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	<title>Infraestrutura &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Infraestrutura &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Locus Custom Software une IA e protagonismo humano para impactar negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:03:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mesmo com a evolução acelerada da inteligência artificial (IA), o sucesso de projetos digitais depende de pessoas qualificadas, escuta ativa e visão estratégica — fatores que vão além da automação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5ab73f" data-id="697d9cf5ab73f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Locus Custom Software une IA e protagonismo humano para impactar negócios</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Hoje, nenhuma transformação avança sem IA &#8211; inteligência artificial no centro das decisões. Mas, para a Locus Custom Software — empresa brasileira referência em desenvolvimento de software e soluções baseadas em IA — o diferencial real não está apenas nos algoritmos. A companhia defende que é o protagonismo humano, aliado à tecnologia de ponta, que converte inovação em resultados concretos.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="861" data-end="1174">Segundo especialistas da empresa, a otimização baseada em dados deve ser acompanhada de uma abordagem complementar. A IA acelera entregas, amplia análises e testa hipóteses com precisão. Porém, é a condução por profissionais multidisciplinares que interpreta cenários, orienta escolhas e evita decisões no escuro.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1176" data-end="1384">“A IA não substitui a escuta ativa, a empatia ou a visão de negócio. O que gera valor é a combinação entre dados, estratégia e sensibilidade humana. Esse é o nosso foco”, afirma Bruno Rodrigues, CEO da Locus.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1386" data-end="1757">A empresa atua em engenharia de dados, machine learning, UX/UI e desenvolvimento de software customizado. A IA é usada em todas as etapas — do mapeamento de regras de negócio à análise de riscos e personalização da jornada do usuário. Mas o conceito central permanece: eficiência só faz sentido se houver clareza de escopo, propósito e envolvimento genuíno com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1759" data-end="2252">O posicionamento está alinhado às tendências de mercado. O Gartner projeta que mais de 40% dos projetos de IA Agêntica serão cancelados até o final de 2027 por custos crescentes, incertezas de valor ou controles de risco deficientes. Muitos ainda estão em fase experimental. A consultoria também alerta para a “lavagem de agentes”, quando soluções são rotuladas como agentes inteligentes mesmo sem autonomia real — estimando que apenas cerca de 130 empresas no mundo têm capacidades genuínas.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2254" data-end="2572">Apesar disso, o avanço é inevitável: pelo menos 15% das decisões cotidianas no trabalho serão tomadas por IA Agêntica até 2028, ante 0% em 2024. E 33% das aplicações corporativas incluirão esse recurso até 2028. “O desafio não é acessar tecnologia, mas saber onde e como aplicá-la com inteligência”, reforça Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2574" data-end="2931">Segundo ele, na Locus, cada projeto nasce de perguntas essenciais: qual impacto será gerado, quais riscos estão envolvidos e como validar antes de desenvolver. Para isso, squads são formados com especialistas em dados, UX, software, produto e infraestrutura. A IA atua como acelerador, simulador de cenários e suporte à tomada de decisão — sempre com o humano no centro. O modelo já é aplicado em projetos para empresas de varejo, meios de pagamento, indústria e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Colaboração com Assessoria de imprensa </em></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Locus Custom Software fecha parceria com Tempest e estreia no mercado de cibersegurança</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/locus-custom-software-fecha-parceria-com-tempest-e-estreia-no-mercado-de-ciberseguranca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=locus-custom-software-fecha-parceria-com-tempest-e-estreia-no-mercado-de-ciberseguranca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:42:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Companhia passa a oferecer serviços de segurança digital para startups, médias e grandes empresas e um papel estratégico na correção de vulnerabilidades, em complemento a serviços oferecidos pela Tempest.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5ad0b1" data-id="697d9cf5ad0b1" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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Foto: freepik

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			<h1 style="text-align: justify;">Locus Custom Software fecha parceria com Tempest e estreia no mercado de cibersegurança</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A Locus Custom Software, empresa brasileira que desenvolve software e soluções corporativas baseadas em IA &#8211; inteligência artificial, acaba de anunciar sua entrada oficial no segmento de cibersegurança, em parceria com a Tempest, companhia nacional de segurança digital e prevenção a fraudes.</p>
<p style="text-align: justify;">A aliança posiciona a Locus Custom Software como primeira parceira comercial da Tempest dentro de seu novo programa de canais. Com isso, a Locus passa a ofertar para startups, médias e grandes organizações, em todo o Brasil, as soluções da Tempest — e, adicionalmente, assume um papel estratégico na correção das vulnerabilidades identificadas nos testes de segurança, o que vem a complementar o atendimento de clientes da Tempest.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esta parceria é um marco para a Locus Custom Software. Além da expertise de identificar vulnerabilidades críticas nos sistemas de empresas, temos capacidade técnica para corrigi-las com agilidade e eficiência. Outra abordagem incrível são as Squads especializadas em desenvolvimento seguro, fornecidas pela Locus a seus clientes, com a chancela da Tempest. Unimos o que há de melhor tanto em diagnóstico quanto em execução”, destaca Bruno Rodrigues, CEO da Locus Custom Software.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, o carro-chefe da parceria será o serviço Pentest (teste de penetração), referência no mercado nacional por sua robustez técnica e abordagem centrada no impacto de negócio. Seu principal objetivo é identificar vulnerabilidades técnicas e falhas de segurança que podem ser exploradas por cibercriminosos, oferecendo às organizações uma visão prática dos riscos aos quais seus sistemas podem estar potencialmente expostos. Com metodologia desenvolvida por um time de especialistas no setor, o serviço combina testes manuais e automatizados, conduzidos por um time técnico altamente especializado.</p>
<p style="text-align: justify;">O Pentest possibilita o monitoramento e identificação de ameaças, desde aplicações web e dispositivos móveis, até APIs, redes internas e externas, Wi-Fi, dispositivos IoT, ambientes físicos e aplicações desktop. As simulações reproduzem cenários reais de ataque, com técnicas e ferramentas utilizadas por cibercriminosos, permitindo que empresas corrijam vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas por agentes mal-intencionados.</p>
