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	<title>Smart city &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Smart city &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Prefeitura de Curitiba e Minsait promovem formação gratuita em TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:34:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Programa de formação terá como foco tecnologias mais demandadas do mercado, como low-code e Java.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc0115" data-id="6a18cb4cc0115" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Prefeitura de Curitiba e Minsait promovem formação gratuita em TI</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A Minsait, empresa de transformação digital e tecnologia da Informação, firmou uma parceria com a Prefeitura de Curitiba, PR, e a Agência Curitiba de Inovação para oferecer capacitação tecnológica gratuita para profissionais que desejam iniciar a carreira na área de TI ou adquirir novas competências para melhorar sua empregabilidade. O programa acontece sob o marco do Digital Innovation Hub, iniciativa de capacitação e aprimoramento em TI idealizada pela Minsait, e disponibilizará vagas voltadas para jovens e pessoas com mais de 40 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco serão as tecnologias mais demandadas atualmente por empresas públicas e privadas, como low-code, Java e angular. O intuito do programa é fornecer capacitação tecnológica para conectar os alunos às oportunidades de emprego e progressão na carreira TI, setor que gera cerca de 159 mil novas vagas anualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O ciclo de formação tem duração de até três meses, dependendo da trilha de aprendizado, e contará com capacitação guiada, treinamento em classes virtuais e presenciais, e avaliações. O programa certificará os alunos que concluírem o curso, além de oferecer a oportunidade de praticarem os conhecimentos adquiridos no “Urban Innovation Labs”, iniciativa da Minsait, que consiste em um laboratório para soluções urbanas que busca atrair projetos criativos e sustentáveis no âmbito das smart cities.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os alunos poderão utilizar no Digital Innovation Hub e no Urban Innovation Labs licenças da Onesait Platform, plataforma aberta e de desenvolvimento ágil com capacidades IoT e big data da Minsait.</p>
<p style="text-align: justify;">“O programa vai oferecer aos candidatos uma visão robusta dos temas mais relevantes que estão movimentando o mercado de trabalho, além de poderem se especializar em algumas das tecnologias mais demandadas”, explica Ewaldo Del Valle, diretor executivo de administração pública e saúde da Minsait, empresa do grupo Indra.</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados em participar do programa devem consultar a <a href="https://minsait.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6NDQ4MDEzNCwic291cmNlIjoiZ3VweV9wdWJsaWNfcGFnZSJ9?jobBoardSource=gupy_public_page" target="_blank" rel="noopener">página de candidatura</a> para obter todas as informações.</p>

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	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>American Tower e Algar Telecom fecham parceria para o desenvolvimento de IoT no mercado brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 18:08:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o acordo, a Algar Telecom vai ampliar sua atuação no ecossistema de IoT/LoRaWAN. Objetivo é desenvolver projetos customizados para grandes organizações ou órgãos públicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc1aeb" data-id="6a18cb4cc1aeb" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">American Tower e Algar Telecom fecham parceria para o desenvolvimento de IoT no mercado brasileiro</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A American Tower, empresa global de infraestrutura para telecomunicações, e a Algar Telecom, companhia de telecomunicações e TI do Grupo Algar, fecharam parceria para oferta de IoT &#8211; Internet das coisas por meio da rede neutra LoRaWAN no Brasil. O objetivo é que, por meio do acesso ao ecossistema e à rede, as empresas possam trabalhar no desenvolvimento de novas soluções e na expansão do ambiente de negócio de IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria com a rede LoRaWAN da American Tower, que está em funcionamento no Brasil desde outubro de 2018, permitirá a ampliação da atuação da Algar Telecom no ecossistema de IoT/LoRaWAN, com uma solução inovadora e em constante evolução, de forma agnóstica às tecnologias de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nosso objetivo é desenvolver projetos customizados para grandes organizações ou órgãos públicos que precisam monitorar sistemas. Não teremos uma entrega padrão, e sim um serviço desenvolvido a partir das necessidades levantadas. Outro diferencial é o fornecimento de uma solução de ponta a ponta, que engloba desde a instalação dos sensores até a entrega de relatórios ou dashboards de inteligência de dados, definidos conforme as necessidades de cada cliente”, comenta o vice-presidente da Algar Telecom, Osvaldo Carrijo.</p>
<p style="text-align: justify;">A rede neutra para Internet das coisas LoRaWAN da American Tower já possibilita a conexão de mais de 5 milhões em acordos de dispositivos para serviços de smart cities, como medição de água, gás e energia, monitoramento climático, sensoriamento de enchentes, iluminação pública, entre outros. A tecnologia, presente em 67% do PIB, é uma das mais eficientes para a transmissão de dados de gestão, conectando dispositivos de sensoriamento e monitoramento diversos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A parceria entre as empresas habilita novas possibilidades de criação de valor para os clientes que demandem soluções para as suas dores de forma eficiente e escalável. O padrão LoRaWAN é muito eficiente no consumo de energia e tem um ecossistema bem consolidado de desenvolvedores, soluções e aplicações no Brasil”, explica o diretor de novos negócios da American Tower, Janilson Bezerra.</p>
