estações do 5G estão sendo instaladas nas torres que, hoje, suportam os equipamentos do 4G, no entanto, a construção de novas estruturas depende de alguns fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">A instalação de antenas enfrenta, no entanto, alguns desafios e o principal deles está na área legal. O conselheiro da Anatel e presidente do GAISPI -Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz, Moisés Queiroz Moreira, destaca a necessidade de adequação da legislação municipal para desburocratizar o processo de licenciamento dessas novas torres. “A Anatel vem acompanhando esse processo e muitas cidades já avançaram nesse tema. As cidades que demorarem mais para se adequar correm o risco de ficar para trás”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, mais de 160 municípios, abrangendo mais de 30% da população brasileira, em sua maioria dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, seguidos por Espírito Santo, Santa Catarina e Paraná, possuem leis de antenas atualizadas e alinhadas com a Legislação Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A operação da tecnologia 5G está disponível em todas as capitais brasileiras e até 31 de julho de 2025 deverá chegar a municípios com mais de 500 mil habitantes, seguindo-se até 31 de julho de 2026, em cidades com mais de 200 mil habitantes; até 31 de julho de 2027, localidades com mais de 100 mil habitantes, e a partir de 2028 até 2029, em municípios de pequeno porte.</p>
<p style="text-align: justify;">O calendário pode ser antecipado, mas a atualização legal – com base na Lei 13.116/15 e no Decreto 10.480/20 &#8211; é o primeiro passo para a adoção da tecnologia e, para isso, os munícipios podem fazer uso de um modelo de projeto de lei elaborado pela Anatel para a redação do texto de adequação da lei.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de uma legislação municipal atualizada que facilite o licenciamento de novas instalações é um dos principais desafios observados pelo diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso. “Apesar de, inicialmente, as operadoras de telecom utilizarem a infraestrutura já existente, especialmente as torres, as novas frequências, tais como 2,3, 3,5 e 26 GHz, demandam novas antenas. Avanços têm sido feitos, mas ainda estamos longe das legislações consideradas mais aderentes às necessidades dos cidadãos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura de Telecomunicações e porta-voz do Movimento Antene-se, Luciano Stutz, divide a mesma opinião e afirma que, para a viabilidade do 5G, são necessárias cinco vezes mais antenas que no 4G para cobrir a mesma área geográfica, que poderão ser instaladas mais rapidamente e sem burocracia se os municípios estiverem alinhados à legislação federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto simplificaria a implementação de projetos com o 5G. “A legislação federal diz, por exemplo, que antenas de até 30 litros de volume, denominadas pelo Decreto 10.480/2020 como ‘pequeno porte’, podem ser instaladas sem o licenciamento prévio municipal, bastando a comunicação posterior ao município em até 60 dias. Para as antenas de médio e grande portes, a lei indica que as licenças devem ser emitidas em até 60 dias após o pedido consubstanciado junto à autoridade municipal competente”, explica Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Atender a tais prazos, no entanto, é possível com regulamentação e, apesar das dificuldades, gradualmente esse processo vem ocorrendo. A Abrintel vem trabalhando com o Movimento Antene-se para incentivar a adequação legal e levar informações referentes ao que envolve a chegada do 5G. “A segunda maior dificuldade tem sido proteger os projetos de emendas que desvirtuam o propósito da lei de incentivar a conectividade ou que causam desalinhamento da lei municipal da lei federal vigente”, avalia Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Não só a legislação tem sido um desafio, mas também demonstrar a importância da lei e da tecnologia para promover, por meio da maior conectividade, melhores serviços à população, e as condições para as cidades inteligentes, com segurança jurídica, o que poderia incentivar o ajuste mais rápido nas legislações. O vice-presidente de redes da Ericsson para o Cone Sul da América Latina, Marcos Scheffer, afirma, no entanto, que a não adequação legal por parte das prefeituras não impede o lançamento do 5G, que pode ser instalado nas torres já existentes, embora o avanço mais amplo e mais rápido seja dificultado.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Trabalho conjunto </strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Uma força importante no andamento do processo de adequação legal é o Movimento Antene-se, criado em 2021, por seis entidades setoriais: Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações; ABO2O &#8211;  Associação Brasileira On-line to Off-line; Brasscom &#8211; Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais; CNI &#8211; Confederação Nacional da Indústria; Feninfra &#8211; Federação Nacional de Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática; e Telcomp &#8211; Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O movimento visa incentivar a atualização das leis de antenas e mostrar os benefícios socais, consequentemente, gerados. “A inadequação das legislações municipais à Lei Federal tem gerado entraves para o avanço da infraestrutura de telecomunicações no país. Esse impacto dificulta o avanço tecnológico, como a chegada das redes 5G nas cidades, e a promoção de desenvolvimento social decorrente da conectividade”, avalia a diretora de relações industriais e governamentais para LATAM South na Ericsson, Jacqueline Lopes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os representantes do Antene-se têm se reunido com autoridades municipais em um trabalho de esclarecimento sobre o processo de modernização legal mais rápido e menos burocrático, por meio de um modelo de projeto de lei municipal elaborado pela Anatel, pelos MCOM &#8211; Ministérios das Comunicações e da Economia, com a ajuda das detentoras de infraestrutura e das operadoras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Diversas iniciativas no âmbito dos setores público e privado têm sido adotadas para apoiar a implantação de antenas 5G no Brasil. Jacqueline destaca, no setor privado, o “Fique Antenado!”, iniciativa do Telebrasil que contribui para a atualização das legislações nas cidades que receberão o 5G no curto e médio prazos, e do próprio Movimento Antene-se, que sistematiza dados, dialoga com o poder público e organiza um ranking de capitais sobre legislações de antenas. O MCOM também realiza debates públicos sobre o tema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Jaqueline ainda ressalta o apoio do Ministério das Comunicações na aprovação do Projeto de Lei 1.885/2022, que autoriza a instalação da infraestrutura de telecomunicações em áreas urbanas quando o órgão competente não cumprir o prazo para o licenciamento (silêncio positivo) e a responsabilidade do órgão na edição do Decreto que regulamentou a Lei das Antenas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Da mesma forma, a Anatel, como órgão regulador, tem defendido nacional e regionalmente a atualização da legislação. A agência lançou uma carta aberta às prefeituras sobre o papel da cidade e publicou uma página na Internet com dados sobre os benefícios do 5G, as coberturas existentes e o modelo de lei municipal e legislações correlatas. Fica a cargo da Anatel, ainda, a fiscalização da implantação das redes, limpeza da banda de 3.5GHz, obrigações de cobertura, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo o diretor de relações covernamentais da Huawei, Carlos Lauria, hoje, o Brasil tem cerca de 110 mil antenas atendendo a todas as gerações (3G, 4G, 5G). Ele salienta a atuação do Governo Federal na facilitação da implantação da infraestrutura de telecomunicações como um todo, a exemplo da Lei Federal das Antenas definida há dois anos e do leilão não-arrecadatório, pelo qual cerca de 90% do valor a ser desembolsado pelas operadoras serão usados em obrigações de cobertura, um caso que vem servindo de exemplo global.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Seguem-se, agora, as discussões em torno do tema cidades inteligentes, que independem da chegada dos 5G. “Uma cidade pode ser considerada smart quando os investimentos em aplicações e serviços de tecnologia têm como objetivo o crescimento econômico sustentável e a melhoria da qualidade de vida por meio da maior eficiência operacional dos municípios, além de compartilhar informações com a comunidade, fortalecer a qualidade de serviço público governamental e gerar bem-estar ao cidadão”, explica Stutz, do Movimento Antene-se.