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	<title>Edição 69 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 69 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>A revolução digital e a garantia de um futuro mais eficiente, inovador e sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo explora a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3277cab4" data-id="697ba3277cab4" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A revolução digital e a garantia de um futuro mais eficiente, inovador e sustentável</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo explora a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A crescente dependência da Internet e da interconectividade entre dispositivos têm impulsionado a busca por produtos que sejam fáceis de implementar e operar, desonerando as áreas de TI na mesma medida em que o processo e negócios são automatizados e aperfeiçoados. O avanço da IoT &#8211; Internet das coisas associada à evolução das conexões sem fio, cada vez mais rápidas e seguras – recente projeção da consultoria Gartner aponta que instalação de dispositivos conectados no País cresce a uma taxa anual de 13,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo, iremos explorar a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI – sobretudo no setor corporativo – e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda, oferecendo soluções práticas e acessíveis que otimizam operações em empresas, residências, indústrias e até mesmo em cidades inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, vivemos a era da conectividade e organizações de todos os nichos e portes precisam estar no ambiente online para atuar de forma competitiva no seu mercado. Engana-se quem pensa que precisa apenas contratar um plano de banda larga corporativo e deixar o resto com a equipe de TI para organizar a rede de tráfego de dados. É preciso pensar com cuidado e olhar estratégico para engenharia, tráfego e segurança de dados na implantação de soluções aderentes ao modelo operacional e isso envolve, cada vez mais, diferentes áreas e profissionais especializados dentro das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em artigo anterior, comentamos que é mandatório ao <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/upgrade-em-infraestrutura-a-forma-mais-assertiva-de-fidelizar-clientes/">provedor de internet ter uma boa infraestrutura</a> para dar suporte às diferentes demandas de conexão e novas formas de convergência identificadas nos clientes, sejam corporativos ou residenciais. É possível extrapolar essa mesma necessidade quando falamos de pontos críticos em conectividade – uma boa estrutura de rede em termos de banda larga, otimização de tráfego, latência e atendimento à digitalização do negócio – e convergência – produtos de fácil implementação e operação no mercado que podem simplificar soluções de TI e outras do negócio, otimizando custos e tempo – às demais empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Infraestrutura de rede </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A “boa estrutura de rede” sobre a qual me refiro é muito mais do que a velocidade de banda larga. Para implantar e escalonar sua rede, contemplando conexões, aplicações e dispositivos conectados, a companhia precisa entender como funciona seu volume de dados no trabalho para poder tomar as melhores decisões técnicas e aderentes ao negócio, desde a arquitetura de dados até o balanceamento de rede. Também é imprescindível ter claros os objetivos e os resultados que se espera alcançar.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas determinações preliminares é que vão nortear a arquitetura de rede e as configurações iniciais que vão impactar diretamente nos custos e na eficiência da operação da empresa. Ou seja, um planejamento de acordo com a realidade do seu empreendimento ou do lugar onde se quer chegar é essencial para não só montar a infraestrutura ideal, mas também garantir a escalabilidade futura, acompanhando o crescimento da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Convergência de tecnologias </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A convergência de tecnologias é outra estratégia que otimiza processos e ajuda a direcionar os investimentos de forma inteligente. Impulsionada pela conectividade, banda larga e 5G, convergir soluções hoje envolve ecossistemas que incluem recursos de IoT, Inteligência Artificial e aprendizado de máquina promovendo sinergia entre as aplicações e, em consequência, otimizando processos.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que essas inovações geram novas oportunidades, mas também englobam desafios que envolvem a entrega de uma conectividade pronta para atender essas novas demandas e segurança da informação para dados cada vez mais descentralizados em múltiplas nuvens. Um estudo da IDC aponta que a cloud computing mantém ainda posição de liderança entre os setores com maior crescimento em TI – cerca de 20% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração de múltiplos pontos de coleta e troca de dados é a promessa tecnológica para viabilização de casas inteligentes, empresas inteligentes e cidades inteligentes. Com o objetivo de incentivar o desenvolvimento do setor de Internet das Coisas, o governo Federal criou o <a href="https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-politicas-digitais/plano-nacional-de-internet-das-coisas" target="_blank" rel="noopener">Plano Nacional de IoT,</a> que reúne setor acadêmico, iniciativa privada e estrutura de governança em busca de novas práticas e soluções de automação de dispositivos ou processos.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal desafio da iniciativa, como aponta <a href="https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/11731/4/TD_2867_Web.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo produzido pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea</a>), é fazer com que a adoção de IoT não seja restrita aos casos de sucesso entre as grandes empresas, mas que ganhe escala e seja uma realidade também nas pequenas e médias organizações. Um passo importante nessa direção está no programa de capacitação e formação de mão de obra, de entidades como o Senai &#8211; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial voltado a preparar profissionais que possam lidar com IoT, das <a href="https://www.sp.senai.br/curso/solucoes-integradas-com-iot/88656" target="_blank" rel="noopener">indústrias</a> ao <a href="https://senaigoias.com.br/eadcursos/senai/curso/18371/iot-fundamentals-big-data-analytics" target="_blank" rel="noopener">agronegócio,</a> em diferentes partes do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O potencial das micro e PMEs </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa recentemente divulgada pela Amazon Web Services (<a href="http://aws.amazon.com/" target="_blank" rel="noopener">AWS</a>), as micro, pequenas e médias empresas que adotam tecnologias habilitadas para nuvem no Brasil devem gerar R$ 24,3 bilhões de ganhos anuais em produtividade até 2030. Além disso, o crescimento da oferta de soluções e modelos de negócio facilitados, como o “As a Service” facilitou às Startups e PMES investirem em tecnologias conectadas e integradas. Esse é um caminho sem volta para quem não quer perder competividade, uma vez que a grande maioria das pequenas e médias empresas brasileiras concluiu ou está implementando a transformação digital, de acordo com pesquisa da Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, vivemos uma era onde a interconectividade redefine a maneira como vivemos e fazemos negócios. Nesse contexto, a visão estratégica, a adaptação ágil e a colaboração se tornam os alicerces para aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela revolução digital e garantir um futuro mais eficiente, inovador e sustentável.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guia de resiliência contra os 4 maiores riscos da TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 19:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[Storage]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[As organizações de TI precisam alinhar as estratégias do departamento com os objetivos comerciais mais amplos. Os líderes de TI devem se envolver com a gerência sênior para entender as prioridades em evolução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3277e4c0" data-id="697ba3277e4c0" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Guia de resiliência contra os 4 maiores riscos da TI</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p class="p1" style="text-align: justify;">Os departamentos de TI enfrentam riscos e desafios diariamente. É por isso que a &#8220;resiliência&#8221;, a capacidade de resistir ou se recuperar rapidamente de dificuldades, é fundamental. As coisas vão dar errado. O importante é como você lida com elas e quão rápido você se levanta.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Um importante passo é o alinhamento. Para ajudar a evitar qualquer um dos riscos abaixo, as organizações de TI precisam alinhar as estratégias do departamento com os objetivos comerciais mais amplos. Os líderes de TI devem se envolver com a gerência sênior para entender as prioridades em evolução e desenvolver roteiros de tecnologia que contribuam diretamente para a resiliência e o crescimento dos negócios.