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	<title>Wearables &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Wearables &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Brasil vende 2,7 milhões de dispositivos wearables no primeiro semestre de 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:52:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a IDC Brasil, o setor tem sofrido com a falta de componentes e com crise econômica. No segundo trimestre deste ano, as vendas de wearables no país caíram 14,2% em relação ao mesmo período de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b55790d8d" data-id="6986b55790d8d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Brasil vende 2,7 milhões de dispositivos wearables no primeiro semestre de 2022</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No primeiro semestre deste ano, o mercado de wearables no Brasil registrou queda nas vendas (19,7% no primeiro trimestre e 14,2% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2021). Nos três primeiros meses de 2022 foram vendidos 1,32 milhão de unidades de dispositivos vestíveis. Já nos meses de abril, maio e junho o país comercializou 1,38 milhão de wearables, entre smartwatches, fitbands, basic watches, basic earwears, basic tethered e fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a Internet ou função inteligente. Os dados fazem parte do estudo “IDC Tracker Brazil Wearables Q1 2022 e Q2 2022”, realizado pela IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">“No primeiro trimestre de 2022, o mercado de wearables foi fortemente impactado pelo lockdown na China. Com a consequente escassez de componentes, os fabricantes decidiram priorizar a produção de itens classificados como essenciais, como smartphones, por exemplo, diminuindo a oferta de vestíveis. Além da baixa produção, o alto custo do frete e a condição econômica da população brasileira contribuíram para uma redução desse mercado e os resultados foram abaixo do esperado”, explica Andréia Chopra, analista de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, a recuperação começou no segundo trimestre. “Mesmo sob os efeitos da crise dos componentes, da variação cambial e do alto custo do transporte, houve um crescimento de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2022, apesar da queda de 14,2% ano a ano”, diz Andréia. Para a analista da IDC Brasil, as altas taxas de juros, a inflação e as constantes variações cambiais afetaram não somente a capacidade de pagamento do consumidor como também o custo para o varejo. “O consumidor acaba priorizando os itens essenciais e aqueles que cabem em seu orçamento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Primeiro trimestre de 2022</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre de 2022, segundo o estudo da IDC Brasil, foram vendidos 1.325.974 dispositivos vestíveis, sendo 140.627 fitbands; 165.068 smartwatches, 105.159 basic watches, 208.651 fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente, 364.700 basic earwears e 341.769 basic tethered.</p>
<p style="text-align: justify;">Os smartwatches registraram aumento de 55,2%. Os demais dispositivos tiveram queda de 43,7% (fitbands), 49,8% (basic watches), 47,3% (fones de ouvido truly wireless), 6,4% (basic earwears) e 1,4% (basic tethred), em relação ao primeiro trimestre de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase a metade (573.993) foi comercializada no grey market, baixa de 30,9% ano a ano. A queda reflete o cenário econômico brasileiro que dificulta as vendas de itens considerados acessórios, além do esforço da indústria e de associações para conscientizar o consumidor sobre os riscos de adquirir produtos sem nota fiscal e garantia e pagar caro por isso. Nos três primeiros meses de 2022, o ticket médio dos basic wearables, por exemplo, foi de R$ 900 no grey market e R$ 977 no mercado oficial, e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 732 no mercado cinza e R$ 758 no oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">A receita do mercado total de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 2022 somou R$1,2 bilhão, 11,26% maior do que no mesmo período de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Segundo trimestre de 2022</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo trimestre de 2022, segundo estudo da IDC Brasil, foram vendidas 1.378.799 unidades de dispositivos vestíveis, sendo 183.950<strong> </strong>smartwatches, 160.528<strong> </strong>fitbands, 118.259 basic watches, 228.953<strong> </strong>fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente, 364.064 basic earwears e 323.045 basic tethered.</p>
<p style="text-align: justify;">As vendas de smartwatches cresceram 51,4%, enquanto os demais dispositivos sofreram quedas de 25,3% (fitbands), 21,1% (basic watches), 31,7% (fones de ouvido truly wireless); 9,1 % (basic earwears) e 16% (basic tethred) em relação ao mesmo período de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">No período, o mercado cinza apresentou uma queda de 32% em relação ao segundo trimestre de 2021. Do total de unidades vendidas, 507.513 unidades foram comercializadas pelo grey market.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo trimestre, o ticket médio no mercado oficial dos basic wearables ficou em torno de R$ 936; o valor médio dos smart wearables foi de R$3.496 e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 712. Já no grey market o ticket médio dos basic wearables ficou em R$ 854; os smart wearables em R$ 3.860 e os truly wireless em R$ 688.</p>
<p style="text-align: justify;">“O aumento do dólar e do frete e a escassez de componentes também afetaram o grey market. No entanto, para o segundo semestre espera-se que o mercado cinza tenha um percentual de crescimento maior, já que o atual cenário econômico não favorece a aquisição de vestíveis de maior valor agregado e consequentemente com um preço maior”, acredita a analista da IDC Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Projeções</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a IDC Brasil, os fabricantes já conseguiram retomar o processo de produção e distribuição de wearables, mas mesmo assim as expectativas para o segundo semestre não são otimistas. “A baixa disponibilidade financeira do brasileiro, as altas taxas de juros e a inflação impedem que o crescimento do mercado de wearables acompanhe a vontade do consumidor em aproveitar os benefícios dessa categoria de produtos. Há sinais de recuperação, mas a projeção é que o mercado de wearables terá seu crescimento impulsionado somente a partir de 2023, com a superação dos grandes impactos econômicos desde a pandemia”, finaliza a analista da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 19:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Setor de TI deve crescer 10,6% impulsionado pelo segmento de devices, enquanto o de telecom deve aumentar em 4% graças ao avanço dos dados móveis e os impactos do 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b55792794" data-id="6986b55792794" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo projeções do estudo “IDC Predictions Brazil”, realizado pela consultoria IDC, o mercado brasileiro de TIC, que inclui os setores de TI e telecom, vai crescer 8,2% este ano (individualmente, a área de TI deve avançar 10,6% e a de telecom 4%. Já o segmento de TI Enterprise, composto exclusivamente por empresas, deve crescer 8,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">  “As expectativas são as maiores dos últimos oito anos, mesmo diante de um cenário de crescimento econômico moderado na América Latina e em um período de eleições no país”, diz Denis Arcieri, country manager da IDC Brasil.  Ele acrescenta que o setor de TI deve ser impulsionado pelo comportamento do segmento de devices, enquanto o de telecom será puxado pelo avanço dos dados móveis e a expectativa sobre os impactos dos 5G. “Já o aumento em TI Enterprise será reflexo do avanço da nuvem somado à retomada do mercado de serviços de TI e à boa perspectiva para o mercado de software.”</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com IDC, as principais iniciativas estratégicas que direcionarão os gastos de TI em 2022 são: produtividade e controle de custos; customer experience; novos produtos e serviços; e atração e retenção de talentos. “A necessidade de gerar mais negócios está convidando as empresas a repensarem suas prioridades e, consecutivamente, aumentando a demanda por soluções de TI”, completa Arcieri.</p>
<p style="text-align: justify;">  As 10 tendências do mercado brasileiro de TI e telecom para 2022, segundo a IDC Brasil, são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Demanda maior que a oferta de componentes</p>