</span></p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mais e menores</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução tecnológica tende a favorecer o desenvolvimento de produtos menores e mais eficientes e com as antenas e equipamentos de rede 5G não é diferente quando comparadas às de gerações anteriores. Lembrando que o tamanho é importante uma vez que esses equipamentos poderão ser instalados nas torres existentes, nas fachadas de prédios, em postes de iluminação ou em ambientes internos, como aeroportos e shoppings, de forma a mitigar os impactos visuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por utilizarem a infraestrutura já instalada nas cidades, as tecnologias relacionadas ao 5G deverão agregar antenas de pequeno porte, principalmente em ondas milimétricas (radiofrequência de 26 GHz). Essas instalações (street level) deverão dispensar, em locais mais urbanizados, a necessidade de instalação de novas torres e postes, com recortes de cobertura mais precisos e menor impacto urbanístico e visual. Os equipamentos mais modernos apresentam maior eficiência energética e, graças ao 5G, conectam muito mais dispositivos simultaneamente que as antenas do 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">A legislação federal define que antenas de pequeno porte, para 4G e 5G, devem ter 30 litros de volume com um limite de 300 litros total. “Na prática, essas definições, referentes a dispositivos instalados nas cidades sem necessidade de licenciamento prévio, indicam elementos irradiantes (antenas) do tamanho de duas ou três caixas de sapatos e com um conjunto com um mastro ou postelete de no máximo três metros de altura ou que possa acrescer a um imóvel o máximo de 10% da sua altura”, acrescenta Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior a frequência de transmissão, menor a antena. O diretor de vendas wireless para América Latina e Caribe da CommScope, Rogerio Torquato Ferro, explica que serão necessárias antenas de 0,5 a 2,5m, que integram outras tecnologias, tendo em vista que ainda estão em operação equipamentos de gerações anteriores, que demandam a consolidação dos sistemas irradiantes para melhor manutenção, padronização e viabilização de muitos sites/torres existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nokia tem apresentado algumas inovações neste segmento, a exemplo da antena de 5G integrada a luminárias do sistema de iluminação pública, que, segundo a empresa, apresenta diversas vantagens, como eliminação do impacto visual das antenas, maior capacidade com a proximidade dos usuários, base para a criação de serviços importantes às smart cities, como coordenação de semáforos inteligentes, entre outros serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Testes com o produto vêm ocorrendo em mais de dez municípios no Brasil, coordenados pela ABDI &#8211; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, junto com Nokia, Qualcomm e Juganu. “As antenas podem ser agora distribuídas em qualquer mobiliário urbano, principalmente quando fazemos o uso da frequência de 26 GHz”, explica Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vários modelos de antenas atendem a diferentes necessidades do projeto de engenharia, o local de instalação e da legislação pertinente. As antenas 5G da Huawei, por exemplo, são menores e possuem um menor custo de instalação e manutenção, de acordo com Lauria, fator que se alia a grande infraestrutura 4G da empresa que pode, em parte, ter seu software atualizado para a utilização do 5G, agilizando o processo. “A tecnologia massive MIMO e seu sistema de gerenciamento dinâmico também proporcionam melhores alcance e desempenho e consumo reduzido de energia”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a faixa de frequência de 3500 MHz utilizada para o 5G, as regras do leilão da Anatel incluem a obrigatoriedade de no mínimo uma estação de radiobase para cada 100 mil habitantes nas capitais e Distrito Federal, mas as operadoras estão indo muito além destes volumes mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a obrigação de cobertura com o 5G nesta frequência esteja estipulada a partir de 2025, a liberação da frequência deverá acontecer em 2023 em cidades acima de 500 mil habitantes e acima de 200 mil habitantes. “Nossa expectativa é que o serviço 5G comece antes das datas de obrigação de prestação de serviço. Estimamos que serão necessárias por volta de 15 mil a 16 mil torres por operadora para que sejam atendidas todas as obrigações de cobertura que fizeram parte do leilão, ainda que seja possível o compartilhamento de equipamentos”, comenta Scheffer, da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os chamados torres ou topos de prédio, a Ericsson apresenta rádios M-MIMO de apenas 12 quilos. Para uso em mobiliário urbano, como fachadas de farmácias ou bancas de jornais, postes de iluminação pública ou relógios, são ainda mais compactas, e para uso indoor, os equipamentos se assemelham a sensores de alarmes de incêndio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua avaliação do executivo, com essa liberação, o investimento das operadoras deve migrar mais rapidamente do 4G para o 5G. Paralelamente, os aportes deverão ser elevados, também, em novas aplicações favorecidas pelo 5G, tanto de grandes, como de pequenas empresas e startups que terão acesso às informações de rede apresentadas pelas operadoras para esse processo.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Evolução promissora</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atender à demanda do 5G e da conectividade inerente e necessária à consolidação digital do país exigirá e proporcionará o desenvolvimento de muitas tecnologias e soluções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Fortes investimentos deverão ocorrer em infraestrutura da rede de acesso (torres e antenas), e de transporte por fibra óptica, responsável por escoar o tráfego de dados gerado e pelas conexões fixas de alta velocidade que darão suporte às redes do 5G. “O 5G pode oferecer uma boa relação custo-benefício para oferta de serviço fixo sem fio por prestadoras de pequeno porte para prover conexão em áreas não atendidas pelas grandes”, lembra Moreira, conselheiro da Anatel e presidente do GAISPI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para ele, a tecnologia 5G se baseia em três pilares: eMBB, que representa um aumento da velocidade de conexão até 20 vezes maior, o que propiciará inovações em aplicações como jogos e vídeos em alta definição; URLLC, referente à redução na latência da comunicação entre as pontas, para aplicações como automação industrial, cirurgias a distância, carros autônomos e metaverso; e mMTC, que trata da capacidade da rede de conectar um número massivo de dispositivos em aplicações baseadas em IoT &#8211; Internet das coisas, como cidades e fazendas inteligentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Diante disso, inúmeras novidades deverão chegar ao mercado à medida que o 5G se consolide. Muitas das inovações utilizadas no 4G serão intensificadas, a exemplo das tecnologias de massive MIMO e beamforming. Para Ferro, da CommScope, a ideia é basicamente concentrar os sinais irradiados pelas antenas, melhorando a cobertura afetada por altas frequências e as taxas de transmissão de dados, com impactos significativos no investimento em equipamento (Capex) e na operação (Opex).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Scheffer, da Ericsson, também destaca os rádios massive MIMO, com até 64 transmissores e receptores frente aos, no máximo, oito na tecnologia anterior. “Tais equipamentos trazem uma capacidade de transmissão de dados muito maior, que ajudará a dar mais vazão às crescentes necessidades dos clientes, e são mais indicados para áreas com grande densidade de usuários, verticalização e altos edifícios”, afirma. Como desvantagem, eles consomem mais energia, não sendo adequados a zonas mais suburbanas ou rurais, melhor atendidas por soluções tradicionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A Ericsson tem uma nova linha de produção específica para estes modelos de rádios 5G em sua fábrica em São José dos Campos, SP, com capacidade de produção de 130 mil unidades ao ano, para atender à demanda local e exportar o excedente.</span></p>

		</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Os desafios não são poucos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Estender a cobertura 5G pelo país deverá levar alguns anos e dependerá da superação de outros desafios, além da legislação. Um deles é a densificação da rede, que exigirá entre 500 mil e 1 milhão de sites para uma cobertura adequada do 5G e para a entrega de um serviço com a qualidade esperada e prometida ao consumidor, número cinco vezes mais do que a quantidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">“Serão necessários novos investimentos em equipamentos, sistemas irradiantes, obras civis para adequações e, principalmente, licenças para a construção/instalação. Outro ponto importantíssimo é o aumento significativo do consumo energético gerado por essa nova tecnologia”, alerta Ferro, da CommScope.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor da CommScope considera que os investimentos serão altíssimos e, para que haja o retorno esperado, será necessário um plano de implementação bem elaborado, com diferentes tipos de sites para coberturas e níveis de serviços distintos a cada tipo de ocupação urbana ou rural. “Se as operadoras decidirem instalar todos os sites 5G com as mesmas configurações e capacidade, seguramente não haverá um modelo de negócios viável. Baseados nas implementações de 5G de outros países que já se encontram em fases mais adiantadas, esse equilíbrio somente será alcançado por meio de uma implementação híbrida: distintas frequências/alturas/capacidades e ordens de MIMO”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos em novas torres para o 5G não precisam ser imediatos nas grandes cidades, pois os equipamentos poderão dividir espaços com as redes 4G, mesmo que a frequência do 5G seja mais alta. Áreas mais abertas com menor densidade da geração anterior e coberturas indoor deverão necessitar de mais sites, até mesmo com instalações dedicadas. “A tecnologia da Huawei permite que parte das antenas 4G seja utilizada também no 5G, o que ajuda as operadoras no desenvolvimento da nova tecnologia no país”, comenta Lauria, da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">A divisão do espaço nas torres, por outro lado, exigirá produtos cada vez menores, como os rádios massime MIMO de maior capacidade por unidade e menor dimensão. Nesse processo, as operadoras aproveitam para atualizar as tecnologias já existentes (2G, 3G e 4G), substituindo equipamentos antigos, por outros mais modernos, com menor consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Stutz cita relatório da Brasscom, de 2021, que aponta que o ciclo do 5G pode trazer mais de R$ 1 trilhão para o Brasil em investimentos e benefícios econômicos. Cerca de R$ 600 bilhões são esperados para a promoção da conectividade, ou seja, investimentos em infraestrutura de suporte, construção de redes, equipamentos de acesso, circuitos de fibra óptica e até smartphones.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para atender a esses compromissos da Anatel, as legislações e os procedimentos administrativos municipais também precisam ser adequados à dinâmica do mercado como um todo, não só pelo 5G, como também para o 4G, tendo em vista que as redes de fibras ópticas usadas na interligação das antenas e nos entroncamentos também têm de obedecer a essas regras”, observa Lauria, da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, para a entrada do 5G na frequência do 3,5 GHz, é necessária a desocupação e mitigação de interferências em estações do serviço fixo por satélite (antenas parabólicas profissionais), bem como a migração da recepção da TV parabólica da banda C para a banda KU, o que trará significativas melhorias para os usuários. Essas ações são desenvolvidas pela EAF &#8211; Entidade Administradora de Faixa Siga Antenado e coordenadas pelo GAISPI.</p>