<p style="text-align: justify;">O ecossistema IoT Labs da American Tower conta com mais de 200 soluções, mais de 130 parceiros e uma presença nacional que alcança mais de 110 milhões de pessoas.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Projeto de smart city em São Paulo utiliza rede IoT da American Tower</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 19:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Casos de uso IoT devem ampliar o monitoramento de áreas urbanas, melhorar os tempos de resposta dos serviços de emergência e da mobilidade e a gestão da segurança dos pedestres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc2ceb" data-id="6a18cb4cc2ceb" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Projeto de smart city em São Paulo utiliza rede IoT da American Tower</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A American Tower, fornecedora global de infraestrutura para telecomunicações, participa do projeto de smart city da cidade de São Paulo, conduzido pelo LSI-TEC &#8211; Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológicos no contexto do Plano Nacional de IoT e financiado pelo BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia fornece sua rede neutra LoRaWAN, com cobertura nacional de 67% do PIB – Produto Interno Bruto do país, incluindo todas as capitais e o Distrito Federal, e mais de cinco bilhões de mensagens transmitidas. “Estamos colaborando com projetos que visam trazer benefícios importantes para a população. Parcerias como essa com a LSI-TEC permitem que novas soluções sejam desenvolvidas, sempre visando real impacto e escala, para a sociedade e para o ecossistema de parceiros como um todo”, diz Daniel Laper, diretor de fibra e novos negócios da American Tower do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Marcelo Zuffo, professor titular da Poli-USP e conselheiro científico-tecnológico dos pilotos, “o projeto de cidades inteligentes com IoT é extremamente desafiador. Engloba aspectos do estado da arte em tecnologia IoT com aspectos relevantes de impacto socioeconômico para a população, como diminuir o tempo de socorro em casos de acidentes, aumentar a eficiência das abordagens da polícia e otimizar o processo de programação de semáforos, contribuindo para uma maior segurança nas travessias e melhora da fluidez do tráfego”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Benefícios aos cidadãos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos casos de uso envolve a aplicação de sensores de IoT em automóveis para identificação e notificação de padrões que podem caracterizar acidentes ou atividades suspeitas. O programa já apresenta os primeiros resultados, como o dispositivo piloto “Sentinela”, desenvolvido com tecnologia nacional para identificar e notificar situações de risco de vida e ações criminosas. O dispositivo faz a leitura das placas dos carros, monitora o ambiente e identifica situações de risco a partir de imagens de uma câmera, usando inteligência artificial. Os eventos são notificados por meio da rede LoRaWAN para um servidor remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em outro caso de uso, de mobilidade urbana, é investigado o potencial da tecnologia para monitoramento e controle da rede semafórica, com o objetivo de gerar uma maior segurança nas travessias de pedestres e melhorar a fluidez no tráfego de automóveis. O piloto foi testado ainda em março último, com dispositivos aplicados em dois semáforos na Cidade Universitária.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao fim dos testes, previstos para o segundo semestre de 2022, os resultados serão publicados, com o objetivo de ampliar a disseminação do conhecimento sobre a tecnologia. Os relatórios de experiência em campo podem ajudar a difundir a tecnologia aplicada e servir de subsídio para aperfeiçoar estruturas regulatórias, visando facilitar a introdução de IoT e de novos modelos de parceria do Estado com a iniciativa privada.</p>
<p style="text-align: justify;">  O valor total dos pilotos é de R$ 5,3 milhões. Segundo Laisa Costa De Biase, coordenadora do projeto pela LSI-TEC, é aplicada tecnologia nacional para o desenvolvimento de inteligência artificial na borda por meio do programa de plataformas do “Caninos Loucos”, que desenvolve SBCs &#8211; Single Board Computers abertas para IoT.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cooperação financeira</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a execução do projeto, foi estabelecida uma rede de colaboração em que diferentes instituições cooperaram no financiamento, na implantação da solução e na disponibilização de tecnologia e ambientes para execução dos pilotos. Além da American Tower, também participam do trabalho a PMESP &#8211; Polícia Militar do Estado de São Paulo, a SSP-SP &#8211; Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, a CET &#8211; Companhia de Engenharia de Tráfego e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os experimentos contam, ainda, com o apoio do grupo automotivo Stellantis, da Smart Modular Technologies, provedora nacional de memórias digitais, e da Deloitte, forcada em serviços de consultoria e transformação digital, que irá desempenhar o papel de fiscalizador e elaborar o relatório de avaliação do potencial impacto social dos projetos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Internet das coisas inspira novo conceito de moradia no Ceará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 19:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[O Smart City Laguna, um empreendimento residencial baseado no conceito de cidade inteligente, em São Gonçalo do Amarante, CE, tem uma série de sistemas de automação IoT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc3e33" data-id="6a18cb4cc3e33" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Internet das coisas inspira novo conceito de moradia no Ceará</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Com o avanço da IoT – Internet das coisas, a automação residencial ganha cada vez mais destaque no país. Um exemplo é o Smart City Laguna, um empreendimento de casas, em São Gonçalo do Amarante, CE, erguido pela Planet Smart City, uma empresa global que projeta e constrói cidades e bairros inteligentes inclusivos.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto, definido como “primeira cidade inteligente inclusiva do mundo”, tem capacidade para 20 mil moradores e ocupa uma área de 330 hectares a 55 km de Fortaleza.