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Confira abaixo os quatro riscos de TI mais comuns e um guia para te ajudar a criar resiliência contra cada um deles dentro da sua empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="p1" style="text-align: justify;"><b>Complexidade operacional</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Vamos admitir isso: a complexidade é a ruína de muitos, se não da maioria, dos departamentos de TI nos dias de hoje. A complexidade operacional surge quando o cenário de TI de uma empresa se torna intrincado, interconectado e difícil de gerenciar. Geralmente, é o resultado da busca de novas tecnologias e estratégias sem um plano claro para otimizar a integração.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Conforme as empresas expandem suas operações, implementam diversas aplicações e adotam ambientes híbridos ou com várias nuvens, a complexidade do gerenciamento e da manutenção desses sistemas pode se tornar esmagadora. Isso fica ainda pior quando se trata da complexidade operacional de empresas globais que operam data centers em vários continentes.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Essa complexidade pode levar a:</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Tempo de inatividade e falhas sistêmicas: um dos riscos mais iminentes da complexidade operacional é o aumento da suscetibilidade ao tempo de inatividade e às falhas do sistema. À medida que os sistemas se tornam mais interconectados, uma falha em um componente pode desencadear um efeito dominó, levando a interrupções generalizadas de serviço. Essas interrupções podem prejudicar as operações, minar a confiança do cliente e resultar em perdas financeiras.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Vulnerabilidades de segurança: ambientes complexos de TI geralmente têm vários pontos de entrada para ameaças cibernéticas. Cada nova tecnologia introduzida aumenta a superfície de ataque em potencial, deixando as empresas vulneráveis a violações, vazamentos de dados e ataques maliciosos. Quanto mais complexa for a infraestrutura, mais difícil será identificar e solucionar as falhas de segurança, criando um playground para os criminosos cibernéticos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Redução da agilidade e da inovação: ironicamente, a busca pela inovação pode ser prejudicada pela complexidade operacional. Conforme as equipes de TI enfrentam desafios para gerenciar sistemas complexos, elas têm menos tempo e recursos para se dedicar à exploração de novas tecnologias e estratégias. Essa agilidade reduzida pode prejudicar a capacidade da empresa de se adaptar às mudanças nas condições do mercado e aos avanços tecnológicos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Aumento dos custos operacionais: o gerenciamento de sistemas complexos exige conhecimento especializado e monitoramento constante. Isso eleva os custos com equipes, pois as empresas precisam contratar profissionais de TI mais qualificados. Além disso, os custos associados ao tempo de inatividade, às violações de segurança e às falhas do sistema podem aumentar rapidamente em um ambiente complexo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="p1" style="text-align: justify;">Como criar resiliência contra os riscos da complexidade operacional</h2>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Mitigação: adote uma estratégia de nuvem bem definida que leve em conta mecanismos de redundância e failover. Isso garante que, se um componente falhar, haverá um backup para manter as operações.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Testes: realize testes regulares de recuperação de desastres para garantir que, em caso de tempo de inatividade ou falha devido a desastres naturais ou provocados por humanos, seus sistemas possam ser restaurados de forma rápida e eficiente.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Segurança: implemente protocolos de segurança robustos para se defender contra ameaças de ransomware. Atualize e corrija regularmente seus sistemas e instrua sua equipe sobre phishing e outros riscos de segurança.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Flexibilidade: os departamentos de TI talvez precisem encontrar maneiras inovadoras de atingir suas metas enquanto trabalham com recursos limitados. Isso pode envolver a exploração de soluções econômicas, a adoção de tecnologias de código aberto e de serviços baseados em nuvem para escalonar com eficiência. A adaptação às novas tecnologias pode ajudar as empresas a permanecerem competitivas mesmo durante uma turbulência econômica.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      STaaS: o armazenamento como serviço (STaaS) combina a agilidade e a flexibilidade do armazenamento em nuvem pública com a segurança e o desempenho de uma infraestrutura sustentável totalmente em tecnologia flash. Ele facilita o armazenamento de dados, reduzindo os custos operacionais e a complexidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="p1" style="text-align: justify;"><b>Tecnologia legada</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">A tecnologia legada é outro grande risco atualmente para os departamentos de TI, embora não seja algo fácil de resolver. As palavras &#8220;remover e substituir&#8221; assustam a maioria das pessoas, e por um bom motivo. Grandes mudanças envolvem o gerenciamento de mudanças, uma iniciativa de toda a empresa que nunca é fácil. Os riscos e desafios do legado já estão bem documentados e não são muito diferentes daqueles da complexidade operacional:</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Aumento dos custos</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Segurança reduzida</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Inovação prejudicada</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Isso sem falar na perda de talentos. Quando suas melhores mentes não conseguem fazer o melhor trabalho porque não têm as ferramentas certas. É aí que elas começam a procurar emprego em outro lugar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="p1" style="text-align: justify;">Como criar resiliência contra os riscos dos sistemas legados</h2>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Modernização: desenvolva uma abordagem em fases para atualizar ou substituir seus sistemas legados. Priorize os sistemas que apresentam maior risco devido à falta de suporte e às vulnerabilidades de segurança.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Orçamento: alocar recursos para manter e modernizar sistemas legados ou migrar para plataformas mais novas. Considere os benefícios de longo prazo do aumento da eficiência e da redução dos riscos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Suporte do fornecedor: envolva-se com fornecedores que ofereçam suporte contínuo para seus produtos. Isso garante o acesso a atualizações e patches críticos para atenuar as vulnerabilidades de segurança.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      STaaS: obtenha inovação mais rápida e aumente a confiabilidade, a disponibilidade e a segurança com o STaaS. A mudança do legado para o STaaS também pode servir como base para a transformação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="p1" style="text-align: justify;"><b>Macroeconomia</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">As condições macroeconômicas têm sido desafiadoras nos últimos cinco anos, para dizer o mínimo. De desafios de saúde global a guerras, inflação, mercados em ruínas e desastres climáticos, os fatores que mais podem prejudicar sua operação de TI são também aqueles sobre os quais você tem menos controle e contra os quais parece mais impotente.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">A macroeconomia afeta:</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Orçamento: as flutuações macroeconômicas podem levar a restrições orçamentárias para as organizações, o que afeta diretamente os departamentos de TI, tornando difícil manter e atualizar sistemas e tecnologias essenciais.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Gerenciamento de talentos e dinâmica das equipes: as recessões econômicas geralmente levam à redução de equipes e ao congelamento das contratações. Para os departamentos de TI, atrair e reter profissionais qualificados torna-se ainda mais difícil quando a segurança no emprego é incerta. As mudanças econômicas também podem influenciar a disponibilidade de pools de talentos remotos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Inovação e adoção de tecnologia: os desafios macroeconômicos podem forçar os líderes a repensarem suas estratégias de tecnologia.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Segurança cibernética e privacidade de dados: durante as recessões econômicas, geralmente há um aumento nas ameaças e nos ataques cibernéticos, pois os criminosos procuram explorar as vulnerabilidades.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Supply chain: as flutuações econômicas globais podem interromper as cadeias de suprimento, afetando a disponibilidade de hardware, software e serviços de TI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="p1" style="text-align: justify;">Como criar resiliência contra os riscos da macroeconomia</h2>
