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	<title>TIC &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>TIC &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 21:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Foto:jcomp, Freepik</strong></p>

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			<h1>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos vinte anos, acompanhei muitos provedores regionais de Internet enquanto eles passavam a fibra óptica pelo país e tornavam-se uma força de conexão bem mais representativa que as grandes operadoras. Dados da <a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/acessos/banda-larga-fixa" target="_blank" rel="noopener">Anatel</a> confirmam essa representatividade dos ISPs ao apontar que dos 50,8 milhões de pontos de internet banda larga fixa, 28,1 milhões estão a cargo de prestadores de pequeno porte. Estes também são responsáveis por transformaram a conexão doméstica no país, conectando 85% das residências nas áreas urbanas e 74% nas zonas rurais, conforme revela a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-10/numero-de-lares-urbanos-com-internet-passou-de-13-para-85-em-20-anos" target="_blank" rel="noopener">pesquisa TIC Domicílios</a>, articulada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e divulgada no mês de outubro. Dessa forma, conclui-se que o cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta olhar para os dados do MDICS &#8211; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que indica que o Brasil possui mais de 21 milhões de empresas. Pensando em volume de negócios, a oferta de internet é apenas a porta de entrada para os serviços que um ISP pode oferecer. Assim como nos clientes residenciais, onde a proximidade no atendimento é um grande diferencial em relação às grandes operadoras, o ISP pode aproveitar o acesso para oferecer produtos ou serviços complementares à conectividade como soluções de TI, aproveitando o fato que muitas pequenas e médias empresas não possuem um conhecimento técnico específico, porém precisam gerir uma série de informações críticas. Desta forma, os provedores podem atendê-las com a prestação de serviços em gerenciamento de rede, cibersegurança, data center (colocation, backup e recuperação de desastres), rede 5G privada e suporte técnico para todas essas demandas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma <a href="https://news.microsoft.com/pt-br/98-das-mpmes-em-transformacao-digital-reconhecem-o-impacto-positivo-da-tecnologia-nos-negocios/" target="_blank" rel="noopener">pesquisa da Microsoft</a> com micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras em transformação digital mostrou que 98% das entrevistadas reconhecem o impacto positivo da tecnologia nos negócios, mas 20% encontram na adoção ou aquisição de tecnologias seus principais desafios. A pesquisa ainda revela que há uma inegável cultura de investimento em tecnologia (47% veem na inovação uma forma de gerar mais ganhos operacionais e comerciais) que anda ao lado da dificuldade em contratar e reter colaboradores com competências tecnológicas (61% dos entrevistados).</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse espaço que o provedor de internet pode aproveitar a relação já estabelecida e nadar de braçada preenchendo os gargalos de expertise tecnológica com os clientes corporativos ao redirecionar seu mindset da venda transacional, focada em produtos, para uma abordagem que ofereça soluções ao cliente corporativo, de forma que este último possa dedicar-se com mais atenção ao consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Liberdade para focar no core business</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de entrega de soluções, o ISP pode calibrar sua oferta à empresa com assinaturas do pacote Office 365 e/ou um antivírus, à semelhança das parcerias com streamings que faz para o cliente residencial. Afinal, como aponta a pesquisa da Microsoft citada anteriormente, o trabalho remoto ou flexível está presente em 55% das pequenas e médias empresas (PMEs) e entre as principais medidas para facilitar esse processo, estão a aquisição de sistemas de cibersegurança (55%) e as plataformas de videochamadas (51%). Unificar plataformas de trabalho, antivírus e uma internet resiliente são itens essenciais no mundo corporativo digitalizado, as quais o ISP pode atender ao conectar as PMEs com fornecedores e produtos qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo do porte e habilidade de negócios, o provedor pode ainda agregar outras soluções ao seu portfólio, como segurança eletrônica, monitoramento, controle de acesso (catracas ou leitor facial), digital signage, sonorização de ambiente, internet das coisas, entre outras diversas demandas possíveis dentro da vertical na qual o negócio está inserido (Educação, Varejo, Farmácias, Transportes etc.). Assim, ele consolida um atendimento ampliado ao cliente B2B, aumentando o valor do ticket e a fidelização, já que o empresário-cliente vai poder focar mais em seu <em>core business</em> ao delegar tais preocupações técnicas – este pode, inclusive, ser um forte argumento de venda durante a prospecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Atendimento consultivo</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o cliente residencial é sensível à flutuação do sinal de internet e à qualidade do serviço, o ISP pode esperar muito mais exigência do cliente corporativo, afinal ele também tem clientes para atender e “tempo é dinheiro”. É preciso dar atenção à infraestrutura e backoffice antes de dar o passo rumo ao B2B, com modernização de alguns equipamentos, se preciso.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, algumas notícias como <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202408/com-r-3-4-bilhoes-juscelino-filho-quase-triplica-credito-a-disposicao-para-empresas-expandirem-internet-em-regioes-carentes" target="_blank" rel="noopener">quase R$ 3 bilhões</a> em recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações e os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/programa-amplia-credito-pequenos-provedores-de-internet" target="_blank" rel="noopener">R$ 550 milhões</a> do Programa Acessa Crédito Telecom soam como boas oportunidades de conseguir capital em condições diferenciadas, já que ambos são voltados para a expansão da infraestrutura em telecomunicações e transformação digital em pequenas cidades. O ISP atende o objetivo de expansão da rede de cada projeto e aproveita também dessa infraestrutura para explorar outras oportunidades de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Incentivo os empreendedores a analisarem bem sua conjuntura e o mercado para tomar uma decisão consciente e planejada. Há público interessado em terceirizar serviços tecnológicos e, mais ainda, ávido para um atendimento consultivo que não só assuma demandas técnicas, mas que aponte caminhos tecnológicos que resultem em autonomia operacional. Isso tira uma grande carga de gestores e colaboradores, deixando-os livres para, de fato, dedicarem-se ao objetivo principal do negócio.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil e o jogo dos sete erros que impede seu crescimento tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 19:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado brasileiro de tecnologia é semelhante àquele famoso jogo dos sete erros, em que a imagem reproduzida aqui é parecida com a praticada lá fora, mas com pequenas falhas que minam o pleno desenvolvimento. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d0a90" data-id="6aad5404d0a90" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Brasil e o jogo dos sete erros que impede seu crescimento tecnológico</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Depois de muito debate e uma certa hesitação, o Brasil iniciou em 2022 a implementação da conexão 5G, com maior velocidade e menor latência. Contudo, tal novidade acontece em conta-gotas: a expectativa é que cidades com mais de 30 mil habitantes só tenham acesso a essa tecnologia em 2029. A questão é que em 2030 a China promete disponibilizar comercialmente a conexão 6G para o mundo. Ou seja, menos de um ano depois de finalmente consolidar o 5G em grande parte de seu território, o Brasil já estará defasado em relação ao que há de melhor em tendências tecnológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é apenas mais uma entre tantas situações que exemplificam nosso atraso tecnológico. Não preciso ser um especialista na área para saber que o Brasil ainda está muito atrás quando o assunto é evolução da tecnologia. Qualquer pessoa com condições de viajar ao exterior em países mais desenvolvidos irá encontrar novidades que levarão tempo para chegar até nós – e, normalmente, em condições pouco atraentes ou acessíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco a pouco estamos melhorando nossa condição. Previsão do IDC para o mercado TIC no país mostra um crescimento de 5%, chegando a US$ 80 bilhões. Nos últimos anos, mesmo em um cenário de recessão global provocada pela pandemia de Covid-19, houve um aumento substancial no setor, que colocou o Brasil como 11º mercado no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, fica aquele sentimento de que poderíamos estar em melhor situação – ainda mais se olharmos para exemplos bem-sucedidos, como Índia e Coreia do Sul. Os dois países conviviam com a miséria e pobreza na metade do século 20, mas viraram o jogo a partir do investimento maciço em inovação e tecnologia. Em 1980, segundo dados do Banco Mundial, eles possuíam um PIB inferior ao registrado pelo Brasil. Quarenta anos depois, somos nós que estamos atrás deles.</p>
<p style="text-align: justify;">O que impede o Brasil de chegar a este patamar é uma série de erros que se repetem ao longo dos anos, atrapalhando o país atingir seu verdadeiro potencial. O mercado brasileiro de tecnologia é semelhante àquele famoso jogo dos sete erros, em que a imagem reproduzida aqui é parecida com a praticada lá fora, mas com pequenas falhas que minam o pleno desenvolvimento. É dever de empresas, profissionais e poder público identificá-las e corrigi-las. Confira quais são os principais problemas que atrapalham o nosso crescimento tecnológico:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1 – Pouco investimento no setor</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, o mercado de TIC está em alta no Brasil, mas o percentual ainda é aquém do que é investido em outros países. Relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 2022, o país investiu em 2019 o equivalente a 1,2% do PIB na área. Parece muito, mas países mais desenvolvidos chegam a destinar quase 5%, como Israel (4,93%) e Coreia do Sul (4,64%). Não há segredo aqui: quanto maior investimento, mais fácil pensar e produzir inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 – Políticas públicas inconsistentes</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É inegável o papel do poder público no incentivo ao crescimento tecnológico. No Brasil, contudo, faltam políticas públicas capazes de sustentar o avanço desse setor. Nota técnica do IPEA em 2021 mostrava um declínio perigoso no orçamento federal destinado à Ciência &amp; Tecnologia: de R$ 19 bilhões em 2009 para R$ 17,2 bilhões em 2020. Aliado a isso há a instabilidade de programas que são extintos ou suspensos em pouco tempo de funcionamento, como o Ciência sem Fronteiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 – Crises constantes na esfera política</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A ausência de políticas públicas firmes leva a um terceiro problema comum às empresas e aos profissionais aqui no Brasil: as constantes crises políticas. Nos últimos 35 anos o país viu dois presidentes sofrerem impeachment, escândalos de corrupção que abalaram o Poder Legislativo e Executivo, além de trocas de comando em ministérios e secretarias. Evidente que tamanha instabilidade atrapalha a elaboração de projetos a longo prazo para o setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4 – Pesquisa &amp; Desenvolvimento</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento em P&amp;D é uma etapa fundamental para o crescimento tecnológico. Porém, aqui no Brasil um relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação indica recuo de 8,2% no investimento da área em 2020. Já o percentual médio que as empresas destinam de suas receitas à pesquisa e desenvolvimento está em torno de 2%, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) – um índice que costuma dobrar em países desenvolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5 – Mão de obra escassa</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Não bastasse isso, falta mão de obra qualificada no Brasil para atender a demanda do setor de tecnologia e inovação. Projeção da Brasscom &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação mostra um déficit anual de 106 mil profissionais, que pode chegar a 530 mil até 2026. Ou seja, todos os anos, há 106 mil postos de trabalho não preenchidos de forma adequada por falta de profissionais especializados nas principais demandas do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 – Pouca cultura de inovação nas empresas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Falar em inovação é bonito, mas aplicá-la na prática não é fácil. As empresas brasileiras demonstram pouca maturidade em relação a este tema. Consultoria ACE Cortex indica que nove em cada dez profissionais estão familiarizados com o tema, mas quase metade (46,2%) acredita que é preciso avançar no assunto em suas empresas. Sem um ambiente que propicie a busca por novas ideias, fica mais difícil desenvolver soluções realmente novas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><br />
7 – Reticência à digitalização </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pandemia de Covid-19 acelerou a transformação digital das empresas brasileiras meio que a contragosto. Um estudo do Instituto FSB Pesquisa para a consultoria F5 Business Growth indica que, apesar de sete em cada dez líderes empresariais compreenderem a relevância da digitalização em 2022, apenas 37% se consideravam aptos a aplicá-la em suas companhias. Ou seja, ainda há certa resistência à adoção de soluções tecnológicas no dia a dia dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que, assim como o jogo passatempo, é possível identificar e reconhecer esses problemas para que, no futuro, eles não se repitam. Não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Nos últimos anos conseguimos reverter o cenário de atraso tecnológico que possuíamos em relação às nações mais desenvolvidas. Com boa vontade entre todas as partes e, claro, muito trabalho, é viável tratar a tecnologia como ela é atualmente: uma condição indispensável para a vida humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>América Latina e Caribe precisarão de 2,5 milhões de profissionais de TIC nos próximos cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