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Stephen Dunphy, chefe global de IoT da Planet Smart City, as famílias já instaladas estão sendo convidadas a testar sistemas de automação de IoT em suas casas. “A experiência acontece a partir dispositivos residenciais conectados à Internet, que são controlados remotamente por meio de aplicativos móveis”, completa o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os testes incluem sistemas de iluminação inteligentes dos ambientes da residência, que ligam e desligam as luzes, câmeras Wi-Fi, instaladas em conjunto com sensores de segurança, e monitoramento a distância via aplicativos móveis, além de plugues inteligentes para controle remoto de aparelhos eletrônicos por meio de telefones celulares e gerenciamento do consumo de energia elétrica, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Planet Smart City também implantou mais de 60 soluções inteligentes em toda a área do Smart City Laguna, que vão desde fechaduras inteligentes em ambientes compartilhados até aplicativo gratuito de bairro, o Planet App. Há ainda sistemas de iluminação de LED, que reduzem o consumo de energia, e pavimentação drenante, para evitar ilhas de calor. A primeira etapa da cidade já foi entregue e a previsão de conclusão é ainda em 2021.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Carta Brasileira de Cidades Inteligentes é lançada em evento virtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 16:19:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
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					<description><![CDATA[O documento foi apresentado oficialmente no Smart City Session, evento global sobre cidades inteligentes realizado pela iCities. Esta é a primeira edição do encontro totalmente on-line. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc5199" data-id="6a18cb4cc5199" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Carta Brasileira de Cidades Inteligentes é lançada em evento virtual</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Carta Brasileira de Cidades Inteligentes foi lançada oficialmente na abertura do Smart City Session, evento global sobre cidades inteligentes realizado pelo iCities nesta terça-feira (8) e quarta-feira (9). Esta é a primeira edição do encontro totalmente on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">  O documento une esforços do MCTI &#8211; Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações e do MDR &#8211; Ministério do Desenvolvimento Regional, em parceria com a embaixada da Alemanha no Brasil, e foi construído nos últimos 18 meses de forma colaborativa entre o poder público, academia, especialistas e empresas do segmento de inovação, além de representantes da sociedade civil organizada. Pauta prioritária do governo federal, a Carta traça estratégias para apoiar municípios e agentes nas ações locais para as smart cities.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;As cidades precisam se apropriar de novas tecnologias, e a Carta vem para auxiliar nesse processo de digitalização. São benefícios importantes para uma oferta de serviços públicos de excelência e que vão dar mais qualidade de vida para a população”, destacou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. “O MDR e os parceiros fizeram um grande esforço para a construção deste documento, que norteará o desenvolvimento de cidades inteligentes por todo o Brasil&#8221;, completa o ministro.</p>
<p style="text-align: justify;">  O documento tem como base as premissas da PNDU &#8211; Política Nacional de Desenvolvimento Urbano e visa orientar a agenda de cidades inteligentes no governo federal para os próximos anos, servindo de alicerce também para que estados e municípios formulem políticas relativas ao tema, de modo a consolidar o entendimento de que a tecnologia deve estar a serviço do cidadão. Oferece ainda um conceito nacional para o termo “cidades inteligentes” e disponibiliza uma estrutura para a indexação das diversas iniciativas brasileiras vinculadas ao tema.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto será a promoção dos direitos humanos, observando aspectos como privacidade pessoal e de dados, transparência do poder público, cidadania e segurança. A iniciativa também visa promover padrões de desenvolvimento urbano sustentável, que levem em conta o contexto brasileiro da transformação digital nas cidades. Nela, oito objetivos estratégicos apresentam uma agenda pública, comum e articulada, para a transformação digital sustentável do país.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Como a tecnologia pode preparar as cidades para um futuro com mais inteligência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores de serviço de Internet têm um papel importante no desenvolvimento das cidades digitais. Suas infraestruturas de redes serão cruciais para melhorar a gestão dos municípios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc651b" data-id="6a18cb4cc651b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a tecnologia pode preparar as cidades para um futuro com mais inteligência</h1>

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			<h4>Rodrigo da Silva Lucion, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.furukawalatam.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Furukawa Electric</a></span></h4>

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			<h5>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.klint.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Klint</a></span>, fornecedora de produtos e soluções de infraestrutura de redes para ambientes industriais, prediais e data centers</h5>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h2><em>Os provedores de serviço de Internet têm um papel importante no desenvolvimento das cidades digitais. Suas infraestruturas de redes espalhadas por várias cidades do país serão cruciais para </em><em>melhorar a gestão dos municípios e ampliar a prestação de serviços à população.</em></h2>