<p class="p1" style="text-align: justify;">É mais fácil falar do que fazer, certo? Bem, é sempre assim. Mas há certas coisas em que as empresas podem se concentrar para se tornarem resistentes a mudanças, desafios e riscos macroeconômicos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Planejamento financeiro: crie planos de contingência que levem em conta possíveis retrações econômicas. Diversifique seus investimentos em tecnologia e mantenha uma base financeira sólida para enfrentar as incertezas.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Desenvolvimento de habilidades: resolva as lacunas de habilidades investindo em treinamento contínuo para a sua equipe de TI. Isso os ajuda a se manterem atualizados sobre as tecnologias mais recentes e as práticas recomendadas.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Cibersegurança: os departamentos de TI devem reforçar suas medidas de segurança cibernética para proteger dados confidenciais e garantir a continuidade dos negócios. Com orçamentos limitados, eles precisam encontrar um equilíbrio entre investir em sistemas de segurança robustos e manter outras funções críticas de TI.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Consciência geopolítica: mantenha-se informado sobre eventos geopolíticos que possam afetar suas operações de TI, como restrições comerciais ou normas de privacidade de dados. Crie flexibilidade em seus planos para acomodar mudanças nas circunstâncias.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Networking: os departamentos de TI devem diversificar seus relacionamentos com os fornecedores e explorar planos de contingência para reduzir o impacto das interrupções na cadeia de suprimentos. A negociação de contratos flexíveis com os fornecedores pode proporcionar a flexibilidade necessária para navegar em condições econômicas incertas.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Ganhos de curto prazo: os departamentos de TI devem se concentrar em melhorias incrementais e ganhos rápidos que possam agregar valor no curto prazo. Isso pode envolver a otimização dos processos existentes, a automatização de tarefas repetitivas e a adoção de metodologias ágeis para o gerenciamento de projetos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      STaaS: o STaaS aumenta a eficiência e reduz os custos, tornando as empresas muito mais resistentes às questões orçamentárias que geralmente acompanham os desafios macroeconômicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="p1" style="text-align: justify;"><b>Ambiental, social e de governança (ESG)</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">Muito mais do que um &#8220;termo da moda&#8221;, o ESG se tornou uma iniciativa global que está forçando as empresas a mudarem rapidamente as prioridades para construir eficiência e prevenir multas e taxas.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">O foco crescente em ESG apresenta desafios únicos em relação a:</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Eficiência energética e redução da pegada de carbono: os data centers e a infraestrutura de TI são notórios por seu consumo de energia e emissões de carbono. O cumprimento das metas de ESG exige que os departamentos de TI minimizem o uso de energia e mantenham a eficiência operacional.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Gerenciamento de resíduos eletrônicos: os rápidos avanços tecnológicos levam à rápida obsolescência do hardware, contribuindo para o lixo eletrônico (e-waste). O descarte e a reciclagem adequados do lixo eletrônico são essenciais para a conformidade ESG.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Privacidade e segurança dos dados: a proteção de dados confidenciais e o respeito à privacidade do usuário são considerações ESG cruciais. As violações de dados não apenas prejudicam a reputação de uma empresa, mas também levam a implicações financeiras e legais.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Diversidade e inclusão: a diversidade e a inclusão são componentes integrais do ESG, mas o setor de tecnologia muitas vezes tem dificuldades com a representação e a igualdade entre gêneros, etnias e origens socioeconômicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="p1" style="text-align: justify;">Como criar resiliência contra os riscos de ESG</h2>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Comece com o RH: o ESG precisa ser visto como um processo contínuo e em constante evolução que envolve não apenas a TI, mas todos os departamentos, começando pelo RH. Estabeleça práticas de contratação inclusivas, promova a diversidade em cargos de liderança e promova um ambiente de trabalho favorável. Colabore com o RH para implementar iniciativas que atraiam e retenham talentos diversificados no departamento de TI.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Criar programas dedicados: desenvolver uma estratégia robusta de gerenciamento de lixo eletrônico, fazendo parcerias com instalações certificadas de reciclagem. Estenda o ciclo de vida dos ativos de TI por meio de reformas e atualizações, reduzindo a necessidade de substituições frequentes. Você também pode investir em práticas sustentáveis em sua infraestrutura de TI. Isso pode incluir hardware com eficiência energética, resfriamento otimizado do data center e descarte responsável de lixo eletrônico.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Cibersegurança: também é importante instituir medidas rigorosas de segurança cibernética, cumprir as normas relevantes de proteção de dados (como LGPD) e priorizar práticas transparentes de tratamento de dados. Certifique-se de atualizar regularmente os protocolos de segurança e realizar o treinamento dos funcionários para reduzir os riscos.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Relatório: sua empresa também deve desenvolver mecanismos robustos de relatórios para rastrear e comunicar os esforços de ESG do departamento de TI. A transparência pode aumentar a confiança das partes interessadas e melhorar a reputação de sua organização.</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">·      Alinhar: por fim, certifique-se de que suas iniciativas de TI estejam alinhadas com as metas ESG mais amplas de sua empresa. Considere os impactos ambientais e sociais das decisões tecnológicas juntamente com as considerações comerciais tradicionais.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>O papel dos data centers na digitalização do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:54:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo inédito feito pelo MDIC e a ABDI mostra que o Brasil é o principal mercado de data centers na América Latina, reunindo 17 provedores em 44 instalações. Os setores que mais demandam os serviços são alimentos e bebidas, varejo, agronegócio, veículos e peças e telecom e TI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>O papel dos data centers na digitalização do Brasil</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">Com o avanço da digitalização do país, cresce a necessidade de infraestruturas de data centers cada vez mais robustas e preparadas para atender diferentes tipos de aplicações, com segurança e resiliência.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://datacenters.abdi.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Um estudo inédito feito pelo MDIC &#8211; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e a ABDI &#8211; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial</a> mostra que o Brasil é o principal mercado de data centers na América Latina, reunindo 17 provedores em 44 instalações. Os setores que mais demandam os serviços de armazenamento, de acordo com o diagnóstico, são os de alimentos e bebidas (13,7%), comércio varejista e agropecuária (ambos com 9,8%), veículos e peças (7,8%) e TI e telecom (5,9%).<br />
O documento será usado como base para definir projetos e metas prioritários que irão nortear a política pública do mercado nacional de data centers. Entre as orientações da pesquisa, estão: redução de custos de investimento e operação; elevação da segurança do fornecimento de energia e ampliar a oferta e o acesso à energia renovável; formação de mão de obra qualificada para data centers e de tecnologia em geral; elevação da segurança jurídica, acelerar investimentos e reduzir riscos; estímulo à demanda; e criação de um canal de comunicação dinâmico entre setor público e privado.<br />
<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/data-centers-de-isps-protegem-as-nuvens-de-seus-clientes-com-ajuda-de-ia-ml-e-do-conceito-zero-trust-network-access/">Um artigo publicado nesta edição trata da importância dos ISPs nesse cenário</a> e aborda a necessidade dessas empresas contarem com data centers preparados para a entrega de serviços digitais com segurança. Segundo o autor, no próximo ano, empresas de todas as regiões do país dependerão de data centers de ISPs para avançar em seus negócios. “Ficará cada vez mais claro quem trabalha 24&#215;7 pela excelência na entrega de serviços digitais “limpos” de ataques. Nuvens rodando nesses centros de dados exigem inovações como IA, ML e o conceito ZTNA para avançar em sua postura de cybersecurity e, com isso, proteger a economia digital do Brasil.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Resiliência na TI</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/guia-de-resiliencia-contra-os-4-maiores-riscos-da-ti/">Esta edição também traz um artigo que indica os quatro principais riscos da TI e como evitá-los</a>. Para o autor um importante passo é o alinhamento. “As organizações de TI precisam alinhar as estratégias do departamento com os objetivos comerciais mais amplos. Os líderes de TI devem se envolver com a gerência sênior para entender as prioridades em evolução e desenvolver roteiros de tecnologia que contribuam diretamente para a resiliência e o crescimento dos negócios.”<br />