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		<category><![CDATA[Vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[Estima-se que haja 6,3 milhões de profissionais com competências digitais para cobrir papéis essenciais e emergentes. 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d26bd" data-id="6aad5404d26bd" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1 style="text-align: justify;">América Latina e Caribe precisarão de 2,5 milhões de profissionais de TIC nos próximos cinco anos</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A América Latina e o Caribe precisarão de mais 2,5 milhões de profissionais de TIC &#8211; Tecnologia da Informação e da Comunicação até 2026, disse um executivo da indústria durante o “LAC ICT Talent Summit”, evento organizado conjuntamente pela Huawei, Unesco e EFE, sobre os resultados de uma pesquisa da consultoria internacional IDC.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que haja 6,3 milhões de profissionais com competências digitais para cobrir papéis essenciais e emergentes, de acordo com informações divulgadas durante o evento. O relatório da IDC ainda projeta que até 2026 o número de vagas por novas funções emergentes voltadas para negócios digitais crescerá mais rapidamente do que aquelas para empregos tradicionais de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos vendo uma rápida digitalização da economia, o que significa que o setor digital não só representa, mas também contribui e transforma uma proporção cada vez maior da produção econômica global, e o talento digital é a base da economia digital&#8221;, disse Michael Xue, vice-presidente da Huawei na América Latina e Caribe.</p>
<p style="text-align: justify;">Até 2025, o impacto econômico da lacuna global de habilidades em TIC pode chegar a US$ 1 trilhão, em comparação com US$ 775 bilhões previstos até o final de 2022. Para a América Latina, esse impacto pode representar quase US$ 50 bilhões até 2025, o que significaria pelo menos 1% do PIB regional para o mesmo ano, segundo o relatório da IDC.</p>
<p style="text-align: justify;">A conferência foi realizada nos dias 24 e 25 de novembro e reuniu cerca de 100 especialistas e 150 estudantes. Acadêmicos, decisores políticos, líderes empresariais, estudantes universitários e representantes de organizações internacionais cobriram tópicos tais como o presente e o futuro da educação e da tecnologia, a transformação digital, o mercado de trabalho para profissionais das TIC e os desafios enfrentados pelos países da região para satisfazer a procura de pessoal qualificado e competências digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram discutidas as interações das diversas partes do ecossistema de talentos. Universidades e institutos estão treinando a força de trabalho do nosso futuro e sua infraestrutura ou capacidades serão reforçadas em aliança com o setor privado. As empresas estão contratando pessoas, para que saibam quais especialidades são necessárias e, ao mesmo tempo, estão moldando a geração mais jovem. Enquanto isso, os governos têm um papel fundamental, incentivando as melhores práticas e elaborando políticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Huawei, por exemplo, lançou diversas iniciativas de talentos em todo o mundo. Na América Latina e no Caribe, a companhia ajudou a treinar 50 mil talentos nos últimos anos. Lançou o programa de intercâmbio global “Seeds for the Future em 2014”, que desde então já ofereceu cerca de 1.800 bolsas de estudo para estudantes receberem treinamento intensivo e visitarem a sede da empresa em Shenzhen, no sul da China. Também fez parceria com cerca de 400 universidades que oferecem capacitação por meio do programa Huawei ICT Academy.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, além de iniciativas como o “Seeds for the Future” e o ICT Academy, a Huawei lançou junto de seus parceiros a plataforma “ICT Job Fair”, com mais de 700 alunos matriculados. Até o final de 2021, o programa de formação de talentos Nem Nem tem cooperado com sete grandes instituições relacionadas com TIC no Brasil, incluindo IFAM, IFCE, IFES, IFPE, IFPI, Senai e Unisuam. Atualmente, 100 alunos concluíram o curso de formação e 158 alunos estão sendo formados. Quatro laboratórios de treinamento adicionais foram lançados em 2022.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Uso da Internet avança em áreas rurais durante a pandemia</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/uso-da-internet-avanca-em-areas-rurais-durante-a-pandemia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uso-da-internet-avanca-em-areas-rurais-durante-a-pandemia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 19:23:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É o que mostra a pesquisa “TIC Domicílios” do CGI.br. Conexões via fibra óptica e computadores ainda seguem menos presentes nessas localidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d3c14" data-id="6aad5404d3c14" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Uso da Internet avança em áreas rurais durante a pandemia</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A proporção de usuários de Internet nas áreas rurais cresceu no Brasil em comparação ao período que antecede a pandemia, passando de 53% dos indivíduos de 10 anos ou mais em 2019 para 73% em 2021. O dado faz parte da pesquisa TIC Domicílios 2021, do CGI.br &#8211; Comitê Gestor da Internet no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conduzido pelo Cetic.br &#8211; Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do NIC.br &#8211; Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, o levantamento apresenta os indicadores mais recentes sobre o acesso e o uso das tecnologias de informação e comunicação no país. A pesquisa estima que, em 2021, 81% da população de 10 anos ou mais usou a Internet nos últimos três meses &#8211; o que corresponde a 148 milhões de indivíduos. Também foi registrado um aumento significativo na proporção de usuários da rede nas regiões Norte (83%), Sul (83%) e Nordeste (78%) em relação a 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A 17ª edição da pesquisa confirma a relevância do acesso à Internet no contexto proporcionado pela emergência da Covid-19, em especial com o avanço das atividades de trabalho e estudo remotos. Em comparação ao período que antecede a crise sanitária, houve uma ampliação da presença da Internet nos domicílios e de seu uso por indivíduos, sobretudo, nas áreas rurais”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acesso nos domicílios</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em comparação aos dados coletados em 2019, a presença de conexão de Internet nos domicílios aumentou em todos os estados analisados, notadamente, nas classes DE (61%, aumento de 11 pontos percentuais). Do ponto de vista da conectividade, a disparidade entre os domicílios das classes A e DE vem diminuindo nos últimos anos, sendo que a diferença entre esses estados passou de 85 pontos percentuais em 2015 para 39 pontos em 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os domicílios das áreas rurais também estão mais conectados à Internet. Entre 2019 (período pré-pandemia) e 2021, houve um acréscimo de 20 pontos percentuais na proporção de residências com acesso à rede nessas regiões, passando de 51% para 71%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os domicílios conectados, a presença de cabo ou fibra óptica como o principal tipo de conexão à rede ocorre em 61% dos domicílios. A penetração de conexão via cabo ou fibra óptica é menor nas regiões Norte (53%) e Nordeste (54%). Na região Norte também é maior o percentual de domicílios que tem as redes móveis como principal tipo de conexão (33%).</p>
