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	<title>Redes &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Redes &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>O que você precisa saber para gerenciar dados como os grandes players</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 19:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados são o ativo mais valioso que uma organização pode ter, e a maneira como são usados geralmente determina os resultados comerciais e as experiências do cliente. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Imagem de Elchinator por Pixabay</strong></p>

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			<h1>O que você precisa saber para gerenciar dados como os grandes players</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">O sucesso de algumas das maiores e mais conhecidas empresas do mundo, como Apple, Google, Microsoft, Uber, Airbnb, Spotify e Amazon, tem origem nos ecossistemas ou plataformas que elas construíram. Essas plataformas simplificaram as experiências do cliente e permitiram o impulsionamento de inovações, serviços e recursos dessas empresas. É a razão pela qual elas foram disruptivas em seus respectivos setores e conquistaram a fidelidade dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">As projeções de médio prazo das empresas de pesquisa para o crescimento do mercado de gerenciamento de dados corporativos variam, mas todas apontam para um crescimento robusto. De acordo com a <a href="https://www.fortunebusinessinsights.com/enterprise-data-management-market-107010" target="_blank" rel="noopener">Fortune Business Insights</a>, o mercado global de gerenciamento de dados corporativos foi avaliado em US$ 92,18 bilhões em 2023 e deve crescer de US$ 101,04 bilhões em 2024 para US$ 224,87 bilhões até 2032 a um CAGR de 10,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos pensar em plataforma como uma construção por blocos, que entrega seu valor quando vista como um todo. Ela permite a entrega de serviços e o aumento de recursos, conecta usuários e facilita interações, transações e geração de valor. Ao simplificar operações, otimizar processos, eliminar silos e melhorar a comunicação, as plataformas trazem maior agilidade no desenvolvimento e na entrega de inovações, ao mesmo tempo em que reduzem os riscos. As plataformas também permitem o autoatendimento — uma conveniência que os consumidores adoram, para tudo, desde pedir um carro no aplicativo até reservar férias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Empresas que exemplificam o poder das plataformas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong>A Apple é um dos melhores exemplos de plataforma no mundo da tecnologia de consumo. Eles têm seu próprio silício, loja de aplicativos, sistemas operacionais e produtos eletrônicos. E embora esses produtos funcionem bem de forma independente, eles funcionam ainda melhor juntos — como uma orquestra que permite aos usuários sincronizar seus dados e preferências entre dispositivos. As atualizações de software são enviadas aos usuários conforme a plataforma evolui.</p>
<p style="text-align: justify;">No espaço B2B, a Cisco oferece a plataforma Cisco Networking Cloud que unifica soluções desconexas e ajuda as equipes de TI e segurança a lidar com a complexidade de multi-cloud, inúmeras aplicações de terceiros, IoT e ameaças à segurança. Já a NVIDIA foi além das Unidades de Processamento Gráfico e construiu uma plataforma de IA, com serviços de treinamento e modelos — todos mantidos juntos pelo software da plataforma para este fim. Isso facilitou o ponto de entrada para seus clientes na jornada da Inteligência Artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A magia da plataforma para gerenciar dados corporativos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são o ativo mais valioso que uma organização pode ter, e a maneira como são usados ​​geralmente determina os resultados comerciais e as experiências do cliente. Os dados devem estar disponíveis e entregues quando necessário, e com o nível de desempenho necessário. Isso exige soluções eficientes, confiáveis ​​e escalonáveis ​​focadas em fluxos de trabalho de dados. Em outras palavras, uma abordagem de plataforma para armazenamento de dados corporativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa plataforma deve atender a todas as necessidades relativas à aquisição, armazenamento, análise, governança e segurança dos dados. Ela deve ter suporte a grandes números e diversos tipos de cargas de trabalho, usuários, implementações nativas da nuvem e aplicações corporativas. Os dados devem ser totalmente integrados, constantemente atualizados e protegidos, disponíveis apenas para quem é autorizado a acessá-los. Deve-se automatizar tudo o que for possível. Uma plataforma de dados corporativos ajuda a obter insights acionáveis ​​de dados para impulsionar a inovação, melhorar a eficiência, acelerar o crescimento e aprimorar a experiência do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa abordagem também ajuda muito as empresas a gerenciar seus dados em todos os ambientes. A plataforma pode ser unificada por um sistema operacional comum que roda em todo o hardware e é gerenciado por um único software. Isso permite que a empresa entregue atualizações de software automaticamente e realize atualizações de hardware sem interrupções, com zero tempo de inatividade para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é fundamental ser capaz de implementar dados e aplicações em qualquer local – na borda, no data center ou na nuvem pública. As aplicações podem ser modernas, tradicionais ou ambas. A plataforma pode ser usada como serviço ou de forma tradicional, com pagamento feito em uma base operacional ou de despesa de capital. Tal arranjo dá ao cliente a liberdade de implementar serviços de dados em qualquer combinação – tudo dentro de um único ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro bate à porta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A era da Inteligência Artificial (IA) está sobre nós, e as plataformas de dados empresariais precisam entregar o desempenho e os recursos necessários para cargas de trabalho complexas de IA. Haverá uma necessidade crescente de soluções de automação de armazenamento e copilotos de IA generativa para armazenamento, à medida que as empresas se esforçam pelo ROI. Os líderes que acompanham o ritmo das mudanças e adotam as tecnologias mais modernas têm mais chances de tornarem suas empresas disruptoras de mercado. E, como citei no começo do artigo, sabemos muito bem que o mundo adora um bom disruptor.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>O que vemos hoje na bola de cristal das telcos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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		<category><![CDATA[Computação de borda]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora talvez seja uma simplificação exagerada, teremos a combinação de novo poder computacional sem precedentes aplicado em cargas de trabalho de IA, com serviços de dados 5G e 6G que fornecerão os sistemas de conectividade e entrega subjacentes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Foto: Lifestylememory, Freepik</strong></p>

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			<h1>O que vemos hoje na bola de cristal das telcos?</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Hoje, percebemos a intersecção de múltiplas tecnologias avançadas, incluindo computação quântica, inteligência artificial, 5G, computação de borda, sistemas autônomos e o metaverso. Esse conjunto formará a próxima onda de disrupção tecnológica, criando casos de uso, insights e fluxos de receita. Embora talvez seja uma simplificação exagerada, teremos a combinação de novo poder computacional sem precedentes aplicado em cargas de trabalho de IA, com serviços de dados 5G e 6G que fornecerão os sistemas de conectividade e entrega subjacentes. Mas como essas tecnologias transformam e vão transformar ainda mais o futuro das telcos?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069c5673" data-id="69fb2069c5673" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>FWA e 5G privado</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O consumidor 5G já está em jogo. Para pensadores do futuro, a tecnologia sem fio fixa (FWA, sigla em inglês para Fixed Wireless Access) é a próxima grande oportunidade de negócio. Ela usa um receptor (antena) que é fixado no local do usuário e se comunica com uma torre sem fio próxima. Isso fornece serviços de alta largura de banda para o local em vez de sistemas que dependem de conexões físicas, como fibra ou cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente nos EUA, a rede sem fio fixa está se aproximando de um <a href="https://www.chetansharma.com/publications/us-mobile-market-update-q2-2024/" target="_blank" rel="noopener">mercado anual de US$ 10 bilhões</a> . A tecnologia tem várias vantagens, incluindo agilidade na implementação, pois não requer cabeamento. Isso também a torna útil para áreas remotas que muitas vezes carecem de infraestrutura de comunicações. As atualizações são mais fáceis e o desempenho pode ser aprimorado por meio de atualizações de software e protocolo. A rede sem fio fixa já está conquistando muitos clientes de banda larga que querem substituir a tecnologia via cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tecnologia com visão de futuro é o 5G privado. Como o nome indica, essas são redes 5G dedicadas usadas por uma única organização. O 5G privado pode oferecer altíssimo desempenho, suporte para muitos dispositivos e segurança excepcional. Mas existe a opção também de algumas redes entregues por fatiamento de redes, o que cria várias “redes virtuais” privadas a partir da mesma infraestrutura física.