<p style="text-align: justify;">A limpeza da banda de 3.5GHz, obedecendo ao cronograma estipulado no leilão do 5G, ainda que seja considerada mais um desafio, é condição para que as operadoras sejam liberadas para instalação das redes, de acordo com as regras municipais. Esse processo, segundo Lauria, da Huawei, vem correndo bem, embora muitos municípios ainda precisem se preparar legal e administrativamente para suportar o ritmo da implantação.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Temos visto um foco grande de algumas operadoras em garantir pelo menos o 4G em lugares que contavam somente com o 3G ou 2G, em linha com algumas das regras da Anatel que terão de ser atendidas nos próximos anos”, completa Scheffer, da Ericsson. Um dos compromissos assumidos pelas operadoras na concessão da faixa de 2300 MHz, por exemplo, é a cobertura mínima de 4G para municípios abaixo de 30 mil habitantes até o final de 2023, o que permitirá que uma maior parcela da população tenha um melhor sinal de comunicação.</p>

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		<title>Proposta de reformulação no uso e fiscalização da ocupação de postes prevê benefícios a ISPs e consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d422d011" data-id="6a0d5d422d011" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>Proposta de reformulação no uso e fiscalização da ocupação de postes prevê benefícios a ISPs e consumidores </strong></h1>

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			<h2>Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Uma das principais condições para a concretização do 5G em todo o país e que vem exigindo esforços conjuntos de órgãos e empresas envolvidas é o compartilhamento dos espaços em postes, necessário para a distribuição de cabeamento de redes de fibra óptica. Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs – provedores de serviços de acesso à Internet, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">A Anatel e a Aneel &#8211; Agência Nacional de Energia Elétrica atuam juntas na regulamentação e na solução de problemas ocorridos entre suas representadas para o compartilhamento siga regras específicas da Aneel e normas técnicas das distribuidoras de energia elétrica. Determinações visando à regularização da ocupação de postes foram objeto de decisões da Comissão de Resolução de Conflitos das Agências Reguladoras, órgão colegiado que soluciona os conflitos existentes entre os agentes desses setores.</p>
<p style="text-align: justify;">As regras relativas aos preços cobrados pelo compartilhamento de postes são definidas pela Resolução Conjunta nº 1/99, que permite a livre negociação dentro dos princípios da isonomia e da competição e assegura a remuneração dos custos prevista no contrato de compartilhamento. Em caso de conflitos e esgotada a via negocial entre as partes, a questão é analisada pela Comissão de Resolução de Conflitos, para que se fixe o valor devido, podendo adotar como referência o total estabelecido na Resolução Conjunta nº 4/2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Com vida útil média entre 20 anos e 25 anos, os postes contam com um espaço de 50 cm destinado ao ancoramento de seis pontos e sete cabos de 65 mm de diâmetro agrupados. Tais estruturas são fundamentais para a ampliação do acesso aos sinais de comunicação, o aumento das velocidades de conexão em banda larga e para a maior competição no setor, beneficiando consumidor e sociedade como um todo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Para o presidente executivo da Telcomp, Luiz Henrique Barbosa, uma das preocupações com essa questão é o caráter negativo dos postes. “São esteticamente feios, mas acabar com eles não é a solução. O aterramento de cabos é uma opção cara e inviável para grande parte das regiões das grandes cidades ou de municípios menores, onde os postes são necessários para levar comunicação e conectividade”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">O compartilhamento de infraestrutura também reduz custos de expansão e universalização dos serviços e acelera sua implantação, importância que aumenta fora dos grandes centros urbanos, para instalação de rede de fibra óptica, como lembra o gerente de monitoramento das relações entre prestadoras, da Superintendência de Competição da Anatel, Fábio Casotti.</p>
<p style="text-align: justify;">Ordenamento, custos, controle e manutenção estão entre os aspectos que geram conflitos entre empresas e entidades dos setores envolvidos. O uso desordenado dos postes reflete o crescimento sem planejamento das cidades, especialmente em áreas ocupadas sem a estrutura necessária, nas quais o aterramento dos cabos se torna mais caro e o uso de poste é essencial. “As telecomunicações são essenciais para as pessoas e para o país e o 5G é mais um movimento que vai usar mais estrutura, mais antenas e mais fibra”, afirma Barbosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Alia-se a este fator a própria evolução do setor, que vem ganhando novos prestadores de serviços desde a privatização do mercado de telecomunicações, ocorrida nos final dos anos 1990, gerando ainda mais demanda pelo compartilhamento de espaços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do gerente de relacionamento institucional da Abrint &#8211; Associação Brasileira de Provedores de Internet e Provedores, Rhian Duarte, os esforços da Anatel em favor da competitividade e as novas empresas, muitas delas de pequeno e médio portes de atuação regional, também têm provocado fortes mudanças na ocupação da infraestrutura, que antes era limitado a poucas empresas. Todos esses fatores se interligam e são fundamentais para a expansão dos serviços de telecomunicação de qualidade para todos os brasileiros.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Reformulação normativa </strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A organização da utilização dos postes enfrenta alguns desafios, a começar pela demanda crescente, considerando não apenas a chegada do 5G, como também o adensamento populacional, que vai exigindo mais dessas estruturas. As dificuldades passam, ainda, por investimentos e fiscalização e um modelo de regras que definam melhor cada papel.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Observa-se uma situação de litígio no que se refere ao controle da instalação e uso dos postes. Duarte, da Abrint, tem uma visão mais crítica sobre a questão e considera que as distribuidoras de energia não contam com a expertise necessária para gerenciar esses espaços, uma vez que faltam equipes para análise dos projetos em tempos razoáveis ou bancos de dados atualizados com georreferenciamento dos postes e seus ocupantes, e profissionais preparados para uma fiscalização efetiva. “Criaram-se, então, barreiras de entrada, cobrando valores extorsivos pelo uso da infraestrutura e grande parte desses recursos vai para modicidade tarifária da energia elétrica, reduzindo ainda mais o interesse das distribuidoras de energia elétrica pelo o tema”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo Barbosa, da Telcomp, dos 46 milhões de postes existentes, 10 milhões estão superocupados, cuja organização exigirá investimentos de cerca de R$ 20 bilhões, valor já pago ao setor elétrico, que seria destinado a uma agenda de 10 anos a 15 anos e administrado por uma entidade a ser criada especificamente para a gestão dessa questão. “Atualmente, as companhias de eletricidade não fiscalizam e enxugamos gelo com o vandalismo e a clandestinidade”, ressalta. O presidente da Telcomp sugere a revisão da norma referente, junto à ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, que foi feita com base em cabos de cobre e não de fibra óptica, mais leves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Faz-se necessária uma reformulação dos modelos atuais de controle e gestão dos espaços em postes. Está em discussão a proposta de criação de uma entidade responsável pela gestão e fiscalização do compartilhamento desses espaços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Casotti, da Anatel, explica que a revisão da regulamentação conjunta entre Anatel e Aneel para o compartilhamento de postes está em curso pelo Processo nº <a style="color: #ffffff;" href="https://sei.anatel.gov.br/sei/controlador.php?acao=protocolo_visualizar&amp;id_protocolo=3045603&amp;id_procedimento_atual=9250685&amp;infra_sistema=100000100&amp;infra_unidade_atual=110000961&amp;infra_hash=a26962e47901d09e67016421b7f2a09f4b26caff2d450dcf8f91208a809b7959">53500.014686/2018-89</a>​ e visa o aprimoramento do quadro normativo, que tem como objetivo endereçar problemas históricos de condições de acesso e de regularização da ocupação dessa infraestrutura, além de adequar a coordenação e as responsabilidades e oferecer condições justas de acesso, com eficiência, racionalidade e segurança para os envolvidos no processo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As principais sugestões se referem à admissão de exploradores de infraestrutura especializados; solução orientada a mercado, com flexibilidade nos modelos de negócio; definição de um plano de regularização da ocupação; regulação definitiva no preço pela Aneel; ofertas de referência aprovada pelos reguladores e controle de preço do ponto de fixação, entre outras. “As proposições visam à maior previsibilidade, estabilidade, transparência, especialidade na condução do negócio, prevenção de abusos e incentivo à conduta racional da Exploradora”, afirma Casotti.