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			<p style="text-align: justify;">  A pandemia da Covid-19 e o novo cotidiano imposto pela necessidade de isolamento social tornaram ainda mais evidente a importância da transformação digital em diversos segmentos. No caso das cidades, que já vinham investindo em digitalização com foco, principalmente, em serviços de governo eletrônico, a migração para as tecnologias digitais precisou ser acelerada para atender às demandas trazidas pela nova realidade &#8211; como, por exemplo, a o ensino remoto com transmissão de conteúdos on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa aceleração nas cidades, que deverá continuar na pós-pandemia, só é possível graças aos investimentos feitos em tecnologia e, em particular, em redes de comunicação banda larga. Com a intensificação do uso de redes de fibra óptica baseadas em tecnologia PON – redes ópticas passivas, a barreira da velocidade de conexão está sendo superada, ampliando os horizontes de aplicações e serviços disponíveis nas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  O grande desafio é aproveitar ao máximo essa infraestrutura já existente. O<strong>s</strong> ISPs &#8211; provedores de serviço de Internet têm um papel importante nesta discussão. Suas infraestruturas de redes espalhadas por várias cidades do país serão cruciais para melhorar a gestão dos municípios e ampliar a prestação de serviços à população. A combinação de esforços entre as prefeituras e os ISPs para aproveitar a conectividade e as tecnologias existentes permitirá a inclusão digital dos cidadãos.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>IoT – Internet das coisas</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com a IoT os mais variados dispositivos do nosso cotidiano podem ser conectados à Internet e executar tarefas de modo mais automatizado e inteligente, com informações em tempo real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Do ponto de vista de uma cidade digital, isso permite aproveitar toda a rede que conecta órgãos públicos, escolas, unidades de saúde e de segurança para viabilizar a comunicação com outras áreas de interesse, além de um controle integrado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Um bom exemplo de área que pode se beneficiar com essa integração é a mobilidade urbana. Caótica em alguns grandes centros urbanos, a mobilidade pode ganhar um controle mais eficiente por meio de tecnologias que promovam a automação de sistemas semafóricos, o monitoramento do tráfego de veículos e o atendimento emergencial em casos de acidentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na saúde, um paciente pode ser submetido a cirurgias de emergência de forma remota, quando não houver condições ou tempo hábil para deslocamento &#8211; o que aumenta suas chances de sobrevivência. Na área de segurança, um sistema proativo é capaz de acionar a polícia em casos de atividades suspeitas, por exemplo. Esses são apenas alguns ganhos propiciados pela evolução de uma cidade digital para inteligente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A riqueza de informações geradas pela Internet das coisas é tão grande que, atualmente, boa parte dos dados acaba sendo subutilizado &#8211; algo semelhante ao que aconteceu quando a banda disponível aumentou de forma expressiva e não foi aproveitada adequadamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Esse excesso de informações, aliado à falta de um agente capaz de tratá-las de modo coeso, é um dos motivos pelos quais a maior parte das cidades digitais ainda não se tornou inteligente. A inteligência dessas cidades teria um custo financeiro e exigiria recursos especializados que o excesso de informações mal aproveitadas não compensaria. Imagine o que fazer, por exemplo, com todas as informações geradas por um sistema de trânsito, como horários de maior fluxo, tipos de transporte mais comuns, rotas mais utilizadas, placas dos carros, avarias ou cargas irregulares, lugares com maior índice de acidentes, comportamentos perigosos e tantos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Agora, imagine isso em uma cidade que é composta por inúmeros outros sistemas e, ainda, ações preditivas com premissas estatísticas a partir desses dados. Seria praticamente inviável, em termos operacionais, ter pessoas analisando todos esses casos, criando soluções e acionando os responsáveis em tempo real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Esse patamar, certamente, virá com o big data e a IA &#8211; inteligência artificial aplicados de forma analítica às cidades inteligentes. Isso as tornaria ainda mais inteligentes e, de certo modo, autônomas. Com esses recursos de tecnologia, os dados gerados pelos dispositivos IoT podem ser armazenados, classificados e ficar disponíveis para consulta por todos os sistemas. Nesse modelo, uma aplicação de monitoramento por câmeras de segurança, por exemplo, pode evoluir para um sistema de prevenção, com análise de comportamentos capaz de indicar a intenção de violação da lei. Mais do que isso, o sistema permitiria determinar, ao longo do tempo, os locais, horários e circunstâncias mais propícios à ocorrência de crimes, mapeando o posicionamento das forças policiais de forma eficiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  No caso da saúde, seria possível criar campanhas proativas, utilizando estatísticas do sistema, ou direcionar recursos especiais para áreas específicas, com base em históricos de eventos ou no aumento de endemias (como casos de dengue), de forma muito mais rápida e precisa. Além disso, o sistema poderia permitir que o planejamento de um tratamento médico fosse feito com base em informações de hereditariedade do paciente &#8211; por meio de consultas e diagnósticos de seus pais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  As possibilidades são muitas e a tecnologia hoje permite caminhar nessa direção. Atualmente, já existem iniciativas envolvendo o uso de big data e desenvolvimentos em IA para que essas informações possam ser retroalimentadas visando a aprendizagem dos sistemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A verdade é que as cidades já passaram do estágio de totalmente manuais, sem conectividade e com carência de informação. Hoje, elas estão semiautomatizadas, com conectividade e a caminho do excesso de informação. No futuro próximo, além de conectadas, as cidades poderão estar automatizadas e com as informações sendo aproveitadas em benefício de uma melhor gestão e da oferta de serviços eficientes e adequados às demandas de seus cidadãos.</span></p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 28]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[FTTx]]></category>