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G privado oferece a latência ultrabaixa necessária para os casos de uso futuristas dos quais ouvimos falar há algum tempo, como cidades inteligentes, veículos autônomos e fábricas inteligentes. Um exemplo disso é o porto de contêineres de carga totalmente autônomo que agora opera em Tianjin, China. É uma operação de contêineres massiva que quase não tem humanos no local, e opera via rede 5G, IA e robótica. É extremamente impressionante, como pode ser visto neste <a href="https://youtu.be/P5kO_BnXAwc?si=kEGhWlIVUqOHWmDi" target="_blank" rel="noopener">vídeo</a>, e já processa mais de 21 milhões de contêineres por ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>As redes podem virar commodities?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas tecnologias foram comoditizadas, rodando no hardware mais barato possível. Isso faz sentido para alguns setores, mas é menos provável para as telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio para as empresas de telecomunicações é que elas são altamente regulamentadas, e a confiabilidade das redes é absolutamente primordial. Isso argumenta contra uma mentalidade de “o mais barato é o melhor” e, em vez disso, foca no melhor da categoria. Mas as empresas de telecomunicações precisam sempre pensar no futuro, e o próximo aprimoramento está sempre em vista, como a eventual mudança de 5G para 6G, mesmo que os serviços 4G sejam mantidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como provedores de comunicações, as telcos não podem simplesmente desligar um nível de serviço. As transições podem levar décadas, e isso cria uma enorme complexidade de redes. Ter uma infraestrutura de serviço flexível que pode crescer e melhorar ao longo do tempo é essencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Acertando na IA: ela não é apenas maior e mais rápida</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para surpresa de ninguém, a IA está no foco de muitas discussões, com ênfase no <em>quê</em> em vez do <em>como</em>. Muitas discussões sobre IA para telcos se resumem a questões de infraestrutura: Quantas GPUs serão necessárias? Quanto armazenamento? Quanta capacidade de redes? E, claro, discussões técnicas sobre pipelines e ferramentas de IA.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental refletir sobre os resultados comerciais para a IA. O que as empresas pretendem alcançar? Um exemplo é a tecnologia de chatbot, como avatares interativos. Eles estão entre os projetos de IA mais comuns em muitos setores que esperam melhorar o atendimento ao cliente e reduzir a rotatividade. Mas a parte mais importante a ser acertada não é tecnologia, que você sempre pode modificar, mas o próprio avatar, sua personalidade. Um modelo padrão pode não funcionar, pois o público mais jovem pode preferir um avatar mais casual e amigável, enquanto o público mais velho pode esperar mais formalidade no atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia também tem um papel importante. Seu avatar será engraçado? Empático ou impessoal? Ele considerará o contexto cultural do participante, o estado emocional ou a situação econômica? Os desafios são tão complexos quanto os humanos interagindo com o avatar. Organizações com visão de futuro precisam considerar as implicações de todos os seus esforços de IA, não apenas como implementar os racks de GPU.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro é agora</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso vale para todos os setores, mas as empresas de telecomunicações em particular, precisam olhar para frente. As decisões que você toma hoje podem impactar diretamente seu sucesso em 5 ou 10 anos. E, claro, não temos uma bola de cristal de verdade para visualizar o que o futuro nos reserva, mas isso não quer dizer que você precisa ter medo do crescimento e da mudança. A ousadia continua sendo uma virtude em um setor competitivo. A mudança dói, mas um planejamento cuidadoso é primordial, e construir uma infraestrutura de redes de próxima geração que possa crescer e mudar com você, em vez de ser um empecilho para a inovação, será essencial para seguir em frente – e em boa posição no mercado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 20:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069c7345" data-id="69fb2069c7345" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O comerciante está sempre pensando em como chamar atenção ao seu negócio a fim de vender mais e se destacar da concorrência e, no mercado de ISPs &#8211; Provedores de serviço de Internet, não está sendo diferente. Hoje, com a profissionalização e a consolidação do mercado de Provedores, é preciso se destacar, indo muito além do fornecimento de conexão à internet.  Estamos vendo um movimento de consolidação dos ISPs, por meio de aquisições e fusões, assim como assistimos atualmente forte profissionalização desse segmento com ganhos em capacidade de entrega e qualidade dos serviços. Portanto, para ser diferente é preciso inovar e ampliar suas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de prover o acesso à Internet com qualidade e segurança, é importante dispor de serviços extras para mercado B2B, tais como:  gestão de redes; cibersegurança;  backup e disaster recovery; criptografia de dados; datacenter; computação em nuvem; segurança e monitoramento de perímetro e de veículos; soluções de mídia OOH &#8211; Out of Home com telas publicitárias; lousas interativas para reuniões, conferências e muito mais &#8211; ou seja, existe hoje uma infinidade de SVAs &#8211; serviços de valor agregado que podem ser criados sob medida e entregues para atender a necessidades específicas do cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança virtual diferenciada</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes você ouviu a recomendação de não usar a mesma senha para todos os seus acessos? Da mesma forma, não é adequado usar uma única solução de segurança e achar que a empresa toda vai estar protegida. Este é o argumento que o ISP pode usar para falar com seus clientes B2B, pois além do firewall, a cibersegurança é também uma questão de preservar a integridade de informações privilegiadas. A proteção para ambiente corporativo com dados contábeis, administrativos e de clientes demandam uma proteção mais dedicada, e as soluções de PAM &#8211; Privileged Access Management u gerenciamento de acesso privilegiado são um campo com grande potencial de expansão no mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança digital é um desafio diário. A CPR &#8211; Check Point Research indicou <a href="https://blog.checkpoint.com/research/check-point-research-reports-highest-increase-of-global-cyber-attacks-seen-in-last-two-years-a-30-increase-in-q2-2024-global-cyber-attacks/" target="_blank" rel="noopener">aumento global de ataques cibernéticos em 30%</a> nos ataques semanais a redes corporativas no segundo trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. É uma média de 1.636 ataques por organização por semana, muitos dos quais começam por falhas no ambiente de rede, que permitem aos cibercriminosos utilizarem senhas e acesso de usuários a sistemas sensíveis da empresa. O gerenciamento de acesso privilegiado é uma ferramenta de segurança que cria mais uma etapa de verificação, restringindo o acesso a dispositivos e sistemas apenas aos usuários autorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro motivo para investir em cibersegurança é aumentar a confiança de seus consumidores finais: pesquisas prévias da McKinsey apontam que 70% dos consumidores só realizam transações com empresas que protegem seus dados. Mesmo assim, cerca de 40% das empresas de Varejo ainda não consideram a experiência do consumidor em sua estratégia de combate a fraudes. Um dos motivos seria que, ao incluir mais camadas de proteção ao cliente, o aumento da burocracia poderia reduzir a retenção de clientes. Esta é uma visão muito fechada do negócio e um ângulo que o ISP pode explorar, trabalhando com o cliente B2B para ofertar o ponto de equilíbrio entre prevenção e experiência do cliente B2C, tornando suas estratégias antifraude mais focadas no consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mídias e telas publicitárias (Out of Home)</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo <a href="https://kantaribopemedia.com/conteudo/inside-ooh-2023/#:~:text=S%C3%A3o%20Paulo%2C%2030%20de%20agosto,%25)%20e%20Fortaleza%20(93%25)." target="_blank" rel="noopener">&#8220;Inside OOH 2023&#8221;,</a> produzido pelo Kantar Ibope Media, mostrou que este tipo de mídia é consumido por 89% dos brasileiros, principalmente em estabelecimentos comerciais (72%). O público gosta bastante da criatividade e interatividade com este tipo de propaganda: 31% dos entrevistados escanearam um QR Code presente na mídia, 37% passaram a seguir a marca anunciante nas redes sociais, e 68% já compraram ou pesquisaram algum produto/serviço em função de um anúncio visto em mídia OOH.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os argumentos comerciais dados, o ISP pode vender este produto com mais facilidade diante de iniciativas As a Service para painéis de LED, que não demandam grande investimento inicial. E mais: pode inclusive gerar negócios para seu cliente, pois qual empresa não gostaria de anunciar em um painel perto do caixa de um supermercado ou em um restaurante, quando a atenção do público está mais dedicada?</p>