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A solução proposta pela Abrint e outras associações engloba diversos pontos, começando pelo gerenciamento da faixa de ocupação das telecomunicações por meio de uma entidade sem fins lucrativos, a princípio chamada de “Gestora Nacional de Infraestrutura”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A entidade seria responsável pelo recebimento dos valores pagos pela ocupação de telecomunicações, de acordo com o valor de referência existente, e pelo repasse às elétricas do custo incremental gerado, equivalente a centavos por poste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo Duarte, da Abrint, a “Gestora Nacional de Infraestrutura” seria subordinada a um GCGI  &#8211; Grupo de Coordenação da Gestão de Infraestrutura, presidido pela Anatel e composto da Aneel, Ministério das Comunicações, Ministério das Minas e Energia e associações representativas de ambos os setores, e responsável pela definição de preços, procedimentos, prazos de regularização e aprovação de projetos de ocupação, com responsabilidade legal sobre a faixa de compartilhamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A proposta do novo texto normativo está em análise, após contribuições recebidas em consulta pública (nº 073/2021) entre 2 de dezembro de 2021 e 18 de abril de 2022, e, em linhas gerais, busca-se aperfeiçoar as regras aplicáveis ao compartilhamento de infraestrutura com foco na correção das irregularidades já presentes nos postes e a manutenção de uma ocupação regular dessas infraestruturas. Pela proposta, a definição do preço do ponto de fixação ocorrerá por meio de Ato da Aneel, devendo constar do regulamento em elaboração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A questão é prioritária, mas também enfrenta desafios. “O principal é a convivência harmoniosa entre os setores de energia elétrica e de telecomunicações, visando à solução dos problemas históricos de acesso e regularização da ocupação com condições de acesso baseadas em eficiência, racionalidade e segurança”, afirma Casotti, da Anatel, que acredita ser necessário um alinhamento institucional com a Aneel, com um consenso entre os interesses dos envolvidos e uma interlocução com a sociedade civil e controle externo. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Fiscalização reduz riscos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Postes superlotados de cabos de todas as espessuras são imagens comuns nas ruas brasileiras e demonstram falta de controle pelas autoridades competentes. A escassa fiscalização não afeta só as empresas, como provoca riscos à segurança das pessoas, com a possibilidade de incêndios e acidentes causados por cabos rompidos ou rebaixados e falha no fornecimento dos serviços. É a instalação adequada dos cabos que garante resiliência e segurança. Os roubos de cabos de cobre, muitas vezes confundidos com os de fibra, são mais um agravante dessa questão.</p>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização é um dos pontos principais da proposta que está em andamento. A sugestão é que fique a cargo da “Gestora Nacional” a contratação de empresas com a função de “zeladoras técnicas” de áreas geográficas, que farão fiscalizações, levantamento e manutenção de informações sobre as ocupações, e serão geradoras de mão de obra em projetos de regularização conjunta.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta ainda prevê o uso de tecnologia de ponta e inteligência artificial para monitorar a ocupação dos postes, a exemplo da solução desenvolvida pela Telcomp voltada à fiscalização das estruturas. Trata-se de um software capaz de registrar cada poste, o espaço ocupado e as empresas que o utiliza, com georreferência e foto do poste ligada a um banco de dados. O software permite a fiscalização por meio de um carro com câmeras acopladas sobre o veículo, com inteligência artificial capaz de apontar qualquer mudança. Em aprimoramento, o sistema está prestes a ser implementado.</p>
<p style="text-align: justify;">A correta ancoragem da rede de fibra óptica, bem como a sua gestão, é pré-requisito para melhor qualidade no serviço ao consumidor. “A rede regularizada tem forte impacto nas análises de valor de mercado das empresas, impactando suas perspectivas de crescimento e até mesmo de acesso ao crédito”, observa Duarte, da Abrint.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que as incoerências financeiras também sejam sanadas a partir do novo texto. Duarte explica que grandes empresas pagam valores inferiores aos pagos pelas de menor porte, gerando limitações econômicas para a competição no mercado, o que aumenta o preço ao consumidor. A ocupação irregular, sem o pagamento de encargos, também gera distorções e impacto na margem de negócio das empresas, enquanto o elevado custo da ocupação dos postes dificulta a expansão das redes de fibra óptica para zonas rurais e atendimento a comunidades isoladas.</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo tem sido fundamental para a solução do problema e para o desenho da proposta formulada pela Abrint e demais entidades setoriais, que ainda têm como mérito a não exigência de novos investimentos para o ordenamento de postes. “Com a “Gestora”, os recursos já existentes poderão ser utilizados integralmente para o ordenamento das redes. Um ambiente mais favorável para a regularização de todos os ocupantes atrairia mais recursos para o sistema de ordenamento”, reforça o gerente da Abrint.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto prevê um valor teto equivalente, inicialmente, ao valor de referência atualizado, com vigência imediata, equalizando os preços nos diferentes estados. Os ocupantes que tiverem valores inferiores ao teto por questões contratuais continuariam pagando o mesmo valor por um período a ser definido. Estima-se que, uma vez os espaços organizados e fiscalizados, com valores reduzidos, não haveria mais espaço para clandestinidade e utilização dos espaços sem projeto prévio. “Todos os ocupantes dos postes passarão a ser mais um fiscal da ocupação”, finaliza Duarte.</p>

		</div>
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		<title>Novas tecnologias deverão marcar a construção de redes nos próximos anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h6><span style="font-size: 12px;">Foto: Freepik</span></h6>

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			<h1><strong>Novas tecnologias deverão marcar a construção de redes nos próximos anos </strong></h1>

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			<h2>O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos e continuará sendo um fator crítico, considerando que o tráfego vem crescendo nos últimos anos e tende a seguir em elevação.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A demanda por Internet tem crescido significativamente, resultado da maior digitalização do país, dos novos serviços e aplicações surgidos nos últimos anos, como streaming, jogos on-line, comércio eletrônico, transmissões por vídeo, entre outros, fortalecida, especialmente, durante a pandemia de Covid-19, que exigiu maior adesão aos canais digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero é um exemplo que demonstra essa realidade. Presente em mais de 200 municípios de Minas Gerais e dos Estados da região sul do país e com uma rede de cobertura de cerca de 2,6 milhões de homes passed (HP &#8211; domicílios cobertos pela rede de FTTH), a empresa registrou uma expansão geográfica de 79,5% no segundo trimestre de 2022, em comparação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o CTO diretor de engenharia e tecnologia da Vero, Rodrigo Rescia, a capilaridade da empresa conta com amplo mercado endereçável, com o potencial de 4,7 milhões de AHP &#8211; Addressable Homes Passed (quantidade total de domicílios das cidades em que a companhia está presente), incluindo residências e empresas. No último trimestre, a rede da companhia somou 29,2 mil km, combinando 20,4 mil km de fibra óptica e 8,8 mil km de backbone, com projeções de expansão acelerada.</p>

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			<p style="text-align: justify;">A tendência é que siga em crescimento a exigência por mais banda, velocidade e disponibilidade, o que reserva às operadoras de todos os portes o desafio de atender aos diferentes perfis de consumo e ao maior número de consumidores, com o menor custo.</p>