Também são temas desta edição <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/entenda-como-a-ia-mudou-a-maneira-de-fazer-black-friday/">inteligência artificial</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/">tipos de geradores</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/black-friday-a-tecnologia-tem-um-papel-essencial-nessa-epoca/">uso de tecnologia para melhorar a experiência dos clientes</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-revolucao-digital-e-a-garantia-de-um-futuro-mais-eficiente-inovador-e-sustentavel/">revolução digital</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tres-tendencias-para-evoluir-sua-estrategia-de-devops/">DevOps</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dados-e-operacao-entenda-como-proteger-esses-ativos-valiosos/">segurança de dados</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/quatro-geracoes-diferentes-no-mercado-de-trabalho/">Carreira</a>.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Data centers de ISPs protegem as nuvens de seus clientes com ajuda de IA, ML e do conceito zero trust network access</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/data-centers-de-isps-protegem-as-nuvens-de-seus-clientes-com-ajuda-de-ia-ml-e-do-conceito-zero-trust-network-access/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=data-centers-de-isps-protegem-as-nuvens-de-seus-clientes-com-ajuda-de-ia-ml-e-do-conceito-zero-trust-network-access</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Edge]]></category>
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		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zero trust]]></category>
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					<description><![CDATA[O coração da nuvem é o data center – isso vale para a nuvens privadas, públicas e híbridas em sites centrais (cloud), na borda da rede (edge) ou entre esses dois polos (fog). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba327812f3" data-id="697ba327812f3" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data centers de ISPs protegem as nuvens de seus clientes com ajuda de IA, ML e do conceito zero trust network access</h1>

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			<p><strong>Dennis Godoy, gerente de desenvolvimento de negócios da Hillstone Brasil</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A velocidade de inovação em tecnologia – e em malware – está mais acelerada do que nunca. Conscientes deste fato, CEOs, CISOs e CFOs precisam estar sempre atualizados sobre o impacto de ameaças sobre os negócios digitais. Uma das áreas mais críticas para todas as verticais da economia digital brasileira é o setor de data centers. Segundo o <a href="https://www.datacentermap.com/brazil/" target="_blank" rel="noopener">Data Center Map</a>, hoje o Brasil conta com 82 centros de dados de colocation. Cresce a cada dia a presença de data centers nível mundial em cidades espalhadas por todo o Brasil. Trata-se de localidades onde os negócios digitais são suportados, em sua maioria, por data centers operando em ISPs com alto grau de expertise em tecnologia. É o caso de data centers de ISPs atuando em Uberlândia, Maringá, Cascavel, Joinville, Ribeirão Preto e em capitais regionais como Fortaleza e Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: justify;">Segmentos como o agronegócio são um exemplo de indústria altamente produtiva e digitalizada que conta com os serviços de dados de ISPs locais. Por competirem com gigantes globais, os líderes do agrobusiness brasileiro selecionam seus parceiros de dados a partir de critérios muito exigentes. Trata-se de uma tendência mundial. Estudo da consultoria norte-americana <a href="https://aag-it.com/the-latest-cyber-crime-statistics/#:~:text=By%202025%2C%20it%20is%20estimated,vulnerabilities%20in%20the%20supply%20chain" target="_blank" rel="noopener">AAG</a><u> </u>de abril de 2023 indica que, até 2025, 60% das organizações escolherão seus fornecedores de serviços digitais a partir de um diagnóstico dos riscos de cybersecurity apresentados por essa empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua própria natureza, todo data center busca a resiliência máxima. Estudo do <a href="https://www.theregister.com/2022/09/21/uptime_institute_datacenter_outages/#:~:text=This%20is%20a%20significant%20increase,between%20%24100%2C000%20and%20%241%20million" target="_blank" rel="noopener">Uptime Institute</a> de maio de 2022 revela que, entre 1.000 gestores de data centers entrevistados, 25% afirmaram ter sofrido perdas de mais de 1 milhão de dólares com períodos de downtime no ano de 2021. Esses prejuízos não contabilizam as perdas em cascata que incidem sobre as empresas que dependem do data center para realizar negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das razões do downtime ou da indisponibilidade desses centros de dados são ataques digitais cada vez mais sofisticados. Para enfrentar essa realidade, os gestores estão trabalhando para avançar em três frentes de batalha: a adoção da IA &#8211; inteligência artificial e do ML &#8211; aprendizado de máquina, o crescente alinhamento ao conceito ZTNA &#8211; Zero Trust Network Access e a proteção de complexos ambientes multinuvem hospedados nos data centers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial e machine learning aumentam a segurança do centro de dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor estratégia para vencer a nova geração de ameaças cibernéticas construídas com apoio de IA é usar soluções do mesmo naipe para proteger a organização. Estudo da <a href="https://www.precedenceresearch.com/artificial-intelligence-in-cybersecurity-market#:~:text=The%20global%20artificial%20intelligence%20(AI,19.43%25%20between%202023%20and%202032" target="_blank" rel="noopener">Precedence Research</a> indica que o tamanho do mercado global de Inteligência Artificial  em segurança cibernética foi avaliado em USD 17,4 bilhões em 2022 e deve chegar a USD 102,78 bilhões até 2032.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos data centers, IA e ML são particularmente adequadas para ampliar mecanismos de defesa, detectar anomalias e indicadores de comprometimento, e responder automaticamente a ameaças emergentes. Isso tem de ser feito em escala de milhares ou milhões de acessos por segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">IA e ML podem analisar rapidamente grandes conjuntos de dados recolhidos de logs e outros fluxos. A meta é identificar potenciais ameaças, ataques ou uso indevido de dados corporativos, bem como prever prováveis riscos e vulnerabilidades. O uso dessas técnicas permite que se processe enormes quantidades de dados muito rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, podem aprimorar a detecção de explorações mais sutis, mas muitas vezes mais perigosas, como ameaças persistentes avançadas (APTs), ataques de dia zero e ameaças internas. A meta é isolar ameaças antes de elas transbordem para as muitas nuvens presentes no data center do ISP brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">IA e ML estão incorporadas em uma variedade de tecnologias de segurança cibernética, como firewalls de última geração e gerenciamento de informações e eventos de segurança (SIEM), bem como uma introdução mais recente em plataformas de <a href="https://www.vmware.com/topics/glossary/content/workload-protection.html" target="_blank" rel="noopener">proteção de cargas de trabalho em nuvem</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Controlando o acesso ao data center: ZTNA</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Controlar quem e o que (Bots) pode acessar recursos críticos do data center é igualmente importante para a maturidade de cybersecurity do centro de dados. É por essa razão que os gestores de data centers estão adotando cada vez mais o <a href="https://www.gartner.com/en/information-technology/glossary/zero-trust-network-access-ztna-" target="_blank" rel="noopener">acesso de confiança zero à rede (ZTNA)</a>, que trata todos os usuários, dispositivos e interações como potencialmente maliciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo ZTNA é baseado no conceito de privilégio mínimo: nunca confie, sempre verifique. A meta é oferecer acesso mínimo a recursos e a usuários. A base de tudo é o conceito Software Defined Perimeter. A cada acesso, o usuário é desafiado, por várias funções de autenticação e checagem do contexto, a provar que tem as credenciais necessárias. Graças a essa abordagem, o conceito Zero Trust Network Access é uma forma de adicionar controle a todos os acessos ao data center.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso explica porque, para o <a href="https://www.datacenterknowledge.com/security/gartner-zero-trust-will-replace-your-vpn-2025#close-modal" target="_blank" rel="noopener">Gartner</a>, até 2025, pelo menos 70% das novas implementações de acesso remoto ao data center dependerão de serviços ZTNA. Segundo estimativas da <a href="https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/zero-trust-security-market-2782835.html" target="_blank" rel="noopener">Markets and Markets</a><u>,</u> espera-se que, até 2027, as empresas globais invistam <a href="https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/zero-trust-security-market-2782835.html" target="_blank" rel="noopener">até 60 bilhões de dólares por ano</a><u> </u>em ZTNA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O data center é o coração da nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira tendência principal na segurança de data centers é a <a href="https://www.forbes.com/sites/forbestechcouncil/2021/08/25/how-the-world-of-multiple-clouds-is-becoming-multi-cloud/" target="_blank" rel="noopener">proliferação de implantações multinuvem</a><u>.