<p style="text-align: justify;">  A presença de computadores nos domicílios, entretanto, manteve-se em 39%, patamar semelhante ao observado em 2019. Enquanto houve um cenário de estabilidade nos domicílios das classes mais altas, onde o computador já é mais presente (99% nos domicílios da classe A e 83% nos da classe B), nas classes DE, a proporção de domicílios com computador diminuiu de 14% em 2019 para 10% em 2021. Nas áreas rurais, a presença de computador nos domicílios é mais reduzida (20%) em comparação aos domicílios em localidades urbanas (42%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dispositivos para o uso da rede</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2021, os aparelhos de televisão superaram os computadores, se consolidando como o segundo dispositivo mais utilizado para acessar à rede &#8211; passando de 37% dos usuários, em 2019, para 50%, em 2021. Esse aumento foi observado em quase todos os estratos analisados, principalmente entre aqueles de 35 a 44 anos (59%), usuários da região Norte (45%) e entre as mulheres (51%). Ao todo, 74 milhões de indivíduos acessaram a Internet usando a televisão, um acréscimo de 25 milhões de usuários no período.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa também revelou a prevalência do uso exclusivo do telefone celular para acessar a rede (64% dos usuários de Internet). Principal dispositivo de acesso à Internet desde 2015, houve um aumento de 6 pontos percentuais no uso exclusivo do telefone celular entre 2019 e 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  O indicador é maior entre os que vivem nas áreas rurais (83%), no Nordeste (75%), entre pretos (65%) e pardos (69%), de 60 anos ou mais (80%) e aqueles que pertencem às classes DE (89%). Entre os usuários da classe C, o acesso à Internet exclusivamente pelo celular passou de 61% em 2019 para 67% em 2021, atingindo um contingente de 51 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A despeito da demanda por conectividade criada pela pandemia, não houve uma grande incorporação de computadores nos domicílios brasileiros. O seu uso ocorre principalmente entre as pessoas das classes mais altas e mais escolarizadas. Estas, aliás, tendem a usar a Internet a partir de múltiplos dispositivos e se conectam tanto pela rede móvel quanto por Wi-Fi, o que facilita a realização de um gama maior de atividades na rede. Este fator tem um impacto importante no desenvolvimento de habilidades digitais”, aponta Barbosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comércio eletrônico</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2021, 46% dos usuários de Internet fizeram compras na Internet contra 39%, em 2019. Em números absolutos, significa dizer que 68 milhões de pessoas realizaram essa atividade em 2021, quase 16 milhões a mais que antes do início da pandemia. Os usuários de Internet que vivem nas regiões rurais também passaram a realizar compras online em maiores proporções (de 19%, em 2019, para 27%, em 2021).</p>
<p style="text-align: justify;">  As maiores diferenças no período foram observadas entre usuários de 35 a 44 anos (56%, aumento de 12 pontos percentuais) e pertencentes à classe C (49%, 13 pontos percentuais), embora essa atividade siga sendo realizada em maiores proporções por usuários da classe A (90%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Serviços públicos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A proporção de usuários de Internet com 16 anos ou mais que utilizaram serviços de governo eletrônico passou de 68%, em 2019, para 70%, em 2021. Cerca de 93 milhões de brasileiros afirmaram realizar algum tipo de serviço de governo eletrônico no período, um acréscimo de 12 milhões de indivíduos entre 2019 e 2021. Os aumentos mais significativos ocorreram na região Sul do país (de 69%, em 2019, para 80%, em 2021), entre pessoas com renda familiar de três a cinco salários-mínimos (de 79% para 88%) e aquelas na força de trabalho (de 74% para 79%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os tipos de serviço público analisadas pela pesquisa, os relacionados à saúde foram os mais buscados ou realizados em 2021, sobretudo entre usuários da classe B (44%), com Ensino Superior (44%) e os na faixa etária de 45 a 59 anos (34%) &#8211; em 2019, foram 25%, 28% e 20%, respectivamente. “Como um reflexo da pandemia, predominou o acesso a serviços eletrônicos relacionados à saúde pública, como agendamento de consultas, busca de informações sobre a vacinação entre outras formas de interação com os sistemas de saúde”, comenta o gerente do Cetic.br|NIC.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Atividades culturais</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as atividades realizadas pela Internet, ouvir podcasts foi a que mais cresceu em relação ao período pré-pandemia. De acordo com a 17ª edição da TIC Domicílios, 28% dos usuários de Internet disseram ter ouvido um podcast em 2021 (em 2019, eram 13%). Em 2021, 41 milhões de pessoas realizaram essa atividade, cerca de 24 milhões a mais que em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como verificado em 2019, as atividades de assistir a vídeos, programas, filmes ou séries pela Internet (61%) e ouvir músicas (61%) estiveram entre as atividades culturais online mais citadas pelo conjunto da população brasileira. Quanto ao pagamento por serviços que dão acesso a conteúdos culturais, os maiores aumentos, em relação a 2019, ocorreram no pagamento para ver filmes (acréscimo de 7 milhões de indivíduos) e séries (acréscimo de 9 milhões), incremento que ocorreu com maior intensidade entre indivíduos da classe C.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A pesquisa revela mudanças importantes em termos de conectividade, especialmente em áreas rurais, e também o crescimento da televisão enquanto dispositivo de acesso à Internet. A TIC Domicílios cumpre um papel fundamental de auxiliar o poder público e a sociedade na proposição de políticas que visem a melhorar o acesso à Internet, expondo desafios e indicando oportunidades para avanços”, completa José Gontijo, coordenador do CGI.br.</p>