<p style="text-align: justify;">  Em termos globais, o mercado de semicondutores deve apresentar melhora na disponibilidade de produtos, mas o Brasil ainda sentirá algum impacto pelo atraso ou restrição de dispositivos que utilizam chips de gerações anteriores e não tiveram aportes recentes. “Estão sendo feitos muitos investimentos na fabricação de chips abaixo de 10 nm (nanômetros), mas não são estes os mais demandados no Brasil. Notebooks, desktops, tablets e servidores usam, em sua maioria, componentes maiores que 40 nm”, diz Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por conta disso, o mercado de dispositivos terá um ano com alguns desafios e deverá apresentar crescimento modesto de 1,9% em unidades, mas grande em valor (12,6%), gerando um total de US＄ 22,9 bilhões. “A escassez de alguns componentes e produtos, e o câmbio desfavorável são os principais motivos para a diferença entre o crescimento do volume de unidades e de valor”, completa Sakis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">2 &#8211; Os ambientes híbridos, que incluem cloud e recursos de TI tradicional, estarão em mais de 70% das empresas de médio e grande porte</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção da nuvem no Brasil vem sendo impulsionada pela necessidade de maior agilidade e flexibilidade na infraestrutura de TI, e, para 2022, aproximadamente 97% das empresas que já utilizam algum modelo de cloud indicaram que manterão ou aumentarão o volume de workloads suportados por esse tipo de ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Ajustar as práticas de segurança de TI para abranger os ambientes de nuvem será o principal desafio dos gestores, que buscarão ajuda nos provedores de serviços especializados. Neste cenário, o Data Center tradicional manterá sua importância para os negócios e se manterá presente em mais de 87% das empresas”, explica Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria de enterprise da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, os gastos com IaaS &#8211; infraestrutura como serviço na nuvem pública alcançarão US$ 1,9 bilhão em 2022, um crescimento acima de 36% em relação ao ano anterior, enquanto a nuvem privada manterá um ritmo de crescimento mais discreto, avançando cerca de 7,9%, com gastos de US$ 540 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; As complexidades de cybersecurity e as dificuldades para atração e retenção de profissionais farão com que 76% das empresas de médio e grande porte busquem serviços especializados</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como no ano passado, 2022 deverá ser marcado pela continuidade dos ataques cibernéticos, fazendo com que os serviços de detecção e resposta gerenciados sigam ganhando espaço, ao mesmo tempo em que se intensifica a procura por profissionais qualificados. Das empresas consultadas pela IDC Brasil, 40% afirmaram que a falta de especialistas em suas equipes é um fator crítico, e 57% disseram que contarão com ajuda externa para gerenciar e operar ambientes com soluções modernas de cibersegurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Diante deste cenário, os gastos com serviços de segurança totalizarão quase US＄ 1 bilhão no país em 2022, representando um crescimento médio de 10% ano a ano desde o início da pandemia, em 2020. Já as soluções de segurança superarão os US＄ 860 milhões, com a proteção na nuvem recebendo grande atenção”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">4 &#8211; Uso de dados para impulsionar negócios colocará Analytics, AI/ML e Data Management na pauta prioritária de mais de 47% das empresas. Edge e 5G contribuem para este movimento</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada vez mais as empresas compreendem a necessidade de se ter insights acionáveis sobre seus próprios dados, especialmente com a ascensão dos canais digitais. Em 2022, a IDC estima que US$ 2,9 bilhões serão destinados a soluções e serviços relacionados a big data &amp; analytics no Brasil, um aumento de 10,8% em relação ao ano passado. Já em inteligência artificial e machine learning, a expectativa da IDC é de um crescimento de 28% no mesmo período, chegando a US$ 504 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo havendo uma evolução clara, muitas empresas ainda carecem de uma cultura de dados estabelecida e difundida nas áreas de negócios, o que é necessário para que se possam estabelecer métricas e modelos de tomada de decisão ágeis, gerando maior competitividade. Neste contexto, o avanço do edge computing, estimulado pelo 5G, deve ocupar papel de destaque”, conclui Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">5 &#8211; Implantação do 5G standalone e a jornada de ofertas e serviços aos clientes</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a realização dos leilões de frequência, o Brasil pavimenta o caminho para a chegada em 2022 do 5G standalone, que não depende do 4G. “A definição do espectro, o formato de comercialização das licenças e a concorrência obtida nos leilões evidenciam o protagonismo do Brasil na América Latina. Em relação a América Latina, vamos largar na frente tanto nas regras do jogo quanto na conversão de receita, o que nos coloca como protagonistas na oferta de 5G na região”, explica Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria de telecomunicações da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O tripé baixa latência, alta capacidade de banda e elevada densidade de conexões removerá barreiras, permitindo o desenvolvimento de vários elos do ecossistema de tecnologia, como devices, cloud, vendors, operadoras, desenvolvedores de software e clientes, que darão protagonismo aos use cases.</p>
<p style="text-align: justify;">  Até 2025, o 5G deve movimentar no Brasil cerca de US$ 25,5 bilhões, impulsionando a maior adoção de tecnologias como inteligência artificial, big data &amp; analytics, cloud, segurança, AR/VR, robótica e IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">6 &#8211; NaaS &#8211; Network as a Service se materializa como opção para infraestrutura de rede</p>
<p style="text-align: justify;">  Com ambientes de rede cada vez maiores e mais complexos, as empresas buscarão soluções digitais mais flexíveis e que atendam suas necessidades sem comprometer seu controle apropriado. Assim, o NaaS surge como uma maneira de melhorar a gestão e a capacidade das redes das companhias sem precisar fazer grandes mudanças nas equipes. Para 67,5% das empresas brasileiras ouvidas pela IDC, a principal motivação para contratar serviços gerenciados é a necessidade de expandir a capacidade de TI para apoiar o crescimento dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Optar por um formato de consumo flexível da infraestrutura de rede, entregue em um modelo Opex, incluindo hardware, software, ferramentas de gerenciamento, licenças e serviços do ciclo de vida, passará a ser uma realidade cada vez mais comum nas empresas. Espera-se que os modelos de consumo NaaS aumentem em adoção a partir de 2022, especialmente à medida que os fornecedores do serviço criem mais ofertas e que haja uma adoção ampliada por parte das empresas”, diz Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">7- DDaS &#8211; Device as a Service evoluem para maior maturidade e ofertas mais abrangentes</p>
<p style="text-align: justify;">  A oferta de dispositivos como serviço tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil e atraído o interesse de novos fabricantes e usuários, sejam de impressoras, desktops, notebooks, tablets ou smartphones. Com melhor qualidade e quantidade, o DaaS atinge uma maturidade oriunda dos feedbacks dos personagens deste mercado e deve seguir em alta.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O aumento dos preços dos dispositivos é outro fator que impacta diretamente na maior demanda por DaaS, já que esta é uma forma das empresas diluírem seus investimentos com equipamentos em vários anos&#8221;, explica Sakis. “Somente o mercado de PCaaS &#8211; PC as a Service, que é uma parte de DaaS, deve ultrapassar os US$ 100 milhões no Brasil este ano, representando um crescimento acima de 21% em relação ao ano passado”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">8 &#8211; IoT e os desafios para conciliar necessidades de transformação digital, inovação e o pragmatismo da redução de custos</p>
<p style="text-align: justify;">  Em mercados emergentes, como o Brasil, implantações de IoT que visam reduzir custos e aumentar a eficiência operacional têm mais força frente a temas de inovação. Fatores como melhorias de segurança, ganhos de receita, satisfação dos clientes e impactos ambientais são prioritários para as empresas avaliarem o sucesso e apostarem no uso da tecnologia. Em 2022, a IDC projeta esse mercado em US$ 1,6 bilhão, composto por soluções e serviços relacionados a IoT no Brasil, o que representa um crescimento de 17,6% em relação ao ano anterior. “A crescente adoção de IoT no país será impulsionada principalmente pelas oportunidades de melhorar a qualidade, a eficiência e o customer experience do produto ou serviço. Novidades combinando IoT, 5G, edge computing e analytics darão suporte e habilitarão ainda mais casos de uso de dados em tempo real”, explica Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">9 &#8211; Maior participação das áreas de negócio leva provedores de serviços de TI a repensarem seu posicionamento. Mais de 61% das empresas querem uma abordagem consultiva especializada</p>
<p style="text-align: justify;">  A mudança do mindset dos CIOs e maior proximidade com as linhas de negócios, que precisam atuar mais forte e mais rapidamente em novos produtos, serviços e experiências, fazem com que os provedores de serviços de TI retomem espaço nos orçamentos das organizações e sejam reconhecidos pelo valor que podem agregar à operação e a novas iniciativas. Como consequência, a IDC prevê uma aceleração da retomada dos serviços de TI em 6,7%, ultrapassando os R$ 44 bilhões em 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Enquanto as empresas buscam parceiros que agreguem conhecimento, agilidade e experiência às suas operações, os provedores de serviços de TI estão cada vez mais consultivos e capazes de conectar seus conhecimentos técnicos às necessidades dos negócios de seus clientes. O reflexo disso pode ser visto, por exemplo, em um crescimento de 7,6% da oferta de serviços gerenciados, que deve representar 47% do mercado de serviços de TI este ano”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">10 &#8211; Interesse por dispositivos vestíveis segue em alta e produtos podem ganhar espaço no B2B.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mercado de wearables tem apresentado lançamentos constantes que buscam antecipar tendências e se adaptar às necessidades dos usuários, inclusive em relação à quantidade e qualidade dos sensores embarcados nestes produtos. Para 2022, a IDC Brasil projeta que o setor seguirá aquecido, com aumentos de 15,8% em unidades vendidas e 17% em valor na comparação com 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo pressionado pela falta de componentes, notamos que o mercado de smartwatches &#8212; que ainda é o maior foco dos fabricantes &#8212; também apresenta oportunidades de crescimento, inclusive no segmento corporativo. Algumas marcas já estão trabalhando e lançando parcerias na área de seguros de vida e de saúde, por exemplo”, conclui Sakis.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Mercado cinza de wearables ganha força no Brasil, alerta IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 19:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[IDC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