<p style="text-align: justify;">As oportunidades de negócios no ambiente corporativo são variadas e não estão restritas apenas aos provedores de internet de maior porte. O mercado B2B é tão democrático quanto a capacidade empreendedora do brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vertical de varejo o ambiente é muito dinâmico, portanto, é necessária uma infraestrutura de TI robusta a fim de garantir a eficiência operacional, a satisfação do cliente e a competitividade no mercado. À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/de-telco-a-tech-co-a-nova-era-de-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=de-telco-a-tech-co-a-nova-era-de-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 21:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[CNFs]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VNFs]]></category>
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					<description><![CDATA[Tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069c82a7" data-id="69fb2069c82a7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Começo este artigo com uma breve introdução ao título, “das empresas de telecomunicações às empresas de tecnologia”. Como <a href="https://kpmg.com/xx/en/home/insights/2024/01/telco-to-techco.html" target="_blank" rel="noopener">descrito pela KPMG</a>, tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. As Tech-cos serão cada vez mais centradas no cliente, automatizadas (por exemplo, nativas da nuvem) e capazes de obter mais valor e insights dos dados, o que hoje em dia significa o uso de inteligência artificial.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Confira abaixo os principais pontos desta transformação, centrados nas principais áreas de discussão do setor: 5G, IA, aumento de custos e sustentabilidade, e modelos financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>VNFs e CNFs para 5G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Graças aos importantes investimentos que as empresas de telecomunicações têm feito em atualizações de redes, é compreensível que o primeiro tópico esteja relacionado ao 5G. Vamos nos concentrar especificamente nas VNFs &#8211; virtualização das funções de redes e CNFs &#8211; funções de rede nativas da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">A transição de VNFs para CNFs representa uma grande mudança em direção a uma infraestrutura de rede muito mais ágil, escalonável e eficiente. As VNFs enfrentam desafios em termos de eficiência, desempenho e complexidade de gerenciamento. Além disso, as VNFs são projetadas para serem monolíticas, portanto, a escalabilidade e a portabilidade não são as esperadas. Todos esses fatores estão acelerando a adoção de contêineres.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco principal para isso tem sido o núcleo 5G, já que uma recente pesquisa aponta que 60% das operadoras afirmam que priorizaram o núcleo 5G para ser nativo da nuvem. Mas embora sejam promissoras, as empresas de telecomunicações ainda enfrentam desafios em torno dos serviços de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, as implementações de CNF aconteciam principalmente em <em>pocket network</em>, mas agora, felizmente, o nativo da nuvem representa mais de 35-40% do que acontece no core da infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, se tiver interesse em se aprofundar um pouco mais em CNF, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">confira aqui este outro artigo que escrevi para a Infra News Telecom</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial e telecomunicações</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo setor, as telecomunicações estão focadas no que a IA pode fazer. Muitos casos de uso estão sendo discutidos, incluindo atendimento ao cliente, otimização de redes, segurança e até vendas e marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">A IA já existe há algum tempo, em formas simples como chatbots e, embora a tecnologia tenha evoluído muito rápido, as implementações de IA em grande escala são a resposta, mas as telcos ainda estão tentando descobrir quais são as questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-se que as empresas de telecomunicações realizem implementações menores de IA, geralmente posicionadas na borda da rede, em vez dos tipos de projetos de IA massivos e centralizados que observamos em outras indústrias. Além disso, é fundamental ter em mente a centralidade e importância do armazenamento de dados em modelos de IA, que muitas vezes fica em segundo plano, atrás de todo o foco em GPUs e computação.</p>
<p style="text-align: justify;">Subestimar a importância e o valor dos dados da empresa é uma falha grave. A chegada definitiva da IA exige que os líderes enxerguem o armazenamento como a tecnologia mais importante nos negócios de sua empresa porque é onde residem os dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aumento de custos e sustentabilidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A energia está no topo da lista das preocupações das telcos e, bem, são dois lados da moeda. Existem metas de emissão net zero a longo prazo, mas um desafio imenso é o acesso operacional suficiente à eletricidade, especialmente à medida que aumentam as iniciativas de IA que consomem muita energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que complementa esse desafio da energia no setor é que as empresas de telecom ainda operam muitos equipamentos legados que não podem ser facilmente desligados, ao mesmo tempo em que tentam implementar soluções virtualizadas e/ou nativas da nuvem que exigem ainda mais infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental que as empresas de telecomunicações abandonem as redes 2G e 3G legadas que consomem muita energia. E, já que a sustentabilidade é um ponto crítico, é também crucial que estas empresas escolham para suas infraestruturas as soluções que são realmente capazes de reduzir drasticamente o consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Melhorias no fluxo de caixa</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o tópico final, vamos passar de tecnologia para finanças, observando que a forma como você paga pela infraestrutura pode ser tão importante quanto o que você compra. As empresas de telecomunicações têm sido tradicionalmente muito intensivas em capital. Existem alguns custos muito grandes e a capacidade de depreciação ao longo do tempo tem seus benefícios do ponto de vista contábil. No entanto, os custos da transição para 5G estão disparando. E à medida que as empresas de telecomunicações continuam a inovar em tecnologia, também inovam os seus modelos financeiros e estão dispostas a olhar para abordagens diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas novas abordagens incluem compras baseadas em assinatura para equipamentos de data center que, além de reduzir os custos iniciais, fornecem uma flexibilidade excepcional para experimentar novos modelos de negócios e serem mais criativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova era Tech-co é promissora e, para que o setor se beneficie e se transforme cada vez mais rápido, é crucial que discussões como essa sejam recorrentes no board. Afinal, as melhores e mais inteligentes tecnologias já estão no jogo, e a inovação das empresas de telecom depende das decisões e ações mais assertivas para os negócios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Marco Henz/Shutterstock</span></h2>