<p style="text-align: justify;">  Realizada anualmente desde 2005, a “TIC Domicílios” tem o objetivo de medir a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população brasileira em relação às tecnologias da informação e comunicação. Os dados desta última edição foram coletados entre outubro de 2021 e março de 2022, e incluiu 23.950 domicílios e 21.011 indivíduos de 10 anos ou mais.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>NTT Data fecha parceria com Porto Digital do Recife  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:24:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o acordo, empresa passa a integrar suas soluções e tecnologias ao maior parque tecnológico do Brasil e abrirá até 230 vagas na área de TI em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d504b" data-id="6aad5404d504b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">NTT Data fecha parceria com Porto Digital do Recife</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A NTT Data, empresa global especializada em serviços de TI, anunciou uma parceria com o Porto Digital do Recife, maior parque de tecnologia e inovação do Brasil, especializado nos setores de TIC &#8211; tecnologia da Informação e comunicação e economia criativa. Com o acordo, a companhia espera abrir até 230 vagas em 2022 no estado de Pernambuco e também investir na formação de mão de obra na região por meio de seu programa de capacitação em várias plataformas, entre elas o DIO &#8211; Digital Innovation One.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A prioridade é formação e captação de novos talentos. O Porto Digital possui uma consolidada relevância no mercado de tecnologia local, o que faz com que novos interessados sempre estejam à sua procura”, diz Virgínia Heimann, gerente executiva do Norte/Nordeste da NTT Data Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  A chegada da NTT Data ao Porto Digital dá continuidade ao crescimento do parque tecnológico, que conta com cerca de 350 empresas embarcadas responsáveis por gerar um faturamento de mais de R$ 3,6 bilhões no ano passado. “O polo de inovação é não só um gerador de notas fiscais, como gostamos de dizer, mas também uma ferramenta de fomento a formação de nível superior em tecnologia e transformação digital, vetores importantes para economias cada vez mais integradas com o futuro. Com a NTT Data, temos uma das empresas de maior destaque no mundo para atuar nessas três frentes”, aponta o presidente do Porto Digital, Pierre Lucena.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além da maior presença na cidade e de oferecer oportunidades de formação a um novo público, a NTT Data também contará com toda a infraestrutura do parque, podendo realizar seus próprios eventos. De acordo com Virgínia, a ideia é trazer ao Porto Digital porta-vozes dos temas mais inovadores dentro do setor de tecnologia e inovação, como metaverso e inteligência artificial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Ricardo Neves, CEO da NTT Data Brasil, a escolha pela capital de Pernambuco é estratégica. Entre as capitais brasileiras Recife é a que possui mais alunos per capita na área de tecnologia, além de contar com cerca de 600 PhDs. “Um ecossistema forte como o existente aqui faz com que a busca pelo estudo e especialização em Tecnologia cresça à medida em que o mercado se mostra cada vez mais aquecido e ramificado”, diz Neves, acrescentando que a expectativa de crescimento do hub do Recife é a maior entre todos da NTT Data no Brasil, exatamente pela maturidade e possibilidades do mercado local.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Virgínia, um dos diferenciais trazidos pelo embarque da empresa é a Fundação NTT Data, especializada em projetos de empreendedorismo social. “Apostando na diversidade e na capacitação pela tecnologia, que sempre foram nortes do que fazemos, estamos investindo em algo que transformará pessoas e famílias”, diz a executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  Junto com a DIO, a companhia deve realizar em 2022 oito bootcamps. Para isso oferecerá 22 mil bolsas de estudos para formar jovens talentos na área de tecnologia. A expectativa é contratar 800 jovens que concluírem o treinamento em todo o país.</p>

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	</div>
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		<title>Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 19:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Setor de TI deve crescer 10,6% impulsionado pelo segmento de devices, enquanto o de telecom deve aumentar em 4% graças ao avanço dos dados móveis e os impactos do 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d6454" data-id="6aad5404d6454" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo projeções do estudo “IDC Predictions Brazil”, realizado pela consultoria IDC, o mercado brasileiro de TIC, que inclui os setores de TI e telecom, vai crescer 8,2% este ano (individualmente, a área de TI deve avançar 10,6% e a de telecom 4%. Já o segmento de TI Enterprise, composto exclusivamente por empresas, deve crescer 8,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">  “As expectativas são as maiores dos últimos oito anos, mesmo diante de um cenário de crescimento econômico moderado na América Latina e em um período de eleições no país”, diz Denis Arcieri, country manager da IDC Brasil.  Ele acrescenta que o setor de TI deve ser impulsionado pelo comportamento do segmento de devices, enquanto o de telecom será puxado pelo avanço dos dados móveis e a expectativa sobre os impactos dos 5G. “Já o aumento em TI Enterprise será reflexo do avanço da nuvem somado à retomada do mercado de serviços de TI e à boa perspectiva para o mercado de software.”</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com IDC, as principais iniciativas estratégicas que direcionarão os gastos de TI em 2022 são: produtividade e controle de custos; customer experience; novos produtos e serviços; e atração e retenção de talentos. “A necessidade de gerar mais negócios está convidando as empresas a repensarem suas prioridades e, consecutivamente, aumentando a demanda por soluções de TI”, completa Arcieri.</p>
<p style="text-align: justify;">  As 10 tendências do mercado brasileiro de TI e telecom para 2022, segundo a IDC Brasil, são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Demanda maior que a oferta de componentes</p>
<p style="text-align: justify;">  Em termos globais, o mercado de semicondutores deve apresentar melhora na disponibilidade de produtos, mas o Brasil ainda sentirá algum impacto pelo atraso ou restrição de dispositivos que utilizam chips de gerações anteriores e não tiveram aportes recentes. “Estão sendo feitos muitos investimentos na fabricação de chips abaixo de 10 nm (nanômetros), mas não são estes os mais demandados no Brasil. Notebooks, desktops, tablets e servidores usam, em sua maioria, componentes maiores que 40 nm”, diz Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por conta disso, o mercado de dispositivos terá um ano com alguns desafios e deverá apresentar crescimento modesto de 1,9% em unidades, mas grande em valor (12,6%), gerando um total de US＄ 22,9 bilhões. “A escassez de alguns componentes e produtos, e o câmbio desfavorável são os principais motivos para a diferença entre o crescimento do volume de unidades e de valor”, completa Sakis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">2 &#8211; Os ambientes híbridos, que incluem cloud e recursos de TI tradicional, estarão em mais de 70% das empresas de médio e grande porte</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção da nuvem no Brasil vem sendo impulsionada pela necessidade de maior agilidade e flexibilidade na infraestrutura de TI, e, para 2022, aproximadamente 97% das empresas que já utilizam algum modelo de cloud indicaram que manterão ou aumentarão o volume de workloads suportados por esse tipo de ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Ajustar as práticas de segurança