		<category><![CDATA[GPON]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc8bd2" data-id="6a18cb4cc8bd2" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações, e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cc8ce0" data-id="6a18cb4cc8ce0" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h4>Eduardo Venturini, especialista em redes FTTx na <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.rdm.com/bra_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R&amp;M</a></span> para América Latina</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Quando falamos de futuro da tecnologia, invariavelmente, surgem discussões a respeito de carros autônomos, inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, 8K e muito mais. Tudo isso será possível, sim, com a adoção de novas tecnologias como 5G, WiFi-6 e IoT – Internet das coisas em ambientes inteligentes e conectados, sejam eles smart buiding ou smart cities.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso não é uma visão tirada de um filme de ficção, mas uma realidade bem próxima. Porém, será preciso que uma série de dispositivos estejam conectados, gerando e transmitindo uma grande quantidade de dados, que somente as redes de fibras ópticas poderão suportar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, a forma mais fácil de se chegar a este futuro é utilizar as redes das operadoras de telecomunicações e dos ISP – provedores de serviços de Internet que já estão presentes em vários municípios do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, as redes dos diversos ISPs do país são baseadas em fibras ópticas e utilizam a tecnologia G-PON, e suas evoluções XG-PON e NG-PON2. Esta tecnologia foi padronizada no ano de 2003, sob a denominação ITU-T G984, sendo bastante difundida e utilizada no mundo para as redes de acesso. Além da utilização em larga escala e disponibilidade de equipamentos, há outro ponto que favorece a adoção da tecnologia: a grande oferta de componentes de rede, permitindo que a rede seja implantada nos mais diversos ambientes, subterrâneo, aéreo, clima seco, neve, chuvoso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas quando pensamos em utilizar a infraestrutura dos ISPs para implantar estas novas tecnologias será que estas redes estão preparadas para o futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar alguns aspectos críticos para uma rede passiva óptica eficiente. Primeiro, é necessário um processo de elaboração correta de projeto, onde são definidos a topologia, tecnologia adotada, redes do tipo P2P ou P2MP, taxa de penetração, etc. Porém, isto não será analisado neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para garantir a eficiência da rede também é preciso olhar para qualidade de cada componente que compõe a infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma rede passiva óptica PON está sujeita a intempéries como sol, chuva, névoa salina, ataque químico, entre outros agentes agressores. Desta forma, a disponibilidade e o desempenho da rede dependem da qualidade de cada um dos seus componentes. Assim como a tecnologia de transmissão evolui, os componentes também passam por um processo de aperfeiçoamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora muita vezes não seja notado, os fabricantes de infraestrutura investem milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimentos para que os produtos sejam mais compactos e mais fáceis e rápidos de serem instalados. Com isso, as redes podem ser ativadas rapidamente, com padronização e menos erros, impactando positivamente na confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo veja alguns pontos críticos de uma rede que são altamente impactados pelos componentes.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Distribuidores ópticos e bastidores de fibras ópticas nas centrais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A central é o local físico, ou edificação, onde a rede começa e tem a função de conectar a rede de acesso ao backhaul. Normalmente, neste ambiente encontramos equipamentos de transmissão G-PON, OLT, e de networking. Em alguns casos também há equipamentos de rede celular 2G/3G e 4G e data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o aumento de equipamentos e o número de conexões, a operação da central se torna um ponto crítico na operação do dia-a-dia. Então, deve-se buscar construir ou transformar um central.</p>
<p style="text-align: justify;">  A modularidade, crescimento conforme a demanda, ajuda no balanço entre CAPEX e OPEX. A alta densidade, com o aumento do número de portas de equipamentos, e conexões dos distribuidores ópticos de altas densidade também são necessárias. Porém, quando aumentamos muito a densidade de portas por DGOs, novos problemas aparecem como dificuldades de instalação, gerenciamento das conexões, congestionamento de cordões e consequentemente erros de instalação. Na figura abaixo podemos perceber o quão crítico são estes pontos na operação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9246" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9246" class=" wp-image-9246" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png" alt="" width="620" height="436" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1.png 600w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-9246" class="wp-caption-text">Exemplo de ODF convencional (esquerda) e ODF de Alta densidade (direita)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, soluções projetadas para altas densidade visam eliminar estes pontas de falhas que diminuem confiabilidade da rede e causam indisponibilidade do serviço.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conectores e mão de obra na construção da rede externa </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em uma rede G-PON, cabos e splitter são os elementos que apresentam as maiores perdas absolutas da rede. Mas se olharmos com mais atenção, vamos perceber que as perdas máximas por quilometro do cabo, especificado por normas, e as perdas reais são muito próximas. O mesmo acontece com os valores dos splitters.</p>