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			<h1>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A reconstrução do Rio Grande do Sul é um assunto de ordem nacional e depende prioritariamente da revitalização da infraestrutura, desde os acessos como estradas e pontes, passando pelo saneamento básico e energia até as telecomunicações. Um levantamento da InternetSul &#8211; Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet, em parceria com outras associações representativas do setor, mostra que cerca de 30% das conexões de Internet banda larga do estado foram afetadas pelas enchentes. Escrevo este artigo para comentar os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a InternetSul, 629 ISPs atuam em 494 municípios sul-rio-grandenses, reunindo cerca de 2 milhões de assinantes declarados (nem todos os provedores reportam seus números). Deste universo, 94 provedores em 149 municípios foram fortemente prejudicados pelos estragos das enchentes. Isso representa 6 mil quilômetros de redes de fibra óptica danificadas ou totalmente destruídas, 7,5 mil profissionais cujo trabalho foi afetado e uma projeção de impacto na conexão de 338 mil usuários. Diante do cenário devastador podemos afirmar que nunca o termo “disaster recovery” fez tanto sentido, tanto no mundo virtual quanto no real.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de mitigar parte dos danos, garantindo os serviços públicos essenciais e a comunicação ao maior número de pessoas possível, muitas iniciativas precisaram ser rapidamente colocadas em prática, e três delas chamaram particularmente a minha atenção. Ainda nos primeiros dias da crise, a estatal de tecnologia Procergs – Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul – realizou o desligamento preventivo do seu datacenter, a fim de evitar maiores perdas e manter serviços do estado funcionando plenamente. Para a continuidade das operações, foi preciso <a href="https://itforum.com.br/noticias/procergs-migra-dados-nuvem-risco-inundacao/" target="_blank" rel="noopener">migrar de forma urgente toda a base de dados para a nuvem</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a Trensurb, operadora do metrô de Porto Alegre, <a href="https://www.convergenciadigital.com.br/Cloud-Computing/Data-Center-do-Metro-de-Porto-Alegre-anda-de-barco-e-aviao-para-ser-religado-em-Brasilia-66003.html" target="_blank" rel="noopener">removeu em barcos os equipamentos de uma área alagada</a> e os religou no data center do Serpro em Brasília (a gestão da empresa é federal), após transportá-los em aviões da FAB &#8211; Força Aérea Brasileira. A terceira iniciativa que atraiu minha atenção foi a união de empresas concorrentes de mercado empenhadas em manterem funcionais e disponíveis os serviços essenciais de comunicação no estado: as operadoras de telefonia celular liberaram o roaming para que os cidadãos tivessem acesso à Internet; provedores regionais de Internet firmaram acordos de cooperação para compartilhar equipes técnicas e equipamentos para reparar redes danificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na corrida de apoio ao Sul brasileiro, até mesmo o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk, doou antenas da Starlink para auxiliar as atividades de resgate dos moradores e a revitalização da conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Fust com menos burocracia</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério das Comunicações também agiu rápido e disponibilizou 33 antenas de emergência da Telebras para apoiar equipes de resgate, centros de Comando de Crise, hospitais de campanha e abrigos com conexão à Internet de banda larga nas áreas alagadas. Somados a isso, os recursos do FUST &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foram assegurados desde o início pelo governo federal para ajudar na reconstrução do ecossistema de conectividade gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-utilizar-os-recursos-do-fust-instrumento-que-fomenta-a-inclusao-digital-no-brasil/"><u>Já falamos em artigo anterior</u></a>, mas vale lembrar que o fundo é atrelado ao Ministério das Comunicações e vem financiando projetos voltados à expansão dos serviços de telecomunicações, especialmente aqueles que priorizam áreas remotas e desfavorecidas economicamente, e para acolher ações regionais de impacto social relevante, como conectar escolas de áreas rurais à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do desastre ambiental no RS, o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, disponibilizou ajuda do FUST para financiar a recuperação da infraestrutura das redes afetadas no estado gaúcho junto com o BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A expectativa é que a restauração das redes de Internet apoie a retomada econômica do estado, que representa 17,3% do PIB &#8211; Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de simplificar a burocracia do FUST junto ao BNDES, de forma a atender os ISPs de forma mais ágil, em especial aqueles de menor porte, diferentes associações setoriais costuraram diversas tratativas ao longo do mês com o Ministério das Comunicações. A <a href="https://teletime.com.br/21/05/2024/isps-do-rio-grande-do-sul-pedem-recursos-e-barreiras-competitivas-para-reconstrucao-das-redes/" target="_blank" rel="noopener">lista de reivindicações apresentada</a> em Brasília no final de maio continha medidas de curto, médio e longo prazo, como a desoneração similar à praticada durante a pandemia e uma barreira competitiva para evitar que empresas de fora avancem sobre o território gaúcho, impossibilitando a recuperação dos provedores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Reintegração dos serviços</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para acelerar o retorno das conexões interrompidas pelas chuvas, a InternetSul estabeleceu em curtíssimo prazo a campanha <a href="https://internetsul.com.br/ajuders" target="_blank" rel="noopener">“Ajude o RS a se reconectar”</a> em quatro frentes: arrecadação de recursos financeiros, doação ou empréstimos de equipamentos de telecomunicações, colaboração com mão de obra técnica ou de limpeza, e apoio jurídico para negociações com os governos do estado e federal, visando angariar fundos para apoiar o reestabelecimento dos serviços de ISPs, que sofreram perdas de até 80% na sua infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a reconstrução da infraestrutura dos provedores de Internet no Rio Grande do Sul vai demandar tempo e grande aporte de recursos financeiros – a Federasul &#8211; Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul estima que serão necessários de R$ 110 bilhões a R$ 176 bilhões para a reconstrução da infraestrutura do estado danificada por causa das chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ponto, cabe também às empresas envolvidas diretamente com Telecomunicações – operadoras, distribuidores, integradores – nos somarmos a este esforço de reconstrução. Anos atrás, nós atuamos junto a esses mesmos provedores para desbravar os caminhos da Internet banda larga no Rio Grande e no Brasil, então nada mais acertado do que voltarmos ao serviço essencial que um dia nos uniu, conectou cidades, construiu negócios e fez história na telecom brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho será árduo, mas com a união dos setores público e privado será possível caminhar rumo à reconstrução das estradas de fibra óptica, reconectando pessoas e empresas, possibilitando o retorno dos negócios e favorecendo a retomada do desenvolvimento social e econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
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		<title>Gestão da infraestrutura de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pure Storage]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Storage]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da IA – inteligência artificial e da transformação digital, administrar os recursos e elementos de TI é ainda mais desafiador. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Gestão da infraestrutura de TI</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A gestão da infraestrutura de TI é uma prática fundamental para garantir o sucesso do negócio. São vários equipamentos, processos e sistemas que precisam de cuidados para manter toda a operação funcionando de forma eficiente e sem falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o avanço da IA – inteligência artificial e da transformação digital, administrar os recursos e elementos de TI é ainda mais desafiador. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gestao-de-infraestrutura-o-futuro-esta-na-inteligencia/">Num artigo publicado nesta edição, Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage, traz uma análise desse novo cenário do ponto de vista do armazenamento de dados e mostra como soluções de alta tecnologia podem ajudar os líderes de TI</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor percorre temas que vão da complexidade das aplicações ao futuro da gestão, apresentando alternativas para viabilizar uma administração moderna e contínua. Segundo ele, “as empresas inteligentes de TI transformarão a função do administrador em algo como um gerente de produto. Isso significa definir soluções de armazenamento por meio de conceitos de abstração, como classes e políticas”.