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					<description><![CDATA[Analista da consultoria diz que os dispositivos falsificados estão tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b55793c07" data-id="6986b55793c07" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado cinza de wearables ganha força no Brasil, alerta IDC</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O estudo “IDC Tracker Brazil Wearables Q12021”, realizado pela IDC Brasil, alerta para o crescimento do mercado cinza de wearables no país. Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre de 2021 foram vendidas 964.037 unidades de dispositivos vestíveis, entre fitbands e smartwatches e fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a Internet ou função inteligente. O resultado aponta uma alta de 28% e 19%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considerando as duas categorias, a alta foi de 24,39% ano a ano. Mas, ao analisar as unidades vendidas nos mercados oficial e cinza, os números indicam que os werables falsificados ou sem nenhuma garantia legal estão ganhando força. Das 615.721 pulseiras e relógios inteligentes, mais da metade (397.936) foi adquirida no mercado cinza. Já no caso dos fones de ouvido, dos 348.316 dispositivos truly wireless comercializados no primeiro trimestre deste ano, 161.990 foram via grey market e 186.326 no mercado oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;A penetração de dispositivos vestíveis no mercado cinza está tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial e isso é bem preocupante, tanto do ponto de vista da indústria, como do varejo legal e do usuário, pois não se trata apenas de comprar produtos que entraram no país ilegalmente. Principalmente na categoria de fitbands, há muitos produtos falsificados e de qualidade duvidosa, que comprometem a credibilidade da tecnologia e a segurança das informações dos usuários&#8221;, diz Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo também indica que o preço médio dos vestíveis caiu, basicamente por conta dos modelos mais básicos de fitbands e smartwatches. Segundo o analista da IDC, o preço dos relógios inteligentes ainda é salgado e, pela tecnologia envolvida, a tendência é que continue assim por um tempo, mas no caso das pulseiras e dos fones de ouvido espera-se maior erosão. &#8220;Temos visto várias iniciativas dos players, novos entrantes, maior competitividade e tudo isso facilita a popularização da categoria e, consequentemente, a queda de preços&#8221;, explica Meireles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos três primeiros meses de 2021, o ticket médio das fitbands e smartwatches foi de R$ 1.269,37 no mercado oficial e de R$ 347,49 no grey market, e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 867,38 e R$ 364,50, na mesma ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a receita total do mercado de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 2021 alcançou R$ 635 milhões, sendo R$ 415 milhões de fitbands e smartwatches e R$ 220 milhões de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Utilização de dispositivos IoT vestíveis em um ambiente de fog cloud para identificação de Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 13:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 32]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Edge]]></category>
		<category><![CDATA[Edge computing]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo apresenta um esforço de simulação, baseado na mudança de hábitos e na monitoração, com o uso de dispositivos IoT vestíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b55795047" data-id="6986b55795047" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Utilização de dispositivos IoT vestíveis em um ambiente de fog cloud para identificação de Covid-19</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Com a pandemia de Covid-19, a população mundial enfrenta um novo desafio e diversos estudos estão sendo realizados com o objetivo de descobrir formas de reduzir o contágio. Este artigo apresenta um esforço de simulação, baseado na mudança de hábitos e na monitoração, com o uso de dispositivos IoT vestíveis.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Thiago G. Thomé, Victor Ströele e Mario A. R. Dantas, departamento de ciência da computação, da UFJF &#8211; Universidade Federal de Juiz de Fora</h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Com a pandemia de Covid-19, a população mundial enfrenta um novo desafio e diversos estudos estão sendo realizados com objetivos de descobrir formas de reduzir o contágio [WHO, 2020]. Este artigo apresenta um esforço de simulação, baseado na mudança de hábitos e na monitoração, com o uso de dispositivos IoT – Internet das coisas vestíveis. O objetivo é para a prevenção e identificação de casos de contágio em um ambiente onde o distanciamento social é difícil. Importante, também, observar a impossibilidade de se efetuar testes de contaminação de maneira contínua. Desta forma, o esforço deste artigo é uma ferramenta essencial, onde os testes de contaminação foram realizados e a monitoração vai auxiliar na indicação de contaminações em diversos cenários.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sendo cada vez mais frequentes no uso diário da população, os dispositivos wearables, também denominados como IoT vestíveis, podem fornecer dados essenciais para o monitoramento da saúde do seu usuário (Amaral e Dantas 2018). Parâmetros como frequência cardíaca, pressão arterial, nível de oxigenação e temperatura podem fornecer indicativos básicos de uma possível contaminação com Coronavírus. De forma complementar, por exemplo, o uso destes dispositivos em AAL &#8211; Ambientes Domiciliares Assistidos, que tem por conceito garantir qualidade de vida e independência para pessoas que precisam ser assistidas, podem prover perspectivas diferenciadas de usabilidade e acessibilidade. Assim, uma grande quantidade de dados pode ser coletada para ser interpretada e prover indicação de possíveis contaminações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os ambientes de clouds na computação são usualmente considerados como servidores dispersos ao redor do mundo, permitindo a execução de aplicações e serviços, além da armazenagem e acesso aos arquivos. Com uma grande quantidade de informações sendo coletada, todo o processo de filtragem, limpeza e aprendizagem pode representar um atraso na execucação e um aumento dos custos, caso seja completamente efetuado pelas clouds.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como uma solução tecnológica moderna, o conceito fog/cloud propõe o uso de dispositivos edge (de borda), que podem ser smartphones, computadores e servidores locais de uma determinada região. A razão é evitar o desnecessário processamento nas clouds e uma primeira execução dos serviços dos dados nas fogs antes de enviá-los para as clouds.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como a obtenção de bases de dados da saúde é usualmente complexo (Mendonça e Dantas, 2020), pois os dados são dos próprios usuários e que os mesmos comumente não os disponibilizam de forma pública, utilizamos neste trabalho o simulador Siafu (NEC-1, 2020). Este simulador é caracterizado por ser de contexto, permitindo o controle de características dos locais e comportamentos dos agentes, além da criação e transferência dos dados gerados.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Proposta</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o intuito de criar uma solução, neste artigo foi especificado um modelo que engloba desde os hábitos dos agentes dos ambientes simulados até o sistema computacional. Este responsável por realizar as predições em healthcare, como representado na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  No modelo, os agentes da simulação são pessoas que necessitam de acompanhamento e utilizam wearables em um ambiente domiciliar assistido. As fogs são dispositivos que representam uma determinada região e que executam processos computacionais. A cloud é responsável por receber dados processados das diversas fogs e efetuar rotinas de aprendizagem. O sistema é caracterizado como uma aplicação web onde predições, gráficos e relatórios podem ser acessados. Os stakeholders são usuários do sistema que desejam consumir as informações geradas, podem ser parentes ou profissionais da saúde responsáveis pelos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a avaliação preliminar da proposta, somente a simulação e a criação das informações de saúde dos agentes coletadas pelos wearables foram implementadas. No ambiente simulado o distanciamento social é difícil e é representado neste modelo por um lar de idosos com 18 agentes. O ambiente possui seis dormitórios, dois banheiros, uma sala de convivência e um refeitório. É relevante observar que o ambiente simulado, também, poderia ser uma academia, bar, hotel, hospital ou restaurante. O ambiente de simulação é ilustrado na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1288" height="542" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Figura2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Figura2.jpg 1288w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Figura2-300x126.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Figura2-768x323.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1288px) 100vw, 1288px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/utilizacao-de-dispositivos-iot-vestiveis-em-um-ambiente-de-fog-cloud-para-identificacao-de-covid-19/figura2-4/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ambiente simulado </figcaption>