<p style="text-align: justify;">Leandro Panegassi, diretor de tecnologia e inovação da Locus Custom Software, destaca que a implementação do serviço pode ser feita em poucas semanas. “Trata-se de uma ferramenta poderosa e, ao mesmo tempo, com valor acessível às empresas. É uma plataforma viável para as organizações que buscam fortalecer sua segurança digital e estarem sempre à frente na proteção de seus negócios contra-ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Parceria que expande possibilidades</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como canal homologado da Tempest no Brasil, a Locus Custom Software passa a atuar em dois modelos: correção de vulnerabilidades (para empresas que contratam diretamente a Tempest, a Locus Custom Software será indicada como executora oficial das correções técnicas — em complemento a serviços oferecidos pela Tempest); e oferta integrada (a Locus Custom Software poderá oferecer às empresas o pacote completo de segurança digital, contemplando tanto o diagnóstico quanto a correção de vulnerabilidades, em uma entrega coordenada de ponta a ponta).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contratar a oferta de cibersegurança por meio da Locus Custom Software, as empresas passam a contar com uma série de benefícios estratégicos. Entre eles, destacam-se o atendimento personalizado e consultivo ao longo de todo o processo, a ampla capilaridade técnica com profissionais distribuídos em 17 estados do Brasil, condições comerciais otimizadas e adaptadas à realidade de cada negócio, além de serviços complementares de integração com sistemas legados e infraestrutura existente. A Locus Custom Software também oferece acompanhamento estratégico após as correções, contribuindo para a evolução contínua da maturidade em segurança da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">“A chegada da Locus Custom Software como parceira homologada representa uma sinergia importante à medida em que nossos clientes contam não apenas com uma solução avançada de cibersegurança, como também uma equipe técnica qualificada e de confiança, para implementar com agilidade e expertise as correções necessárias para proteger o negócio”, finaliza Rafael Cordeiro, chief revenue officer da Tempest.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 20:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5ae3c7" data-id="697d9cf5ae3c7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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</div><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5ae608" data-id="697d9cf5ae608" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">O comerciante está sempre pensando em como chamar atenção ao seu negócio a fim de vender mais e se destacar da concorrência e, no mercado de ISPs &#8211; Provedores de serviço de Internet, não está sendo diferente. Hoje, com a profissionalização e a consolidação do mercado de Provedores, é preciso se destacar, indo muito além do fornecimento de conexão à internet.  Estamos vendo um movimento de consolidação dos ISPs, por meio de aquisições e fusões, assim como assistimos atualmente forte profissionalização desse segmento com ganhos em capacidade de entrega e qualidade dos serviços. Portanto, para ser diferente é preciso inovar e ampliar suas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de prover o acesso à Internet com qualidade e segurança, é importante dispor de serviços extras para mercado B2B, tais como:  gestão de redes; cibersegurança;  backup e disaster recovery; criptografia de dados; datacenter; computação em nuvem; segurança e monitoramento de perímetro e de veículos; soluções de mídia OOH &#8211; Out of Home com telas publicitárias; lousas interativas para reuniões, conferências e muito mais &#8211; ou seja, existe hoje uma infinidade de SVAs &#8211; serviços de valor agregado que podem ser criados sob medida e entregues para atender a necessidades específicas do cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança virtual diferenciada</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes você ouviu a recomendação de não usar a mesma senha para todos os seus acessos? Da mesma forma, não é adequado usar uma única solução de segurança e achar que a empresa toda vai estar protegida. Este é o argumento que o ISP pode usar para falar com seus clientes B2B, pois além do firewall, a cibersegurança é também uma questão de preservar a integridade de informações privilegiadas. A proteção para ambiente corporativo com dados contábeis, administrativos e de clientes demandam uma proteção mais dedicada, e as soluções de PAM &#8211; Privileged Access Management u gerenciamento de acesso privilegiado são um campo com grande potencial de expansão no mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança digital é um desafio diário. A CPR &#8211; Check Point Research indicou <a href="https://blog.checkpoint.com/research/check-point-research-reports-highest-increase-of-global-cyber-attacks-seen-in-last-two-years-a-30-increase-in-q2-2024-global-cyber-attacks/" target="_blank" rel="noopener">aumento global de ataques cibernéticos em 30%</a> nos ataques semanais a redes corporativas no segundo trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. É uma média de 1.636 ataques por organização por semana, muitos dos quais começam por falhas no ambiente de rede, que permitem aos cibercriminosos utilizarem senhas e acesso de usuários a sistemas sensíveis da empresa. O gerenciamento de acesso privilegiado é uma ferramenta de segurança que cria mais uma etapa de verificação, restringindo o acesso a dispositivos e sistemas apenas aos usuários autorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro motivo para investir em cibersegurança é aumentar a confiança de seus consumidores finais: pesquisas prévias da McKinsey apontam que 70% dos consumidores só realizam transações com empresas que protegem seus dados. Mesmo assim, cerca de 40% das empresas de Varejo ainda não consideram a experiência do consumidor em sua estratégia de combate a fraudes. Um dos motivos seria que, ao incluir mais camadas de proteção ao cliente, o aumento da burocracia poderia reduzir a retenção de clientes. Esta é uma visão muito fechada do negócio e um ângulo que o ISP pode explorar, trabalhando com o cliente B2B para ofertar o ponto de equilíbrio entre prevenção e experiência do cliente B2C, tornando suas estratégias antifraude mais focadas no consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mídias e telas publicitárias (Out of Home)</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo <a href="https://kantaribopemedia.com/conteudo/inside-ooh-2023/#:~:text=S%C3%A3o%20Paulo%2C%2030%20de%20agosto,%25)%20e%20Fortaleza%20(93%25)." target="_blank" rel="noopener">&#8220;Inside OOH 2023&#8221;,</a> produzido pelo Kantar Ibope Media, mostrou que este tipo de mídia é consumido por 89% dos brasileiros, principalmente em estabelecimentos comerciais (72%). O público gosta bastante da criatividade e interatividade com este tipo de propaganda: 31% dos entrevistados escanearam um QR Code presente na mídia, 37% passaram a seguir a marca anunciante nas redes sociais, e 68% já compraram ou pesquisaram algum produto/serviço em função de um anúncio visto em mídia OOH.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os argumentos comerciais dados, o ISP pode vender este produto com mais facilidade diante de iniciativas As a Service para painéis de LED, que não demandam grande investimento inicial. E mais: pode inclusive gerar negócios para seu cliente, pois qual empresa não gostaria de anunciar em um painel perto do caixa de um supermercado ou em um restaurante, quando a atenção do público está mais dedicada?</p>