<p style="text-align: justify;">  Caixas de emendas e CTO devem garantir a integridades dos componentes, suportando a variação térmica, radiação UV, ingresso de umidade e impacto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar dois componentes que devemos estar atentos durante a construção da rede e o impacto no seu funcionamento eficiente, dos conectores óticos e emenda por fusão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9240" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9240" class="wp-image-9240" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png" alt="" width="698" height="391" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2.png 711w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /><p id="caption-attachment-9240" class="wp-caption-text">Rede FTTx típica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No exemplo abaixo vemos quão crítico é o impacto da qualidade da conexão e da mão de obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 448px; width: 92.6058%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="92.6058%">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 46.6607%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="216"><strong>Valores padrão de norma de FTTH</strong></td>
<td style="width: 45.0299%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="243"><strong>Valores desempenho melhorado </strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0,5 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0,35 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0.6 db (0,1dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0.30 db (0,05dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">18.3 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">17,5 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>4 conectores SC APC</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">3.0 db (0,75dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>4 x SC APC Grade B</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1 db (0,25dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">1db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">5,1 dbm</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">8,2dbm</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">10,2 km</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113"><strong>23 km</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se optarmos por conector com perda de inserção (IL) Classe 1, definido pelo NBR 14433, teremos uma perda máxima de 0,8 db por conexão. No exemplo utilizamos um valor de 0,75dB/ conexão. São valores normalizados e certificados por entidades regulatórias, como a Anatel, porém na prática conectores com perdas altas diminuem o alcance da rede. Então, especificar um conector que atenda classe III definido, pela NBR 14433, garantirá o alcance total da tecnologia (20 km).</p>
<p style="text-align: justify;">  A emenda por fusão também se apresenta como ponto crítico e depende muito da mão de obra e recursos disponíveis, pois em um enlace de 20 km temos diversas fusões que podem reduzir o alcance da rede como no exemplo acima 01 dB/ fusão contra 0,5 dB/fusão &#8211; ao final de seis fusão perdemos 1 km de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos concluir que para ter uma rede à prova de futuro precisamos olhar não somente para as tecnologias, mas também para os componentes que instalamos hoje na rede. É preciso procurar produtos de qualidade de fontes confiáveis e mão de obra qualificada, pois são eles que suportarão esta migração e deverão funcionar por décadas.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cb4cca6b1" data-id="6a18cb4cca6b1" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>O papel da tecnologia nas cidades inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 13:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 22]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
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		<category><![CDATA[Smart city]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[É fato que a informação é um dos bens mais valiosos de uma organização. Mas para muitas empresas lidar com tantos dados nem sempre é uma tarefa simples.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>O papel da tecnologia nas cidades inteligentes</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Sem dúvida, a tecnologia tem um papel de destaque na construção das cidades inteligentes. Claro que ela deverá caminhar em conjunto com outras áreas como mobilidade e infraestrutura, com a participação da sociedade. Mas é fato que soluções de IoT – Internet das coisas, 5G, cloud, etc. serão peças chave para melhorar a gestão pública e criar ambientes melhores para se viver, trabalhar e empreender.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este é um mercado que abrange diversos setores, incluindo saúde, educação, transporte, saneamento, segurança e energia. De acordo com um estudo da Grand View Research, as smart cities devem movimentar, mundialmente, US$ 2,57 trilhões em 2025, com um CAGR – taxa de crescimento anual composta de 18,4% no período. Esse volume será motivado por fatores como aumento da população urbana, foco em sustentabilidade e necessidade de gerenciar melhor os recursos naturais. Iniciativas estão sendo realizadas em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Coreia do Sul, por exemplo, planeja injetar, até 2024, US$ 4,57 bilhões na construção da primeira cidade inteligente do país: a Busan Eco Delta City (EDC). Todas as instalações de infraestrutura serão mantidas e gerenciadas com base em um enorme volume de dados coletados por meio de sensores de IoT. A IA – inteligência artificial será usada para melhorar a qualidade de vida da população e enfrentar os desafios da urbanização.</p>