</u> Dados da <a href="https://www.statista.com/statistics/273818/global-revenue-generated-with-cloud-computing-since-2009/" target="_blank" rel="noopener">Statista</a> indicam que, até o final deste ano, 591,79 bilhões de dólares serão gastos com serviços de cloud computing em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O coração da nuvem é o data center – isso vale para a nuvens privadas, públicas e híbridas em sites centrais (cloud), na borda da rede (edge) ou entre esses dois polos (fog). Cabe ao CISO do centro de dados proteger dados, aplicações e APIs &#8211; Application Programming Interface rodando em “n” nuvens. Tendo em vista a escala de crescimento sem limites das nuvens brasileiras, os gestores de data centers usam a própria nuvem para aumentar a resiliência e a confiabilidade dos dados e serviços que oferecem aos seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A configuração em multinuvem do data center oferece uma superfície de ataque muito maior, o que complica os esforços de rede e de segurança cibernética. O valor de mercado do data center depende da utilização de plataformas de cybersecurity que ofereçam, a partir de um ponto centralizado e com granularidade máxima, visibilidade e controle sobre as muitas nuvens no centro de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ganhará market share quem demonstrar que conta com políticas e controles de segurança implementados em todas as nuvens e atualizados regularmente. Automação e orquestração são outros diferenciais desta estratégia – a meta é agilizar as operações e, ao mesmo tempo, minimizar o risco de erro humano. Essa abordagem colabora para a maturidade da cultura de segurança do data center como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2024, empresas de todas as regiões do país dependerão de data centers de ISPs para avançar em seus negócios. Ficará cada vez mais claro quem trabalha 24&#215;7 pela excelência na entrega de serviços digitais “limpos” de ataques. Nuvens rodando nesses centros de dados exigem inovações como IA, ML e o conceito ZTNA para avançar em sua postura de cybersecurity e, com isso, proteger a economia digital do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Dados e operação: Entenda como proteger esses ativos valiosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A segurança cibernética deve ser uma prioridade absoluta e isso envolve a implementação de medidas de segurança robustas, como firewalls, criptografia de dados e sistemas de detecção de intrusos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3278219c" data-id="697ba3278219c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Dados e operação: Entenda como proteger esses ativos valiosos</h1>

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			<p><strong>Renan Salinas, CEO &amp; Founder da Yank Solutions</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa Zendesk CX Trends 2023, 62% das empresas entrevistadas afirmam ter aumentado o investimento em automação de processos nos últimos 12 meses. Este, sem dúvida, é um caminho sem volta, já que vários setores da economia conseguem se beneficiar a partir da adoção de tecnologias avançadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, à medida que a automação se torna mais comum, a segurança dos dados e das operações assume um papel de destaque. Como é possível garantir a proteção adequada nesse ambiente digital em constante evolução?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba327826b3" data-id="697ba327826b3" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Informações sensíveis, como dados de clientes, situações financeiras e segredos comerciais, são manipuladas por sistemas automatizados. Portanto, a segurança cibernética deve ser uma prioridade absoluta e isso envolve a implementação de medidas de segurança robustas, como firewalls, criptografia de dados e sistemas de detecção de intrusos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o State of the CIO Study 2022, da Foundry, 76% dos CIOS afirmaram que aumentarão o tempo que dedicam a questões relacionadas à cibersegurança em 2023 e 51% deles afirmam já estarem focados no gerenciamento de segurança em sua função. Inclusive, esta deve ser a conduta de todas as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter a segurança na automação de processo requer alguns cuidados. Um deles é ter uma autenticação multifatorial para garantir que apenas pessoas autorizadas tenham acesso aos sistemas automatizados. Além disso, senhas fortes e atualizações regulares também desempenham um papel importante na prevenção de violações de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto que precisa ser considerado é a questão de conscientizar os colaboradores sobre os riscos cibernéticos e dar suporte para que saibam reconhecer possíveis ameaças, como ataques de phishing. As empresas precisam, inclusive, estabelecer políticas de segurança claras e procedimentos para lidar com violações de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da segurança de dados, a integridade das operações é vital na automação de processos. Os sistemas automatizados devem ser monitorados de perto para garantir que funcionem conforme o esperado. A detecção de erros ou falhas em tempo real é essencial para evitar interrupções significativas nas operações.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, é importante implementar backups regulares e sistemas de recuperação como uma importante da estratégia de segurança. Isso garante que, em caso de falha no sistema, as operações possam ser restauradas rapidamente, minimizando o impacto nos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">As companhias que investem em medidas de segurança cibernética, treinamento de pessoal e conformidade com regulamentações, certamente, não se arrependem e estão mais bem preparadas para colher os benefícios da automação, enquanto protegem seus ativos mais valiosos: seus dados e operações.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Quatro gerações diferentes no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Estamos vivendo momento inédito no mercado de trabalho: temos quatro gerações colaborando e convivendo lado a lado no trabalho. Se bem gerenciadas, pode resultar em equipes robustas e inovadoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba32783fec" data-id="697ba32783fec" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Quatro gerações diferentes no mercado de trabalho</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Estamos vivendo um momento inédito no mercado de trabalho: temos quatro gerações colaborando e convivendo lado a lado no trabalho. Isso representa uma diversidade geracional nunca visto antes e que representa uma variedade de experiências e estilos de trabalho. Se bem gerenciadas, pode resultar em equipes robustas e inovadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os nascidos entre 1946 e 1964, a Geração Baby Boomer, são conhecidos por seu comprometimento e dedicação ao trabalho. São impulsionados pela busca de realizações pessoais e profissionais. Adaptar-se às novas tecnologias pode ser um desafio para alguns, mas muitos se dedicam à aprendizagem contínua para se manterem relevantes no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração X inclui os nascidos entre 1965 e 1980. Eles testemunharam a transição para a era digital e, frequentemente, estão mais confortáveis com novas tecnologias. São conhecidos por sua independência e habilidades de resolução de problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os nascidos entre 1981 e 1996 são os da Geração Y, ou Millennials. Foram criados em um ambiente digital e são altamente adaptáveis às novas tecnologias. Valorizam a flexibilidade no trabalho e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. São colaborativos e inovadores e isso impacta significativamente nas culturas organizacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Geração Z é a dos nascidos de 1997 a 2012. São nativos digitais, desde que nasceram estiveram mergulhados no mundo tecnológico. São multitarefas, conectados, frequentemente empreendedores e valorizam a diversidade, buscando igualdade. Enfrentam atenção fragmentada devido à exposição constante a estímulos digitais, representam uma geração influenciada pela era da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Num ambiente de trabalho tão plural, é de se esperar que a comunicação e relacionamento possam passar por dificuldades, mas apesar dessas expectativas, a pesquisa da “Wiley Workplace Intelligence”, organização estadunidense, trouxe surpresas. Eles entrevistaram 2010 pessoas para compreender como cada grupo vivencia a vida no trabalho. Embora tenha sido observado diferenças no relato das gerações, na maioria dos casos elas não eram tão grandes assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 2010 pessoas entrevistadas, 8% eram Baby Boomers, 36% eram da Geração X, 48% da Geração Y e 9% da Geração Z.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem alguns dados da pesquisa:</p>
<p style="text-align: justify;">Ambiente hostil impactou sua capacidade de realizar seu trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados mais altos foram das Gerações Baby Boomers e Z, com 24% de “moderado” e “muito”</p>
<p style="text-align: justify;">É mais importante ter um emprego pessoalmente gratificante do que um que pague bem?</p>
<p style="text-align: justify;">77% dos Baby Boomers e 76% da Geração X, as mais velhas, disseram “concordo” ou “concordo fortemente”. Apesar de alguns dos estereótipos sobre as gerações mais jovens e seu idealismo muitas vezes elevado, a pesquisa mostrou, surpreendentemente, que foram as Gerações X e Baby Boomers que relataram altos níveis de prioridade em relação a um trabalho pessoalmente gratificante.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhar numa empresa que promove equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é essencial?</p>