<p style="text-align: justify;">As oportunidades de negócios no ambiente corporativo são variadas e não estão restritas apenas aos provedores de internet de maior porte. O mercado B2B é tão democrático quanto a capacidade empreendedora do brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vertical de varejo o ambiente é muito dinâmico, portanto, é necessária uma infraestrutura de TI robusta a fim de garantir a eficiência operacional, a satisfação do cliente e a competitividade no mercado. À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Gestão de infraestrutura: O futuro está na inteligência</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/gestao-de-infraestrutura-o-futuro-esta-na-inteligencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gestao-de-infraestrutura-o-futuro-esta-na-inteligencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Kubernetes]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo traz uma análise dos desafios da gestão da infraestrutura na nova etapa da jornada digital e apresenta soluções de ponta que podem trazer grandes vantagens para os líderes de TI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5af2a9" data-id="697d9cf5af2a9" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Gestão de infraestrutura: O futuro está na inteligência</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">As práticas de gestão de infraestrutura estão evoluindo com muita rapidez. Impulsionados pela IA e pela transformação digital, os data centers enfrentam o crescimento maciço de dados e de complexidade, requisitos de agilidade sem precedentes, além da escassez de talentos e do alto custo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além de uma mudança radical, essa é uma tempestade perfeita, e isso traz oportunidades de melhoria. Confira abaixo uma análise dos desafios desta gestão na nova etapa da jornada digital e as soluções de ponta que podem trazer grandes vantagens para os líderes.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O desafio dos dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os fundamentos que afetam o gerenciamento do storage, nossa relação com os dados é crucial. Desde 2010, a <a href="https://www.statista.com/statistics/871513/worldwide-data-created/" target="_blank" rel="noopener">taxa média anual de crescimento de dados tem sido de cerca de 38%</a>, de acordo com a Statista. Isso inclui alguns anos de pico &#8211; como durante a pandemia &#8211; quando a criação de dados disparou, com um volume global previsto em 181 zetabytes até 2025. Uma quantidade impressionante, sem sinais de desaceleração.</p>
<p style="text-align: justify;">O planejamento para essas taxas de crescimento de dados é uma dor de cabeça para os líderes, principalmente devido ao ciclo tradicional de investimento e depreciação. No passado, a capacidade de acomodar requisitos não planejados significava ter que manter hardware extra em reserva. Ao mesmo tempo, com o aumento dos custos de energia, as empresas de TI agora também precisam se concentrar na eficiência e na sustentabilidade de sua infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato de provisionar o armazenamento também consumia tempo (e equipe), principalmente em empresas segmentadas verticalmente entre os departamentos de negócios e as subunidades de software, servidores, storage e redes de TI. Muitas vezes, a empresa precisava de muitos administradores com múltiplas habilidades para gerenciar diversos ambientes em vários fornecedores e tecnologias. Tudo isso poderia facilmente levar semanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O desafio das complexidades</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Lidar com o aumento dos dados e da complexidade das aplicações não é só aumentar o número de funcionários de administração de storage. Além de ineficiente, é algo praticamente impossível no cenário atual da TI, devido à escassez e custos inviáveis com equipes especializadas. Outro ponto crucial é que as empresas modernas querem que seus profissionais se concentrem na inovação, no aumento da produtividade e na experiência do cliente, e não em tarefas mecânicas com infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">O antigo paradigma de gerenciamento de TI segmentado verticalmente se desfez diante das novas arquiteturas de TI. Estamos em transição para novas normas que incluem modelos operacionais em nuvem e infraestrutura como código com armazenamento especificado como parte do processo de desenvolvimento e implementação de aplicações. A agilidade e a velocidade de entrega são agora mais importantes do que nunca e espera-se que as empresas sejam capazes de se adaptar rapidamente aos novos requisitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A inteligência da autonomia</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com os novos modelos de implementação de aplicações, como a conteinerização, os recursos de storage são definidos como parte do arquivo de configuração da aplicação, projetado para ser implementado automaticamente pela plataforma de orquestração.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, as aplicações são ativadas e escalonadas rapidamente, com requisitos incorporados a esses ciclos de vida e, muitas vezes, em um ritmo que vai além do que os humanos podem gerenciar manualmente. Nessa velocidade de operações, o gerenciamento de storage precisa funcionar por meio de políticas predefinidas, provisionamento e dimensionamento automáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro inteligente</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O futuro desta gestão está centrado nos perfis de desempenho de storage definidos pelo cliente, selecionados por meio de autoatendimento ou totalmente automatizados no ambiente da aplicação por meio de armazenamento como código e orquestradores.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas inteligentes de TI transformarão a função do administrador em algo como um gerente de produto. Isso significa definir &#8220;produtos&#8221; de armazenamento por meio de conceitos de abstração, como classes e políticas. Isso também significa permitir o autoatendimento pelos clientes internos das empresas e pelas plataformas de orquestração em vez de ser a pessoa que provisiona os objetos, deixando o novo gerente de produtos livre para gerenciar frotas de dispositivos em vez de arrays individuais, monitorar o uso dos serviços existentes e criar ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para viabilizar esse modelo operacional em nuvem, alguns fornecedores de armazenamento podem oferecer plataformas com as quais os administradores de armazenamento podem gerenciar e adicionar capacidade à sua frota de dispositivos de armazenamento sem interrupções, bem como definir classes de armazenamento, políticas e zonas de disponibilidade a serem disponibilizadas aos seus consumidores. Enquanto isso, os desenvolvedores que usam plataformas de infraestrutura como código podem especificar a classe de armazenamento que desejam para uma aplicação, codificá-la em modelos, testá-la e implementá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ambientes em contêineres totalmente automatizados, é fundamental utilizar uma plataforma de dados Kubernetes de nível empresarial para aplicações modernas. Isso garante a gestão para clusters do Kubernetes com implementação e dimensionamento automatizados, além de proteção de dados. Algumas soluções incluem até mesmo serviços de dados, como um conjunto de bancos de dados selecionados para uso em ambientes Kubernetes, com apenas um clique, economizando muito tempo dos desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, viabilizar o autoatendimento e, ao mesmo tempo, depender de longos ciclos de compra e entrega deixa a empresa exposta aos riscos. Adotar totalmente esses conceitos significa consumir as plataformas de armazenamento como um serviço, para conseguir o dimensionamento rápido quando necessário, obter flexibilidade, além de investir em hardware somente quando for realmente necessário. As empresas devem analisar a tecnologia do fornecedor, mas também sua capacidade de fornecer suas plataformas por meio de modelos de consumo flexíveis e sob demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Seja o maestro da sua infraestrutura</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo a tendência crescente do ‘all-in-one’, é importante que ao buscar um fornecedor, exija que todos os arrays de armazenamento em flash estejam vinculados em um único ambiente operacional, para que as cargas de trabalho possam ser gerenciadas em escala em toda a empresa a partir de uma única visualização, junto com uma plataforma de dados Kubernetes e toda a funcionalidade de armazenamento de autoatendimento que uma empresa moderna precisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Avalie também os benefícios em relação à eficiência energética, que podem chegar até 85%, além da redução do espaço físico necessário, para maximizar a eficiência do data center. Por fim, atue com um fornecedor que possa oferecer tudo isso por meio de um modelo como serviço flexível e respaldado por SLA, com garantias quanto ao uso de energia, zero migrações de dados e upgrades sem interrupções. Esta é a chave para atingir uma gestão moderna e contínua.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Marco Henz/Shutterstock</span></h2>