<p style="text-align: justify;">O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos e continuará sendo um fator crítico, considerando que o tráfego vem crescendo nos últimos anos e tende a seguir em elevação.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente da Ciena no Brasil, Fernando Capella, os desafios passam, ainda, pela automação e pela possibilidade de implementar mecanismos de gestão de rede para acomodar comportamentos imprevisíveis ou esporádicos, como acesso à rede durante de um grande show, por exemplo. “São desafios e oportunidades. Quem conseguir avançar nessa direção e explorar de forma adequada as oportunidades que continuarão a surgir sairá na frente”, acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">Como tendências, Capella, observa dois pontos: um ligado à rede de acesso e agregação, com convergência da camada óptica sobre as redes IP, e outro relacionado às redes de transmissão mais regionais, de longa distância, com viés à desagregação das redes fotônicas, com mais automação, maiores capacidade e velocidade e melhor performance óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rescia, da Vero, altas capacidades e redes resilientes e protegidas são os principais desafios para as operadoras, atualmente, principalmente no interior do país. E para mitigar esses entraves, a Vero construiu seu backbone, seguindo padrões referências da indústria, que representa 60% do backbone nacional da empresa. “Com isso, é possível prestar um serviço de qualidade com altas velocidades e baixa latência”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto de dificuldade, na sua avaliação, é a alta concentração de provedores de conteúdo no eixo São Paulo &#8211; Rio de Janeiro, dificultando a oferta de um serviço de qualidade em outros pontos do Brasil, ainda que tenha se elevado a capilaridade dos data centers de conteúdo em Fortaleza, CE, e Porto Alegre, RS.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero atinge São Paulo e Rio de Janeiro com seu backbone por quatro diferentes caminhos para manter a qualidade de tráfego a seus clientes. A empresa possui contrato com oito provedores de trânsito IP posicionais como Tier 1 (classificação de fornecedores) para o tráfego local e internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Um laboratório próprio, instalado em Pará de Minas, MG, é preparado para rápidas homologações, que favorecem a adoção de novas soluções e a parceria com fornecedores contribui para a maior rentabilidade e para acompanhar a evolução tecnológica. Dada a alta densidade de canais e a capacidade de tráfego, os investimentos em redes de longa distância backbones (DWDM) devem continuar no foco da Vero, considerando a possibilidade de tráfego na ordem de centenas de Gbps por centenas de quilômetros.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, para Rescia, os desafios passam pela agregação de serviços de alto tráfego dentro da rede, gerando eficiência na demanda de tráfego de longas distâncias (CDN – Content Delivery Network). “Contamos com um parque de mais de 70 CDNs dos principais parceiros de conteúdos e conexões com PNIs &#8211; interconexões privadas e PTT &#8211; pontos de troca de tráfego para conexão direta com os principais provedores de conteúdo nacionais e internacionais”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Novas arquiteturas: Questão de tempo</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A consolidação do 5G deverá estimular o desenvolvimento de novas tecnologias e arquiteturas de redes, bem como ampliação da capacidade em si e o sincronismo da infraestrutura em uso, que exigirão ajustes nas redes com foco em aplicações mais avançadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na avaliação do diretor comercial Brasil da Furukawa Electric LatAm, Celso Motizuqui, nos últimos anos, o grande desafio dos ISPs era construir redes para a captação de novos assinantes, com a estrutura (Capex) disponível. Porém, as mudanças que estão ocorrendo, em função da consolidação, aquisição por fundos, redes neutras e a maior agressividade das operadoras em cidades menores, o tempo de implantação das redes e o time-to-market contra a concorrência se tornaram um diferencial competitivo importante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Com o 5G e as possibilidades abertas com a tecnologia, esta preocupação tende a crescer, assim como a busca por soluções que permitam levar Internet de mais qualidade, para mais pontos, em menor tempo e com menos custo. “Há uma tendência de investir em redes que possam ser construídas no menor prazo possível, prover os tradicionais acessos residenciais e estar preparadas para novos serviços como 5G, serviços corporativos, XGS-PON, etc., tudo utilizando a mesma rede”, explica Motizuqui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Novas tecnologias são desenvolvidas constantemente, movimento que deve se intensificar com a expansão do 5G, abrindo espaço para a construção de novas arquiteturas de redes ópticas. Alia-se a este aspecto diversas fusões e aquisições que vêm ocorrendo, especialmente por fundos de investimentos que buscam, em geral, por pequenos e médios provedores, e transformando o mercado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para atender a tais requisitos, os provedores têm à frente opções de redes de menor custo e uso mais rápido. “Com o advento do 5G, redes neutras e virtualização de redes estão vindo com força, com o conceito de compartilhamento de estrutura, redução de custos, além de ter as informações mais seguras e confiáveis na ponta, no tempo que se espera”, afirma o gerente técnico da Fibracem, Sebastião Rezende.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ele explica que essas redes vêm se sobressaindo em relação às FTTX, bastante utilizadas por pequenos e médios provedores focados na oferta de Internet, e já são realidade nas grandes operadoras, que buscam oferecer outros serviços incorporados. “Os grandes players já proveem redes neutras, em todo o Brasil”, destaca.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As redes neutras, fixas ou móveis, caracterizam-se pelo compartilhamento por diversos operadores de telecomunicações, que podem alugar parte da capacidade dessas infraestruturas, sejam cabos metálicos ou fibras ópticas, por exemplo, sem a necessidade de instalação de redes próprias. É possível, desta forma, atender a uma cidade inteira, com a contratação da última milha, ou uma região, por meio de um modelo que beneficia operadora, provedor e consumidor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outra solução é a virtualização de redes, isto é, a alocação de sistemas em ambiente virtual, em nuvem, ou baseado em software, o que permite dimensionar a rede de acordo com a necessidade, independentemente de hardware. Este modelo oferece mais flexibilidade e agilidade, menos recursos de gerenciamento, maior desenvolvimento de inovações, e atende às mudanças tecnológicas e dos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As tendências passam ainda pela adoção de redes pré-conectorizadas por parte dos provedores que, entre outros benefícios, permitem implantação de rede e conexão de assinantes 50% mais rápida, podendo atender a múltiplos serviços. “Esse atendimento é feito por meio de redes pré-conectorizadas multifibra, para redes novas, ou da utilização da fibra já existente dividindo os serviços, por meio de comprimentos de onda distintos a cada um dos serviços”, explica Motizuqui, da Furukawa. “Um comprimento de onda atende a FTTH; outro comprimento, a uma conexão ponto a ponto, tudo isso utilizando um equipamento DWDM (agregador) que combina e separa os sinais para as diferentes aplicações”, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As chamadas redes Precon são uma evolução das redes fusionadas e das conectorizadas – que usam conectores para fusão de fibras – e possibilitam uso sob demanda, menos ociosidade da rede, menor necessidade de mão de obra especializada e menor probabilidade de erros técnicos ou humanos, uma vez que são pré-configuradas de fábrica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A facilidade e velocidade de implantação, de manutenção e instalação, bem como de crescimento orgânico também caracterizam essas redes passivas FTTx. Rezende, da Fibracem, observa esse movimento em favor das redes pré-conectorizadas, dada a maior facilidade de dispor de uma porta – o último ponto antes de chegar ao consumidor – por operadoras de todos os portes, em consequência da chegada do 5G.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">É possível citar, ainda, a forte utilização da tecnologia de CPEs Wi-Fi 6, com 35% a mais de alcance, suporte à maior densidade de dispositivos conectados e conectividade mais rápida em relação a tecnologia anterior.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Fibra: Funcionalidade fundamental</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que o número de usuários tenha aumentado, contribuindo para regular a relação entre receita e despesas, as operadoras não estão isentas de investimento na melhoria de infraestrutura e serviços e esses aportes são pesados, especialmente na ampliação de banda para novas aplicações. As indústrias têm o desafio de levar ao mercado tecnologias que ofereçam mais eficiência de custo, fechando a equação que envolve o escoamento de tráfego e a rentabilidade do próprio serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">As tecnologias que se apresentam são opções bastante vantajosas para atender às novas demandas por banda e desempenho que também tendem a aumentar, a exemplo dos serviços de streaming, jogos on-line, lives, entre outros, que exigem conexões estáveis e seguras.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero está atenta às necessidades dos serviços de streaming, de provedores de conteúdos tradicionais e de OTTs e vem investindo em tecnologias de transporte de tráfego em DWDM, que garante altas taxas de transporte e qualidade de latência. A rede está preparada para receber a tecnologia XGS-PON, para altas velocidades, e foram homologadas as últimas tecnologias de CPEs a serem instaladas na casa dos clientes utilizando Wi-Fi 6.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o escoamento de conteúdo de streaming em tempo real<em>, </em>como games ou transmissão ao vivo, a Vero firmou <em>parcerias de </em>PNIs &#8211; Private Network Interconnect, que conectam a rede diretamente com o dono do conteúdo, permitindo a entrega de melhores serviços. Para conteúdos armazenados em plataformas, como filmes, séries e shows, o provedor utiliza as CDNs espalhados em 40 data centers, de forma a aproximar o conteúdo do cliente, com mais velocidade e qualidade de imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que não há limites para a demanda de banda: quanto mais for disponibilizada, mais será utilizada, exigindo mais velocidade, regularidade e estabilidade. “O que oferece tudo isso é rede de fibra óptica, que deve se manter por muitos anos”, afirma Rezende, da Fibracem. “Falamos muito sobre o aumento da velocidade do 5G sobre o 4G, e nenhuma tecnologia se compara com o que a fibra oferece. Quando se pensa em redes de acesso, backbone e 5G, o meio de acesso para essas torres é fibra, um meio que vai perdurar”, reitera Capella, da Ciena.