<p style="text-align: justify;">57% dos Millennials e 55% da Geração Z disseram que sim, é essencial. As outras gerações também relataram ser importante, mas em menor porcentagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto-me compreendido por colegas que nasceram em geração diferente da minha?</p>
<p style="text-align: justify;">Baby Boomers 88%, Geração X 93%, Millennials 88% e Geração Z 88%. Este resultado é surpreendente, já que existe uma impressão de que pessoas de diferentes gerações podem ter dificuldades de compreensão e relacionamento. Independente da geração a qual você pertença, essa pesquisa mostra que, apesar de termos estilos e prioridades ligeiramente diferentes, temos mais em comum do que pensávamos e, com as ferramentas certas, as organizações podem levar essa coesão e compreensão para um nível mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem quiser ler a pesquisa completa, veja em <a href="https://bit.ly/4gera" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/4gera</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já tinha pensado nesse tema? Como esse conhecimento pode ajudá-lo em seu local de trabalho e na sua carreira?</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697ba32784634" data-id="697ba32784634" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Diferentes tipos de geradores e suas aplicações</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 20:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IPT]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos autônomos]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo, aborda os tipos de geradores de sinais mais comuns encontrados no mercado, suas principais características e algumas aplicações práticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3278531e" data-id="697ba3278531e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Diferentes tipos de geradores e suas aplicações</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo, aborda os tipos de geradores de sinais mais comuns encontrados no mercado, suas principais características e algumas aplicações práticas.</h2>

		</div>
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			<p><strong>Fabrício Gonçalves Torres, pesquisador do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Geradores de sinais são equipamentos amplamente utilizados e possuem uma quantidade enorme de aplicações. É um equipamento indispensável para quem atua com telecomunicações, compatibilidade eletromagnética, desenvolvimentos de produtos, ou qualquer outra finalidade que necessite geração de sinais elétricos. Como exemplo, algumas aplicações são detalhadas a seguir.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Testes em sistemas eletrônicos: permite a geração de sinais precisos e customizáveis, podendo realizar testes em condições que simulam situações reais.</li>
<li>Telecomunicações: geradores de alta frequência permitem testar sistemas de comunicação, tais como redes móveis e satélites. Por meio de um gerador, é possível, por exemplo, estimar a sensibilidade de receptores, além de avaliar outros parâmetros.</li>
<li>Áudio e vídeo: geradores podem ser usados para avaliar a resposta em frequência de amplificadores, microfones ou outros dispositivos de áudio ou vídeo.</li>
<li>Automotivo: por meio da simulação de sinais de sensores automotivos, é possível avaliar dispositivos, tais como sistemas de gerenciamento de motor, por exemplo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Geradores de sinais são encontrados no mercado com diversos nomes e possuem diferentes especificações técnicas, que devem ser entendidas por técnicos e engenheiros para o seu uso adequado na aplicação em que o gerador será empregado. A quantidade de geradores disponíveis não só se diferencia na frequência, cujas faixas variam a partir de DC até algumas dezenas de GHz, mas também, no seu princípio de funcionamento e na disponibilidade de recursos presentes no equipamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de funções</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um gerador de funções usualmente gera sinais de baixa frequência até algumas dezenas de MHz. Com este equipamento, é possível gerar sinais com algumas formas de onda básicas, que estão gravadas na memória do equipamento, tais como: senoidal, quadrada e triangular. Alguns parâmetros podem ser variados além da frequência (ou período) e da amplitude, como, por exemplo, duty cycle, e offset da forma de onda quadrada, transformando-a em ondas pulsantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de formas de onda arbitrárias</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma versão melhorada de um gerador de funções, pois, além de poder gerar formas de onda básicas, este equipamento permite a geração de qualquer forma de onda criada pelo usuário. Normalmente, o gerador já possui em sua memória uma grande variedade de formas, além das principais (senoidal, quadrada e triangular).</p>
<p style="text-align: justify;">Com este equipamento, é possível gerar sinais modulados ou pulsos lógicos para testes de alguns circuitos digitais de baixa frequência. Entretanto, suas aplicações continuam limitadas decorrente da faixa de frequência que, usualmente, é inferior a 100 MHz.</p>
<p style="text-align: justify;">Na figura 1, um gerador de formas de onda arbitrárias é usado pelo Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT para calibração do intervalo de tempo de um contador universal. Neste caso, a exatidão da frequência é essencial para este serviço.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba32785649" data-id="697ba32785649" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba32785a0d" data-id="697ba32785a0d" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba32785de9" data-id="697ba32785de9" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de pulsos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um gerador de funções ou de formas de onda arbitrárias terem a capacidade de gerar pulsos, eles são limitados na frequência e no tempo de subida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para testes em circuitos digitais de alta velocidade e sistemas de telecomunicações, geradores de pulsos são mais adequados por gerarem o pulso com tempo de subida extremamente baixo, ou seja, a mudança de estado do bit é realizada de forma bastante rápida. Para isso, estes geradores devem possuir alta largura de banda (&gt; 1 GHz) para garantir a velocidade necessária, já que este parâmetro influencia significativamente no tempo de subida do sinal gerado (figura 2).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba3278622e" data-id="697ba3278622e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3278653e" data-id="697ba3278653e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="422" height="330" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem 2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2.jpeg 422w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2-300x235.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 422px) 100vw, 422px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/imagem-2-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Dependência do tempo de subida em função da largura de banda. Fonte: Disponível em &lt;https://www.ni.com/en/shop/electronic-test-instrumentation/waveform-generators/generating-signals-function-generators.html&gt;, acesso em 08.11.2023</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de radiofrequência (RF)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para aplicações em que são necessárias frequências mais elevadas, tais como em sistemas de comunicação sem fio, um gerador de RF é recomendado. Estes geradores permitem a geração de sinais de radiofrequência e micro-ondas.</p>
<p style="text-align: justify;">A faixa de frequência é um parâmetro importante que altera significativamente o custo deste equipamento. Portanto, é necessário que o usuário avalie a frequência necessária antes da aquisição de um gerador de RF.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da frequência, a faixa de amplitude também é um parâmetro que pode variar significativamente entre marcas e modelos de geradores de RF. Alguns fabricantes, por exemplo, por meio de opcionais, possibilitam a geração de sinais com amplitude abaixo de -140 dBm e acima de +20 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, o gerador de RF possui opcionais para geração de sinais modulados analogicamente (AM, FM e PM).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de sinal vetorial</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um gerador de sinal vetorial é um gerador de RF que, além da geração de modulação analógica, permite a geração de sinais modulados digitalmente, tais como QAM, QPSK, FSK e BPSK.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio das modulações digitais, é possível transformar este equipamento em um simulador para testes em diversas tecnologias, tais como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>simulador GNSS, que possibilita a simulação de uma constelação de satélites (GPS, Glonass, Galileo, entre outros).</li>
<li>simulador de WiFi, Bluetooth, ou qualquer outra tecnologia de comunicação sem fio, presentes nas 3ª, 4ª ou 5ª gerações de comunicação móvel (3G, 4G ou 5G).</li>
<li>simulador de TV digital (DVB-T, por exemplo).</li>
