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	<title>5G &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>5G &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>ABNT e ABINC lançam normas técnicas para IoT e gêmeos digitais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:43:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Normas nacionais de IoT e Gêmeos Digitais alinham o Brasil a padrões internacionais e impulsionam interoperabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900443b" data-id="6981c3900443b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">ABNT e ABINC lançam normas técnicas para IoT e gêmeos digitais no Brasil</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A IoT &#8211; Internet das coisas entrou em uma nova etapa da agenda regulatória brasileira. A ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas e a ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas concluíram e aprovaram as duas primeiras normas técnicas nacionais voltadas à IoT e gêmeos digitais, já publicadas como ABNT NBR ISO/IEC 20924:2025 e ABNT NBR ISO/IEC 30173:2025. Para 2026, está prevista ainda a publicação de uma norma específica sobre cibersegurança de dispositivos IoT, ampliando o escopo regulatório do setor.</p>
<p data-start="1055" data-end="1445">Segundo Paulo Spaccaquerche, presidente da ABINC, as normas representam um marco para o país ao estabelecer parâmetros técnicos alinhados às referências internacionais, mas adaptados às particularidades do mercado brasileiro. Ele afirma que o avanço contribui para preparar o ecossistema de IoT para novos usos em setores como indústria, cidades inteligentes, logística e serviços públicos.</p>
<p data-start="1447" data-end="1892">O desenvolvimento das normas ocorre no CB-021 &#8211; Comitê Brasileiro de Tecnologias da Informação e Transformação Digital, liderado por Fernando Gebara Filho, e abrange temas como gêmeos digitais, cibersegurança para IoT e espaços de dados. Outras normas já estão em andamento nessas frentes. Para Rogério Moreira, diretor de tecnologia da ABINC, o momento marca a entrada do Brasil em uma trilha global mais estruturada de regulamentação para IoT.</p>
<p data-start="1894" data-end="2304">O setor de IoT vive crescimento acelerado no país, impulsionado pelo avanço de tecnologias de conectividade — como 5G, LPWAN, LoRa e NB-IoT —, pela queda no custo de sensores e pelo amadurecimento de modelos de negócio voltados à indústria, utilities, logística e agronegócio. Esse avanço reforça a necessidade de padrões técnicos claros para garantir interoperabilidade e integração entre diferentes sistemas.</p>
<p data-start="2306" data-end="2743">Spacca destaca que o processo de construção das normas foi conduzido a partir das demandas do mercado brasileiro, considerando características técnicas, geográficas e econômicas do país, sem perder a aderência às normas internacionais. Para ele, essa combinação permitirá que empresas brasileiras certifiquem seus produtos com padrões reconhecidos globalmente, ampliando a competitividade e reduzindo dependência de modelos estrangeiros.</p>
<p data-start="2745" data-end="2920">A ABINC também atuará como canal de apoio técnico para empresas interessadas em adequação e compliance. As normas estão disponíveis para aquisição diretamente no site da ABNT.</p>
<p><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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		<title>O que vemos hoje na bola de cristal das telcos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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		<category><![CDATA[Computação de borda]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora talvez seja uma simplificação exagerada, teremos a combinação de novo poder computacional sem precedentes aplicado em cargas de trabalho de IA, com serviços de dados 5G e 6G que fornecerão os sistemas de conectividade e entrega subjacentes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Foto: Lifestylememory, Freepik</strong></p>

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			<h1>O que vemos hoje na bola de cristal das telcos?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Hoje, percebemos a intersecção de múltiplas tecnologias avançadas, incluindo computação quântica, inteligência artificial, 5G, computação de borda, sistemas autônomos e o metaverso. Esse conjunto formará a próxima onda de disrupção tecnológica, criando casos de uso, insights e fluxos de receita. Embora talvez seja uma simplificação exagerada, teremos a combinação de novo poder computacional sem precedentes aplicado em cargas de trabalho de IA, com serviços de dados 5G e 6G que fornecerão os sistemas de conectividade e entrega subjacentes. Mas como essas tecnologias transformam e vão transformar ainda mais o futuro das telcos?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c390064d8" data-id="6981c390064d8" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>FWA e 5G privado</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O consumidor 5G já está em jogo. Para pensadores do futuro, a tecnologia sem fio fixa (FWA, sigla em inglês para Fixed Wireless Access) é a próxima grande oportunidade de negócio. Ela usa um receptor (antena) que é fixado no local do usuário e se comunica com uma torre sem fio próxima. Isso fornece serviços de alta largura de banda para o local em vez de sistemas que dependem de conexões físicas, como fibra ou cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente nos EUA, a rede sem fio fixa está se aproximando de um <a href="https://www.chetansharma.com/publications/us-mobile-market-update-q2-2024/" target="_blank" rel="noopener">mercado anual de US$ 10 bilhões</a> . A tecnologia tem várias vantagens, incluindo agilidade na implementação, pois não requer cabeamento. Isso também a torna útil para áreas remotas que muitas vezes carecem de infraestrutura de comunicações. As atualizações são mais fáceis e o desempenho pode ser aprimorado por meio de atualizações de software e protocolo. A rede sem fio fixa já está conquistando muitos clientes de banda larga que querem substituir a tecnologia via cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tecnologia com visão de futuro é o 5G privado. Como o nome indica, essas são redes 5G dedicadas usadas por uma única organização. O 5G privado pode oferecer altíssimo desempenho, suporte para muitos dispositivos e segurança excepcional. Mas existe a opção também de algumas redes entregues por fatiamento de redes, o que cria várias “redes virtuais” privadas a partir da mesma infraestrutura física.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G privado oferece a latência ultrabaixa necessária para os casos de uso futuristas dos quais ouvimos falar há algum tempo, como cidades inteligentes, veículos autônomos e fábricas inteligentes. Um exemplo disso é o porto de contêineres de carga totalmente autônomo que agora opera em Tianjin, China. É uma operação de contêineres massiva que quase não tem humanos no local, e opera via rede 5G, IA e robótica. É extremamente impressionante, como pode ser visto neste <a href="https://youtu.be/P5kO_BnXAwc?si=kEGhWlIVUqOHWmDi" target="_blank" rel="noopener">vídeo</a>, e já processa mais de 21 milhões de contêineres por ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>As redes podem virar commodities?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas tecnologias foram comoditizadas, rodando no hardware mais barato possível. Isso faz sentido para alguns setores, mas é menos provável para as telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio para as empresas de telecomunicações é que elas são altamente regulamentadas, e a confiabilidade das redes é absolutamente primordial. Isso argumenta contra uma mentalidade de “o mais barato é o melhor” e, em vez disso, foca no melhor da categoria. Mas as empresas de telecomunicações precisam sempre pensar no futuro, e o próximo aprimoramento está sempre em vista, como a eventual mudança de 5G para 6G, mesmo que os serviços 4G sejam mantidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como provedores de comunicações, as telcos não podem simplesmente desligar um nível de serviço. As transições podem levar décadas, e isso cria uma enorme complexidade de redes. Ter uma infraestrutura de serviço flexível que pode crescer e melhorar ao longo do tempo é essencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Acertando na IA: ela não é apenas maior e mais rápida</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para surpresa de ninguém, a IA está no foco de muitas discussões, com ênfase no <em>quê</em> em vez do <em>como</em>. Muitas discussões sobre IA para telcos se resumem a questões de infraestrutura: Quantas GPUs serão necessárias? Quanto armazenamento? Quanta capacidade de redes? E, claro, discussões técnicas sobre pipelines e ferramentas de IA.