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	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b55796799" data-id="6986b55796799" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1602853327448 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Obtenção dos dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como mencionado anteriormente, os dados coletados são oriundos das simulações realizadas no simulador Siafu. Para expressar fidelidade ao modelo, cada agente apresenta características personalizadas, desde horários para acordar, realizar refeições, dormir e até comportamentos diferentes sobre medidas preventivas antes e depois da descoberta do primeiro caso no ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o início inesperado da pandemia, diversos estudos foram iniciados e com diferentes formas de combates sendo adotadas em cada país, alguns números como porcentagem de assintomáticos apresentam divergências. Neste artigo foram realizadas compilações de estudos recentes e reconhecidos como conceituados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dentre as principais taxas adotadas, está a taxa de assintomáticos em 30% da população. Em relação à proteção, foi considerada uma chance de redução de risco do contágio em 95% quando há a utilização de máscaras PFF2, 67% em outras máscaras e 78% para protetores de olhos. Quanto ao distanciamento social, quando há um distanciamento de um metro a redução dos riscos de contaminação é de 82% e o mesmo cai pela metade para cada metro adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quatro ambientes foram preparados para demonstrar como a eficácia de métodos de prevenção e a mudança de comportamento dos agentes influencia na contaminação de um ambiente onde o distanciamento social é difícil, e estes ambientes estão descritos na tabela abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b55796b41" data-id="6986b55796b41" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Hábitos e ambientes simulados</strong></p>
<table style="width: 100.588%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="100.588%">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 14.0825%; border-style: solid; border-color: #000000;" rowspan="2" width="99">Hábitos</td>
<td style="width: 42.3898%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" colspan="2" width="304">Ambiente simulado 1 e 3</td>
<td style="width: 60.7931%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" colspan="2" width="296">Ambiente simulado 2 e 4</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 20.6259%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="148">
<p style="text-align: justify;">Hábitos antes da divulgação do primeiro caso no ambiente</p>
</td>
<td style="width: 21.7639%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="156">Hábitos depois da divulgação do primeiro caso no ambiente</td>
<td style="width: 20.9104%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="149">Hábitos antes da divulgação do primeiro caso no ambiente</td>
<td style="width: 39.8827%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="147">Hábitos depois da divulgação do primeiro caso no ambiente</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 14.0825%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="99">Uso de máscara PFF2/N95 (%)</td>
<td style="width: 20.6259%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="148">
<p style="text-align: justify;">0</p>
</td>
<td style="width: 21.7639%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="156">100</td>
<td style="width: 20.9104%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="149">90</td>
<td style="width: 39.8827%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="147">100</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 14.0825%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="99">Uso de outras máscaras (%)</td>
<td style="width: 20.6259%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="148">50</td>
<td style="width: 21.7639%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="156">0</td>
<td style="width: 20.9104%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="149">10</td>
<td style="width: 39.8827%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="147">0</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 14.0825%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="99">Uso de protetor de olhos (%)</td>
<td style="width: 20.6259%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="148">0</td>
<td style="width: 21.7639%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="156">90</td>
<td style="width: 20.9104%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="149">50</td>
<td style="width: 39.8827%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="147">90</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 14.0825%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="99">Aumento médio da distância (m)</td>
<td style="width: 20.6259%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="148">0</td>
<td style="width: 21.7639%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="156">1,5</td>
<td style="width: 20.9104%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="149">1,0</td>
<td style="width: 39.8827%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: justify;" width="147">1,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b55796f7d" data-id="6986b55796f7d" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1602854544341 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Mais uma caraterística que diferencia os ambientes simulados é o isolamento dos agentes quando os sintomas são iniciados e identificados. Para isso, os ambientes 1 e 2 afastam os pacientes identificados dos demais, evitando a contaminação a partir de casos conhecidos. Em contrapartida, tais características não ocorrem nos ambientes 3 e 4, que por não ser executado o isolamento destes pacientes, permitem a chance de contágio por agentes com a doença identificada.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b557972f0" data-id="6986b557972f0" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Ambiente e resultados experimentais</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em cada simulação, foram efetuadas 50 execuções, no computador SX-Aurora TSUBASA da NEC [NEC-2, 2020]. Alguns pontos de interesse do estudo, como a porcentagem de agentes contaminados antes e após a identificação do primeiro caso estão descritos na tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Situações e contaminações</strong></p>
<table style="height: 255px; width: 100%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="100%">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 301px; border-style: solid; border-color: #000000;" rowspan="2">Situação</td>
<td style="width: 520px; border-style: solid; border-color: #000000;" colspan="4">Agentes contaminados</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">Ambiente simulado 1</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">Ambiente simulado 2</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">Ambiente simulado 3</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">Ambiente simulado 4</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 301px; border-style: solid; border-color: #000000;">Contaminados até a identificação do 1ª caso (%)</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">65,22</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">11,44</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">61,56</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">11</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 301px; border-style: solid; border-color: #000000;">Contaminados após a identificação do 1º caso (%)</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">2,67</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">0,67</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">15,44</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">14,89</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 301px; border-style: solid; border-color: #000000;">Contaminados até o final da simulação (%)</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">67,89</td>
<td style="width: 125px; border-style: solid; border-color: #000000;">12,11</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">77</td>
<td style="width: 126px; border-style: solid; border-color: #000000;">25,89</td>
</tr>
</tbody>
</table>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b5579772c" data-id="6986b5579772c" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1602854562745 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Com os dados coletados, é possível identificar que aproximadamente 67,89% dos agentes do ambiente simulado 1 foram contaminados até o final das simulações, sendo somente 2,67% após a identificação do primeiro caso. Já no ambiente simulado 2, somente 12,11% dos agentes foram contaminados, sendo 0,67% após a descoberta a doença no ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para o ambiente 3, 15,44% dos agentes foram contaminados após a identificação da doença, com o total de 77% no final da simulação. Por fim, o ambiente 4 apresentou taxas de contaminação de 14,89% após a descoberta do primeiro caso e 25,89% ao total.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro ponto de vista, na figura abaixo é possível analisar a concentração de agentes contaminados concomitantemente ao decorrer dos dias após o primeiro agente ser contaminado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com os dados coletados, é possível identificar que aproximadamente 67,89% dos agentes do ambiente simulado 1 foram contaminados até o final das simulações, sendo somente 2,67% após a identificação do primeiro caso. Já no ambiente simulado 2, somente 12,11% dos agentes foram contaminados, sendo 0,67% após a descoberta a doença no ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para o ambiente 3, 15,44% dos agentes foram contaminados após a identificação da doença, com o total de 77% no final da simulação. Por fim, o ambiente 4 apresentou taxas de contaminação de 14,89% após a descoberta do primeiro caso e 25,89% ao total.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro ponto de vista, na figura abaixo é possível analisar a concentração de agentes contaminados concomitantemente ao decorrer dos dias após o primeiro agente ser contaminado.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b55797ae6" data-id="6986b55797ae6" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Conclusões</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com os resultados obtidos neste trabalho é possível inferir que a abordagem pode ser um elemento tecnológico diferencial no presente combate a contaminação por Covid-19. Interessante de se observar que o elemento fog-cloud, como uma infraestrutura computacional. Podendo representar uma solução com um grande potencial na captação, armazenamento, limpeza dos dados e o processamento efetivo nas bordas (edge). Subsequentemente enviando estes dados para as configurações de cloud.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b55797e90" data-id="6986b55797e90" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1602855342239 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;">Referências</h5>