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo ainda destaca que “é preciso permitir o autoatendimento pelos clientes internos das empresas e pelas plataformas de orquestração em vez de ser a pessoa que provisiona os objetos, deixando o novo gerente de produtos livre para gerenciar frotas de dispositivos em vez de arrays individuais, monitorar o uso dos serviços existentes e criar ofertas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/desigualdade-digital-o-papel-da-ia-na-reducao-ou-ampliacao-das-diferencas-sociais/">o papel da IA na redução ou ampliação das diferenças sociais</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/exatidao-de-um-analisador-de-espectro-para-medidas-de-nivel/">exatidão de um analisador de espectro para medidas de nível</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-ferramentas-que-permitem-a-coleta-e-analise-de-feedback-em-tempo-real/">análise e coleta de feedback em tempo real</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-aumentar-a-precisao-de-dados-e-minimizar-erros-humanos-com-a-automacao/">como aumentar a precisão de dados e minimizar erros humanos com a automação</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/inconsciente-e-carreira/">carreira</a>; e a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/">reconstrução da rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069cc1aa" data-id="69fb2069cc1aa" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No começo da expansão da Internet no Brasil, um dos aspectos a favor do uso da fibra óptica era a segurança física do material e o que isso representava para a segurança do transporte dos dados. Esse foi um grande diferencial de vendas que ajudou os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet regionais a <a href="https://tecnoblog.net/noticias/fibra-optica-ja-representa-dois-tercos-da-banda-larga-fixa-no-brasil/#:~:text=Um%20painel%20divulgado%20pela%20Ag%C3%AAncia,quase%2028%20milh%C3%B5es%20de%20contratos." target="_blank" rel="noopener">cabearem 66% do Brasil</a> e fazerem da fibra óptica sinônimo de banda larga no país, de acordo com dados Anatel. Hoje o ISP precisa partir deste ponto para começar a pensar em estratégias de segurança de dados (cibersegurança) que possam diferenciá-lo no mercado, assegurando ao cliente, especialmente o corporativo, a certeza de que está contratando uma rede confiável.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo este artigo enquanto estou viajando a San Francisco, nos EUA, para mais uma edição da <a href="https://www.rsaconference.com/" target="_blank" rel="noopener">RSA Conference</a>, um dos principais eventos de segurança da informação em todo o mundo, realizado em diferentes países da Europa, Ásia e Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de reunir empresas, especialistas e líderes do setor para debater cenários, tendências e informações relevantes. É interessante pensar que as conferências RSA iniciaram em 1991 como pequenos eventos voltados essencialmente para criptografia e hoje tratam de um item essencial para o mundo inteiro, que é a segurança da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Li em um artigo recente na revista <a href="https://exame.com/future-of-money/ransomware-os-conselhos-de-minha-avo-para-evitar-sequestro-cibernetico/">Exame</a> que, se fosse medido como um país, o cibercrime seria a terceira maior economia do mundo, movimentando US$ 8 trilhões, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. No ano que vem, o valor estimado é de US$ 10,5 trilhões. É nesse contexto que a RSA Conference ganhou uma nova importância e o tema da cibersegurança passou a ser assunto de ordem mundial, obrigando empresas e usuários a reforçarem medidas de educação e prevenção tecnológica no uso de senhas, sites e dispositivos, bem como os donos da infraestrutura a redobrarem esforços em termos de criptografia, firewall e monitoramento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança da rede e dos dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser uma tecnologia de transmissão de dados que utiliza cabos de fibra de vidro ou plástico para transmitir informações em forma de luz pulsante, a fibra óptica se diferencia dos fios de cobre e redes de transmissão sem fio (wireless). Isso quer dizer que ela é mais segura por ser imune a interferências eletromagnéticas, difíceis de interceptar (com menor propensão a roubo de sinal) e tem criptografia mais eficaz para garantir a privacidade e segurança dos dados transmitidos, sendo menos suscetível aos famosos DDoS, ou ataques distribuídos de negação de serviço, um tipo de crime cibernético onde um invasor sobrecarrega um website, servidor ou recurso de rede com tráfego malicioso. Como resultado, o alvo trava ou não consegue operar, negando serviço a usuários legítimos, impedindo que os dados transmitidos cheguem ao seu destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o aspecto técnico da segurança da fibra, mas em relação à movimentação desses dados, no trânsito entre o provedor ISP, o data center onde está o conteúdo pretendido pelo cliente e o retorno ao seu dispositivo, é preciso reforçar e atualizar constantemente medidas que garantam a segurança na transmissão das informações.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, as medidas de segurança são conhecidas: uso de firewalls e antivírus apropriados (os sistemas necessários a um data center são diferentes daqueles utilizados por um usuário residencial), boa criptografia de dados, atualização regular de software e hardware, estratégia de backup frequente, sistemas de controle e gerenciamento de acesso privilegiado, monitoramento de tráfego suspeito na rede e, claro, uso de senhas fortes com confirmação em duas etapas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ao provedor de Internet é imperativo praticar o que repete aos seus clientes: redobre a atenção ao navegar na Internet, não clique em e-mails suspeitos sem confirmar a origem do emissor, use senhas fortes, atualize seus sistemas e antivírus, entre outras medidas. Reforçar esta infraestrutura é um investimento crucial não só em segurança, mas em competitividade do negócio. Investir em uma boa criptografia de dados e data recovery, por exemplo, são itens a destacar com o cliente corporativo que está preocupado com invasões e indisponibilidade do seu sistema. Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Cibersegurança para MPEs</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da minha jornada em TI e Telecom, lidando com diferentes ISPs e empresários, perdi as contas de quantas vezes ouvi, em relação à cibersegurança, frases como “mas isso não é comigo”, “meus clientes são de outro porte”, “esse material/software é muito avançado para o meu mercado” ou “isso vai demorar a chegar aqui”. Em quase a totalidade dos casos, vi depois um profissional ou empresa correndo contra o tempo para consertar problemas que poderiam ter sido prevenidos, sob o risco de perder clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como falei no começo deste artigo, quando a RSA Conference teve início, o mundo estava entrando na era do computador pessoal e a discussão sobre segurança da informação ainda era um tema pouco debatido, apenas para uma parcela pequena de profissionais capazes de entender questões de criptografia. Hoje, qualquer ISP precisa garantir a segurança de dados aos assinantes, sem distinção de porte ou nicho de clientes. Segundo pesquisa do Gartner, 45% das organizações experimentaram interrupções nos negócios relacionadas a terceiros nos últimos dois anos. Isso quer dizer que as empresas foram vítimas de malwares utilizados para obter acesso remoto não autorizado a redes, acessar dados sensíveis do negócio/cliente/funcionários, implantar ransomware e extorquir vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha comum identificada neste cenário, mas em especial nas pequenas e médias empresas, é que utilizam um antivírus para toda companhia, sem dar atenção diferenciada a áreas mais críticas, como a financeira/contábil. Este é um erro básico que pode ser atribuído ao fato de que essas empresas, muitas vezes, não possuem times dedicados de TI que possam orientar abordagens diferentes às necessidades de cada área. Porém não é algo que se releve em um provedor de internet, que ele não atualize frequentemente sistemas e instalações para manter a segurança de sua rede e de seus clientes. Fazer o dever de casa corretamente é bem mais fácil do que reinventar a roda, não há fórmula mágica quando se fala em segurança.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
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		<title>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 13:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069cd19c" data-id="69fb2069cd19c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.</h2>