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação de Capella, é difícil prever qual aplicação vai demandar aumento significativo de banda, a exemplo de metaverso, que está dando os primeiros passos e exige capacidade significativa da rede, ou vídeo 4k que começa sua evolução para 8k. Aplicações de streaming, entre outros serviços que consomem muita banda e exigem bastante do meio físico pelo qual a informação será transportada, têm na rede óptica a melhor solução, pois não apresenta limitação de banda a médio e longo prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os equipamentos devem evoluir de acordo com essas novas necessidades. “No caso da rede física, é importante que ela tenha flexibilidade e agilidade para atender às demandas de forma muito rápida. Nesse requisito, as redes pré-conectorizadas com splitters desbalanceados garantem uma flexibilidade que nenhuma outra permite, pois possuem capacidade de expansão simples, mudança de serviços, etc.”, explica Motizuqui, da Furukawa.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G, ao mesmo tempo em que abre espaço para novos serviços e aplicações, faz com que aumente a exigência por um sistema confiável e por tecnologias de monitoramento das condições das redes. “A Furukawa lançou uma solução para monitoramento das redes passivas baseada em tecnologia IoT &#8211; Internet das coisas, que avisa sobre acidentes na rede ou sobre a degradação progressiva decorrente de algum fator externo, como má instalação ou acidente parcial, vandalismo, etc.”, destaca o diretor da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes de fibra óptica têm muito a oferecer, mesmo as já existentes, bastando mudar os equipamentos das extremidades, que é onde se encontram as limitações atualmente. Dessa forma, é possível agregar valor e elevar a receita proporcionada pela rede. “Quando quero comunicar A com B, a velocidade depende do equipamento e não da fibra, que é muito boa se instalada de acordo com as melhores práticas”, explica Rezende, da Fibracem, que também vê na falta de mão de obra qualificada uma dificuldade para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A escassez de fibra óptica, observada nos últimos anos, devido à demanda mundial, à pouca oferta causada pela pandemia na China e à dificuldade de obtenção de alguns insumos agravada pela guerra já não é tão significante. No Brasil, esse cenário é menos impactado graças à produção local das fibras e cabos, mas o desafio está nos equipamentos, que deverá perdurar até 2023 ou 2024, quando poderá haver um equilíbrio entre demanda e produção de chipsets segundo Motizuqui, da Furukawa.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Evolução tecnológica ainda tem alto custo</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Embora o mercado se movimente e novas tecnologias estão em constante desenvolvimento, as soluções presentes ainda estão em consonância com as necessidades atuais. As redes GPON são um exemplo.  Com capacidade de 2,5 Gbps de download e 1,25 Gbps de upload e até 128 assinantes por porta OLT, esse tipo de rede é bastante utilizada por pequenos e médios provedores e uma solução para os clientes dessas operadoras, que representam 30% do mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda que a tecnologia esteja adequada às atuais necessidades, novas redes já chegaram ao mercado, ainda com pouca adesão, devido tanto à quantidade de usuário, como pelo custo: XGPON apresenta downstream de 10 Gbps e upstream de 2,5 Gbps e XGSPON atinge 10 Gpbs para downstream e para upstream, ambas com capacidade para 256 clientes por PON, o que permite oferecer mais ao mesmo número de clientes ou um mesmo pacote a um número maior de assinantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No entanto, são soluções de alto custo para os pequenos e médios provedores. O XGPON tem sido usado em data centers e outras aplicações que precisam de processamento de altíssima velocidade, enquanto o XGSPON, visto como evolução da infraestrutura existente, enfrenta o elevado custo dos terminais. Se confirmada a tendência de adoção crescente dessa tecnologia, os custos envolvidos deverão ser equacionados com o tempo, a adesão e a demanda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor da Furukawa destaca as redes multisserviços desenvolvidas pela empresa, que oferecem a flexibilidade de duas tecnologias na mesma rede passiva, com uma quantidade reduzida de fibra, facilitando a adoção dos XGSPON quando o mercado demandar. “O investimento na rede é feito somente uma vez. Fica a critério do ISP adotar o XGSPON quando quiser, sem nenhuma modificação na infraestrutura”, ressalta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Motizuqui afirma que em alguns anos, novas necessidades aparecerão, como o metaverso, IoT residencial, etc., exigindo um aumento de banda, e é recomendável uma migração gradativa e, se possível, utilizando a mesma rede passiva com as duas tecnologias sobrepostas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O desenvolvimento tecnológico ocorre de forma muito rápida, bem como a difusão das novidades no mercado globalizado. No entanto, é a demanda o fator decisivo da consolidação de cada uma delas e o Brasil é considerado um mercado consumidor de grande potencial de absorção das tecnologias que estão em evolução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor da Vero reconhece o peso dos custos de equipamentos, em especial as tecnologias mais recentes, e das variações cambiais na implantação das redes, porém considera que o crescimento em escala favorece as condições de negociação e “payback”, bem como contar com ampla gama de fornecedores homologados, o facilita a busca por preços mais competitivos e maiores margens. Além disso, segundo ele, novas tecnologias bem implantadas, mesmo com alto custo inicial, reduzem o custo operacional e aumentam a satisfação do cliente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As novas aplicações e o 5G exigirão mais investimentos voltados à expansão das redes ópticas, bem como a proximidade de processamento e estruturas de data centers mais próximos ao usuário, o que demanda mais banda e tráfego e, consequentemente, ajuste das redes para comportar esse incremento de capacidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Rescia ainda lembra uma questão crítica no aumento do mercado de redes: a disponibilidade e os custos elevados de compartilhamento dos postes. “Construímos um relacionamento com as concessionárias de energia que nos permite agilidade nos processos, e muitas vezes somos percursores em parceira com as mesmas”, afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Muito ainda está por vir</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que a demanda por redes ópticas se mantenha crescente para atender aos novos serviços que deverão chegar com o 5G e à parcela de consumidores residenciais que ainda não é atendida por sinal de Internet, estimada em 25% dos domicílios brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero já vem acompanhando essa evolução e espera mais para o próximo ano, com plano de crescimento das redes ópticas, tanto com a ampliação da cobertura atual, a partir da construção de novas cidades e outras áreas dentro daquelas nas quais está presente, e com a utilização de redes neutras que permitem mais velocidade no lançamento e com a possibilidade de novos M&amp;As (fusões e aquisições).</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos da Vero incluem ampliações do backbone nacional, para aumentar a capacidade existente ou para explorar novas localidades, permitindo a expansão da capilaridade para ingresso em novas cidades, ampliações de áreas e alívios de redes existentes e/ou para a conexão com novos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">O planejamento da rede pode ser um fator determinante para acompanhar a evolução do mercado e dispor aos clientes o melhor para cada aplicação. É preciso visão de futuro. “Não é necessário implantar a rede de imediato utilizando as novas tecnologias, mas é preciso planejar a possibilidade de expansão e construção quando houver a demanda”, alerta Motizuqui, da Furukawa.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande força para aquecer este mercado deverá partir, principalmente, das grandes operadoras de 5G, com a utilização de cabos de alta capacidade com até 288 fibras. “Não há motivo para essas empresas usarem cabos de 6 ou 12 fibras, muito utilizados por pequenos e médios provedores. Até a chegada do 5G, víamos no máximo de 144 fibras. A tendência para os menores é o uso de cabos de até 48 fibras”, explica Rezende, da Fibracem.</p>