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			<h1>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A reconstrução do Rio Grande do Sul é um assunto de ordem nacional e depende prioritariamente da revitalização da infraestrutura, desde os acessos como estradas e pontes, passando pelo saneamento básico e energia até as telecomunicações. Um levantamento da InternetSul &#8211; Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet, em parceria com outras associações representativas do setor, mostra que cerca de 30% das conexões de Internet banda larga do estado foram afetadas pelas enchentes. Escrevo este artigo para comentar os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a InternetSul, 629 ISPs atuam em 494 municípios sul-rio-grandenses, reunindo cerca de 2 milhões de assinantes declarados (nem todos os provedores reportam seus números). Deste universo, 94 provedores em 149 municípios foram fortemente prejudicados pelos estragos das enchentes. Isso representa 6 mil quilômetros de redes de fibra óptica danificadas ou totalmente destruídas, 7,5 mil profissionais cujo trabalho foi afetado e uma projeção de impacto na conexão de 338 mil usuários. Diante do cenário devastador podemos afirmar que nunca o termo “disaster recovery” fez tanto sentido, tanto no mundo virtual quanto no real.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de mitigar parte dos danos, garantindo os serviços públicos essenciais e a comunicação ao maior número de pessoas possível, muitas iniciativas precisaram ser rapidamente colocadas em prática, e três delas chamaram particularmente a minha atenção. Ainda nos primeiros dias da crise, a estatal de tecnologia Procergs – Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul – realizou o desligamento preventivo do seu datacenter, a fim de evitar maiores perdas e manter serviços do estado funcionando plenamente. Para a continuidade das operações, foi preciso <a href="https://itforum.com.br/noticias/procergs-migra-dados-nuvem-risco-inundacao/" target="_blank" rel="noopener">migrar de forma urgente toda a base de dados para a nuvem</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a Trensurb, operadora do metrô de Porto Alegre, <a href="https://www.convergenciadigital.com.br/Cloud-Computing/Data-Center-do-Metro-de-Porto-Alegre-anda-de-barco-e-aviao-para-ser-religado-em-Brasilia-66003.html" target="_blank" rel="noopener">removeu em barcos os equipamentos de uma área alagada</a> e os religou no data center do Serpro em Brasília (a gestão da empresa é federal), após transportá-los em aviões da FAB &#8211; Força Aérea Brasileira. A terceira iniciativa que atraiu minha atenção foi a união de empresas concorrentes de mercado empenhadas em manterem funcionais e disponíveis os serviços essenciais de comunicação no estado: as operadoras de telefonia celular liberaram o roaming para que os cidadãos tivessem acesso à Internet; provedores regionais de Internet firmaram acordos de cooperação para compartilhar equipes técnicas e equipamentos para reparar redes danificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na corrida de apoio ao Sul brasileiro, até mesmo o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk, doou antenas da Starlink para auxiliar as atividades de resgate dos moradores e a revitalização da conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Fust com menos burocracia</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério das Comunicações também agiu rápido e disponibilizou 33 antenas de emergência da Telebras para apoiar equipes de resgate, centros de Comando de Crise, hospitais de campanha e abrigos com conexão à Internet de banda larga nas áreas alagadas. Somados a isso, os recursos do FUST &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foram assegurados desde o início pelo governo federal para ajudar na reconstrução do ecossistema de conectividade gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-utilizar-os-recursos-do-fust-instrumento-que-fomenta-a-inclusao-digital-no-brasil/"><u>Já falamos em artigo anterior</u></a>, mas vale lembrar que o fundo é atrelado ao Ministério das Comunicações e vem financiando projetos voltados à expansão dos serviços de telecomunicações, especialmente aqueles que priorizam áreas remotas e desfavorecidas economicamente, e para acolher ações regionais de impacto social relevante, como conectar escolas de áreas rurais à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do desastre ambiental no RS, o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, disponibilizou ajuda do FUST para financiar a recuperação da infraestrutura das redes afetadas no estado gaúcho junto com o BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A expectativa é que a restauração das redes de Internet apoie a retomada econômica do estado, que representa 17,3% do PIB &#8211; Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de simplificar a burocracia do FUST junto ao BNDES, de forma a atender os ISPs de forma mais ágil, em especial aqueles de menor porte, diferentes associações setoriais costuraram diversas tratativas ao longo do mês com o Ministério das Comunicações. A <a href="https://teletime.com.br/21/05/2024/isps-do-rio-grande-do-sul-pedem-recursos-e-barreiras-competitivas-para-reconstrucao-das-redes/" target="_blank" rel="noopener">lista de reivindicações apresentada</a> em Brasília no final de maio continha medidas de curto, médio e longo prazo, como a desoneração similar à praticada durante a pandemia e uma barreira competitiva para evitar que empresas de fora avancem sobre o território gaúcho, impossibilitando a recuperação dos provedores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Reintegração dos serviços</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para acelerar o retorno das conexões interrompidas pelas chuvas, a InternetSul estabeleceu em curtíssimo prazo a campanha <a href="https://internetsul.com.br/ajuders" target="_blank" rel="noopener">“Ajude o RS a se reconectar”</a> em quatro frentes: arrecadação de recursos financeiros, doação ou empréstimos de equipamentos de telecomunicações, colaboração com mão de obra técnica ou de limpeza, e apoio jurídico para negociações com os governos do estado e federal, visando angariar fundos para apoiar o reestabelecimento dos serviços de ISPs, que sofreram perdas de até 80% na sua infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a reconstrução da infraestrutura dos provedores de Internet no Rio Grande do Sul vai demandar tempo e grande aporte de recursos financeiros – a Federasul &#8211; Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul estima que serão necessários de R$ 110 bilhões a R$ 176 bilhões para a reconstrução da infraestrutura do estado danificada por causa das chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ponto, cabe também às empresas envolvidas diretamente com Telecomunicações – operadoras, distribuidores, integradores – nos somarmos a este esforço de reconstrução. Anos atrás, nós atuamos junto a esses mesmos provedores para desbravar os caminhos da Internet banda larga no Rio Grande e no Brasil, então nada mais acertado do que voltarmos ao serviço essencial que um dia nos uniu, conectou cidades, construiu negócios e fez história na telecom brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho será árduo, mas com a união dos setores público e privado será possível caminhar rumo à reconstrução das estradas de fibra óptica, reconectando pessoas e empresas, possibilitando o retorno dos negócios e favorecendo a retomada do desenvolvimento social e econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Gestão da infraestrutura de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pure Storage]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Storage]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da IA – inteligência artificial e da transformação digital, administrar os recursos e elementos de TI é ainda mais desafiador. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Gestão da infraestrutura de TI</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A gestão da infraestrutura de TI é uma prática fundamental para garantir o sucesso do negócio. São vários equipamentos, processos e sistemas que precisam de cuidados para manter toda a operação funcionando de forma eficiente e sem falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o avanço da IA – inteligência artificial e da transformação digital, administrar os recursos e elementos de TI é ainda mais desafiador. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gestao-de-infraestrutura-o-futuro-esta-na-inteligencia/">Num artigo publicado nesta edição, Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage, traz uma análise desse novo cenário do ponto de vista do armazenamento de dados e mostra como soluções de alta tecnologia podem ajudar os líderes de TI</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor percorre temas que vão da complexidade das aplicações ao futuro da gestão, apresentando alternativas para viabilizar uma administração moderna e contínua. Segundo ele, “as empresas inteligentes de TI transformarão a função do administrador em algo como um gerente de produto. Isso significa definir soluções de armazenamento por meio de conceitos de abstração, como classes e políticas”.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo ainda destaca que “é preciso permitir o autoatendimento pelos clientes internos das empresas e pelas plataformas de orquestração em vez de ser a pessoa que provisiona os objetos, deixando o novo gerente de produtos livre para gerenciar frotas de dispositivos em vez de arrays individuais, monitorar o uso dos serviços existentes e criar ofertas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/desigualdade-digital-o-papel-da-ia-na-reducao-ou-ampliacao-das-diferencas-sociais/">o papel da IA na redução ou ampliação das diferenças sociais</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/exatidao-de-um-analisador-de-espectro-para-medidas-de-nivel/">exatidão de um analisador de espectro para medidas de nível</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-ferramentas-que-permitem-a-coleta-e-analise-de-feedback-em-tempo-real/">análise e coleta de feedback em tempo real</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-aumentar-a-precisao-de-dados-e-minimizar-erros-humanos-com-a-automacao/">como aumentar a precisão de dados e minimizar erros humanos com a automação</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/inconsciente-e-carreira/">carreira</a>; e a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/">reconstrução da rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você conhece os riscos de uma migração tecnológica?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/voce-conhece-os-riscos-de-uma-migracao-tecnologica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-conhece-os-riscos-de-uma-migracao-tecnologica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Migrações tecnológicas incluem potencial perda de dados, tempo de inatividade do sistema, problemas de compatibilidade e interrupções nas operações comerciais – mas estes não são todos os riscos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5b3e0a" data-id="697d9cf5b3e0a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você conhece os riscos de uma migração tecnológica?</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Sabemos que as migrações tecnológicas incluem potencial perda de dados, tempo de inatividade do sistema, problemas de compatibilidade e interrupções nas operações comerciais – mas estes não são todos os riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, é fato que se estamos nos mudando para uma casa nova, por exemplo, é natural ficarmos animados com a ideia. Ainda assim, será uma decisão cuidadosamente pensada e orçada. Afinal, ninguém compra ou aluga um imóvel sem considerar os custos principais, como energia, aquecimento, água, além das despesas mensais de moradia. Então, do mesmo modo, ao considerar o armazenamento de dados, os líderes precisam garantir que estão considerando e construindo os custos e as operações contínuas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um <a href="https://tax.thomsonreuters.com/en/corporation-solutions/c/forrester-total-economic-impact-report/form?gatedContent=%252Fcontent%252Fewp-marketing-websites%252Ftax%252Fgl%252Fen%252Fcorporation-solutions%252Fc%252Fforrester-total-economic-impact-report" target="_blank" rel="noopener">relatório da Forrester</a> sobre uma plataforma de software da Thomson Reuters estima que os custos de implementação podem chegar a 40%. Já a <a href="https://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=US51898024&amp;page" target="_blank" rel="noopener">pesquisa Cloud Pulse Survey 4T23 da IDC</a> coloca esse valor ainda mais alto, com 1.350 usuários de nuvem em todo o mundo afirmando que 54% do orçamento de TI é alocado para manter os sistemas e aplicações de TI existentes, em vez de novos projetos que apoiam a inovação nos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão aqui é que estes itens não são considerados com frequência quando se toma uma decisão de compra. Isso porque a maioria dos clientes não possui essas métricas ou mede em diferentes centros de custo, com orçamentos atribuídos a outros departamentos: a eletricidade está nas instalações, a contratação fica com o RH, os custos de migração (horas de fim de semana e gerenciamento de edifícios, por exemplo) estão em TI, finanças e instalações, enquanto a área de compras examina o custo inicial. É como comprar uma casa olhando através de um pequeno olho mágico na porta. Quando a porta se abre, os novos proprietários percebem que não é o apartamento moderno e espaçoso que lhes foi prometido – e o choque é desagradável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Por que as empresas fazem isso? </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há três questões:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>A equipe de compras não entende as complexidades do gerenciamento da infraestrutura, pois está concentrada em pressionar o fornecedor na hora da venda, e não no uso a longo prazo, ou a medida é bonificada apenas pelo custo de aquisição.</li>
<li>Nem sempre se sabe como medir o custo total. Alguns fornecedores ofuscam os custos reais de operação simplesmente para entrar no mercado.</li>