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<div class="ult-spacer spacer-69fb2069cd2b6" data-id="69fb2069cd2b6" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, li um artigo muito interessante no site da ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas intitulado “<a href="https://abinc.org.br/dispositivos-iot-estao-transformando-a-saude-desde-wearables-que-monitoram-sinais-vitais-ate-a-gestao-inteligente-de-medicamentos/" target="_blank" rel="noopener"><em>Dispositivos IoT estão transformando a saúde, desde wearables que monitoram sinais vitais até a gestão inteligente de medicamentos</em></a>”, que detalha a aplicação da IoT &#8211; Internet of Things  em diversos campos na área da saúde. Esse setor está entre as grandes áreas econômicas com potencial de uso e crescimento da IoT, ao lado da Indústria 4.0, agronegócio e facilities. Cada segmento tem suas particularidades, mas eles dependem de três pontos essenciais: conectividade, infraestrutura para processamento e segurança de dados. Neste artigo, vamos tratar dos dois primeiros e como os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet  podem ampliar a oferta de serviços para IoT utilizando suas redes 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de exemplos de usos práticos da IoT na saúde, o conteúdo da ABINC traz uma avaliação do cenário. Relatório do Mordor Intelligence de 2022, realizado pela associação, calculou o valor do mercado da IoT na saúde em US$ 183,4 bilhões naquele ano e previu que pode atingir US$ 293,1 bilhões até 2027. Na minha análise, o espaço para aplicações da Internet das coisas nesse setor é vasto, abrangendo desde smart houses, adaptadas para idosos e pessoas com deficiência, a dispositivos médicos inteligentes, em casa ou no hospital, que permitam o monitoramento remoto de pacientes e a intervenção médica mais rápida. Outro bom exemplo veio durante a pandemia de países da África e do Pacífico, que contaram com <a href="https://engenhariahoje.com/tecnologia/empresa-une-drones-e-iot-para-transportar-medicamentos-e-insumos/" target="_blank" rel="noopener">drones para entrega de remédios e vacinas</a> contra Covid-19 em locais remotos. Esta certamente é uma possibilidade a se considerar em um país de dimensões continentais como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, nenhuma dessas opções é viável sem a infraestrutura adequada para dar suporte à transmissão, análise e resposta aos dados de tais dispositivos. Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda (edge computing) bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada – item no qual a conectividade 5G ainda pode atender de forma dedicada por meio das redes privadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Análise de dados e tempo de resposta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação de borda atende à necessidade de coletar (upload), transferir, armazenar e processar grandes volumes de dados dos dispositivos inteligentes para dar a resposta (download) apropriada à ação. Essa quantidade imensa de dados ainda é somada ao uso da IA &#8211; Inteligência artificial para poder analisar e dar respostas a tais dispositivos. Por estar mais próximo aos aparelhos, na borda da conexão em um servidor local, o tempo de resposta da edge computing é menor, com menos gasto de energia elétrica e de largura de banda, implicando em menos custos de manutenção da operação. Aliada à IA, a computação de borda consegue identificar, analisar e transmitir dados separadamente, por ordem de assunto ou relevância, impedindo que a informação se perca no volume de dados e dando insights mais rápidos, em tempo real, aos dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com o desenvolvimento da IoT é um dos fatores que está impulsionando o <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Edge-computing-avanca-e-deve-absorver-US%24-4-bilhoes-ate-2025-no-Brasil-4759.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">crescimento da computação de borda no Brasil</a>. O IDC, em seu relatório IDC Predictions Brazil 2024, aponta que os ambientes de Edge compostos por hardware, software e serviços devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Rede privada para segurança e velocidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todo este volume de dados certamente congestionaria o tráfego em uma rede “comum” com usuários “comuns”, não importa a largura de banda. Por isso a implantação da rede 5G tem sido essencial para a expansão da utilidade corporativa, digamos assim, da Internet das Coisas, em especial sistemas dedicados como redes privadas 5G – <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">tema que já discutimos em artigo</a> anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes privativas são desenhadas para soluções específicas em um serviço limitado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. São muito mais focadas no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência, e pela característica privada, oferecendo mais confiabilidade e segurança para a transmissão de dados, dos dispositivos e da operação como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o ISP pode explorar as oportunidades da expansão da rede 5G no Brasil para dar suporte a soluções de IoT a partir do seu backbone de fibra óptica. É possível até mesmo pensar no aluguel da sua infraestrutura já montada e cabeada pelos postes às operadoras que queiram implantar a cobertura 5G em um determinado território para atender um cliente corporativo com IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a infraestrutura adequada para atender as demandas do IoT, o provedor ganha espaço em outros mercados corporativos, como o de facilities, atividades comumente terceirizada que as empresas contratam para poder focar em seu core business. De acordo com <a href="https://abrafac.org.br/artigos-publicados/abrafac-apresenta-os-numeros-mundiais-do-setor-de-facilities-no-fm-debate/" target="_blank" rel="noopener">estudo encomendado pela Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management (ABRAFAC),</a> a tendência nos contratos de performance é que sejam fechados por serviço e não mais pelo número de profissionais. Esta é uma boa oportunidade para que o ISP “terceirize” sua infraestrutura de rede à área de Facilities na aplicação da IoT para executar o serviço de forma mais ágil, produtiva e econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a abrangência das facilities é ampla, indo muito além da equipe de limpeza e manutenção, englobando serviços tão distintos como transporte e logística, locação de veículos, suporte administrativo (gestão de arquivos e documentos, portaria e recepção virtuais), segurança de ambientes (monitoramento de perímetro e qualidade do ar em fábricas) e segurança de modo geral, como controle de acesso a áreas restritas, rastreio veicular por GPS, catraca eletrônica com identificação facial e muitas outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ISP começou o século XXI estendendo fibra óptica e formando sua rede para levar Internet a clientes domésticos e corporativos. Este é o momento de avançar na conectividade e usar sua infraestrutura para fazer fluir a Internet das Coisas, um novo horizonte da conexão de empresas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>ESG é pragmático, foca em resultados e impacta os negócios</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/esg-e-pragmatico-foca-em-resultados-e-impacta-os-negocios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=esg-e-pragmatico-foca-em-resultados-e-impacta-os-negocios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 18:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo detalha o que significa cada uma das letras que compõem a sigla ESG e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069ce211" data-id="69fb2069ce211" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>ESG é pragmático, foca em resultados e impacta os negócios</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo detalha o que significa cada uma das letras que compõem a sigla ESG e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O termo ESG &#8211; Environmental, Social and Governance, ou Ambiental, Social e Governança que diz respeito a um conjunto de métricas que atualmente define as operações corporativas em âmbito mundial, vem deixando de ser um diferencial de mercado para se tornar uma obrigação das companhias frente a investidores que buscam estar associados a marcas sustentáveis e socialmente responsáveis. Neste artigo vamos detalhar melhor o que significa cada uma das letras que compõem a sigla e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, as empresas vêm alcançando maturidade no que se refere à aplicação do ESG, especialmente aquelas de capital aberto que, a partir de 2026, precisarão apresentar relatórios sobre sua jornada ESG à CVM &#8211; Comissão de Valores Mobiliários como regra de mercado. Em novembro do ano que vem, quando o País sediará a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, PA, as organizações brasileiras terão a oportunidade de mostrar o que está sendo feito nesse sentido, que é fundamental para a boa imagem do País como potência global. Mas qual o papel do ISP nesse cenário?