de TI para abranger os ambientes de nuvem será o principal desafio dos gestores, que buscarão ajuda nos provedores de serviços especializados. Neste cenário, o Data Center tradicional manterá sua importância para os negócios e se manterá presente em mais de 87% das empresas”, explica Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria de enterprise da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, os gastos com IaaS &#8211; infraestrutura como serviço na nuvem pública alcançarão US$ 1,9 bilhão em 2022, um crescimento acima de 36% em relação ao ano anterior, enquanto a nuvem privada manterá um ritmo de crescimento mais discreto, avançando cerca de 7,9%, com gastos de US$ 540 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; As complexidades de cybersecurity e as dificuldades para atração e retenção de profissionais farão com que 76% das empresas de médio e grande porte busquem serviços especializados</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como no ano passado, 2022 deverá ser marcado pela continuidade dos ataques cibernéticos, fazendo com que os serviços de detecção e resposta gerenciados sigam ganhando espaço, ao mesmo tempo em que se intensifica a procura por profissionais qualificados. Das empresas consultadas pela IDC Brasil, 40% afirmaram que a falta de especialistas em suas equipes é um fator crítico, e 57% disseram que contarão com ajuda externa para gerenciar e operar ambientes com soluções modernas de cibersegurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Diante deste cenário, os gastos com serviços de segurança totalizarão quase US＄ 1 bilhão no país em 2022, representando um crescimento médio de 10% ano a ano desde o início da pandemia, em 2020. Já as soluções de segurança superarão os US＄ 860 milhões, com a proteção na nuvem recebendo grande atenção”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">4 &#8211; Uso de dados para impulsionar negócios colocará Analytics, AI/ML e Data Management na pauta prioritária de mais de 47% das empresas. Edge e 5G contribuem para este movimento</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada vez mais as empresas compreendem a necessidade de se ter insights acionáveis sobre seus próprios dados, especialmente com a ascensão dos canais digitais. Em 2022, a IDC estima que US$ 2,9 bilhões serão destinados a soluções e serviços relacionados a big data &amp; analytics no Brasil, um aumento de 10,8% em relação ao ano passado. Já em inteligência artificial e machine learning, a expectativa da IDC é de um crescimento de 28% no mesmo período, chegando a US$ 504 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo havendo uma evolução clara, muitas empresas ainda carecem de uma cultura de dados estabelecida e difundida nas áreas de negócios, o que é necessário para que se possam estabelecer métricas e modelos de tomada de decisão ágeis, gerando maior competitividade. Neste contexto, o avanço do edge computing, estimulado pelo 5G, deve ocupar papel de destaque”, conclui Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">5 &#8211; Implantação do 5G standalone e a jornada de ofertas e serviços aos clientes</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a realização dos leilões de frequência, o Brasil pavimenta o caminho para a chegada em 2022 do 5G standalone, que não depende do 4G. “A definição do espectro, o formato de comercialização das licenças e a concorrência obtida nos leilões evidenciam o protagonismo do Brasil na América Latina. Em relação a América Latina, vamos largar na frente tanto nas regras do jogo quanto na conversão de receita, o que nos coloca como protagonistas na oferta de 5G na região”, explica Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria de telecomunicações da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O tripé baixa latência, alta capacidade de banda e elevada densidade de conexões removerá barreiras, permitindo o desenvolvimento de vários elos do ecossistema de tecnologia, como devices, cloud, vendors, operadoras, desenvolvedores de software e clientes, que darão protagonismo aos use cases.</p>
<p style="text-align: justify;">  Até 2025, o 5G deve movimentar no Brasil cerca de US$ 25,5 bilhões, impulsionando a maior adoção de tecnologias como inteligência artificial, big data &amp; analytics, cloud, segurança, AR/VR, robótica e IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">6 &#8211; NaaS &#8211; Network as a Service se materializa como opção para infraestrutura de rede</p>
<p style="text-align: justify;">  Com ambientes de rede cada vez maiores e mais complexos, as empresas buscarão soluções digitais mais flexíveis e que atendam suas necessidades sem comprometer seu controle apropriado. Assim, o NaaS surge como uma maneira de melhorar a gestão e a capacidade das redes das companhias sem precisar fazer grandes mudanças nas equipes. Para 67,5% das empresas brasileiras ouvidas pela IDC, a principal motivação para contratar serviços gerenciados é a necessidade de expandir a capacidade de TI para apoiar o crescimento dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Optar por um formato de consumo flexível da infraestrutura de rede, entregue em um modelo Opex, incluindo hardware, software, ferramentas de gerenciamento, licenças e serviços do ciclo de vida, passará a ser uma realidade cada vez mais comum nas empresas. Espera-se que os modelos de consumo NaaS aumentem em adoção a partir de 2022, especialmente à medida que os fornecedores do serviço criem mais ofertas e que haja uma adoção ampliada por parte das empresas”, diz Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">7- DDaS &#8211; Device as a Service evoluem para maior maturidade e ofertas mais abrangentes</p>
<p style="text-align: justify;">  A oferta de dispositivos como serviço tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil e atraído o interesse de novos fabricantes e usuários, sejam de impressoras, desktops, notebooks, tablets ou smartphones. Com melhor qualidade e quantidade, o DaaS atinge uma maturidade oriunda dos feedbacks dos personagens deste mercado e deve seguir em alta.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O aumento dos preços dos dispositivos é outro fator que impacta diretamente na maior demanda por DaaS, já que esta é uma forma das empresas diluírem seus investimentos com equipamentos em vários anos&#8221;, explica Sakis. “Somente o mercado de PCaaS &#8211; PC as a Service, que é uma parte de DaaS, deve ultrapassar os US$ 100 milhões no Brasil este ano, representando um crescimento acima de 21% em relação ao ano passado”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">8 &#8211; IoT e os desafios para conciliar necessidades de transformação digital, inovação e o pragmatismo da redução de custos</p>
<p style="text-align: justify;">  Em mercados emergentes, como o Brasil, implantações de IoT que visam reduzir custos e aumentar a eficiência operacional têm mais força frente a temas de inovação. Fatores como melhorias de segurança, ganhos de receita, satisfação dos clientes e impactos ambientais são prioritários para as empresas avaliarem o sucesso e apostarem no uso da tecnologia. Em 2022, a IDC projeta esse mercado em US$ 1,6 bilhão, composto por soluções e serviços relacionados a IoT no Brasil, o que representa um crescimento de 17,6% em relação ao ano anterior. “A crescente adoção de IoT no país será impulsionada principalmente pelas oportunidades de melhorar a qualidade, a eficiência e o customer experience do produto ou serviço. Novidades combinando IoT, 5G, edge computing e analytics darão suporte e habilitarão ainda mais casos de uso de dados em tempo real”, explica Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">9 &#8211; Maior participação das áreas de negócio leva provedores de serviços de TI a repensarem seu posicionamento. Mais de 61% das empresas querem uma abordagem consultiva especializada</p>