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental refletir sobre os resultados comerciais para a IA. O que as empresas pretendem alcançar? Um exemplo é a tecnologia de chatbot, como avatares interativos. Eles estão entre os projetos de IA mais comuns em muitos setores que esperam melhorar o atendimento ao cliente e reduzir a rotatividade. Mas a parte mais importante a ser acertada não é tecnologia, que você sempre pode modificar, mas o próprio avatar, sua personalidade. Um modelo padrão pode não funcionar, pois o público mais jovem pode preferir um avatar mais casual e amigável, enquanto o público mais velho pode esperar mais formalidade no atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia também tem um papel importante. Seu avatar será engraçado? Empático ou impessoal? Ele considerará o contexto cultural do participante, o estado emocional ou a situação econômica? Os desafios são tão complexos quanto os humanos interagindo com o avatar. Organizações com visão de futuro precisam considerar as implicações de todos os seus esforços de IA, não apenas como implementar os racks de GPU.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro é agora</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso vale para todos os setores, mas as empresas de telecomunicações em particular, precisam olhar para frente. As decisões que você toma hoje podem impactar diretamente seu sucesso em 5 ou 10 anos. E, claro, não temos uma bola de cristal de verdade para visualizar o que o futuro nos reserva, mas isso não quer dizer que você precisa ter medo do crescimento e da mudança. A ousadia continua sendo uma virtude em um setor competitivo. A mudança dói, mas um planejamento cuidadoso é primordial, e construir uma infraestrutura de redes de próxima geração que possa crescer e mudar com você, em vez de ser um empecilho para a inovação, será essencial para seguir em frente – e em boa posição no mercado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>Segurança de aplicações IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mecanismos de autenticação da versão 1.1 do protocolo de rede LoRaWAN aumentam a segurança de transmissão entre dispositivos IoT e mitigam diversos tipos de ataques, garantindo a confiabilidade da comunicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Segurança de aplicações IoT</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Os dispositivos IoT – Internet das coisas estão por toda a parte. Empresas de diferentes portes e setores têm adotado a tecnologia para melhorar suas operações, reduzir custos e criar fluxos de receitas. Só para se ter uma ideia, <a href="https://www.reportlinker.com/market-report/Internet-Of-Things/726240/Internet-Of-Things?term=internet%20of%20things%20pdf&amp;matchtype=b&amp;loc_interest=&amp;loc_physical=9196327&amp;utm_group=standard&amp;utm_term=internet%20of%20things%20pdf&amp;utm_campaign=ppc&amp;utm_source=google_ads&amp;utm_medium=paid_ads&amp;utm_content=transactionnel-1&amp;hsa_acc=9351230540&amp;hsa_cam=15072746546&amp;hsa_grp=156221869611&amp;hsa_ad=663268626928&amp;hsa_src=g&amp;hsa_tgt=kwd-2089263986089&amp;hsa_kw=internet%20of%20things%20pdf&amp;hsa_mt=b&amp;hsa_net=adwords&amp;hsa_ver=3&amp;gad_source=1&amp;gclid=Cj0KCQjw2ou2BhCCARIsANAwM2EZdUZW0K9OV3UOdeIHuvfwEX42pMJ-TlGt37WFvimJPK_vFZFvscoaAux4EALw_wcB" target="_blank" rel="noopener">um relatório da ReportLinker</a> prevê que o mercado mundial de IoT deve alcançar uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 10,53% entre 2024 e 2028. Vários fatores estão relacionados a esse percentual, incluindo os avanços da IA – inteligência artificial, 5G, análise de big data e a crescente adoção de serviços baseados em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">Já um estudo da Juniper Research indica que o número global de dispositivos IoT conectados às redes móveis deve passar de 3,4 bilhões em 2024 para 6,5 bilhões em 2028. A pesquisa adverte que esse crescimento de 90% exigirá uma série de ações relacionadas à segurança e à automação das redes IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">Não à toa, nos últimos anos, a tecnologia tem sido um dos alvos preferidos dos hackers, tornando a segurança dessas aplicações um tanto desafiadora. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/">Um artigo publicado nesta edição detalha os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, com foco na versão 1.1 do protocolo</a>. O objetivo é explicar como esses mecanismos contribuem para a segurança da comunicação entre dispositivos IoT – Internet das coisas e quais são as melhorias de segurança implementadas e como elas mitigam diversos tipos de ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os autores, a versão 1.1 do protocolo LoRaWAN, lançada em 2017 pela Lora Alliance, apresenta mudanças na arquitetura e em aspectos relacionados à segurança, como o advento do JS, as novas chaves de sessão e a alteração de alguns termos. O JS assume funções relacionadas ao Join Procedure que na versão 1.0 eram de responsabilidade do NS, sendo capaz de auxiliar no processamento do Join Procedure e na derivação de chaves de sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tres-mudancas-importantes-que-a-ia-trouxe-para-os-jogos-olimpicos/">inteligência artificial nos jogos Olímpicos</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/golden-path-entenda-como-o-kubernetes-alivia-a-jornada-devops/">Kubernetes na jornada DevOps</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/ia-e-o-futuro-da-seguranca-financeira/">IA e a segurança no universo financeiro</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo/">ISPs no mercado de varejo</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-disciplina-e-a-mae-do-exito/">Carreira</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/de-telco-a-tech-co-a-nova-era-de-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=de-telco-a-tech-co-a-nova-era-de-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 21:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[CNFs]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VNFs]]></category>
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					<description><![CDATA[Tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c39009761" data-id="6981c39009761" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Começo este artigo com uma breve introdução ao título, “das empresas de telecomunicações às empresas de tecnologia”. Como <a href="https://kpmg.com/xx/en/home/insights/2024/01/telco-to-techco.html" target="_blank" rel="noopener">descrito pela KPMG</a>, tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. As Tech-cos serão cada vez mais centradas no cliente, automatizadas (por exemplo, nativas da nuvem) e capazes de obter mais valor e insights dos dados, o que hoje em dia significa o uso de inteligência artificial.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Confira abaixo os principais pontos desta transformação, centrados nas principais áreas de discussão do setor: 5G, IA, aumento de custos e sustentabilidade, e modelos financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>VNFs e CNFs para 5G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Graças aos importantes investimentos que as empresas de telecomunicações têm feito em atualizações de redes, é compreensível que o primeiro tópico esteja relacionado ao 5G. Vamos nos concentrar especificamente nas VNFs &#8211; virtualização das funções de redes e CNFs &#8211; funções de rede nativas da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">A transição de VNFs para CNFs representa uma grande mudança em direção a uma infraestrutura de rede muito mais ágil, escalonável e eficiente. As VNFs enfrentam desafios em termos de eficiência, desempenho e complexidade de gerenciamento. Além disso, as VNFs são projetadas para serem monolíticas, portanto, a escalabilidade e a portabilidade não são as esperadas. Todos esses fatores estão acelerando a adoção de contêineres.