<li>simulador de IoT (802.15, ZigBee).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na figura 3, a seguir, verifica-se a aplicação de um gerador de sinal vetorial para calibrações estáticas, que avalia a exatidão de posicionamento de receptores de GPS; e dinâmicas, que consiste na calibração em velocidade e/ou aceleração, que são parâmetros essenciais para o uso desses equipamentos em pistas de teste, por exemplo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba32786ce1" data-id="697ba32786ce1" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba32786fc7" data-id="697ba32786fc7" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba3278739d" data-id="697ba3278739d" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Confiabilidade metrológica de geradores de sinais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os geradores de sinais, quando utilizados em processos que afetam significativamente o resultado de um serviço ou produto, devem ser calibrados em laboratórios que possuem a capacitação necessária para a garantia da confiabilidade metrológica desses equipamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos parâmetros que necessitam de atenção no uso de geradores são: exatidão em frequência; exatidão em nível; resposta em frequência; linearidade; distorção harmônica; entre outros. Usualmente, as características do gerador são encontradas nos manuais do fabricante ou em datasheets, e devem ser asseguradas periodicamente através das calibrações.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697ba32787720" data-id="697ba32787720" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação.<br />
<a href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>; <a href="http://www.linkedin.com/in/fabriciogt" target="_blank" rel="noopener">www.linkedin.com/in/fabriciogt</a><br />
</strong></em></h5>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Black Friday: A tecnologia tem um papel essencial nessa época</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/black-friday-a-tecnologia-tem-um-papel-essencial-nessa-epoca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=black-friday-a-tecnologia-tem-um-papel-essencial-nessa-epoca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 19:48:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
		<category><![CDATA[bots]]></category>
		<category><![CDATA[Chatbots]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para que as empresas alcancem sucesso nas vendas, mantenham-se competitivas e ofereçam uma experiência diferenciada para seus consumidores, é necessário investir em tecnologias que auxiliem em todo o processo de conexão. Isso é válido para qualquer época do ano, sendo ainda mais relevante durante a Black Friday.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba32788a78" data-id="697ba32788a78" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Black Friday: A tecnologia tem um papel essencial nessa época</h1>

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	</div>
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			<p><strong>Fernando Ortega, CISO da Paschoalotto</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A Black Friday se aproxima, e, sem dúvida, esta é uma das datas mais aguardadas pelas empresas. Além de impulsionar as vendas, o evento representa uma oportunidade estratégica para oferecer um atendimento exemplar ao cliente e uma experiência de compra diferenciada. Essa dinâmica se aplica tanto às lojas físicas quanto às virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, a experiência omnicanal emerge como uma estratégia essencial para unir os mundos digital e físico, proporcionando aos clientes uma jornada de compra fluida e integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é integrar todas as plataformas de vendas de uma empresa, eliminando barreiras entre os canais online e offline. Durante a Black Friday, essa integração w3 torna ainda mais crucial, pois os consumidores exploram ambas as opções, muitas vezes, alternando entre a comodidade das compras online e a experiência tátil das lojas físicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, a empresa All iN e Social Miner, em parceria com a Opinion Box, conduziu um estudo que revelou a quantidade significativa de brasileiros que adotaram o consumo híbrido (varejo online e físico). Cerca de 60% dos entrevistados realizam suas compras utilizando essa modalidade, sendo que 16% do público começou a adotar esse formato omnichannel desde 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, para quem adota a omnicanalidade, os benefícios são numerosos, incluindo a fidelização de clientes, melhorias na concepção da marca e aumento nas vendas. De acordo com a pesquisa da V12 Data, a frequência de compra é 250% maior quando a abordagem é omnichannel em comparação com um único canal.</p>
<p style="text-align: justify;">E não para por aí: o valor médio do pedido pode aumentar em até 13%, e aproximadamente 89% dos clientes demonstram maior engajamento com marcas que oferecem uma experiência de omnicanal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Black Friday e a tecnologia estão de mãos dadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia desempenha um papel fundamental na criação dessa sinergia, proporcionando uma experiência unificada que transcende as barreiras tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A coleta e análise inteligente de dados são a espinha dorsal da personalização na experiência do cliente. Integrar sistemas que rastreiam as interações dos consumidores em lojas físicas e online permite a criação de perfis detalhados.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses perfis alimentam algoritmos que oferecem recomendações personalizadas, promovendo produtos com base nas preferências e histórico de compras de cada cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, as lojas que investem em realidade aumentada (RA) e virtual (RV) permitem que os clientes vivenciem produtos antes da compra, independentemente do canal escolhido. Na RA, informações adicionais sobre produtos podem ser fornecidas ao escanear etiquetas em lojas físicas. Já no ambiente virtual, a RV possibilita que os clientes &#8220;experimentem&#8221; produtos, como móveis ou roupas, antes de decidirem pela compra. Essa integração cria uma experiência imersiva que transcende a distância física.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto crucial são os aplicativos móveis, que unificam a experiência do cliente, fornecendo um ponto de acesso central para lojas físicas e virtuais. Esses aplicativos oferecem funcionalidades como rastreamento de pedidos, cupons personalizados, programas de fidelidade e até mesmo navegação interna em lojas físicas. A facilidade de uso e acessibilidade desses aplicativos promovem uma experiência integrada e consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os chatbots e assistentes virtuais também são essenciais. Essas tecnologias fornecem suporte instantâneo e personalizado, permitindo integrações eficazes que acompanhem todo o contexto da interação. Isso fornece informações mais precisas sobre produtos, políticas de devolução e promoções em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, para que as empresas alcancem sucesso nas vendas, mantenham-se competitivas e ofereçam uma experiência diferenciada para seus consumidores, é necessário investir em tecnologias que auxiliem em todo o processo de conexão. Isso é válido para qualquer época do ano, sendo ainda mais relevante durante a Black Friday.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda como a IA mudou a maneira de fazer Black Friday</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/entenda-como-a-ia-mudou-a-maneira-de-fazer-black-friday/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entenda-como-a-ia-mudou-a-maneira-de-fazer-black-friday</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 19:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Coma IA, as empresas podem analisar o histórico de compras, o comportamento de navegação e as preferências dos clientes, proporcionando ofertas personalizadas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba32789770" data-id="697ba32789770" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Entenda como a IA mudou a maneira de fazer Black Friday</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">Foi-se o tempo em que as pessoas corriam para uma loja física durante a Black Friday, um dos eventos mais esperado do ano, e se agarravam, literalmente, com os produtos que gostariam de levar</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que essa data passou por uma grande transformação. Surgiram os e-commerces que também trazem diferentes ofertas e conquistaram o público brasileiro que, nesta época, já se cadastra nesses sites para receber as principais ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">A IA – inteligência artificial revolucionou a maneira como a Black Friday é conduzida, trazendo benefícios tanto para as empresas quanto para os consumidores. É por isso que 35,7% dos varejistas digitais têm planos de investir em inteligência artificial para a temporada, de acordo com a pesquisa do Pagar.me, plataforma de pagamento digital da StoneCo.