<li>Os custos operacionais em um período de três a cinco anos parecem estar muito distantes. E, às vezes, quem está implementando o sistema pode pensar que, em alguns anos, o problema será de outra pessoa.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Vamos focar agora neste último ponto: é tão distante que fica fácil esquecer a dor da migração e do gerenciamento do departamento de tecnologia. Substituir um servidor é muito fácil, as equipes movem instâncias de máquinas virtuais de um lugar para outro e isso é instantâneo, requer mínimo ou zero esforço e tempo. No entanto, uma nova matriz de armazenamento é diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine a casa novamente: você percebe que ela está caindo aos pedaços, não pode mais morar lá e precisa se mudar. Todas as suas lembranças e móveis estão lá – os seus dados, que valem muito! Uma migração é o equivalente a não consertar um telhado com vazamento e esperar que seus pertences permaneçam seguros e secos. Usando um sistema legado, as empresas são forçadas a fazer isso a cada alguns anos. Isso representa um enorme risco comercial e um gasto considerável de tempo, planejamento, esforço e custo. Infelizmente, algo invariavelmente dá errado, os pertences podem ser extraviados e dados valiosos e operações comerciais são colocados em risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses erros ou problemas se devem a alguns fatores. No caso do erro humano, podem gerar interrupções durante o gerenciamento de mudanças. Se as empresas puderem minimizar as mudanças, elas automaticamente reduzirão os riscos. As soluções de armazenamento como serviço (STaaS) ajudam a eliminar os esforços com gerenciamento de mudanças e o valor disso é imenso. Para muitas empresas, a migração é um problema grande e caro e, com STaaS, os componentes do array são substituídos conforme necessário, assim é possível eliminar essas preocupações e o tempo de inatividade. O STaaS agrega ainda mais valor, pois o fornecedor compartilha o risco de consumo e oferece muitos serviços de valor agregado, como planejamento de capacidade. Além disso, é importante se alertar aos SLAs e garantias que colocam o ônus sobre o fornecedor para que ele gerencie e forneça um serviço de forma adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">O equilíbrio entre as pressões orçamentárias e a necessidade insaciável de mais armazenamento de dados está impulsionando o aumento da adoção do STaaS. O valor é enorme para que as empresas: a) minimizem os riscos; b) eliminem as migrações; c) reduzam o lixo eletrônico; d) aumentem a agilidade dos negócios; e) garantam a utilização eficiente dos ativos – e a lista dos benefícios vai longe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Prepare-se para os imprevistos</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que uma migração planejada leve cerca de um ano, mas, invariavelmente, levará muito mais tempo. Já ouvi falar de um grande banco que estava migrando uma tecnologia legada e programou dezenas de aplicações para migrar em um fim de semana, mas, no último minuto, apenas algumas delas seriam transferidas devido a outros fatores. Isso significaria atrasos constantes no processo de migração, o que imediatamente aumenta o custo. Sem contar que os novos arrays ficam subutilizados em grande parte. Se o setor de compras avaliou um negócio com base no custo por gigabyte e os arrays não estão sendo preenchidos rapidamente, o custo real por gigabyte está aumentando. Se em um ano um array estiver apenas 50% cheio, significa que o cliente pagou o dobro e está usando apenas metade do que foi comprado. A infraestrutura antiga, que já deveria estar desativada, não foi porque as aplicações e os dados ainda estão nela. Além disso, o novo kit está ocioso, mas custa dinheiro para funcionar. Enquanto isso, o responsável pela compra pode estar “curtindo” um bônus que recebeu por ter comprado soluções baratas. As empresas precisam evitar esse trabalho em grande escala e optar por uma tecnologia que seja atualizada de forma contínua e sem interrupções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mudar para um hotel? </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu diria que quase ninguém gosta de cozinhar e limpar todos os dias ou pagar impostos, e muita gente opta por flats, hotéis e serviços de acomodações temporárias para evitar isso. Embora recebam um serviço e uma experiência premium, elas pagarão um preço premium. Essa é uma das promessas da nuvem: As equipes de TI e os proprietários de aplicações não precisam se preocupar com a execução diária ou com problemas de migração, mas pagam um preço muito alto por cada utilidade incremental. Outra pessoa arca com a subutilização e o risco de migração. Em segundo plano, há um exército de pessoas realizando todas essas funções. Embora não seja a equipe da empresa que esteja realizando o trabalho, a empresa pagará por isso, às vezes sem perceber. É claro que há benefícios da nuvem, incluindo economias de escala, portabilidade, facilidade de uso e a capacidade de testar coisas novas. Há lugar para a nuvem e para o on-premise, dependendo dos objetivos comerciais da empresa, e a maioria tem uma abordagem híbrida atualmente. As pessoas percebem que, se for realizada uma avaliação adequada do gerenciamento do ciclo de vida dos ativos de infraestrutura e se o ambiente for bem administrado, as empresas poderão fornecer armazenamento on-premise para as cargas de trabalho e as aplicações adequadas a um custo de longo prazo menor do que na nuvem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Estratégia para proprietários</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar cair nessa armadilha e se sobrecarregar com custos inesperados, as empresas precisam de uma abordagem de longo prazo. A estratégia deve garantir que as implementações de tecnologia não se concentrem apenas no custo inicial da compra, mas sim em todo o ciclo de vida da propriedade. Assim como o proprietário de uma casa precisa fazer um orçamento para reparos, o mesmo acontece com as empresas quando consideram o armazenamento de dados no longo prazo e a eliminação de migrações. A união de todas as partes de uma empresa é vital para o sucesso &#8211; compras, infraestrutura, RH, TI mais ampla, proprietários de aplicações, todos eles precisam estar envolvidos e cientes do que e porque está sendo adquirido, para que possam se preparar para o sucesso a longo prazo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5b4d12" data-id="697d9cf5b4d12" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No começo da expansão da Internet no Brasil, um dos aspectos a favor do uso da fibra óptica era a segurança física do material e o que isso representava para a segurança do transporte dos dados. Esse foi um grande diferencial de vendas que ajudou os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet regionais a <a href="https://tecnoblog.net/noticias/fibra-optica-ja-representa-dois-tercos-da-banda-larga-fixa-no-brasil/#:~:text=Um%20painel%20divulgado%20pela%20Ag%C3%AAncia,quase%2028%20milh%C3%B5es%20de%20contratos." target="_blank" rel="noopener">cabearem 66% do Brasil</a> e fazerem da fibra óptica sinônimo de banda larga no país, de acordo com dados Anatel. Hoje o ISP precisa partir deste ponto para começar a pensar em estratégias de segurança de dados (cibersegurança) que possam diferenciá-lo no mercado, assegurando ao cliente, especialmente o corporativo, a certeza de que está contratando uma rede confiável.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo este artigo enquanto estou viajando a San Francisco, nos EUA, para mais uma edição da <a href="https://www.rsaconference.com/" target="_blank" rel="noopener">RSA Conference</a>, um dos principais eventos de segurança da informação em todo o mundo, realizado em diferentes países da Europa, Ásia e Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de reunir empresas, especialistas e líderes do setor para debater cenários, tendências e informações relevantes. É interessante pensar que as conferências RSA iniciaram em 1991 como pequenos eventos voltados essencialmente para criptografia e hoje tratam de um item essencial para o mundo inteiro, que é a segurança da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Li em um artigo recente na revista <a href="https://exame.com/future-of-money/ransomware-os-conselhos-de-minha-avo-para-evitar-sequestro-cibernetico/">Exame</a> que, se fosse medido como um país, o cibercrime seria a terceira maior economia do mundo, movimentando US$ 8 trilhões, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. No ano que vem, o valor estimado é de US$ 10,5 trilhões. É nesse contexto que a RSA Conference ganhou uma nova importância e o tema da cibersegurança passou a ser assunto de ordem mundial, obrigando empresas e usuários a reforçarem medidas de educação e prevenção tecnológica no uso de senhas, sites e dispositivos, bem como os donos da infraestrutura a redobrarem esforços em termos de criptografia, firewall e monitoramento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança da rede