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco principal para isso tem sido o núcleo 5G, já que uma recente pesquisa aponta que 60% das operadoras afirmam que priorizaram o núcleo 5G para ser nativo da nuvem. Mas embora sejam promissoras, as empresas de telecomunicações ainda enfrentam desafios em torno dos serviços de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, as implementações de CNF aconteciam principalmente em <em>pocket network</em>, mas agora, felizmente, o nativo da nuvem representa mais de 35-40% do que acontece no core da infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, se tiver interesse em se aprofundar um pouco mais em CNF, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">confira aqui este outro artigo que escrevi para a Infra News Telecom</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial e telecomunicações</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo setor, as telecomunicações estão focadas no que a IA pode fazer. Muitos casos de uso estão sendo discutidos, incluindo atendimento ao cliente, otimização de redes, segurança e até vendas e marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">A IA já existe há algum tempo, em formas simples como chatbots e, embora a tecnologia tenha evoluído muito rápido, as implementações de IA em grande escala são a resposta, mas as telcos ainda estão tentando descobrir quais são as questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-se que as empresas de telecomunicações realizem implementações menores de IA, geralmente posicionadas na borda da rede, em vez dos tipos de projetos de IA massivos e centralizados que observamos em outras indústrias. Além disso, é fundamental ter em mente a centralidade e importância do armazenamento de dados em modelos de IA, que muitas vezes fica em segundo plano, atrás de todo o foco em GPUs e computação.</p>
<p style="text-align: justify;">Subestimar a importância e o valor dos dados da empresa é uma falha grave. A chegada definitiva da IA exige que os líderes enxerguem o armazenamento como a tecnologia mais importante nos negócios de sua empresa porque é onde residem os dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aumento de custos e sustentabilidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A energia está no topo da lista das preocupações das telcos e, bem, são dois lados da moeda. Existem metas de emissão net zero a longo prazo, mas um desafio imenso é o acesso operacional suficiente à eletricidade, especialmente à medida que aumentam as iniciativas de IA que consomem muita energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que complementa esse desafio da energia no setor é que as empresas de telecom ainda operam muitos equipamentos legados que não podem ser facilmente desligados, ao mesmo tempo em que tentam implementar soluções virtualizadas e/ou nativas da nuvem que exigem ainda mais infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental que as empresas de telecomunicações abandonem as redes 2G e 3G legadas que consomem muita energia. E, já que a sustentabilidade é um ponto crítico, é também crucial que estas empresas escolham para suas infraestruturas as soluções que são realmente capazes de reduzir drasticamente o consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Melhorias no fluxo de caixa</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o tópico final, vamos passar de tecnologia para finanças, observando que a forma como você paga pela infraestrutura pode ser tão importante quanto o que você compra. As empresas de telecomunicações têm sido tradicionalmente muito intensivas em capital. Existem alguns custos muito grandes e a capacidade de depreciação ao longo do tempo tem seus benefícios do ponto de vista contábil. No entanto, os custos da transição para 5G estão disparando. E à medida que as empresas de telecomunicações continuam a inovar em tecnologia, também inovam os seus modelos financeiros e estão dispostas a olhar para abordagens diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas novas abordagens incluem compras baseadas em assinatura para equipamentos de data center que, além de reduzir os custos iniciais, fornecem uma flexibilidade excepcional para experimentar novos modelos de negócios e serem mais criativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova era Tech-co é promissora e, para que o setor se beneficie e se transforme cada vez mais rápido, é crucial que discussões como essa sejam recorrentes no board. Afinal, as melhores e mais inteligentes tecnologias já estão no jogo, e a inovação das empresas de telecom depende das decisões e ações mais assertivas para os negócios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os efeitos da automação no mercado de trabalho</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/os-efeitos-da-automacao-no-mercado-de-trabalho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-efeitos-da-automacao-no-mercado-de-trabalho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 22:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É fundamental considerar as implicações dos processos de automação nas empresas a longo prazo para a sociedade como um todo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Os efeitos da automação no mercado de trabalho</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">“É preciso ter uma abordagem cuidadosa e ponderada em relação a automação no mercado de trabalho. Devemos abraçar o potencial transformador da tecnologia, ao mesmo tempo em que protegemos os interesses e o bem-estar daqueles que são afetados por ela. Essa é uma discussão essencial para o futuro do trabalho e da sociedade como um todo”. Essa é a opinião da diretora do LABDATA-FIA, Alessandra Montini, sobre o impacto da presença de robôs nas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/um-milhao-de-robos-funcionarios-na-amazon-e-o-impacto-desse-fenomeno-no-mundo-do-trabalho/">Num artigo publicado nesta edição</a>, Alessandra aborda como os robôs estão beneficiando as atividades da Amazon, levantando também questões sobre o futuro do mercado de trabalho e os efeitos social e econômico da substituição da mão-de-obra humana por máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ela, a automação é capaz de aumentar a eficiência e reduzir os custos operacionais nas empresas, mas também pode contribuir para o desemprego e desigualdade econômica. “Diante dessas preocupações, é fundamental considerarmos não apenas os benefícios imediatos da automação, mas também suas implicações a longo prazo para a sociedade como um todo. Precisamos garantir que a tecnologia seja utilizada de forma ética e responsável.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda abordando o mercado de trabalho, Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas, destaca o potencial da mente para uma carreira bem-sucedida. Segundo ele, o êxito profissional passa por uma mentalidade aberta e flexível. “Muitas vezes, somos sabotados por nossas próprias crenças limitantes, que podem minar nossas aspirações e limitar nosso crescimento. Essas crenças, geralmente arraigadas desde a infância ou desenvolvidas ao longo do tempo, moldam nossa perspectiva sobre nós mesmos e nossas capacidades. Explorar e desafiar essas crenças é essencial para alcançar o sucesso na carreira”, explica Amorin, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/crencas-que-limitam-o-impacto-na-carreira/https://www.infranewstelecom.com.br/crencas-que-limitam-o-impacto-na-carreira/">em outro artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-conhece-os-riscos-de-uma-migracao-tecnologica/">os riscos de uma migração tecnológica</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica/">ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/uso-de-satelites-de-gps-para-a-disciplina-de-osciladores-de-tempo-frequencia/">uso de satélites de GPS para osciladores de tempo &amp; frequência</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-e-atendimento-remoto-como-essa-conectividade-esta-moldando-a-experiencia-do-cliente/">5G e atendimento remoto</a>.</p>