<p style="text-align: justify;">  A mudança do mindset dos CIOs e maior proximidade com as linhas de negócios, que precisam atuar mais forte e mais rapidamente em novos produtos, serviços e experiências, fazem com que os provedores de serviços de TI retomem espaço nos orçamentos das organizações e sejam reconhecidos pelo valor que podem agregar à operação e a novas iniciativas. Como consequência, a IDC prevê uma aceleração da retomada dos serviços de TI em 6,7%, ultrapassando os R$ 44 bilhões em 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Enquanto as empresas buscam parceiros que agreguem conhecimento, agilidade e experiência às suas operações, os provedores de serviços de TI estão cada vez mais consultivos e capazes de conectar seus conhecimentos técnicos às necessidades dos negócios de seus clientes. O reflexo disso pode ser visto, por exemplo, em um crescimento de 7,6% da oferta de serviços gerenciados, que deve representar 47% do mercado de serviços de TI este ano”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">10 &#8211; Interesse por dispositivos vestíveis segue em alta e produtos podem ganhar espaço no B2B.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mercado de wearables tem apresentado lançamentos constantes que buscam antecipar tendências e se adaptar às necessidades dos usuários, inclusive em relação à quantidade e qualidade dos sensores embarcados nestes produtos. Para 2022, a IDC Brasil projeta que o setor seguirá aquecido, com aumentos de 15,8% em unidades vendidas e 17% em valor na comparação com 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo pressionado pela falta de componentes, notamos que o mercado de smartwatches &#8212; que ainda é o maior foco dos fabricantes &#8212; também apresenta oportunidades de crescimento, inclusive no segmento corporativo. Algumas marcas já estão trabalhando e lançando parcerias na área de seguros de vida e de saúde, por exemplo”, conclui Sakis.</p>

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		<title>Agora inicia oferta de SAP na nuvem para ISPs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 23:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portfólio é resultado da parceria com a brasileira G2 Tecnologia, especializada em solução de gestão SAP em nuvem para PMEs.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d7a22" data-id="6aad5404d7a22" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Agora inicia oferta de SAP na nuvem para ISPs</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Agora, distribuidora e fornecedora de soluções completas de TIC – tecnologia da informação e comunicação, anunciou um acordo comercial com a brasileira G2 Tecnologia, especializada em solução de gestão SAP em nuvem para pequenas e médias empresas. A iniciativa visa potencializar a visão de negócios ‘one stop shop’ para os ISPs &#8211; provedores de serviços de internet da distribuidora.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 31 anos de atuação de mercado, G2 atende mais de 350 de ISPs espalhados por todo território nacional e está presente em noves países além do Brasil: México, EUA, Colômbia, Chile, Portugal, Bélgica, Suíça, Inglaterra e Espanha.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A G2 é referência em SAP na nuvem para ISPs e empresas de telecom, oferecendo solução customizada. Nesse sentido, irá completar nosso portfólio para que possamos ser um distribuidor <em>turn key</em> de soluções completas para esse setor”, afirma Severino Sanches, CEO da Agora.</p>
<p style="text-align: justify;">  O acordo abrangerá a comercialização da solução Telco By G2. Lançada em 2020, trata-se de uma solução que contempla um módulo de CRM &#8211; Customer Relationship Management que possibilita atendimento personalizado ao cliente, automatiza e integra vários canais de comunicação (telefonia, chat etc.). A solução da G2 também ajuda na gestão e bilhetagem/cobrança dos equipamentos (modens, roteadores etc.) instalados nas casas dos consumidores finais. Nas áreas técnica e operacional, disponibiliza um módulo de agendamento e gerenciamento de equipes técnicas, além de toda a visão da rede e infraestrutura de telecom para avaliar viabilidade técnica e financeira de novos serviços em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Gilberto Vieira, CEO da G2, as duas empresas trabalham em conjunto para disponibilizar ao mercado um FastPack, oferta de rápida implementação (entre 30 e 90 dias), com custo reduzido em 50% em relação aos demais produtos do portfólio da G2. “Os ISPs e PMEs terão a opção de obter todas as capacidades e funcionalidades necessárias às melhores práticas de gestão de grandes empresas de telecom em um único pacote”, conclui o executivo.</p>

		</div>
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		<title>Huawei inaugura centro de inovação de 5G em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 19:26:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa investiu R$ 35 milhões no espaço, idealizado para clientes e parceiros interessados em enriquecer ecossistema com uso de 5G, nuvem e IA. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d8b65" data-id="6aad5404d8b65" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Huawei inaugura centro de inovação de 5G em São Paulo</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Huawei inaugurou o EITC  &#8211; Ecosystem Innovation Technology Center, um centro de inovação para experimentação de 5G e inteligência artificial. Localizado na sede da empresa, em São Paulo, o espaço foi idealizado para oferecer um ambiente de inovação e integração para todo o ecossistema, que envolve não só as operadoras, como outros parceiros da indústria de TIC &#8211; tecnologia de informação e comunicação. O investimento da companhia foi de R$ 35 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">  No local, será possível transitar entre diferentes espaços criados pela companhia, que destacam a história de parceria da Huawei com o Brasil e seu portfólio completo de soluções, além de tecnologias como 5G, cloud e IA e aplicações reais para diversos setores, como agricultura, mineração, logística e mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">  O centro estará aberto a todos os interessados em desenvolver, em conjunto, novas aplicações e provas de conceito em condições reais de uma rede 5G ponta a ponta. Também possibilitará a simulação de procedimentos de preparação da solução de TIC, acelerando assim as principais etapas de criação de novos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">  O EITC ainda irá mostrar como é formada uma rede 5G e suas possibilidades, como a grande largura de banda, baixa latência e conectividade em massa.</p>