<h5 style="text-align: justify;">Amaral, Wagner &amp; Dantas, Mario A. R. (2018), Uso de Sensores para Monitoramento de Atividades Humanas, Infra News Telecom, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/sensores-monitoramento-atividades-humanas/">https://www.infranewstelecom.com.br/sensores-monitoramento-atividades-humanas/</a></span>.</h5>
<h5 style="text-align: justify;">Mendonça, F., &amp; Dantas, M. (2020). Covid-19: Where is the Digital Transformation, Big Data, Artificial Intelligence and Data Analytics? Revista Do Serviço Público, 71, 212-234. <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://doi.org/10.21874/rsp.v71i0.4770" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://doi.org/10.21874/rsp.v71i0.4770</a></span><a href="https://doi.org/10.21874/rsp.v71i0.4770" target="_blank" rel="noopener noreferrer">.</a></h5>
<h5 style="text-align: justify;">NEC-1, Siafu, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://siafusimulator.org/,%202020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://siafusimulator.org/, 2020</a></span>.</h5>
<h5 style="text-align: justify;">NEC-2, SX-Aurora TSUBASA, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.nec.com/en/global/solutions/hpc/sx/vector_engine.html,%202020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.nec.com/en/global/solutions/hpc/sx/vector_engine.html, 2020</a></span>.</h5>
<h5 style="text-align: justify;">WHO,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/situation-reports/20200401-sitrep-72-covid-19.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/situation-reports/20200401-sitrep-72-covid-19.pdf</a></span>, acessado em setembro de 2020.</h5>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os avanços e desafios da Internet das coisas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/avancos-e-desafios-da-internet-das-coisas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=avancos-e-desafios-da-internet-das-coisas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 20:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Dispositivos inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Internet industrial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=5128</guid>

					<description><![CDATA[Da mesma forma que a Internet das coisas promete facilitar processos e atividades, ela também demanda muita responsabilidade em relação à proteção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b55799ac1" data-id="6986b55799ac1" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Os avanços e desafios da Internet das coisas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Longinus Timochenco, CISO – Chief Information Security Officer e diretor de governança corporativa na KaBuM!</strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Quando o termo IoT &#8211; Internet das coisas foi criado, na década de 1990, ainda não se tinha ideia da importância que o assunto ganharia com o passar dos anos. A interconexão de dispositivos inteligentes, capazes de controlar, trocar ou compartilhar informações e dados, sem a necessidade de interação física com o ser humano, já é realidade em muitos setores e deve impactar cada vez mais a economia brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iot-internet-das-coisas-na-industria/">Segundo o estudo “Internet das coisas: um plano de ação para o Brasil”, realizado pelo BNDES e pelo MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações</a>, a estimativa do impacto potencial da IoT no Brasil, até 2025, é de US$ 50 bilhões a US$ 200 bilhões por ano, valores que representam cerca de 10% do PIB – Produto Interno Bruto no país. Entre as prioridades de aplicação estão setores como saúde e indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Monitoramento remoto das condições de saúde e do condicionamento físico por meio de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dispositivos-wearables-e-internet-das-coisas/">aparelhos vestíveis (wearables)</a>, sensores no leito de pacientes e apoio à identificação de síndromes e epidemias são alguns dos exemplos de como a Internet das coisas pode beneficiar tanto pacientes quantos hospitais e operadoras, permitindo melhorias na comunicação entre todos e contribuindo com diagnósticos preventivos e assertivos.</p>
<p style="text-align: justify;">  No setor industrial, há diversas aplicações de IoT capazes de melhorar processos, reduzir excessos e custos, criar novos modelos de negócios e aumentar a velocidade das operações. A Internet das coisas industrial (IIoT &#8211; Industrial Internet of Things) permite o monitoramento integrado de atividades, resultando em uma grande base de dados que auxilia nas tomadas de decisões automáticas, a partir da integração de equipamentos e máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tamanho avanço também requer maior preocupação com a segurança da informação e a proteção dos dados. É importante estar preparado para detectar possíveis ataques cibernéticos, que busquem causar danos físicos em uma instalação industrial ou prejudicar a funcionalidade da planta. Na área da saúde, o cuidado deve ser ainda maior, pois falhas podem ter impactos irreversíveis na vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Reforço aqui que, quanto maior o número de dispositivos conectados em uma rede, mais oportunidades de exposição e exploração de falhas serão possíveis. Da mesma forma que a Internet das coisas promete facilitar processos e atividades, ela também demanda muita responsabilidade em relação à proteção. É fundamental manter uma política de segurança consolidada, além do monitoramento contínuo dos dispositivos IoT e da adoção de medidas de mitigação de danos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986b5579a07d" data-id="6986b5579a07d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
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		<title>Uso de sensores para o monitoramento de atividades humanas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/sensores-monitoramento-atividades-humanas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sensores-monitoramento-atividades-humanas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2018 14:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 5]]></category>
		<category><![CDATA[Acelerômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[HARA]]></category>
		<category><![CDATA[QoC]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
		<category><![CDATA[Zigbee]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b5579ae70" data-id="6986b5579ae70" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Uso de sensores para o monitoramento de atividades humanas</h1>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo apresenta o modelo baseado em HARA &#8211; Human Activity Recognition with Accelerometer para o reconhecimento de atividades humanas a partir de dados de localização, movimentação e tempo.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><a href="mailto:wagner.amaral@grad.ufsc.com" target="_blank" rel="noopener">Wagner D. do Amaral</a> e <a href="mailto:mario.dantas@ufsc.br" target="_blank" rel="noopener">Mario A. R. Dantas</a>, Departamento de Informática e Estatística, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O artigo mostra um modelo baseado em HARA &#8211; Human Activity Recognition with Accelerometer para o reconhecimento de atividades humanas a partir de dados de localização, movimentação e tempo. É utilizado um acelerômetro como principal sensor, devido ao seu baixo consumo de energia e as suas pequenas dimensões. Identificar as atividades de um indivíduo é importante para compreender a sua rotina individual e identificar mudanças bruscas, que podem estar relacionadas a estágios iniciais de uma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">  Visando a eficiência do modelo, também é proposto o uso de um filtro de qualidade de contexto, onde dados com baixo valor QoC &#8211; qualidade de contexto são descartados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo projeções do <a href="https://www.ibge.gov.br/">I</a><a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">BGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,</a> em 2060 quase 34% da população brasileira será idosa, com mais de 60 anos. Em números absolutos, a estimativa é de que a quantidade de idosos triplique até 2060 [IBGE 2013].