<p style="text-align: justify;">Capella, da Ciena, alerta, no entanto, que tem ocorrido queda no crescimento do mercado brasileiro de banda larga, que, em algum momento, deverá se estabilizar com grande concentração, pois o crescimento depende da situação econômica no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse movimento indica que os provedores terão de buscar mecanismos de diferenciação para aumentar a base de clientes, oriundos de outras operadoras, por meio de novas tecnologias, onde o XGSPON se insere, realidade já observada no mercado norte-americano e que deverá chegar ao Brasil. Tudo isso impõe desafios aos provedores. Muitos, na visão de Motizuqui, da Furukawa, estão adiando ou reduzindo investimentos, com o risco de perderem espaço para a concorrência, por meio de expansão de rede própria ou por rede neutra, que vem se expandindo exponencialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fabricantes de equipamentos acompanham o aumento da demanda e das necessidades que surgem. “A indústria aporta uma quantidade significativa no desenvolvimento de tecnologias, com os ciclos de investimentos se encurtando. Obviamente, há um propósito, em geral, relacionado à adequação de custos para os operadores e provedores”, afirma Capella.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Ciena destaca, ainda, a importância da automação diante das demandas e dos novos comportamentos de usuários, muitas vezes inesperados ou aleatórios. A rede, no entanto, precisa estar preparada para escoar o tráfego de onde ele surja e se reorganizar para automaticamente para esse escoamento sem grandes intervenções humanas ou mesmo investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa automação já está integrada aos equipamentos fabricados pela empresa, permitindo o acesso à informação, seu processamento, análise e ação. “Continuamos investindo na próxima geração do WaveLogig 5, com mais capacidade e performance óptica, habilidade de percorrer maiores distâncias sem a necessidade de regenerar o sinal. Quanto melhor a performance nos sistemas, menor necessidade de infraestrutura, menos equipamentos e menos manutenção e custo”, finaliza Capella.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Uma nova realidade da conectividade no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes neutras]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G promete revolucionar diversos setores, desde o consumidor final a grandes indústrias. Operadoras de telecom, ISPs e fornecedores de serviços e equipamentos já começaram a jornada para essa transformação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d4234810" data-id="6a0d5d4234810" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>Uma nova realidade da conectividade no país</strong></h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;"> A chegada do 5G começa a mudar a realidade da conectividade no país. A tecnologia promete revolucionar diversos setores, desde o consumidor final a grandes indústrias. Ainda há um longo caminho pela frente, é claro. Mas, operadoras de telecom, ISPs – provedores de serviços de Internet e fornecedores de serviços e equipamentos já começaram a jornada para essa transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-promete-tornar-a-industria-mais-eficiente-e-competitiva/">Na indústria, por exemplo, especialistas acreditam que o 5G vai consolidar a chamada Indústria 4.0 no Brasil, que já tem gerado ganhos significativos nos processos produtivos e de competitividade</a>. Segundo o diretor-presidente da Embrapii &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, José Luis Gordon, a combinação de várias tecnologias provocará um grande impacto nas aplicações já existentes ou no desenvolvimento de novos conceitos e modelos de negócios. O 5G deve revolucionar a arquitetura das redes, bem como a expansão do conceito de manutenções preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Fernando Moulin, partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente, “o 5G terá um papel para o futuro como a energia elétrica teve no início da segunda revolução industrial, no fim do século XIX e início do século XX: um grande habilitador para a aplicação com maior potencial de resultados e escala de diversas novas tecnologias, com ganhos reais.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/atualizacao-das-leis-municipais-e-instalacao-de-novas-antenas-sao-alguns-dos-desafios-do-5g/">Porém, para que tudo isso aconteça é preciso pensar na infraestrutura que está por trás da tecnologia. A instalação de antenas, por exemplo, ainda enfrenta alguns desafios legais</a>. Na opinião do diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso, um dos principais entraves é a falta de uma legislação municipal atualizada que facilite o licenciamento de novas instalações. “Apesar de, inicialmente, as operadoras de telecom utilizarem a infraestrutura já existente, especialmente as torres, as novas frequências, tais como 2,3, 3,5 e 26 GHz, demandam novas antenas. Avanços têm sido feitos, mas ainda estamos longe das legislações consideradas mais aderentes às necessidades dos cidadãos”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Luciano Stutz, presidente da Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura de Telecomunicações e porta-voz do Movimento Antene-se, tem a mesma opinião e afirma que, para a viabilidade do 5G, “são necessárias cinco vezes mais antenas que no 4G para cobrir a mesma área geográfica, que poderão ser instaladas mais rapidamente e sem burocracia se os municípios estiverem alinhados à legislação federal.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Provedores de serviços de Internet</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, também trazemos um conteúdo dedicado aos ISPs. Entre eles, está um tema muito discutido pelo mercado e que tem gerado preocupação, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/proposta-de-reformulacao-no-uso-e-fiscalizacao-da-ocupacao-de-postes-preve-beneficios-a-isps-e-consumidores/">o compartilhamento de postes</a>. Segundo especialistas, a organização do uso dos postes enfrenta alguns desafios, a começar pela demanda crescente, considerando não apenas a chegada do 5G, como também o adensamento populacional. As dificuldades passam, ainda, por investimentos e fiscalização e um modelo de regras que definam melhor cada papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas abordados nesta edição são novas tecnologias de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/novas-tecnologias-deverao-marcar-a-construcao-de-redes-nos-proximos-anos/">redes ópticas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo/">ISPs e o agronegócio</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/openran-promete-mais-competitividade-e-deve-ganhar-espaco-com-o-5g/">OpenRAN</a>. Esperamos ajudar, você leitor, a decidir quais são as melhores tecnologias, soluções e serviços para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Padtec oferece treinamento gratuito sobre tecnologia DWDM para ISPs no Ceará</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/padtec-oferece-treinamento-gratuito-sobre-tecnologia-dwdm-para-isps-no-ceara/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=padtec-oferece-treinamento-gratuito-sobre-tecnologia-dwdm-para-isps-no-ceara</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 17:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
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					<description><![CDATA[Voltado a profissionais de comunicações ópticas, curso será ministrado por instrutor especialista da empresa em evento do setor, no dia 15 de setembro, em Sobral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d42357c3" data-id="6a0d5d42357c3" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Padtec oferece treinamento gratuito sobre tecnologia DWDM para ISPs no Ceará</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Um treinamento gratuito destinado a apoiar operadoras regionais do Ceará na construção de redes DWDM preparadas para as demandas atuais e futuras. Essa é a novidade que a Padtec, empresa especializada em sistemas de comunicações ópticas, vai levar para a próxima edição da série de eventos “ISP Meeting Business”, programada para o dia 15 de setembro, em Sobral, no interior cearense.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com inscrições gratuitas, e vagas limitadas, o curso Introdução a “Sistemas DWDM” é voltado a profissionais da área de comunicações ópticas e será ministrado no laboratório de redes ópticas do Icetel &#8211; Instituto Cearense de Tecnologia, Empreendedorismo e Liderança. O espaço foi idealizado e inaugurado, em 2019, por meio de parceria com a Padtec e está equipado com produtos de última geração desenvolvidos pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Os provedores sabem que a tecnologia DWDM é eficaz para aumentar a capacidade de transmissão na rede; mas muitos deles ainda têm dúvidas sobre a operação de sistemas baseados nessa tecnologia”, pondera Mário Macedo de Sousa, fundador do Icetel. “Ao proporcionar um treinamento sobre essa tecnologia, o Icetel está cumprindo seu propósito de apoiar o desenvolvimento de empresas da região e fomentar a formação de mão de obra especializada em instalação e operação de redes e equipamentos de última geração”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Carlos Raimar, CEO da Padtec, essa é mais uma iniciativa que reforça o papel da companhia como empresa que investe em pesquisa e desenvolvimento nacional e, ainda, fortalece sua posição de referência entre os profissionais do setor. “Com essa parceria, nosso objetivo é fomentar o desenvolvimento tecnológico e contribuir para a formação de um ecossistema na área de sistemas ópticos envolvendo empresas da região Nordeste, que desempenham papel importante na massificação da banda larga no país”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao final do curso, os alunos serão certificados pelo Centro de Treinamento da Padtec. Interessados em participar podem obter mais informações na página do ISP Meeting Business, no <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/d8c0a79b-e3c5-4ca0-f13c-08da8453ca9e/https%253a%252f%252fwww.eventbrite.com.br%252fe%252fisp-meeting-sobral-ce-tickets-291369613357/3cd1b4b1-323a-41b8-b228-08d7c5ff26d1/simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br/True" target="_blank" rel="noopener">link </a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Nokia e Furukawa fecham parceria de olho no mercado de POLs na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 19:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo acordo, a Furukawa vai incorporar os equipamentos de rede óptica da Nokia em sua solução de Passive Optical LAN.