<p>Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>5G e atendimento remoto: Como essa conectividade está moldando a experiência do cliente</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/5g-e-atendimento-remoto-como-essa-conectividade-esta-moldando-a-experiencia-do-cliente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5g-e-atendimento-remoto-como-essa-conectividade-esta-moldando-a-experiencia-do-cliente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 19:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Latência]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sem fio]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G não é apenas mais rápido, é uma revolução que está remodelando fundamentalmente a experiência do cliente, especialmente no contexto do atendimento remoto. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900bf4f" data-id="6981c3900bf4f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>5G e atendimento remoto: Como essa conectividade está moldando a experiência do cliente</h1>

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			<p><strong>Fernando Ortega, CISO da Paschoalotto</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A revolução tecnológica trouxe consigo uma mudança radical na forma como as empresas se conectam com seus clientes. Com a chegada do 5G, a atual geração de conectividade sem fio, essa transformação está atingindo um novo patamar.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G não é apenas mais rápido, é uma revolução que está remodelando fundamentalmente a experiência do cliente, especialmente no contexto do atendimento remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um levantamento da Anatel, o número de clientes da nova tecnologia quadruplicou em 2023, atingindo 20,5 milhões de usuários, e a expectativa é que o 5G chegue a 100% dos municípios com 30 mil habitantes ou mais até julho de 2029.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, a conectividade 5G terá um impacto fundamental no atendimento ao cliente. Conheça cinco deles:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Velocidade e confiabilidade inigualáveis</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O 5G oferece velocidades de conexão até 100 vezes mais rápidas do que as redes 4G existentes. Isso significa downloads instantâneos, uploads sem demora e transmissão de vídeo em alta definição sem interrupções.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o atendimento remoto, essa velocidade e confiabilidade são essenciais. Os clientes não precisam mais lidar com chamadas de vídeo pixeladas ou interrupções na transmissão de dados. Com o 5G, o atendimento remoto se torna instantâneo e sem falhas, proporcionando uma experiência superior ao cliente.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Maior capacidade e menor latência</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O 5G também oferece uma capacidade significativamente maior e uma latência muito menor do que suas antecessoras. Isso significa que mais dispositivos podem se conectar simultaneamente à rede sem comprometer a velocidade ou a qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto do atendimento remoto, isso se traduz em videoconferências mais fluidas, transmissões de dados mais rápidas e interações em tempo real entre clientes e agentes de atendimento. Com o 5G, os consumidores podem receber suporte instantâneo, independentemente de sua localização ou dispositivo.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Experiências</strong><strong> </strong><strong>imersivas</strong><strong> </strong><strong>e interativas</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Com o 5G, as empresas podem oferecer experiências imersivas e interativas aos seus clientes como nunca antes. Videochamadas em realidade aumentada, tours virtuais em alta definição e demonstrações de produtos em tempo real são apenas algumas das possibilidades. No contexto do atendimento remoto, isso significa que os agentes podem fornecer suporte visual mais eficaz, compartilhando telas, apresentações e demonstrações de produtos com os clientes de forma instantânea e sem falhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 class="p1" style="text-align: justify;"><b>Personalização e contextualização</b></h2>
<p class="p1" style="text-align: justify;">O 5G também permite uma maior personalização e contextualização das interações com o cliente. Com velocidades de conexão mais rápidas e capacidade de processamento aprimorada, as empresas podem coletar, analisar e responder aos dados do cliente em tempo real. Isso significa que os agentes de atendimento podem acessar o histórico de compras, preferências e comportamentos dos clientes instantaneamente, oferecendo um suporte mais personalizado e relevante.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Segurança aprimorada</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o 5G oferece uma segurança aprimorada em comparação com as redes 4G existentes. Com recursos avançados de criptografia e autenticação, as empresas podem proteger melhor os dados confidenciais dos clientes durante as interações de atendimento remoto. Isso é especialmente importante em setores altamente regulamentados, como saúde e finanças, onde a proteção da privacidade do cliente é uma prioridade absoluta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 13:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900cddf" data-id="6981c3900cddf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, li um artigo muito interessante no site da ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas intitulado “<a href="https://abinc.org.br/dispositivos-iot-estao-transformando-a-saude-desde-wearables-que-monitoram-sinais-vitais-ate-a-gestao-inteligente-de-medicamentos/" target="_blank" rel="noopener"><em>Dispositivos IoT estão transformando a saúde, desde wearables que monitoram sinais vitais até a gestão inteligente de medicamentos</em></a>”, que detalha a aplicação da IoT &#8211; Internet of Things  em diversos campos na área da saúde. Esse setor está entre as grandes áreas econômicas com potencial de uso e crescimento da IoT, ao lado da Indústria 4.0, agronegócio e facilities. Cada segmento tem suas particularidades, mas eles dependem de três pontos essenciais: conectividade, infraestrutura para processamento e segurança de dados. Neste artigo, vamos tratar dos dois primeiros e como os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet  podem ampliar a oferta de serviços para IoT utilizando suas redes 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de exemplos de usos práticos da IoT na saúde, o conteúdo da ABINC traz uma avaliação do cenário. Relatório do Mordor Intelligence de 2022, realizado pela associação, calculou o valor do mercado da IoT na saúde em US$ 183,4 bilhões naquele ano e previu que pode atingir US$ 293,1 bilhões até 2027. Na minha análise, o espaço para aplicações da Internet das coisas nesse setor é vasto, abrangendo desde smart houses, adaptadas para idosos e pessoas com deficiência, a dispositivos médicos inteligentes, em casa ou no hospital, que permitam o monitoramento remoto de pacientes e a intervenção médica mais rápida. Outro bom exemplo veio durante a pandemia de países da África e do Pacífico, que contaram com <a href="https://engenhariahoje.com/tecnologia/empresa-une-drones-e-iot-para-transportar-medicamentos-e-insumos/" target="_blank" rel="noopener">drones para entrega de remédios e vacinas</a> contra Covid-19 em locais remotos. Esta certamente é uma possibilidade a se considerar em um país de dimensões continentais como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, nenhuma dessas opções é viável sem a infraestrutura adequada para dar suporte à transmissão, análise e resposta aos dados de tais dispositivos. Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda (edge computing) bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada – item no qual a conectividade 5G ainda pode atender de forma dedicada por meio das redes privadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Análise de dados e tempo de resposta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação de borda atende à necessidade de coletar (upload), transferir, armazenar e processar grandes volumes de dados dos dispositivos inteligentes para dar a resposta (download) apropriada à ação. Essa quantidade imensa de dados ainda é somada ao uso da IA &#8211; Inteligência artificial para poder analisar e dar respostas a tais dispositivos. Por estar mais próximo aos aparelhos, na borda da conexão em um servidor local, o tempo de resposta da edge computing é menor, com menos gasto de energia elétrica e de largura de banda, implicando em menos custos de manutenção da operação. Aliada à IA, a computação de borda consegue identificar, analisar e transmitir dados separadamente, por ordem de assunto ou relevância, impedindo que a informação se perca no volume de dados e dando insights mais rápidos, em tempo real, aos dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com o desenvolvimento da IoT é um dos fatores que está impulsionando o <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Edge-computing-avanca-e-deve-absorver-US%24-4-bilhoes-ate-2025-no-Brasil-4759.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">crescimento da computação de borda no Brasil</a>. O IDC, em seu relatório IDC Predictions Brazil 2024, aponta que os ambientes de Edge compostos por hardware, software e serviços devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Rede privada para segurança e velocidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todo este volume de dados certamente congestionaria o tráfego em uma rede “comum” com usuários “comuns”, não importa a largura de banda. Por isso a implantação da rede 5G tem sido essencial para a expansão da utilidade corporativa, digamos assim, da Internet das Coisas, em especial sistemas dedicados como redes privadas 5G – <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">tema que já discutimos em artigo</a> anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes privativas são desenhadas para soluções específicas em um serviço limitado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. São muito mais focadas no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência, e pela característica privada, oferecendo mais confiabilidade e segurança para a transmissão de dados, dos dispositivos e da operação como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o ISP pode explorar as oportunidades da expansão da rede 5G no Brasil para dar suporte a soluções de IoT a partir do seu backbone de fibra óptica. É possível até mesmo pensar no aluguel da sua infraestrutura já montada e cabeada pelos postes às operadoras que queiram implantar a cobertura 5G em um determinado território para atender um cliente corporativo com IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a infraestrutura adequada para atender as demandas do IoT, o provedor ganha espaço em outros mercados corporativos, como o de facilities, atividades comumente terceirizada que as empresas contratam para poder focar em seu core business. De acordo com <a href="https://abrafac.org.br/artigos-publicados/abrafac-apresenta-os-numeros-mundiais-do-setor-de-facilities-no-fm-debate/" target="_blank" rel="noopener">estudo encomendado pela Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management (ABRAFAC),</a> a tendência nos contratos de performance é que sejam fechados por serviço e não mais pelo número de profissionais. Esta é uma boa oportunidade para que o ISP “terceirize” sua infraestrutura de rede à área de Facilities na aplicação da IoT para executar o serviço de forma mais ágil, produtiva e econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a abrangência das facilities é ampla, indo muito além da equipe de limpeza e manutenção, englobando serviços tão distintos como transporte e logística, locação de veículos, suporte administrativo (gestão de arquivos e documentos, portaria e recepção virtuais), segurança de ambientes (monitoramento de perímetro e qualidade do ar em fábricas) e segurança de modo geral, como controle de acesso a áreas restritas, rastreio veicular por GPS, catraca eletrônica com identificação facial e muitas outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ISP começou o século XXI estendendo fibra óptica e formando sua rede para levar Internet a clientes domésticos e corporativos. Este é o momento de avançar na conectividade e usar sua infraestrutura para fazer fluir a Internet das Coisas, um novo horizonte da conexão de empresas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/data-centers-no-brasil-reflexoes-sobre-oportunidades-e-desafios-de-um-mercado-em-expansao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=data-centers-no-brasil-reflexoes-sobre-oportunidades-e-desafios-de-um-mercado-em-expansao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de data centers na América Latina deve ultrapassar US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil irá abocanhar 40% desse volume.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900deec" data-id="6981c3900deec" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">O mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil deve abocanhar 40% desse volume.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Christian Mendes Gouveia, diretor geral LATAM da Park Place Technologies</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-6981c3900e14d" data-id="6981c3900e14d" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, a América do Sul tem sido palco de um notável crescimento na indústria de data centers, com destaque para o Brasil. Esse boom está intrinsecamente ligado à crescente demanda por armazenamento e processamento de dados, impulsionada pela digitalização em todas as esferas da sociedade. O aumento do uso de algoritmos, inteligência artificial e a iminente chegada do 5G estão entre os principais impulsionadores desse crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo da <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5hcml6dG9uLmNvbSUyRm1hcmtldC1yZXBvcnRzJTJGbGF0aW4tYW1lcmljYS1kYXRhLWNlbnRlci1tYXJrZXQtcmVwb3J0LTIwMjU6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6NDYzMTA3Ojcw" target="_blank" rel="noopener">Arizton Advisory &amp; Intelligence</a>, o mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. Dessas cifras impressionantes, o Brasil é responsável por uma fatia considerável, representando cerca de 40% desse valor. Esses números evidenciam não apenas o potencial do mercado brasileiro, mas também sua importância na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Crescimento econômico digital: </strong>O Brasil está experimentando um crescimento acelerado em sua economia digital, com destaque para o comércio eletrônico e as fintechs. Esse cenário está gerando uma demanda crescente por infraestrutura de TI, incluindo data centers e redes corporativas.</li>
<li><strong>Adoção do 5G: </strong>A implantação das redes 5G no Brasil promete revolucionar a conectividade e abrir novas oportunidades para a indústria. O aumento nas taxas de adoção de smartphones e a ascensão da economia digital estão impulsionando a demanda por capacidade de armazenamento e processamento de dados.</li>
<li><strong>Posição geográfica estratégica: </strong>A localização estratégica do Brasil na América Latina o torna um destino atrativo para investimentos em data centers. Sua vasta extensão territorial, população significativa e conectividade com os países vizinhos contribuem para seu potencial como hub regional de tecnologia.</li>
<li><strong>Crescente uso de IA &#8211; inteligência artificial: </strong>A inteligência artificial está se tornando cada vez mais onipresente em diversos setores, exigindo infraestruturas de data centers mais avançadas para suportar o processamento de grandes volumes de dados. Essa demanda é impulsionada pelo crescimento das big techs e pela necessidade de empresas de todos os segmentos de utilizar IA para impulsionar a inovação e a eficiência.</li>