<p style="text-align: justify;">  A cidade de Yinchuan, na China, é considerada referência mundial no assunto. Com 2,5 milhões de habitantes, a cidade foi totalmente coberta por redes de fibra óptica e LTE. Com o uso de tecnologias, como computação em nuvem, IoT, câmeras inteligentes e big data, o local reduziu problemas relativos à mobilidade urbana, segurança pública, meio ambiente, saúde, cidadania, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Até 2025, Copenhague, na Dinamarca, pretende atingir emissão neutra de carbono. A cidade utiliza medidores de qualidade de ar integrados a postes de iluminação e energia solar para iluminar espaços públicos. A bicicleta é usada regularmente como meio de transporte por 49% da população e, para economizar energia, os semáforos são desligados automaticamente, quando não há trânsito de veículos. Também estão disponíveis aplicativos que facilitam a vida do cidadão, como para estacionamento inteligente.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Brasil</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, as cidades digitais vêm ganhando espaço. De acordo com o Ranking Connected Smart Cities, de 2019, elaborado pela consultoria de mercado Urban Systems, Campinas, Curitiba e São Paulo são os municípios mais inteligentes do país. Para chegar nesse resultado 700 cidades foram avaliadas, priorizando o conceito de conectividade em 70 indicadores, como mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança. Um artigo publicado nesta edição mostra algumas iniciativas adotadas por essas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Governo Federal anunciou, em julho de 2019, o Programa Brasileiro para Cidades Inteligentes Sustentáveis. O MCTIC – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações é responsável por padronizar e debater as soluções. A política do Ministério prevê, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional, a criação de uma câmara de discussão envolvendo governos, academia, indústria, setor privado e entidades representativas para debater as melhores formas de atender as cidades com soluções de conexão ou provimento de aplicações inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A nova política substitui o programa Cidades Digitais criado em 2012 e que já está presente em mais de 140 cidades. Recentemente, o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou um aporte de R$ 2,98 milhões para um projeto de cidade inteligente para a implementação de aplicações de IoT, em Campinas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O trabalho prevê a integração de dispositivos, conectividade, suporte à operação e segurança, incluindo sistemas de vigilância, telegestão para iluminação pública e um portal de monitoramento de veículos e placas e medição de microclima em área urbana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">5G</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O 5G também é um assunto de destaque nesta edição. Para Letice Kubert, diretora comercial de analytics &amp; IoT da Thales na América Latina, a infraestrutura 5G abrirá um novo mundo de possibilidades e deverá se tornar a espinha dorsal das operações industriais, facilitando a transformação digital no modelo de negócios B2B. A tecnologia ainda permitirá o desenvolvimento da IoT e o uso da IA na indústria em larga escala. Segundo ela, as principais razões para essa transformação são o aumento da capacidade, a baixa latência e a extensa cobertura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Inatel vai executar projeto de cidade digital em Santa Rita do Sapucaí</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/inatel-vai-executar-projeto-de-cidade-digital-em-santa-rita-do-sapucai/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inatel-vai-executar-projeto-de-cidade-digital-em-santa-rita-do-sapucai</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 13:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O BNDES habilitou a instituição para iniciar um projeto piloto de cidade digital, que será conduzido em parceria com a prefeitura local, Ericsson e TIM, além das startups Pixel, Das Coisas, Fractum e Laager Inovações. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cb4ccd8b0" data-id="6a18cb4ccd8b0" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Inatel vai executar projeto de cidade digital em Santa Rita do Sapucaí</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações vai executar um projeto piloto de cidade digital em Santa Rita do Sapucaí, MG. O BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social habilitou a instituição para iniciar o trabalho, que será conduzido em parceria com a prefeitura local, Ericsson e TIM, além das startups Pixel (focada em soluções sem fio), Das Coisas (soluções para smart cities), Fractum (fabricante de soluções de RF) e Laager Inovações (gestão de recursos naturais).</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto prevê a implantação de soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, seguindo o conceito de Internet das coisas. De acordo com Marcelo Goldenstein, engenheiro do BNDES, o projeto foi selecionado e habilitado, mas ainda precisa cumprir diversos requisitos e ser submetido à aprovação da diretoria. &#8220;Após a liberação dos recursos, que deve ocorrer dentro de seis meses, a instituição terá 24 meses para disponibilizar as aplicações. A ideia é que ele seja replicado também nas cidades de Caxambu, MG, e Piraí, RJ&#8221;, acrescenta Goldenstein.</p>
<p style="text-align: justify;">  O gerente de desenvolvimento de negócios do Inatel, Leandro Guerzoni, explica que o primeiro passo será conectar alguns postes da cidade para criar uma rede cobrindo parte do município. Com isso, será possível habilitar os serviços inteligentes de iluminação. Na sequência, serão instaladas câmeras de segurança em alguns postes. &#8220;Com o ambiente preparado, será possível posteriormente implantar outras tecnologias, como soluções de identificação facial, estacionamento inteligente etc. Portanto, a intenção é que o projeto induza o surgimento de novas soluções que atendam às necessidades do município”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A iniciativa integra as ações do Inatel Smart Campus, que tem como uma de suas finalidades estender os resultados das pesquisas realizadas dentro da instituição para a comunidade. O projeto dará sequência a experiência já realizado no ano passado, quando o Inatel instalou 18 câmeras de monitoramento na cidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rede NB-IoT</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A rede 4G, ativada comercialmente pela TIM em Santa Rita do Sapucaí no ano passado, é a primeira no Brasil com a funcionalidade NB-IoT &#8211; Narrow Band IoT, que permite viabilizar a criação de soluções inteligentes para a cidade. “A TIM acredita que a Internet das coisas é um dos pilares da reinvenção digital dos modelos de negócios mais eficientes. Somos pioneiros no Brasil e América Latina na implantação desta rede, dedicada a conectar as coisas”, diz Janílson Bezerra, head de Innovation &amp; Business Development da TIM Brasil, explicando que o NB-IoT é um padrão global de conectividade das coisas com benefícios evidentes para os seus desenvolvedores como menor consumo de energia, menor custo de componentes (escala global), maior alcance de cobertura em prédios e subsolo e maior segurança e confiabilidade de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Com a população já conectada por meio dos celulares, nosso foco nesta parceria será em permitir que a nova geração de dispositivos utilize a mesma conectividade fornecida pelas operadoras para trazer benefícios tanto às municipalidades, como redução de custos e gerenciamento integrado de recursos, quanto aos cidadãos, que poderão usufruir de mais segurança e organização. A Ericsson se posiciona como agente tecnológico desta mudança, integrando as camadas do ecossistema (dispositivos, conectividade, aplicações) e permitindo que novas ideias sejam rapidamente convertidas em soluções práticas”, diz Leandro Nobre, CTO da Ericsson para a TIM.</p>
<p style="text-align: justify;">  Realizada em parceria com o MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações, a chamada do BNDES recebeu 53 planos de projetos piloto, dos quais 15 foram selecionados e receberão aporte de 50% do valor total do projeto.</p>

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		<title>Cidades inteligentes gastam menos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 17:17:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 5]]></category>
		<category><![CDATA[Axis]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
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			<h1>Cidades inteligentes gastam menos</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Paulo Santos, gerente de soluções da<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://www.axis.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Axis Communications</a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  É sempre difícil perceber o custo de um modelo reativo de gestão dos serviços. Quando um semáforo fica verde durante dois minutos, sem que nenhum carro passe, enquanto a rua transversal está lotada de motoristas, que perdem 3 horas no trânsito por dia num engarrafamento evitável, há uma perda financeira invisível. Esse impacto econômico é mais evidente ao analisar todos os serviços prestados ao cidadão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando a previsão é de tempo seco e a poluição se agrava, fazendo as pessoas lotarem os postos de saúde com problemas respiratórios e menor perspectiva de vida, há um prejuízo não contabilizado. Quando a falta de monitoramento incentiva motoristas a conduzirem acima da velocidade permitida e ocorrem atropelamentos ou quedas de motos, que requerem cuidados emergenciais e cirurgias, há uma conta a pagar pelo contribuinte.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando um paciente com ferimentos leves é levado pela ambulância a um centro de atendimento crítico superlotado, também há uma gestão ineficiente dos recursos públicos. Assim como há um custo difícil de calcular quando uma cidade sustenta índices baixos de solução de crimes pela dificuldade de investigação policial. Esse é o peso oculto da gestão pública reativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o modelo proativo de gestão é a lógica por trás do conceito de smart city. O gerenciamento inteligente de incidentes possibilita uma detecção rápida e automática de ocorrências numa cidade, e até mesmo uma detecção de indícios ou tendências antes que algo ocorra. Isso pode ser feito por câmeras e sensores (de poluição, radiação, identificação de tiroteio, estilhaço de vidro etc.), que geram alertas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A cidade se torna um mapa vivo, gerando informações numa multiplicidade de pontos. Essas informações podem levar a uma tomada de decisões em prol da otimização imediata dos recursos públicos. Por outro lado, elas ajudam a desenvolver um trabalho preventivo e que reduz custos a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos bons exemplos de redução de custo no conceito de cidade inteligente é o sistema de iluminação. Para poupar energia, a iluminação nas ruas pode ser ajustada conforme o tráfego de veículos e pedestres. Outro exemplo é o uso de botões de emergência em áreas de grande circulação de pessoas e veículos: o cidadão aperta um botão iluminado para chamar diretamente uma central de controle, com a qual se comunica por áudio e vídeo, apesar do ruído no entorno. Quando o poder público entende a real gravidade das ocorrências, ele consegue evitar deslocamentos desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um terceiro exemplo é a agilidade na captura de veículos roubados. A vítima reporta o roubo (usando um app) e, na hora, a polícia fica sabendo por onde o veículo roubado está passando, graças à tecnologia de leitura de placas. Em seguida, monta-se um bloqueio e o veículo é interceptado antes de chegar ao destino, evitando o custo da investigação policial e, inclusive, o do seguro do veículo. Em locais com altos índices de roubo de cargas, como o Rio de Janeiro, até o valor da entrega de produtos comprados on-line é maior para compensar as perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">  No fundo, uma cidade é inteligente quando favorece a qualidade de vida. Em uma administração pública orientada pela prevenção e otimização de recursos é possível fazer mais com menos – e ainda melhorar a sua reputação como destino turístico e de investimentos privados.</p>

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