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento aponta que a IA é a tecnologia mais escolhida entre as opções de big data (19,4%) e realidade aumentada e virtual (7,7%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Uma inteligência que soma na estratégia de vendas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, ela aprimorou a personalização das ofertas. Antigamente, a Black Friday consistia principalmente em promoções amplas, muitas vezes sem levar em consideração as preferências individuais dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, as empresas podem analisar o histórico de compras, o comportamento de navegação e as preferências dos clientes, proporcionando ofertas personalizadas. Isso não só aumenta as chances de os consumidores encontrarem produtos de seu interesse, mas também impulsiona as vendas, já que as ofertas são mais relevantes para cada indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a IA melhorou a eficiência operacional das empresas durante a Black Friday. Chatbots e assistentes virtuais são amplamente utilizados para responder a perguntas frequentes dos consumidores, direcionar clientes para produtos e processar pedidos. Essa automação permite que as empresas lidem com um grande volume de interações de forma mais eficaz, reduzindo o tempo de espera e melhorando a experiência do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando para o potencial da IA, ela também desempenha um papel fundamental na tomada de decisões das empresas durante a Black Friday. A capacidade de analisar em tempo real o comportamento dos consumidores, identificar tendências de compra e ajustar estratégias de vendas rapidamente é uma vantagem competitiva significativa. Isso permite que as empresas otimizem seus estoques, promoções e preços, garantindo que estejam atendendo às demandas dos clientes da melhor maneira possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto importante é a segurança. Com o aumento das compras online durante a Black Friday, a proteção das informações dos clientes é de extrema importância. A IA desempenha um papel vital na detecção de atividades fraudulentas, na autenticação de dois fatores e na criptografia de dados, garantindo que as transações sejam seguras, construindo a confiança dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a IA possibilitou a criação de uma experiência omnicanal mais integrada. Os consumidores agora esperam uma experiência consistente em todos os canais, seja online, na loja física ou por telefone. A IA permite a integração eficiente desses canais, proporcionando uma experiência de compra mais fluida e conveniente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a IA moldando a estratégia de vendas, provavelmente, a Black Friday nunca mais será a mesma e caminha para ser um evento cada vez melhor e mais personalizado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Três tendências para evoluir sua estratégia de DevOps</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/tres-tendencias-para-evoluir-sua-estrategia-de-devops/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tres-tendencias-para-evoluir-sua-estrategia-de-devops</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 19:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[DevOps]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado está em constante evolução e novas tendências surgem a todo momento. O importante é entender cada uma dessas tendências a fundo para identificar se, de fato, é algo que vai agregar valor ao seu negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba3278a8fa" data-id="697ba3278a8fa" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Três tendências para evoluir sua estratégia de DevOps</h1>

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			<p><strong>Valdinei Ribeiro, head of cloud &amp; DevOps na Iteris </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Participei do “DevOps Enterprise Summit – 2023”, um dos maiores e mais importantes eventos de DevOps que ocorre ao redor do mundo, e tive a oportunidade de presenciar palestrantes especialistas em diferentes temas, e que trouxeram insights valiosos sobre as tendências de mercado para DevOps.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito foi falado sobre inovação e como grandes empresas têm adotado, mantido e evoluído suas práticas de DevOps cada vez mais necessárias nesse mercado que evolui cada dia mais rápido. Dentre as principais tendências citadas durante o evento, as quais tivemos diversas palestras sobre, selecionei as três que, na minha visão, são as mais importantes e promissoras no mercado de tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Generative AI no contexto de DevOps</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos tópicos centrais discutidos foi o uso da Generative AI, em particular, o ChatGPT, para aprimorar o trabalho dos engenheiros DevOps. Com a tecnologia, é possível obter informações e insights abrangentes sobre o funcionamento da plataforma, incluindo o status das pipelines, a identificação e a resolução de problemas, a geração de alertas e até mesmo a automação de tarefas menos complexas. Tudo isso é realizado por meio do uso do conceito de &#8220;prompt engineering&#8221; para fazer perguntas específicas ao ChatGPT.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de observabilidade desempenha um papel fundamental nesse contexto. A Generative AI pode fornecer alertas proativos sobre problemas iminentes em seu ambiente DevOps, como a necessidade de escalar um cluster Kubernetes em breve ou o aumento dos custos de instâncias AWS EC2 nas últimas semanas. Essa abordagem oferece inúmeras oportunidades, uma vez que uma IA com amplo conhecimento e visibilidade da plataforma DevOps pode simplificar vários aspectos do trabalho das equipes, como a SER &#8211; Engenharia de Confiabilidade de Sites, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a otimização do acompanhamento e dos indicadores é uma realidade. Com algumas perguntas direcionadas ao ChatGPT, é possível obter insights valiosos. A IA age como um assistente personalizado para as tarefas diárias das equipes DevOps, melhorando a eficiência em todo o processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Platform Engineering e IDP</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro assunto muito discutido foi o Platform Engineering, uma disciplina que se concentra na criação de ferramentas e fluxos de trabalho que capacitam as áreas de engenharia de software na era Cloud-Native. Os engenheiros de plataforma desempenham um papel crucial, oferecendo um produto integrado chamado de IDP &#8211; Internal Developer Platform, que abrange todas as necessidades operacionais ao longo do ciclo de vida de um aplicativo, incluindo o conceito de &#8216;Golden Paths.&#8217;</p>
<p style="text-align: justify;">O IDP reúne várias tecnologias e ferramentas de forma a simplificar a vida dos desenvolvedores, permitindo o autoatendimento do desenvolvedor sem ocultar o contexto ou as tecnologias subjacentes. Seguindo as melhores práticas, as equipes de plataforma tratam o IDP como um produto que evolui com base na pesquisa do usuário, garantindo melhorias contínuas.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa plataforma traz inúmeros benefícios, desde facilitar a integração de novos desenvolvedores e a manutenção de padrões de desenvolvimento até o aprimoramento das carreiras dos desenvolvedores. Além disso, ela permite que as equipes de DevOps e SRE se concentrem na inovação e na melhoria contínua, em vez de gastar tempo constante fornecendo suporte em questões relacionadas à plataforma, pipelines e infraestrutura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>DevEx</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O DevEx &#8211; Developer Experience visa conceder autonomia aos desenvolvedores, liberando-os das tarefas operacionais para se concentrarem em solucionar problemas reais de negócio. Ferramentas como GitHub Copilot e ChatGPT apoiam essa abordagem, atuando como &#8216;pair programmers&#8217; especializados. Elas oferecem sugestões de código, garantem a qualidade e a segurança, permitindo que os desenvolvedores foquem na lógica e na eficácia das soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o evento, Jacob DePriest (VP da GitHub) compartilhou insights valiosos sobre como a equipe do GitHub utiliza o “GitHub Copilot” como um &#8216;pair programmer&#8217; especializado. Essa ferramenta permite que desenvolvedores forneçam contexto e façam perguntas, recebendo não apenas sugestões de código, mas também considerações sobre segurança e qualidade. O Copilot incorpora tecnologias como “AI-based security vulnerability filtering” e “Code Security Modeling” para garantir um código seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, surgem preocupações sobre a segurança, especialmente no caso do Copilot, com possíveis riscos para a propriedade intelectual e o uso de bibliotecas de terceiros. O controle sobre os dados e a privacidade é fundamental. No entanto, empresas como o GitHub têm adotado medidas para evitar a retenção de informações dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa abordagem melhora a experiência dos desenvolvedores, acelera o time-to-market e mantém a segurança no centro das atenções, garantindo a competitividade e a satisfação dos profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, essa abordagem irá proporcionar insights valiosos para líderes que buscam orientações sólidas para conduzir transformações em suas empresas, assegurando a qualidade e a excelência na jornada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fato é que o mercado está em constante evolução e novas tendências surgem a todo momento. O principal aqui é entender cada uma dessas tendências a fundo para identificar se, de fato, é algo que vai agregar valor ao seu negócio. Acredito que essas três que citei ao longo do texto têm um alto potencial de transformar a forma como vemos a abordagem DevOps hoje e, por isso, merecem a sua atenção.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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