</ul>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Desafios e alternativas de soluções</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os data centers são conhecidos por seu alto consumo de energia e suas emissões de carbono significativas. Em um mundo cada vez mais consciente das questões ambientais, a necessidade de práticas sustentáveis na indústria de tecnologia se torna cada vez mais urgente. Os data centers, em particular, têm sido alvo de crescente preocupação devido ao seu impacto significativo nas emissões de carbono. A título de comparação, só em contas on-line – como contas de e-mail, bancárias, entre outras – são gerados milhares de dados baseados em nuvem. No entanto, milhões dessas contas provavelmente não são utilizadas, principalmente, gerando dados considerados inúteis associados a essas contas ficam parados em data centers, que são movidos principalmente a combustíveis fósseis e operam 24 horas por dia. Para se ter uma ideia, <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnRoZXJlYWRlci5taXRwcmVzcy5taXQuZWR1JTJGdGhlLXN0YWdnZXJpbmctZWNvbG9naWNhbC1pbXBhY3RzLW9mLWNvbXB1dGF0aW9uLWFuZC10aGUtY2xvdWQlMkY6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6MGQ4ZDNlOjcw" target="_blank" rel="noopener">os data centers respondem por 2% de todas as emissões globais de carbono</a>, quase o mesmo que todo o setor aéreo, indica uma pesquisa mundial denominada “Na nuvem, fora da mente”, da Veritas Technologies.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, voltamos ao estudo da Arizton Advisory &amp; Intelligence que indica que a construção modular deverá contar com volume significativo de investimentos durante o período, por ser energeticamente eficiente e projetada para sustentar alta densidade de rack e propiciar custo de execução 30% menor do que instalações tradicionais de alvenaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enxergamos alternativas que podem minimizar o impacto ambiental dos data centers, como:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Manutenção de hardware: </strong>Estender os serviços de suporte para além do período de garantia, permitindo que a tecnologia existente seja aproveitada por mais tempo, reduzindo assim a necessidade de atualizações frequentes.</li>
<li><strong>Serviços profissionais: </strong>Descarte seguro de hardware, com foco na reutilização e reciclagem de peças e sistemas, contribuindo para a economia circular.</li>
<li><strong>Escolha de softwares: </strong>Adoção de soluções empresariais de monitoramento, gerenciamento e desempenho de rede para otimizar a infraestrutura e reduzir o consumo de energia.</li>
<li><strong>Serviços gerenciados: </strong>Aquisição de serviços entregues por meio de automação, visando reduzir resíduos eletrônicos e minimizar o tempo de inatividade.</li>
<li><strong>Hardware: </strong>Considerar a compra de hardware usado como alternativa, contribuindo para a economia circular e reduzindo os impactos ambientais associados à produção de novos equipamentos.</li>
</ol>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a crescente adoção da nuvem para armazenamento de dados, em especial com a evolução e popularização do uso da inteligência artificial, as organizações se veem obrigadas a aumentar a infraestrutura de data centers e serviços de armazenamento, a fim de suportar essa nova demanda em evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o segmento de serviços de nuvem tem como principais players Amazon, Google e Microsoft. Chamados de hiperescaladores, são provedores de nuvem em larga escala. Essas corporações são as que armazenam maior volume de dados das empresas em geral, especialmente agora com a explosão da utilização de sistemas de Inteligência Artificial como o Bard – do Google – e do ChatGPT.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, e devido ao crescimento dessas big techs, empresas do setor de data centers utilizados não só por elas, mas também por uma variedade de companhias de todos os segmentos e até órgãos públicos, têm obrigatoriamente crescido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do boom para os data centers se deu com o advento da pandemia, que obrigou as organizações a se digitalizarem com rapidez – o que até vinham fazendo antes, mas a passos de tartaruga. Quando essa nova necessidade de alocação começou a se estabilizar, com a adaptação das empresas ao novo normal e o fim da pandemia&#8230; BOOOM&#8230; entra em campo e de sola, a IA generativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se de fato “os dados são o novo ouro”, as companhias farão de tudo para acumulá-lo e o cofre para isso são os data centers. Apontada como uma das principais tendências tecnológicas desse e dos próximos anos, a inteligência artificial generativa exige o desenvolvimento de estruturas mais robustas para operar – em especial, a do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a modernização de sua infraestrutura de TI é inevitável, para empresas que desejem ser ágeis e competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associada ao crescente uso de aplicações baseadas em (ML &#8211; machine learning), soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que a utilizada no processamento de dados convencional, reivindicando uma mudança fundamental em toda a arquitetura do centro de dados. O mesmo se dará nos sistemas de resfriamento, que precisarão ser mais sofisticados para acomodar uma saída de calor mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, ao mesmo tempo que esse desafio se apresenta, a utilização da IA pode ser uma aliada aos operadores e administradores de data centers.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>IA Generativa: </strong>A aplicação da inteligência artificial generativa nos data centers promete trazer benefícios significativos, incluindo análise preditiva, detecção de anomalias e otimização do desempenho. Essa tecnologia está se tornando uma aliada valiosa para os operadores de data centers, permitindo aprimoramentos em eficiência e economia de custos.</li>
<li><strong>Aumento da densidade energética: </strong>Soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que o processamento de dados convencional, exigindo uma mudança fundamental na arquitetura dos data centers. Isso destaca a importância de investimentos em infraestrutura para suportar as demandas crescentes da IA.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em suma, esses dados e os números revelam um cenário de oportunidades e desafios para o mercado de data centers na América do Sul, em especial no Brasil. À medida que o setor continua a se expandir e evoluir, é crucial que sejam implementadas soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um crescimento econômico sustentável e responsável.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diferentes tipos de geradores e suas aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 20:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IPT]]></category>
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		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos autônomos]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo, aborda os tipos de geradores de sinais mais comuns encontrados no mercado, suas principais características e algumas aplicações práticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900f0cf" data-id="6981c3900f0cf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Diferentes tipos de geradores e suas aplicações</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo, aborda os tipos de geradores de sinais mais comuns encontrados no mercado, suas principais características e algumas aplicações práticas.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Fabrício Gonçalves Torres, pesquisador do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Geradores de sinais são equipamentos amplamente utilizados e possuem uma quantidade enorme de aplicações. É um equipamento indispensável para quem atua com telecomunicações, compatibilidade eletromagnética, desenvolvimentos de produtos, ou qualquer outra finalidade que necessite geração de sinais elétricos. Como exemplo, algumas aplicações são detalhadas a seguir.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Testes em sistemas eletrônicos: permite a geração de sinais precisos e customizáveis, podendo realizar testes em condições que simulam situações reais.</li>
<li>Telecomunicações: geradores de alta frequência permitem testar sistemas de comunicação, tais como redes móveis e satélites. Por meio de um gerador, é possível, por exemplo, estimar a sensibilidade de receptores, além de avaliar outros parâmetros.</li>
<li>Áudio e vídeo: geradores podem ser usados para avaliar a resposta em frequência de amplificadores, microfones ou outros dispositivos de áudio ou vídeo.</li>