</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse cenário, é preciso criar condições que garanta oportunidade e uma vida com qualidade e independência a essa população Como solução estão surgindo tecnologias de monitoramento de indivíduos em suas residências, os chamados ambientes domiciliares assistidos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um ambiente domiciliar assistido é composto por um conjunto heterogêneo de sensores corporais e de ambiente, que geram grandes volumes de dados. A qualidade dos dados, portanto, é a chave para a manutenção desses ambientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para lidar com essa grande quantidade de informações e garantir que o modelo seja acessível, é necessário um processamento de alto desempenho com arquiteturas de baixo custo, além da implementação de um analisador de contexto que filtre os dados, descartando informações com pouco ou nenhum valor semântico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ambientes domiciliares assistidos tradicionais usam diversas técnicas para detecção de anormalidades, porém, de uma forma geral, detectam anormalidades somente quando elas ocorrem, o que muitas vezes está ligado ao estado avançado de uma doença. Nesse tipo de sistema não é possível prever anomalias com tempo hábil para que ações preventivas sejam tomadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para preencher esta lacuna, deixada pelos ambientes domiciliares assistidos tradicionais, este artigo propõe o modelo HARA. Ao armazenar os dados do posicionamento na residência, movimentação e tempo, é possível inferir as atividades diárias de um indivíduo e, assim, entender a sua rotina individual.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mudanças bruscas na rotina podem estar relacionadas ao estágio inicial de alguma doença e a sua identificação na etapa inicial, geralmente, traz maiores chances de um tratamento bem-sucedido.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo aqui proposto utiliza um acelerômetro como principal sensor para o reconhecimento de atividades humanas, com baixo consumo de energia e pequenas dimensões, garantindo uma maior qualidade de vida para o usuário monitorado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, muitos artigos passaram a abordar o tema de ambientes assistidos. Por se tratar de um conceito relativamente novo, poucos padrões encontrados na literatura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alguns trabalhos utilizam apenas um único acelerômetro para o reconhecimento das atividades. Outros usam diversos sensores para a mesma finalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  O uso de sensores corporais é amplamente utilizado, porém outras abordagens são encontradas na literatura, como a utilização de imagens para o reconhecimento das atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para os sensores corporais, a posição do corpo onde o dispositivo será acoplado é muito importante. Apesar de não existir um padrão sobre onde os sensores devem ser posicionados, os lugares mais comuns são o peito, pulso, tornozelo e cintura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para melhor compreender o estado atual da pesquisa nesta área, realizamos uma revisão da literatura.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Proposta principal</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Consideramos uma abordagem de QoC, com o objetivo de avaliar da qualidade dos dados recebidos e quais informações podem ser descartadas ou que devem dar origem a alertas. Uma visão geral do modelo pode ser observada na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p class="p1" style="text-align: center;"><em>HARA &#8211; Visão geral</em></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Obtenção dos dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como citado anteriormente, serão obtidos dados de posicionamento, movimentação e tempo. Para tanto, um dispositivo deverá ser montado a partir de uma placa de processamento Tinyduino, acoplando a ela os shields de acelerômetro e BLE. Esse dispositivo deverá ser posicionado no corpo do indivíduo monitorado.</p>
<p style="text-align: justify;">  A escolha dos shields de acelerômetro e BLE para incorporar o sensor corporal levou em consideração o baixo consumo de energia. O acelerômetro também é uma alternativa ideal para o modelo proposto devido a suas pequenas dimensões, diminuindo a intrusão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para os dados de movimentação, serão utilizadas as informações do acelerômetro. Já para os de localização, um o módulo BLE ficará responsável por detectar a intensidade de sinal dos dispositivos disponíveis para pareamento. Haverá um dispositivo BLE para cada cômodo da casa e as intensidades serão comparadas para determinar a posição do indivíduo. Os dados de tempo serão responsabilidade do Raspberry Pi 3, um dispositivo que também receberá os dados de movimentação e localização do Tinyduino, por meio do BLE.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Previsões das atividades</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Após a obtenção e transmissão dos dados de movimentação e localização para o Raspberry Pi 3, com a adição da informação de tempo, será realizado um processo de predição para a inferência de qual atividade o indivíduo monitorado está realizando. Para isso, a técnica utilizada é Modelo Oculto de Markov. Esta técnica é capaz de representar uma quantidade infinita de sequências possíveis por meio de uma quantidade finita de estados. Assim, ela se mostra ideal para a necessidade do modelo proposto: representar uma sequência qualquer de ações executadas por um indivíduo por meio de uma quantidade limitada de estados.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">QoC &#8211; Qualidade de contexto</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É proposto também que o modelo avalie a qualidade de contexto dos dados recebidos e decida o que deve ser descartado e o que deve dar origem a alertas. Para o cálculo da QoC, é utilizada a abordagem com os seguintes parâmetros: Completness, Coverage, Precision, Up-to-dateness e Significance.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada um deles possui valor entre 0 e 1 e é realizado uma média entre eles, excluindo o parâmetro Significance. Este último terá o valor 1, se os valores medidos são válidos, mas não esperados, indicando um caso onde a criação de um alerta é necessária, ou 0, nos demais casos, indicando que os dados podem ser descartado.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Ambiente e resultados experimentais</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Inicialmente, é realizado um experimento para a leitura dos dados do acelerômetro, que em seguida passam pelo filtro QoC.</p>
<p style="text-align: justify;">  A figura abaixo apresenta os valores lidos pelo acelerômetro, acoplado ao pulso de um indivíduo, que realiza uma sequência de atividades durante 35 segundos, em sua própria casa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por meio da análise do gráfico, é possível observar que durante a sequência de atividades realizadas, os valores lidos pelo acelerômetro se alteram, porém, fica claro como é difícil e ineficaz uma identificação manual destas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, temos a importância do modelo HARA, que se propõe a identificar instantaneamente a atividade realizada pelo indivíduo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Conclusões</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este trabalho apresentou um modelo de reconhecimento de atividades humanas por meio do uso de sensor corporal para a captação de dados de movimentação e localização e tempo. O modelo também considera o uso da abordagem de QoC para avaliar a qualidade dos dados recebidos, permitindo decidir as informações que devem ser descartados ou darem origem a alertas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para trabalhos futuros é sugerido a comparação da eficiência entre diferentes tecnologias de comunicação, como o bluetooth 4.0 clássico ou ZigBee. Outra comparação possível é a técnica de classificação.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dispositivos wearables e a Internet das coisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.infranews]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 02:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 01]]></category>
		<category><![CDATA[APIs]]></category>
		<category><![CDATA[Dispositivos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
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					<description><![CDATA[O sucesso da tecnologia wearables está atrelado aos sistemas empresariais de Internet das coisas que irão gerenciar um conjunto diverso de objetos digitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b5579e62f" data-id="6986b5579e62f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Dispositivos wearables e a Internet das coisas</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Wearables são dispositivos inteligentes aplicados a vestuários e acessórios pessoais ou medicinais que podem ser “vestidos” ou integrados ao corpo, incluindo tecnologias de computação, comunicação e sensoriais. O sucesso da tecnologia está atrelado aos sistemas empresariais de Internet das coisas que irão gerenciar um conjunto diverso de objetos digitais, permitindo controles de permissão e acesso detalhados.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://evrythng.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Evrythng</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-6986b5579e84d" data-id="6986b5579e84d" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">     Embora a implantação de tecnologias wearables não seja nova (GPS, monitores de batimentos cardíacos, MP3 players, marca-passos e aparelhos auditivos estão disponíveis em diversas formas há décadas), a categoria e o seu papel têm cada vez mais alcance, qualidade e escopo de aplicação. Isso vem sendo ampliado pelos desenvolvimentos de novos dispositivos e conectividade de baixo custo e consumo de energia. A capacidade de computação de dados no dispositivo e na nuvem, o aumento da interoperabilidade técnica e a aceitabilidade social do comportamento humano também colaboram para o uso intensivo de produtos wearables.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b5579e8c5" data-id="6986b5579e8c5" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b5579ecef" data-id="6986b5579ecef" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 14px;">Acessórios wearables e roupas, como o rastreador de atividade Fitbit, relógios inteligentes e materiais inteligentes para roupas (por exemplo, OMsignal, em parceria com a <a href="http://mashable.com/2014/08/25/ralph-lauren-smart-t-shirt/#yzUuuKbqX5qa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ralph Lauren</a>).