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d4236997" data-id="6a0d5d4236997" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Nokia e Furukawa fecham parceria de olho no mercado de POLs na América Latina</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  A Nokia anunciou a assinatura de uma parceria estratégica com Furukawa Electric para acelerar as implementações de POLs &#8211; Passive Optical LANs na América Latina. As POLs estão entre os negócios em crescimento baseados em tecnologias avançadas de fibra óptica, ao fornecerem largura de banda ultralarga para múltiplas aplicações críticas para diversos casos de uso.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Nokia já implementou essas soluções em mais de 450 clientes corporativos em todo o mundo, incluindo hotéis, indústrias, aeroportos, escolas e hospitais.  As redes locais baseadas em fibra óptica são usadas em edifícios e parques comerciais para fornecer conectividade LAN, oferecendo vantagens significativas sobre soluções tradicionais baseadas em cobre. POLs proporcionam menor consumo de energia, maior segurança, implementações mais escaláveis e menor TCO &#8211; custo total de propriedade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pelo acordo, a Furukawa incorporará os equipamentos de rede óptica da Nokia em sua solução Laserway de Passive Optical LAN, comercializada por seu ecossistema de parceiros para o mercado corporativo. &#8221;A parceria traz aos nossos clientes uma solução inovadora e de última geração, que permite grandes benefícios de sustentabilidade, com redução do consumo de energia e, ao mesmo tempo, proporciona uma plataforma tecnológica confiável e segura, que potencializa a governança corporativa”, diz Helio Durigan, vice-presidente executivo da Furukawa,</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Marcelo Entreconti, head de enterprise para América Latina na Nokia, devido ao potencial ilimitado de largura de banda da fibra, a optical LAN é a solução definitiva de longo prazo, disponível atualmente em velocidades de 10 Gbps, mas facilmente escalável para 25 Gbps. “A Nokia implementou redes de missão crítica para mais de 2.200 clientes corporativos líderes nos segmentos de transporte, energia, varejo, indústria, webscale e para o setor público, em todo o mundo. Estamos orgulhosos em firmar essa parceria com a Furukawa, que tem uma longa história de trabalho com mercado corporativo no Brasil em integração e validação de tecnologia.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele explica que a POL é uma tecnologia de rede de fibra que atende às necessidades em evolução de aplicações corporativas de alta capacidade e requer menos equipamentos, cabeamento, espaço e significativamente menos energia do que as redes tradicionais baseadas em switch.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Trata-se de uma solução à prova de futuro, particularmente vantajosa para edifícios de vários andares, redes de campi, para aplicações que usam muitos dados e para locais com arquitetura desafiadora, como edifícios históricos com cabeamento óptico pré-conectorizado e cabos ópticos finos que requerem infraestrutura mínima para viabilizar a instalação”, diz o executivo, acrescentando que, além gastar menos energia do que as redes tradicionais, as LANs ópticas usam menos plástico e entregam uma vida útil mais duradoura.</p>

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		<title>A importância da disponibilidade 24&#215;7 para redes EMR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 19:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Prontuário Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Transceptores]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sistemas EMR apoiam as atividades de médicos e profissionais de saúde. Basicamente, eles permitem avaliações e tratamentos em qualquer lugar de forma rápida e praticamente instantânea.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0d5d4237c94" data-id="6a0d5d4237c94" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A importância da disponibilidade 24&#215;7 para redes EMR</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Os sistemas EMR apoiam as atividades de médicos e profissionais de saúde. Basicamente, eles permitem avaliações e tratamentos em qualquer lugar de forma rápida e praticamente instantânea.</h2>

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			<h4>Hermano Albuquerque, diretor geral LATAM para o Grupo Halo/Skylane</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Atualmente, estamos inseridos em uma realidade em que desde tarefas operacionais cotidianas e corporativas se tornaram automatizadas. Essa transformação alcançou também a área da saúde, através da automação da assistência médica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante a pandemia de Covid-19, uma das iniciativas de telessaúde incluiu o processamento e a manutenção de registros digitais ou os chamados “EMRs”, do inglês “Electronic Medical Records”, elementos fundamentais que apoiam as atividades dos profissionais da área da saúde.  Tais sistemas têm como objetivo armazenar eletronicamente as informações dos pacientes e disponibilizá-las aos médicos e profissionais do setor, por meio de soluções de alta conectividade, permitindo avaliações e tratamentos em qualquer lugar de forma rápida e praticamente instantânea.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante mencionar que, para manter a disponibilidade e garantir a eficiência no uso dos EMRs, são necessárias redes de comunicação de alto desempenho e confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas o que acontece quando a rede que atende os registros eletrônicos de saúde fica off-line?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ramificações da interrupção das redes EMR</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Qualidade degradada do atendimento aos pacientes atuais. Ter acesso ao histórico médico de um paciente é crucial para diagnosticá-lo e tratá-lo com precisão. Sem acesso ao EMR de um paciente, um profissional de saúde acaba fazendo diagnósticos imprecisos sobre a condição apresentada de um paciente com uma quantidade limitada de dados disponíveis. Uma pesquisa realizada pela Accenture revela que apenas 23% dos hospitais contam com algum sistema de PEP &#8211; Prontuário Eletrônico do Paciente em pleno uso, embora 83% dos médicos considerem a ferramenta fundamental no tratamento da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">  A falta de dados leva à degradação da qualidade do atendimento, abrindo porta para erros de diagnóstico/responsabilidade por negligência ou mesmo risco de vida nos piores cenários. A falta de acesso ao EMR resulta em pacientes frustrados e mal atendidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">  Imprecisões de registros médicos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de comprometer o tratamento do paciente, a falta de acesso para atualizar um EMR compromete também as consultas futuras, pois as mesmas são afetadas pela falta de informações sobre a condição do paciente. Os resultados dos tratamentos são mais favoráveis ​​quando as causas subjacentes são abordadas o mais cedo possível, no entanto, a falta do histórico de sintomas torna o diagnóstico mais difícil e impreciso.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Maior potencial para violações de segurança digital</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As interrupções também afetam os níveis de segurança estabelecidos para proteger os dados. Enquanto os sistemas estão inativos ou reiniciando, eles podem ficar vulneráveis. Existem casos em que os códigos maliciosos enviados por usuários mal-intencionados bloqueiam o acessos às informações críticas, permitindo que hackers demandem pagamento para liberação do acesso.  A frequência de casos de violação da segurança dos dados tem crescido substancialmente nos últimos anos. Por esse motivo, manter uma rede sempre ativa garante contínuo monitoramento e proteção aos dados dos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Também é importante perceber que mesmo os registros em papel têm suas próprias falhas. Os registros físicos podem ser perdidos, danificados ou até mesmo roubados – criando preocupações de atendimento ao paciente semelhantes às interrupções de registros digitais. Os sistemas que utilizam EMRs armazenam as informações do paciente de forma segura, pois permitem que apenas pessoas autorizadas tenham acesso ao conteúdo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A importância da fibra óptica</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para garantir eficiência no uso dos EMRs, os hospitais devem criar redes confiáveis ​​com disponibilidade 24&#215;7 baseadas em fibra óptica, com a utilização de transceptores de alta qualidade, permitindo alta confiabilidade nas conexões entre servidores e equipamentos externos.  As soluções baseadas em fibra óptica, com dispositivos de qualidade testados por especialistas garantem que a rede hospitalar permaneça on-line sem a necessidade de manutenção frequente e sem falhas ou vulnerabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dispositivos de alta qualidade, testados e confiáveis são os maiores ativos contra o tempo de inatividade no uso dos EMRs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estruturas de backup e armazenamento de dados também são essenciais para os provedores de assistência médica na manutenção de uma rede segura. Caso a rede primária não consiga recuperar um registro de data center armazenado, um backup local conectado por uma rede independente pode manter os médicos bem-informados e focados em fornecer serviços de saúde de qualidade ao paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os transceptores de fibra e os equipamentos fornecidos por empresas confiáveis podem permitir a construção de uma rede robusta e ativa, proporcionando uso muito mais eficiente dos EMRs na área de saúde.</p>

		</div>
	</div>
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