<li>Automotivo: por meio da simulação de sinais de sensores automotivos, é possível avaliar dispositivos, tais como sistemas de gerenciamento de motor, por exemplo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Geradores de sinais são encontrados no mercado com diversos nomes e possuem diferentes especificações técnicas, que devem ser entendidas por técnicos e engenheiros para o seu uso adequado na aplicação em que o gerador será empregado. A quantidade de geradores disponíveis não só se diferencia na frequência, cujas faixas variam a partir de DC até algumas dezenas de GHz, mas também, no seu princípio de funcionamento e na disponibilidade de recursos presentes no equipamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de funções</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um gerador de funções usualmente gera sinais de baixa frequência até algumas dezenas de MHz. Com este equipamento, é possível gerar sinais com algumas formas de onda básicas, que estão gravadas na memória do equipamento, tais como: senoidal, quadrada e triangular. Alguns parâmetros podem ser variados além da frequência (ou período) e da amplitude, como, por exemplo, duty cycle, e offset da forma de onda quadrada, transformando-a em ondas pulsantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de formas de onda arbitrárias</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma versão melhorada de um gerador de funções, pois, além de poder gerar formas de onda básicas, este equipamento permite a geração de qualquer forma de onda criada pelo usuário. Normalmente, o gerador já possui em sua memória uma grande variedade de formas, além das principais (senoidal, quadrada e triangular).</p>
<p style="text-align: justify;">Com este equipamento, é possível gerar sinais modulados ou pulsos lógicos para testes de alguns circuitos digitais de baixa frequência. Entretanto, suas aplicações continuam limitadas decorrente da faixa de frequência que, usualmente, é inferior a 100 MHz.</p>
<p style="text-align: justify;">Na figura 1, um gerador de formas de onda arbitrárias é usado pelo Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT para calibração do intervalo de tempo de um contador universal. Neste caso, a exatidão da frequência é essencial para este serviço.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6981c3900f3df" data-id="6981c3900f3df" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3900f7cb" data-id="6981c3900f7cb" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="431" height="392" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem 1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-1.jpeg 431w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-1-300x273.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 431px) 100vw, 431px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/imagem-1-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1 - Uso de um gerador de formas de onda arbitrárias para calibração de contador universal. Fonte: Acervo do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de pulsos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um gerador de funções ou de formas de onda arbitrárias terem a capacidade de gerar pulsos, eles são limitados na frequência e no tempo de subida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para testes em circuitos digitais de alta velocidade e sistemas de telecomunicações, geradores de pulsos são mais adequados por gerarem o pulso com tempo de subida extremamente baixo, ou seja, a mudança de estado do bit é realizada de forma bastante rápida. Para isso, estes geradores devem possuir alta largura de banda (&gt; 1 GHz) para garantir a velocidade necessária, já que este parâmetro influencia significativamente no tempo de subida do sinal gerado (figura 2).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6981c39010039" data-id="6981c39010039" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c3901033e" data-id="6981c3901033e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="422" height="330" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem 2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2.jpeg 422w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-2-300x235.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 422px) 100vw, 422px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/imagem-2-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Dependência do tempo de subida em função da largura de banda. Fonte: Disponível em &lt;https://www.ni.com/en/shop/electronic-test-instrumentation/waveform-generators/generating-signals-function-generators.html&gt;, acesso em 08.11.2023</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de radiofrequência (RF)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para aplicações em que são necessárias frequências mais elevadas, tais como em sistemas de comunicação sem fio, um gerador de RF é recomendado. Estes geradores permitem a geração de sinais de radiofrequência e micro-ondas.</p>
<p style="text-align: justify;">A faixa de frequência é um parâmetro importante que altera significativamente o custo deste equipamento. Portanto, é necessário que o usuário avalie a frequência necessária antes da aquisição de um gerador de RF.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da frequência, a faixa de amplitude também é um parâmetro que pode variar significativamente entre marcas e modelos de geradores de RF. Alguns fabricantes, por exemplo, por meio de opcionais, possibilitam a geração de sinais com amplitude abaixo de -140 dBm e acima de +20 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, o gerador de RF possui opcionais para geração de sinais modulados analogicamente (AM, FM e PM).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gerador de sinal vetorial</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um gerador de sinal vetorial é um gerador de RF que, além da geração de modulação analógica, permite a geração de sinais modulados digitalmente, tais como QAM, QPSK, FSK e BPSK.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio das modulações digitais, é possível transformar este equipamento em um simulador para testes em diversas tecnologias, tais como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>simulador GNSS, que possibilita a simulação de uma constelação de satélites (GPS, Glonass, Galileo, entre outros).</li>
<li>simulador de WiFi, Bluetooth, ou qualquer outra tecnologia de comunicação sem fio, presentes nas 3ª, 4ª ou 5ª gerações de comunicação móvel (3G, 4G ou 5G).</li>
<li>simulador de TV digital (DVB-T, por exemplo).</li>
<li>simulador de IoT (802.15, ZigBee).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na figura 3, a seguir, verifica-se a aplicação de um gerador de sinal vetorial para calibrações estáticas, que avalia a exatidão de posicionamento de receptores de GPS; e dinâmicas, que consiste na calibração em velocidade e/ou aceleração, que são parâmetros essenciais para o uso desses equipamentos em pistas de teste, por exemplo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6981c39010b00" data-id="6981c39010b00" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981c39010dd6" data-id="6981c39010dd6" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1050" height="593" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-3.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem 3" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-3.jpeg 1050w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-3-300x169.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-3-768x434.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/diferentes-tipos-de-geradores-e-suas-aplicacoes/imagem-3-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 3 - Calibração de receptores de GPS com gerador de sinal vetorial. Fonte: Acervo do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6981c39011199" data-id="6981c39011199" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Confiabilidade metrológica de geradores de sinais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os geradores de sinais, quando utilizados em processos que afetam significativamente o resultado de um serviço ou produto, devem ser calibrados em laboratórios que possuem a capacitação necessária para a garantia da confiabilidade metrológica desses equipamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos parâmetros que necessitam de atenção no uso de geradores são: exatidão em frequência; exatidão em nível; resposta em frequência; linearidade; distorção harmônica; entre outros. Usualmente, as características do gerador são encontradas nos manuais do fabricante ou em datasheets, e devem ser asseguradas periodicamente através das calibrações.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6981c39011525" data-id="6981c39011525" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação.<br />