</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ter em mente que, independentemente do tamanho da empresa, algumas diretrizes corporativas, como ética, respeito com pessoas e preservação do meio ambiente deixaram se ser diferenciais e passaram a ser inerentes à prática comercial no mundo. Uma empresa não precisa ser listada na Bolsa de Valores para adotar boas práticas de gestão e certamente será vista com bons olhos por seus diversos públicos de interesse, agregando mais valor à marca. Indo além, hoje o consumidor opta por organizações que apoiam a diversidade, se preocupam com a saúde mental de seus colaboradores e se mostram empenhadas em atuar de forma intrínseca em todos os lados do ESG, não somente o ambiental ou o social.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque o ESG tem uma abrangência muito maior do que as finalidades comumente discutidas ou conhecidas. Por exemplo, pouco se fala sobre compliance em ESG na cadeia de fornecedores, justamente <a href="https://epocanegocios.globo.com/colunas/coluna/2023/04/esg-tambem-deve-abranger-a-cadeia-de-fornecedores-e-inacao-pode-custar-caro.ghtml" target="_blank" rel="noopener">onde as falhas são mais identificadas</a> e onde o provedor regional pode explorar a seu favor. Ou ainda na esteira da nossa fama de “tecnologia verde, sem precisar de papel”, nós não prestamos atenção ao fato de que os datacenters emitem quase a mesma quantidade de carbono na atmosfera que o setor aéreo, por causa da energia elétrica necessária para mantê-los funcionando 24&#215;7.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso escolhi repassar os conceitos que compõem a sigla ESG e apontar como o ISP pode melhor entendê-los, aderir às suas práticas e trabalhá-los a seu favor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E de Enviromental ou Ambiental</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em infraestrutura de rede, a responsabilidade ambiental muitas vezes vem em segundo plano. Em 2022, um estudo realizado pela Faculdade de Computação do MIT &#8211; Massachussets Institute of Techonology chamado <a href="https://mit-serc.pubpub.org/pub/the-cloud-is-material/release/1" target="_blank" rel="noopener">“A nuvem é material: sobre os impactos ambientais da computação e do armazenamento de dados”</a> alertava justamente para isso: como a computação contribui para o aquecimento do planeta? Na prática, manter todo o maquinário envolvido no funcionamento, refrigeração, segurança de um datacenter e todos os dados que hoje movem o mundo têm um alto custo em emissões de carbono, o que torna a atividade onerosa para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma maneira concreta para o provedor de internet aplicar as métricas do “E” em seu negócio está na forma como se otimiza o consumo de energia elétrica em um datacenter. Uso de energia fotovoltaica, um gerador com bateria solar, boa manutenção ou atualização dos equipamentos, correta destinação de hardware obsoleto, por exemplo, são medidas que colaboram com a preservação do planeta. E, em termos de cadeia de fornecimento, é algo que chama atenção de clientes particulares e corporativos na hora de fechar negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>S de Social</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se a destinação correta de equipamentos obsoletos ou inservíveis ajudam na preservação ambiental, levar esses materiais ao reuso pode favorecer o social. Nesse sentido, que tal doar tais dispositivos para uma cooperativa de catadores de recicláveis para que eles façam o desmonte e aproveitamento das peças que podem ser vendidas? Ou ainda entregá-las para instituições, como cursos técnicos, que podem utilizar o material em aula?</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é a economia circular na prática, fazendo com que o hardware seja reinserido na cadeia produtiva, além de ser uma forma de como o ISP pode colaborar com a comunidade na qual está inserido, ajudando na geração de emprego e renda para catadores, bem como na educação de futuros profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atuar de forma socialmente responsável é mais do que organizar doações de cestas básicas ou outros itens em datas especiais, é usar do seu empreendimento para prover formas de crescimento da comunidade ao seu redor. Por exemplo, contratar Jovem Aprendiz (se for na escola do bairro da empresa, ainda melhor) ou diferentes perfis de profissionais, independente da raça, gênero ou orientação sexual. Vale lembrar que, na área de TI, <a href="https://www.michaelpage.com.br/sites/michaelpage.com.br/files/2021-04/_Women_in_Tech_2021.pdf" target="_blank" rel="noopener">menos de 20% das vagas no Brasil são ocupadas por mulheres, segundo pesquisa Women in Technology.</a> Veja que ainda não citei os idosos, pois o etarismo também é algo a se combater na sociedade e no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>G de Governança</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este tópico pode enganar à primeira vista, porque muitas pessoas resumem Governança a um sinônimo de gestão da empresa. Na verdade, a governança corporativa inclui em suas práticas transparência, responsabilidade, prestação de contas e equidade, tudo isso aplicado à saúde e competitividade do negócio. Garantir o melhor fluxo para a operação da empresa de forma que beneficie tanto os colaboradores quanto os clientes é uma ação de governança. Por isso a cibersegurança é um item essencial à governança no que se refere ao tratamento dos dados do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde estão armazenados os dados de clientes, fornecedores, colaboradores e do próprio funcionamento da empresa? Que tipo de tratamento de segurança e backup recebem? Quais pessoas possuem acesso às informações críticas da sua organização? Vazamentos de dados de clientes e ataques do tipo ransomware são um risco real, diário e constante que empreendimentos de todos os portes e segmentos estão sujeitos a enfrentar em todo o mundo. No Brasil, empresas de todos os setores no país tiveram que se adaptar à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) a partir de 2020, no entanto, muitas delas apenas colocaram um “quadrado” para que o usuário/cliente tenha ciência de que foi alertado, sem cuidar de forma apropriada dos dados desse cliente ou da própria empresa. E vale lembrar: isso não é aplicação da Governança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>ESG mais pragmático</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como apresentei no início deste artigo, estamos entrando em uma era de maior maturidade na abordagem do ESG, onde a adesão é colocada frente a frente com os resultados quantitativos das medidas empregadas. O professor Heiko Hosomi Spitzeck, diretor do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral (FDC), defende uma <a href="https://sejarelevante.fdc.org.br/tendencias-esg-mais-pragmatismo-foco-no-clima-e-regulacao/" target="_blank" rel="noopener">visão mais pragmática,</a> na qual a agenda ESG vai avançar na prática, mas perderá espaço na mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, estamos falando em educação, conscientização e aplicação das práticas necessárias para sobrevivência, atitudes que precisam fazer parte da cultura corporativa alinhada com as operações.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de data centers na América Latina deve ultrapassar US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil irá abocanhar 40% desse volume.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb2069cf3ac" data-id="69fb2069cf3ac" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">O mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil deve abocanhar 40% desse volume.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Christian Mendes Gouveia, diretor geral LATAM da Park Place Technologies</strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, a América do Sul tem sido palco de um notável crescimento na indústria de data centers, com destaque para o Brasil. Esse boom está intrinsecamente ligado à crescente demanda por armazenamento e processamento de dados, impulsionada pela digitalização em todas as esferas da sociedade. O aumento do uso de algoritmos, inteligência artificial e a iminente chegada do 5G estão entre os principais impulsionadores desse crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo da <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5hcml6dG9uLmNvbSUyRm1hcmtldC1yZXBvcnRzJTJGbGF0aW4tYW1lcmljYS1kYXRhLWNlbnRlci1tYXJrZXQtcmVwb3J0LTIwMjU6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6NDYzMTA3Ojcw" target="_blank" rel="noopener">Arizton Advisory &amp; Intelligence</a>, o mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. Dessas cifras impressionantes, o Brasil é responsável por uma fatia considerável, representando cerca de 40% desse valor. Esses números evidenciam não apenas o potencial do mercado brasileiro, mas também sua importância na região.</p>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades</strong></h3>