<p style="text-align: justify;">  O espaço ainda vai abrigar o T-Center (Trustworthy Center), um centro de cibersegurança aberto, onde clientes e parceiros, incluindo o poder público, poderão conhecer o processo de governança fim a fim da empresa, as técnicas mais avançadas na cibersegurança dos produtos ao longo de todo o ciclo de vida, além de cenários de aplicação como cibersegurança da rede 5G, de sistemas de computação na nuvem, de dispositivos inteligentes, de carros conectados, etc.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Senai e Huawei anunciam parceria para capacitar profissionais de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 22:06:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A colaboração prevê certificações internacionais em TIC e três laboratórios de fibra óptica no DF, BA e TO. A expectativa é de formar 2 mil profissionais até o final do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404d9d4e" data-id="6aad5404d9d4e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Senai e Huawei anunciam parceria para capacitar profissionais de TI</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e a Huawei anunciaram uma parceria para disponibilizar cursos com certificação para o setor de TIC &#8211; Tecnologia da Informação e da Comunicação, além da instalação de laboratórios de capacitação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Inicialmente, serão entregues três laboratórios de última geração para instalação e manutenção de tecnologia FTTH – fiber to the home no Distrito Federal, Bahia e Tocantins. Os laboratórios visam atender à “geração nem-nem” – jovens adultos que nem trabalham e nem estudam. Ainda está prevista a criação do programa ICT Academy Senai/Huawei, que oferecerá cursos a distância e presenciais com certificações internacionais nas áreas de cloud, inteligência artificial, fibra óptica e 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A expectativa é de formar 2 mil alunos até o final deste ano. As primeiras turmas dos laboratórios FTTH , com 20 alunos cada, e do curso &#8220;5G – Indústria de aplicações&#8221; terão inscrições gratuitas.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com a Huawei e o Senai, o objetivo da parceria é solucionar um dos principais desafios do setor: o déficit de mão de obra qualificada. Uma pesquisa de mercado realizada pela Teleco mostra que 62% dos ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet enfrentam dificuldades para encontrar profissionais qualificados para instalação de fibra óptica. As regiões Norte e Nordeste têm maior deficiência. Ainda segundo o estudo, 81% dos ISPs possuem equipes próprias, ou seja, necessitam investir na qualificação dos profissionais por não encontrarem no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Existe um gap no mercado de profissionais capacitados para atuar na instalação de fibra óptica, utilizados para cobrir demanda de banda larga fixa. Com as novas redes 5G, esta demanda tende a aumentar. Ao mesmo tempo, existe uma parcela de jovens ociosos, que por diversas razões não conseguem se qualificar para atuar no mercado de trabalho. Com esta parceria, estamos, não apenas combatendo o desemprego e dando cursos de alta qualidade para estes jovens, mas também investimento do desenvolvimento da infraestrutura do país”, diz Bruno Zitnick, diretor de relações públicas e governamentais da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">  A parceria entre a Huawei e o Senai teve início no Paraná em 2019, com o curso de &#8220;Instalador técnico de equipamentos de telefonia móvel&#8221; em um laboratório de última geração para as tecnologias wireless, microwave e FTTH. Desde sua criação, o treinamento já formou e reciclou cerca de 200 profissionais de parceiros da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos últimos cinco anos, os programas e iniciativas de educação da Huawei formaram mais de 36 mil alunos em todo país, e a expectativa é de treinar mais 40 mil pessoas nos próximos cinco anos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Fatec lança curso superior de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 19:59:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concebido em parceria com a Brasscom, o curso será oferecido em Araras, Osasco, São José dos Campos, Franca e na zona leste de São Paulo, já no primeiro semestre de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6aad5404daf1b" data-id="6aad5404daf1b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Fatec lança curso superior de TI</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A Fatec – Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo lançou o curso superior Desenvolvimento de Software Multiplataforma. Concebido em parceria com a Brasscom &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, o curso tem um currículo mais atualizado das Fatecs na área de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">  As inscrições estão abertas e vão até o dia 15 de dezembro, exclusivamente pelo site <a href="https://www.vestibularfatec.com.br/home/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>vestibularfatec.com.br</u></a>. O ingresso se dará pela análise do histórico escolar, sem a realização de prova presencial ou on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto itinerário contínuo adotado no novo curso foi estruturado por uma parceria entre a SDE &#8211; Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o CPS &#8211; Centro Paula Souza e o Itaú Educação e Trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o coordenador de ensino superior de graduação do CPS, Rafael Ferreira Alves, a formação visa aproximar ainda mais o futuro tecnólogo do mercado de trabalho no setor de TIC &#8211; tecnologia da informação e comunicação e será oferecida, inicialmente, nas unidades de Araras, Osasco, São José dos Campos, Franca e na Zona Leste da Capital. “Elaboramos esse curso com conteúdo muito alinhado com a demanda dos principais contratantes de TI e com uma trilha mais ampla, que conecta o técnico com o tecnológico”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A grade curricular foi organizada empregando conceitos de segurança da informação e inteligência artificial, visando formar profissionais capazes de desenvolver software para diversas plataformas, como web, desktop, mobile, nuvem e IoT &#8211; Internet das coisas. De acordo com a Brasscom, existe uma demanda de cerca de 70 mil profissionais por ano para atuarem no setor de TI até 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">  O egresso do curso poderá atuar em grandes empresas, como especialista ou gestor; em empresas menores, com perfil de atuação mais generalista; em startups; por conta própria, no modelo autônomo, bem como empreender e criar sua própria empresa. De acordo com a Brasscom, o mercado nacional de TIC emprega 1,56 milhão de profissionais atualmente, com mais de 40 mil postos de trabalho criados no ano passado. Desse total, cerca de 40% das vagas estão em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O setor tem um dinamismo próprio com disrupções tecnológicas, novos usos e aplicações que permanentemente alteram o <em>status quo</em>. Diante desse cenário ao profissional do setor impõem-se um duplo desafio: manter e desempenhar suas atividades, e atualizar-se permanentemente, ou seja, o profissional é um refém da qualificação profissional”, explica Sergio Sgobbi, diretor de relações institucionais da Brasscom.</p>

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