e dos dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser uma tecnologia de transmissão de dados que utiliza cabos de fibra de vidro ou plástico para transmitir informações em forma de luz pulsante, a fibra óptica se diferencia dos fios de cobre e redes de transmissão sem fio (wireless). Isso quer dizer que ela é mais segura por ser imune a interferências eletromagnéticas, difíceis de interceptar (com menor propensão a roubo de sinal) e tem criptografia mais eficaz para garantir a privacidade e segurança dos dados transmitidos, sendo menos suscetível aos famosos DDoS, ou ataques distribuídos de negação de serviço, um tipo de crime cibernético onde um invasor sobrecarrega um website, servidor ou recurso de rede com tráfego malicioso. Como resultado, o alvo trava ou não consegue operar, negando serviço a usuários legítimos, impedindo que os dados transmitidos cheguem ao seu destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o aspecto técnico da segurança da fibra, mas em relação à movimentação desses dados, no trânsito entre o provedor ISP, o data center onde está o conteúdo pretendido pelo cliente e o retorno ao seu dispositivo, é preciso reforçar e atualizar constantemente medidas que garantam a segurança na transmissão das informações.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, as medidas de segurança são conhecidas: uso de firewalls e antivírus apropriados (os sistemas necessários a um data center são diferentes daqueles utilizados por um usuário residencial), boa criptografia de dados, atualização regular de software e hardware, estratégia de backup frequente, sistemas de controle e gerenciamento de acesso privilegiado, monitoramento de tráfego suspeito na rede e, claro, uso de senhas fortes com confirmação em duas etapas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ao provedor de Internet é imperativo praticar o que repete aos seus clientes: redobre a atenção ao navegar na Internet, não clique em e-mails suspeitos sem confirmar a origem do emissor, use senhas fortes, atualize seus sistemas e antivírus, entre outras medidas. Reforçar esta infraestrutura é um investimento crucial não só em segurança, mas em competitividade do negócio. Investir em uma boa criptografia de dados e data recovery, por exemplo, são itens a destacar com o cliente corporativo que está preocupado com invasões e indisponibilidade do seu sistema. Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Cibersegurança para MPEs</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da minha jornada em TI e Telecom, lidando com diferentes ISPs e empresários, perdi as contas de quantas vezes ouvi, em relação à cibersegurança, frases como “mas isso não é comigo”, “meus clientes são de outro porte”, “esse material/software é muito avançado para o meu mercado” ou “isso vai demorar a chegar aqui”. Em quase a totalidade dos casos, vi depois um profissional ou empresa correndo contra o tempo para consertar problemas que poderiam ter sido prevenidos, sob o risco de perder clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como falei no começo deste artigo, quando a RSA Conference teve início, o mundo estava entrando na era do computador pessoal e a discussão sobre segurança da informação ainda era um tema pouco debatido, apenas para uma parcela pequena de profissionais capazes de entender questões de criptografia. Hoje, qualquer ISP precisa garantir a segurança de dados aos assinantes, sem distinção de porte ou nicho de clientes. Segundo pesquisa do Gartner, 45% das organizações experimentaram interrupções nos negócios relacionadas a terceiros nos últimos dois anos. Isso quer dizer que as empresas foram vítimas de malwares utilizados para obter acesso remoto não autorizado a redes, acessar dados sensíveis do negócio/cliente/funcionários, implantar ransomware e extorquir vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha comum identificada neste cenário, mas em especial nas pequenas e médias empresas, é que utilizam um antivírus para toda companhia, sem dar atenção diferenciada a áreas mais críticas, como a financeira/contábil. Este é um erro básico que pode ser atribuído ao fato de que essas empresas, muitas vezes, não possuem times dedicados de TI que possam orientar abordagens diferentes às necessidades de cada área. Porém não é algo que se releve em um provedor de internet, que ele não atualize frequentemente sistemas e instalações para manter a segurança de sua rede e de seus clientes. Fazer o dever de casa corretamente é bem mais fácil do que reinventar a roda, não há fórmula mágica quando se fala em segurança.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 13:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697d9cf5b5c0f" data-id="697d9cf5b5c0f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, li um artigo muito interessante no site da ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas intitulado “<a href="https://abinc.org.br/dispositivos-iot-estao-transformando-a-saude-desde-wearables-que-monitoram-sinais-vitais-ate-a-gestao-inteligente-de-medicamentos/" target="_blank" rel="noopener"><em>Dispositivos IoT estão transformando a saúde, desde wearables que monitoram sinais vitais até a gestão inteligente de medicamentos</em></a>”, que detalha a aplicação da IoT &#8211; Internet of Things  em diversos campos na área da saúde. Esse setor está entre as grandes áreas econômicas com potencial de uso e crescimento da IoT, ao lado da Indústria 4.0, agronegócio e facilities. Cada segmento tem suas particularidades, mas eles dependem de três pontos essenciais: conectividade, infraestrutura para processamento e segurança de dados. Neste artigo, vamos tratar dos dois primeiros e como os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet  podem ampliar a oferta de serviços para IoT utilizando suas redes 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de exemplos de usos práticos da IoT na saúde, o conteúdo da ABINC traz uma avaliação do cenário. Relatório do Mordor Intelligence de 2022, realizado pela associação, calculou o valor do mercado da IoT na saúde em US$ 183,4 bilhões naquele ano e previu que pode atingir US$ 293,1 bilhões até 2027. Na minha análise, o espaço para aplicações da Internet das coisas nesse setor é vasto, abrangendo desde smart houses, adaptadas para idosos e pessoas com deficiência, a dispositivos médicos inteligentes, em casa ou no hospital, que permitam o monitoramento remoto de pacientes e a intervenção médica mais rápida. Outro bom exemplo veio durante a pandemia de países da África e do Pacífico, que contaram com <a href="https://engenhariahoje.com/tecnologia/empresa-une-drones-e-iot-para-transportar-medicamentos-e-insumos/" target="_blank" rel="noopener">drones para entrega de remédios e vacinas</a> contra Covid-19 em locais remotos. Esta certamente é uma possibilidade a se considerar em um país de dimensões continentais como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, nenhuma dessas opções é viável sem a infraestrutura adequada para dar suporte à transmissão, análise e resposta aos dados de tais dispositivos. Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda (edge computing) bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada – item no qual a conectividade 5G ainda pode atender de forma dedicada por meio das redes privadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Análise de dados e tempo de resposta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação de borda atende à necessidade de coletar (upload), transferir, armazenar e processar grandes volumes de dados dos dispositivos inteligentes para dar a resposta (download) apropriada à ação. Essa quantidade imensa de dados ainda é somada ao uso da IA &#8211; Inteligência artificial para poder analisar e dar respostas a tais dispositivos. Por estar mais próximo aos aparelhos, na borda da conexão em um servidor local, o tempo de resposta da edge computing é menor, com menos gasto de energia elétrica e de largura de banda, implicando em menos custos de manutenção da operação. Aliada à IA, a computação de borda consegue identificar, analisar e transmitir dados separadamente, por ordem de assunto ou relevância, impedindo que a informação se perca no volume de dados e dando insights mais rápidos, em tempo real, aos dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com o desenvolvimento da IoT é um dos fatores que está impulsionando o <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Edge-computing-avanca-e-deve-absorver-US%24-4-bilhoes-ate-2025-no-Brasil-4759.