</span></em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><em>Sensores para ingerir, como a tecnologia de &#8220;pílula inteligente&#8221; aprovada pela FDA da Proteus Digital Health, que monitora a eficácia dos medicamentos e dos sinais <a href="https://www.reuters.com/article/us-proteus-funding/smart-pill-firm-proteus-raises-172-million-idUSKBN0FY1II20140729" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vitais do paciente</a>.</em></span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-4"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><em>Dispositivos implantados no corpo para monitorar a saúde e a entrega programada de medicamentos, incluindo sensores de glicose de empresas como <a href="http://microchipsbiotech.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">microCHIPS</a>.</em></span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986b5579fa1a" data-id="6986b5579fa1a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><em>Exemplos de produtos com tecnologia wearable</em></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">     Com esses avanços, pode-se esperar que dispositivos wearables apareçam em muitas categorias de produtos, desde aplicações na área de saúde até na alta costura. É importante destacar que esses desenvolvimentos tecnológicos geram oportunidades para a criação de valor e novos modelos de negócios. Se a roupa que usamos rastrear a nossa saúde enquanto estivermos fazendo atividades físicas, ela também pode se tornar parte de nosso plano de saúde e associar marcas de vestuário com provedores de serviços. Se as joias também atuarem como uma credencial digital para abrir portas e acessar serviços, isso permite que as habilidades estéticas e decorativas dos designers sejam associadas com a infraestrutura tecnológica dos prestadores de pagamentos e empresas de segurança residencial.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Conexão aberta e lateral</h3>
<p style="text-align: justify;">     A chave para desbloquear o valor dos wearables, seja você um fabricante, comerciante ou usuário final, é controlar o fluxo de dados lateral entre essas “coisas” conectadas, outros objetos e um universo mais amplo de aplicativos e dispositivos usados pelas pessoas para operar as suas vidas digitais. A era da Internet das coisas se baseia, principalmente, em dados de múltiplos dispositivos e objetos conectados, sendo associados a sistemas de software para criar novos serviços e experiências, sem comprometer o desempenho, a segurança ou a funcionalidade crítica.</p>
<p style="text-align: justify;">     Os primeiros exemplos vieram com o monitoramento da saúde pessoal e aptidão física. Produtos como a pulseira fitness Jawbone Up, da <a href="https://jawbone.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jawbone</a>, medem as atividades de um indivíduo e as calorias queimadas, mas também atuam como parte do estilo de vida mais conectado do consumidor, desde o rastreamento da saúde e aptidão física até as experiências de automação residencial. A Jawbone tornou os dados de sua pulseira acessíveis a outros aplicativos via APIs &#8211; Application Programming Interface, permitindo às pessoas efetuarem a conexão com o seu registrador de exercícios físicos ou aplicativo de monitoramento de dietas (o dispositivo também se comunica com um termostato ou com um sistema de iluminação de uma residência inteligente).</p>
<p style="text-align: justify;">     Assim, a Jawbone tornou o seu produto mais valioso para os seus consumidores. Essa abordagem de circuito aberto contrasta com as estratégias verticalmente integradas adotadas por outros fornecedores, os quais tiveram um sucesso significativamente menor.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><em>Exemplos de aplicações que utilizam conexões de dados laterais</em></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b557a0c23" data-id="6986b557a0c23" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">     Nesse caso, a oportunidade foi criar um ecossistema wearables  “aberto”, onde conexões horizontais podem ser feitas entre dispositivos wearables e outros objetos e ambientes para uma melhor experiência do usuário.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Estética associada à engenharia e ao ecossistema</h3>
<p style="text-align: justify;">     O desafio para o <em>design</em> de dispositivos wearables é a forma usada para combinar o padrão estético e ergonômico, com as funções de software e hardware, visando entregar um produto  atrativo, eficaz e confiável. Contudo, também é importante reconhecer que os produtos wearables operam e são experimentados como parte de nossas vidas digitais mais amplas. Assim como a pulseira inteligente da<em> Jawbone</em>, os wearables fazem parte de um ecossistema <em>on-line</em> e podem se beneficiar de se integrarem a um conjunto agregado de serviços e conteúdos conectados. Um produto wearable individual pode desempenhar o papel de líder ou coadjuvante neste sistema mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">     As conexões laterais entre wearables e outros produtos e serviços podem ser criadas formalmente, como por exemplo, uma aliança entre um prestador de serviços de saúde e provedores de dispositivos de monitoramento da saúde. Também podem serem feitas informalmente, com os próprios usuários finais conectando os seus dispositivos com aplicativos por meio ferramentas <em>on-line</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">     Em um mundo onde cada um de nós tem um número crescente de produtos equipados com tecnologias de interface, conectividade e sensoriais, a oportunidade de combiná-los de maneiras diferentes para permitir novas experiências e serviços cresce exponencialmente. A Lei de Metcalfe sobre o efeito de rede, famosa no mundo dos dispositivos conectados em rede onde sucesso gera mais sucesso a uma taxa sempre crescente para criar um círculo virtuoso, torna-se também aplicável a cada produto wearable que possuímos. O verdadeiro desafio do <em>design</em> é, portanto, uma das ideias do processo: abraçar a conexão aberta, reconhecendo que cada produto funciona como parte de uma experiência de rede mais ampla orientada a dados, tornando o todo muito maior do que a soma de suas partes.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Utilizando os dados</h3>
<p style="text-align: justify;">A conexão aberta funciona somente se diversas condições forem atendidas:</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  vc_custom_1519315648758" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="text-align: justify;">Os usuários finais sabem exatamente como os seus dados estão sendo usados e dão a sua permissão explícita – importante tanto para o relacionamento de confiança da marca com seus consumidores quanto para as exigências de conformidade regulamentar.</li>
<li style="text-align: justify;">O compartilhamento de dados entre wearables pode ser controlado com base em vários parâmetros: tipo, tempo, frequência, uso e tipo de aplicação.</li>
<li style="text-align: justify;">O usuário pode encerrar a permissão/acesso a qualquer momento (incluindo o direito de ser esquecido).</li>
<li style="text-align: justify;">Um esforço mínimo é necessário para que um aplicativo solicite dados de múltiplos dispositivos wearables, sem exigir muita integração.</li>
<li style="text-align: justify;">Os aplicativos criados com múltiplos pontos de dados podem ter tempos de vida útil flexíveis: alguns podem ser para um único ponto de contato (&#8220;touch point&#8221;), enquanto outros podem ser para múltiplos pontos de contato ao longo do tempo.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b557a146d" data-id="6986b557a146d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b557a175e" data-id="6986b557a175e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerenciamento de dados laterais</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O caminho para a conexão aberta está nos sistemas de software que permitem que os dados sejam compartilhados horizontalmente entre diferentes aplicativos e dispositivos, enquanto também gerenciam permissões individuais precisas, privacidade e acesso por meio de aplicativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, os dados de seu rastreador de <em>fitness</em> podem, com a sua permissão, induzir uma máquina de vendas automática (vending machine) ou um painel inteligente para lhe enviar uma mensagem oferecendo bebidas com base na sua lealdade a uma determinada marca, combinada com a necessidade de reidratação após a atividade física. O mesmo dispositivo também pode servir como um cartão de fidelidade de companhias aéreas, permitindo o seu acesso automático ao <em>lounge</em> por meio de um registro eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine também uma camisa inteligente que monitore tanto a sua temperatura corporal quanto a do ambiente, efetuando ajustes para aquecer ou esfriá-lo e rastreando, simultaneamente, esses dados como parte de um perfil de saúde integrado. Você pode ainda optar para que a mesma camisa permita que os varejistas o reconheçam como um cliente quando você entra em uma loja, usando  os dados de compras anteriores para recomendar roupas que possam lhe interessar.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><em>Compartilhamento lateral de dados entre wearables, aplicativos e um mundo mais amplo de dispositivos conectados</em></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Concierge</strong><strong> para uma vida conectada</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nesses cenários, um wearable começa a atuar como um <em>concierge</em> para a sua vida conectada: acessando uma visão consolidada de quem você é e de como você está, suas preferências pessoais e histórico de compras por meio da combinação com outras fontes de dados em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que essa conectividade lateral aumenta, um dos maiores desafios da marca será a privacidade: a capacidade de fornecer uma experiência personalizada para milhões de usuários enquanto gerencia os seus dados com segurança. Isso significa permitir que os usuários tenham um controle total altamente detalhado sobre quais dados eles escolhem compartilhar ou manter privados. Por exemplo, escolhendo compartilhar todos os seus dados do sensor de sono ou apenas dados de intervalos de datas ou dias selecionados.