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<li><strong>Crescimento econômico digital: </strong>O Brasil está experimentando um crescimento acelerado em sua economia digital, com destaque para o comércio eletrônico e as fintechs. Esse cenário está gerando uma demanda crescente por infraestrutura de TI, incluindo data centers e redes corporativas.</li>
<li><strong>Adoção do 5G: </strong>A implantação das redes 5G no Brasil promete revolucionar a conectividade e abrir novas oportunidades para a indústria. O aumento nas taxas de adoção de smartphones e a ascensão da economia digital estão impulsionando a demanda por capacidade de armazenamento e processamento de dados.</li>
<li><strong>Posição geográfica estratégica: </strong>A localização estratégica do Brasil na América Latina o torna um destino atrativo para investimentos em data centers. Sua vasta extensão territorial, população significativa e conectividade com os países vizinhos contribuem para seu potencial como hub regional de tecnologia.</li>
<li><strong>Crescente uso de IA &#8211; inteligência artificial: </strong>A inteligência artificial está se tornando cada vez mais onipresente em diversos setores, exigindo infraestruturas de data centers mais avançadas para suportar o processamento de grandes volumes de dados. Essa demanda é impulsionada pelo crescimento das big techs e pela necessidade de empresas de todos os segmentos de utilizar IA para impulsionar a inovação e a eficiência.</li>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>Desafios e alternativas de soluções</strong></h3>
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<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os data centers são conhecidos por seu alto consumo de energia e suas emissões de carbono significativas. Em um mundo cada vez mais consciente das questões ambientais, a necessidade de práticas sustentáveis na indústria de tecnologia se torna cada vez mais urgente. Os data centers, em particular, têm sido alvo de crescente preocupação devido ao seu impacto significativo nas emissões de carbono. A título de comparação, só em contas on-line – como contas de e-mail, bancárias, entre outras – são gerados milhares de dados baseados em nuvem. No entanto, milhões dessas contas provavelmente não são utilizadas, principalmente, gerando dados considerados inúteis associados a essas contas ficam parados em data centers, que são movidos principalmente a combustíveis fósseis e operam 24 horas por dia. Para se ter uma ideia, <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnRoZXJlYWRlci5taXRwcmVzcy5taXQuZWR1JTJGdGhlLXN0YWdnZXJpbmctZWNvbG9naWNhbC1pbXBhY3RzLW9mLWNvbXB1dGF0aW9uLWFuZC10aGUtY2xvdWQlMkY6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6MGQ4ZDNlOjcw" target="_blank" rel="noopener">os data centers respondem por 2% de todas as emissões globais de carbono</a>, quase o mesmo que todo o setor aéreo, indica uma pesquisa mundial denominada “Na nuvem, fora da mente”, da Veritas Technologies.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, voltamos ao estudo da Arizton Advisory &amp; Intelligence que indica que a construção modular deverá contar com volume significativo de investimentos durante o período, por ser energeticamente eficiente e projetada para sustentar alta densidade de rack e propiciar custo de execução 30% menor do que instalações tradicionais de alvenaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enxergamos alternativas que podem minimizar o impacto ambiental dos data centers, como:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Manutenção de hardware: </strong>Estender os serviços de suporte para além do período de garantia, permitindo que a tecnologia existente seja aproveitada por mais tempo, reduzindo assim a necessidade de atualizações frequentes.</li>
<li><strong>Serviços profissionais: </strong>Descarte seguro de hardware, com foco na reutilização e reciclagem de peças e sistemas, contribuindo para a economia circular.</li>
<li><strong>Escolha de softwares: </strong>Adoção de soluções empresariais de monitoramento, gerenciamento e desempenho de rede para otimizar a infraestrutura e reduzir o consumo de energia.</li>
<li><strong>Serviços gerenciados: </strong>Aquisição de serviços entregues por meio de automação, visando reduzir resíduos eletrônicos e minimizar o tempo de inatividade.</li>
<li><strong>Hardware: </strong>Considerar a compra de hardware usado como alternativa, contribuindo para a economia circular e reduzindo os impactos ambientais associados à produção de novos equipamentos.</li>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial</strong></h3>
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<p style="text-align: justify;">Com a crescente adoção da nuvem para armazenamento de dados, em especial com a evolução e popularização do uso da inteligência artificial, as organizações se veem obrigadas a aumentar a infraestrutura de data centers e serviços de armazenamento, a fim de suportar essa nova demanda em evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o segmento de serviços de nuvem tem como principais players Amazon, Google e Microsoft. Chamados de hiperescaladores, são provedores de nuvem em larga escala. Essas corporações são as que armazenam maior volume de dados das empresas em geral, especialmente agora com a explosão da utilização de sistemas de Inteligência Artificial como o Bard – do Google – e do ChatGPT.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, e devido ao crescimento dessas big techs, empresas do setor de data centers utilizados não só por elas, mas também por uma variedade de companhias de todos os segmentos e até órgãos públicos, têm obrigatoriamente crescido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do boom para os data centers se deu com o advento da pandemia, que obrigou as organizações a se digitalizarem com rapidez – o que até vinham fazendo antes, mas a passos de tartaruga. Quando essa nova necessidade de alocação começou a se estabilizar, com a adaptação das empresas ao novo normal e o fim da pandemia&#8230; BOOOM&#8230; entra em campo e de sola, a IA generativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se de fato “os dados são o novo ouro”, as companhias farão de tudo para acumulá-lo e o cofre para isso são os data centers. Apontada como uma das principais tendências tecnológicas desse e dos próximos anos, a inteligência artificial generativa exige o desenvolvimento de estruturas mais robustas para operar – em especial, a do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a modernização de sua infraestrutura de TI é inevitável, para empresas que desejem ser ágeis e competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associada ao crescente uso de aplicações baseadas em (ML &#8211; machine learning), soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que a utilizada no processamento de dados convencional, reivindicando uma mudança fundamental em toda a arquitetura do centro de dados. O mesmo se dará nos sistemas de resfriamento, que precisarão ser mais sofisticados para acomodar uma saída de calor mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, ao mesmo tempo que esse desafio se apresenta, a utilização da IA pode ser uma aliada aos operadores e administradores de data centers.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>IA Generativa: </strong>A aplicação da inteligência artificial generativa nos data centers promete trazer benefícios significativos, incluindo análise preditiva, detecção de anomalias e otimização do desempenho. Essa tecnologia está se tornando uma aliada valiosa para os operadores de data centers, permitindo aprimoramentos em eficiência e economia de custos.</li>
<li><strong>Aumento da densidade energética: </strong>Soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que o processamento de dados convencional, exigindo uma mudança fundamental na arquitetura dos data centers. Isso destaca a importância de investimentos em infraestrutura para suportar as demandas crescentes da IA.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em suma, esses dados e os números revelam um cenário de oportunidades e desafios para o mercado de data centers na América do Sul, em especial no Brasil. À medida que o setor continua a se expandir e evoluir, é crucial que sejam implementadas soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um crescimento econômico sustentável e responsável.</p>

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