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">crescimento da computação de borda no Brasil</a>. O IDC, em seu relatório IDC Predictions Brazil 2024, aponta que os ambientes de Edge compostos por hardware, software e serviços devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Rede privada para segurança e velocidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todo este volume de dados certamente congestionaria o tráfego em uma rede “comum” com usuários “comuns”, não importa a largura de banda. Por isso a implantação da rede 5G tem sido essencial para a expansão da utilidade corporativa, digamos assim, da Internet das Coisas, em especial sistemas dedicados como redes privadas 5G – <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">tema que já discutimos em artigo</a> anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes privativas são desenhadas para soluções específicas em um serviço limitado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. São muito mais focadas no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência, e pela característica privada, oferecendo mais confiabilidade e segurança para a transmissão de dados, dos dispositivos e da operação como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o ISP pode explorar as oportunidades da expansão da rede 5G no Brasil para dar suporte a soluções de IoT a partir do seu backbone de fibra óptica. É possível até mesmo pensar no aluguel da sua infraestrutura já montada e cabeada pelos postes às operadoras que queiram implantar a cobertura 5G em um determinado território para atender um cliente corporativo com IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a infraestrutura adequada para atender as demandas do IoT, o provedor ganha espaço em outros mercados corporativos, como o de facilities, atividades comumente terceirizada que as empresas contratam para poder focar em seu core business. De acordo com <a href="https://abrafac.org.br/artigos-publicados/abrafac-apresenta-os-numeros-mundiais-do-setor-de-facilities-no-fm-debate/" target="_blank" rel="noopener">estudo encomendado pela Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management (ABRAFAC),</a> a tendência nos contratos de performance é que sejam fechados por serviço e não mais pelo número de profissionais. Esta é uma boa oportunidade para que o ISP “terceirize” sua infraestrutura de rede à área de Facilities na aplicação da IoT para executar o serviço de forma mais ágil, produtiva e econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a abrangência das facilities é ampla, indo muito além da equipe de limpeza e manutenção, englobando serviços tão distintos como transporte e logística, locação de veículos, suporte administrativo (gestão de arquivos e documentos, portaria e recepção virtuais), segurança de ambientes (monitoramento de perímetro e qualidade do ar em fábricas) e segurança de modo geral, como controle de acesso a áreas restritas, rastreio veicular por GPS, catraca eletrônica com identificação facial e muitas outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ISP começou o século XXI estendendo fibra óptica e formando sua rede para levar Internet a clientes domésticos e corporativos. Este é o momento de avançar na conectividade e usar sua infraestrutura para fazer fluir a Internet das Coisas, um novo horizonte da conexão de empresas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>O impacto da IA no consumo de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 18:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[GPUs]]></category>
		<category><![CDATA[IA generativa]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Operadoras]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso da IA generativa em larga escala vai ampliar significativamente o consumo mundial de energia elétrica para suprir os altos recursos computacionais para operação contínua das ferramentas associadas à tecnologia. Outra questão é manter e treinar os modelos de IA generativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>O impacto da IA no consumo de energia</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A adoção da IA &#8211; inteligência artificial traz inúmeros benefícios, mas também grandes desafios como, por exemplo, o impacto energético. O uso da IA generativa em larga escala vai ampliar significativamente o consumo mundial de energia elétrica para suprir os altos recursos computacionais para operação contínua das ferramentas associadas à tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão é manter e treinar os modelos de IA generativa. <a href="https://www.theverge.com/24066646/ai-electricity-energy-watts-generative-consumption" target="_blank" rel="noopener">Estima-se que o treinamento de um modelo de linguagem como o GPT-3</a>, por exemplo, consuma cerca de 1.300 megawatts-hora (MWh) de eletricidade; quase a mesma quantidade de energia utilizada anualmente por 130 residências nos EUA. Só para se ter uma ideia, a transmissão de uma hora da plataforma de streaming Netflix precisa de aproximadamente 0,8 kWh (0,0008 MWh) de eletricidade. Isso significa que você teria que assistir 1.625.000 horas para gastar a mesma quantidade de energia necessária para treinar o GPT-3.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/ia-e-sustentabilidade-qual-e-o-desafio-e-o-que-as-teles-tem-a-ver-com-isso/">Num artigo publicado nesta edição</a>, Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage, aborda justamente a questão da sustentabilidade da inteligência artificial. Segundo ele, para criar um modelo de IA útil são necessários vários elementos. “Isso inclui dados de treinamento, conexão estável, espaço de armazenamento suficiente e GPUs. Cada componente consome energia até certo ponto, mas o poder de computação exigido pelas GPUs é o que mais consome.”</p>
<p style="text-align: justify;">Godoy ainda reforça que as empresas que estão desenvolvendo modelos de IA devem “pesar cuidadosamente o valor acrescentado dessa iniciativa em relação ao seu impacto ambiental. Além disso, a infraestrutura subjacente e as próprias GPUs precisam se tornar mais eficientes.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ele também aborda medidas para reduzir o impacto ambiental da IA na indústria de armazenamento e o papel do flash; backup dos data centers; indústria de semicondutores; e operadoras de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros assuntos desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-ia-esta-modernizando-a-gestao-publica/">os benefícios da IA na gestão pública</a>,<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/por-que-utilizar-servico-de-calibracao-de-um-laboratorio-acreditado/"> serviços de calibração em laboratórios acreditados</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/ameacas-ciberneticas-e-preciso-ter-um-plano-de-ataque/">ameaças cibernéticas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-as-inovacoes-podem-fazer-a-diferenca-no-mundo/">inovações tecnológicas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/de-ia-a-computacao-em-nuvem-sete-tendencias-para-o-setor-de-seguranca-eletronica/">tendências do setor de segurança eletrônica</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center/">Internet das coisas, infraestrutura de conexão e data center</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-emocao-do-encontro-com-o-autoconhecimento/">Carreira</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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