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;"><em>Conectividade lateral baseada em permissão do wearable Tech e outros dispositivos conectados via uma plataforma de nuvem</em></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b557a241e" data-id="6986b557a241e" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A única maneira de conseguir isso é usando uma plataforma que seja especificamente arquitetada para controlar o acesso e as permissões para cada ponto de dados associado a um produto wearable de propriedade de um usuário específico. Dessa forma, as marcas precisarão de uma plataforma de dados corporativo para habilitar este rico mundo de conexões laterais por meio de informações pessoais com controles rigorosos de acesso e permissão, visando fornecer experiências de serviço seguras e inovadoras aos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora um dispositivo wearable possa ter a sua própria nuvem, ele também pode usar uma plataforma de dados agregados para gerenciar conexões laterais com os dados de outros dispositivos, aplicativos e sensores conectados em rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um mundo wearable, as empresas vão ganhar entregando mais valor por meio de uma melhor experiência de serviço para uma maior parcela de consumidores. Para isso, sistemas de Internet das coisas empresariais têm de ser usados para gerenciar um conjunto diverso de identidades de objetos digitais, permitindo ao mesmo tempo controles de permissão e acesso detalhados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Prepare-se para a era da IoT</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/prepare-se-para-a-era-da-iot/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=prepare-se-para-a-era-da-iot</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 02:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 01]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Hitachi Vantara]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[MCTIC]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b557a3c06" data-id="6986b557a3c06" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Prepare-se para a era da IoT</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues, Editora da Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-6986b557a3daa" data-id="6986b557a3daa" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Não há dúvida de que a IoT &#8211; Internet das coisas irá transformar a maneira como as empresas se relacionam e fazem negócios. Este mercado já é uma realidade e o número de dispositivos conectados à rede deve crescer cada vez mais. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iot-internet-das-coisas-na-industria" target="_blank" rel="noopener">A reportagem especial desta edição</a> da Infra News Telecom traz uma visão geral do comportamento desse setor na indústria brasileira, com opiniões de especialistas de empresas fornecedoras de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o <a href="https://www.bndes.gov.br/wps/wcm/connect/site/269bc780-8cdb-4b9b-a297-53955103d4c5/relatorio-final-planodeacao-produto-8.pdf?MOD=AJPERES&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX&amp;CVID=lXysvoX" target="_blank" rel="noopener">Relatório do Plano de Ação – Iniciativas e projetos mobilizadores 2017</a>, um documento do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, em parceria como o MCTIC – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, até 2025, a IoT terá um impacto de US$ 11 bilhões a US$ 25 bilhões apenas no segmento industrial do país. Para o Secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Salvadori Martinhão, a Internet das coisas é uma oportunidade única para o desenvolvimento do Brasil e seus benefícios poderão chegar a US$ 200 bilhões por ano até 2025, representando 10% do PIB – Produto Interno Bruto atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda há muitos desafios a serem vencidos, mas especialistas garantem que as indústrias precisam investir em tecnologias que permitam melhorar a sua capacidade digital para continuarem existindo nos próximos 20 anos. Marcelo Sales, diretor de soluções e produtos para América Latina da <a href="https://www.hitachivantara.com/pt-br/home.html" target="_blank" rel="noopener">Hitachi Vantara</a>, diz que é fundamental ir além da comunicação máquina a máquina, adicionando o sensoriamento a pessoas e a movimentações dos materiais, com o objetivo de aumentar a produtividade, a qualidade da produção e evitar erros humanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dispositivos-wearables-e-internet-das-coisas" target="_blank" rel="noopener">Tema de artigo desta edição</a>, as tecnologias wearables também estão atreladas a sistemas empresariais de IoT. São eles que irão gerenciar um conjunto diverso de objetos, permitindo um controle de permissão e acesso detalhados.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b557a3e4d" data-id="6986b557a3e4d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para Fujitsu inteligência artificial será essencial no ambiente de trabalho</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/para-fujitsu-inteligencia-artificial-sera-essencial-no-ambiente-de-trabalho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=para-fujitsu-inteligencia-artificial-sera-essencial-no-ambiente-de-trabalho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin.infranews]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 13:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Fujitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
		<category><![CDATA[Wearables]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=779</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa encomendada pela empresa mostrou que a inteligência artificial  será um dos principais fatores na transformação do ambiente de trabalho até 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b557a4900" data-id="6986b557a4900" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Para Fujitsu inteligência artificial será essencial no ambiente de trabalho</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa encomendada pela </span><a href="http://www.fujitsu.com"><span style="font-weight: 400;">Fujitsu</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">empresa japonesa especializada em tecnologia da informação e da comunicação (TIC),</span><span style="font-weight: 400;"> revelou que a inteligência artificial (IA) será um dos principais fatores na transformação do ambiente de trabalho até 2025. O estudo, feito pela empresa de pesquisa independente Pierre Audoin Consultants (PAC), mostrou que muitas das práticas de trabalho, ferramentas de produtividade e ambientes físicos atuais podem desaparecer nos próximos oito anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">O trabalho ainda ressalta que, embora muitas empresas já se esforcem para se adaptar ao estilo e preferências dos funcionários, elas devem se preparar para uma era em que os trabalhadores estão sempre conectados; o trabalho remoto (também conhecido como home office) e flexível são comuns; e os sistemas industriais tradicionais estão ultrapassados e devem ser reinventados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">A Fujitsu encomendou o estudo para explorar quais serão as estratégias eficazes para o ambiente de trabalho em 2025. O documento, denominado &#8220;Workplace 2025”, destacou as mudanças sociais, evolução tecnológica, impacto ambiental, características de negócios e transformações demográficas como os principais fatores remodeladores do futuro do ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um dos destaques do estudo é o aumento constante da adoção de IA pelas empresas. Os analistas da PAC preveem que o ritmo de mudança deve continuar a acelerar até 2025 e impactará todos os aspectos dos ambientes de trabalho futuros. A inteligência artificial já é capaz de conduzir um número de tarefas cada vez maior e começa a ter um impacto de longo alcance em quase todos os aspectos, desde o local de trabalho até como as pessoas vivem e trabalham.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><span style="font-weight: 400;">Ramanan Ramakrishna, chefe de inovação em serviços e portfólio da Fujitsu EMEIA</span><span style="font-weight: 400;">, quando combinadas com agentes virtuais, controle de voz e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dispositivos-wearables-e-internet-das-coisas/">wearables</a></span><span style="font-weight: 400;">, a tecnologia permite uma experiência mais imersiva e colaborativa: “Se as empresas desejam manter o ritmo e criar uma estrutura adaptada para o ambiente de trabalho no futuro, elas devem desenvolver uma visão criteriosa dos papéis e das habilidades que serão necessárias a médio e longo prazo. E, após isso, planejar e estabelecer de forma eficaz as bases para todos os processos, desde a implementação de espaço de escritório e infraestrutura, até o desenvolvimento das habilidades técnicas necessárias para construir e apoiar uma força de trabalho que será reformulada pela IA” completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O estudo prevê que as empresas enfrentarão um efeito transformador no local de trabalho, incentivado por mudanças demográficas, aumento da IA e desaparecimento do ambiente de escritório tradicional. De acordo com o diretor de pesquisa da PAC, Nick Mayes, a maioria das organizações já começou a estabelecer mudanças para o local de trabalho com a introdução de tecnologias, como assistentes virtuais digitais, por exemplo, enquanto a mudança para o ambiente de trabalho “digital” tem sido conduzida por líderes empresariais e de TI.</span></p>

		</div>
	</div>
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