<a href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>; <a href="http://www.linkedin.com/in/fabriciogt" target="_blank" rel="noopener">www.linkedin.com/in/fabriciogt</a><br />
</strong></em></h5>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Redes privativas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privativas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=redes-privativas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 16:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes privadas]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes privativas 5G viabilizam conectividade de alta capacidade, com latências ultrabaixas e precisão, para uma série de setores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<a href="https://infranewstelecom.us18.list-manage.com/subscribe?u=50396fb2787a106f5b34efb7f&amp;id=4350290807" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1165" height="400" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Anuncio 1165 x 400 (2)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2.png 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2-300x103.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2-768x264.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/impacto-computacao-de-borda-no-data-center/anuncio-1165-x-400-2/" /></a>
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			<h1>Redes privativas</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">As redes privativas 5G devem ganhar força nos próximos em todo o mundo, e no Brasil não será diferente. Basicamente, esse tipo de arquitetura vai viabilizar conectividade de alta capacidade, latências ultrabaixas e precisão para diversos de setores, como indústrias, hospitais e agronegócio, permitindo a otimização de processos produtivos e operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo da Juniper Research, especialista em tecnologias de comunicação emergentes, indica que os gastos mundiais das empresas em redes privadas chegarão a US$ 10 bilhões até 2028; passando de US$ 1 bilhão em 2023. Os investimentos serão realizados principalmente por companhias de manufatura (35%), energia (20%) e serviços públicos (16%). A necessidade de redes privadas que possam suportar altas densidades de dispositivos e operar em grandes áreas geográficas é um fator importante. As redes privadas aproveitam as tecnologias celulares para fornecer uma infraestrutura fechada que pode ser totalmente gerenciada pelas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já há exemplos desta movimentação no Brasil. Um consórcio de 14 empresas vai ativar uma rede 5G privada baseada em OpenRAN em uma escola pública de Sorocaba, interior de São Paulo. Nos próximos meses, serão oferecidas infraestruturas de conectividade sem fio de alto desempenho e com baixo consumo de energia como uma abordagem modernizada de educação dentro das salas de aula. Adicionalmente, a infraestrutura irá promover atividades de letramento digital aos professores em relação as tecnologias digitais emergentes. O consórcio é formado pelas empresas: Fujitsu; Ciena; Dell; FIT; IBM; Intel; Mavenir; Okemo; Ookla; Palo Alto Networks; Red Hat; SIAE Microelettronica; UP2Tech; e VIAVI Solutions.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nokia também anunciou que vai implantar uma rede privada 5G na nova planta da Jacto, multinacional brasileira de máquinas, na cidade de Pompéia, no estado de São Paulo. Com 96 mil metros quadrados, a planta vai abrigar um sistema de pintura automatizado, com tecnologia de ponta, manuseio autônomo de veículos e um sistema de armazenamento automatizado. O local contará, ainda, com um centro avançado de treinamento. O espectro utilizado será a faixa de 700 MHz para 4.9G/LTE e, a de 3,7 GHz, para 5G. A rede conectará toda a extensão da fábrica, com alta capacidade e latência ultrabaixa, concretizando o conceito de fábrica inteligente 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra empresa que está empenhada em ser referência no mercado de infraestrutura para redes privadas 5G no Brasil e na América Latina é a Baicells, fornecedora global soluções de acesso 4G LTE e 5G. A companhia conta com uma linha de small cells para aplicações indoor de baixo consumo de energia e plug-and-play. A solução também opera no modo 4G LTE e 5G e atende 48 usuários simultâneos com cobertura de 1000 metros quadrados. Para um maior número de usuários, a empresa desenvolveu uma plataforma distribuída, com uma pequena central (BDU) onde são conectadas as small cells, criando microcélulas nos locais que serão cobertos. O principal foco são áreas de até 50 mil metros quadrados, onde a Baicells tem melhor custo-benefício, incluindo hotéis, shoppings, hospitais e centros de convenções.</p>
<p style="text-align: justify;">A ABID – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e a Anatel também estão promovendo as redes privadas no país. Recentemente, a aplicabilidade e a viabilidade da tecnologia 5G no chão de fábrica foram validadas na segunda fase de testes do “Projeto Open Lab 5G WEG-V2COM”, iniciativa operada em ambiente real por meio de cooperação técnica entre a ABDI e empresa WEG-V2COM. Além de incentivar a massificação do uso de redes de quinta geração em operações do setor produtivo brasileiro, os resultados positivos do 5G Release 16, realizado com a supervisão da Anatel e colaboração da Claro S.A., subsidiarão decisões da agência reguladora relativas à tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Open Lab 5G WEG-V2COM Release 16” complementa a primeira fase do projeto (Release 15), <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/anatel-e-abdi-firmam-acordo-para-testar-redes-privadas-5g/">iniciada em 2020 para avaliar o desempenho da rede de quinta geração em aplicações voltadas para chão de fábrica industrial</a>. Diferentemente da primeira, a etapa recém-concluída deu enfoque especial a testes de conectividade de dispositivos IoT &#8211; Internet das coisas à rede 5G. Efetuados com requisitos de alta velocidade, elevada largura de banda, baixa latência, estabilidade e confiabilidade<strong> </strong>em aplicações críticas, como as que exigem resposta em tempo real, os testes foram novamente realizados em ambiente real de produção, isto é, na fábrica da WEG Drives &amp; Controls, em Jaraguá do Sul, SC.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">Um artigo publicado nesta edição mostra como esse modelo de infraestrutura pode ser explorado em alguns setores</a>. O autor explica que esse tipo de infraestrutura “é desenhado para a implementação de soluções específicas em um serviço limitado privado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. Trata-se de uma rede muito mais focada no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência. Esta é uma diferença essencial da rede privada para uma rede 5G pública, usada pelo “cliente comum” cujo foco é o download de dados (uso padrão de internet, redes sociais, streaming etc.).”</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/os-dados-podem-contribuir-para-mitigar-os-impactos-ambientais-e-as-mudancas-climaticas/">IA na previsão e mitigação de eventos climáticos</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/6-beneficios-da-integracao-de-ia-e-devops-para-a-sua-empresa/">DevOps e IA</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/aspectos-metrologicos-nos-sistemas-de-comunicacao-optica/">sistemas de comunicação ópticos</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gatos-ia-e-storage-a-reflexao-que-voce-nao-sabia-que-precisava/">tecnologias para apoiar o aumento exponencial dos dados</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/entenda-como-a-ia-e-treinada-para-reconhecer-e-responder-as-emocoes-dos-clientes/">IA no atendimento a clientes</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/autoconsciencia-e-fundamental-para-o-desenvolvimento-pessoal-e-profissional/">carreira</a>.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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