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	<title>Virtualização &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Virtualização &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 21:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[Tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbe7d73" data-id="697c76fbe7d73" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>De Telco à Tech-co: A nova era de telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Começo este artigo com uma breve introdução ao título, “das empresas de telecomunicações às empresas de tecnologia”. Como <a href="https://kpmg.com/xx/en/home/insights/2024/01/telco-to-techco.html" target="_blank" rel="noopener">descrito pela KPMG</a>, tech-co é “um termo relativamente novo que surgiu para descrever a transformação das telcos tradicionais em negócios inovadores e mais focados na tecnologia”. As Tech-cos serão cada vez mais centradas no cliente, automatizadas (por exemplo, nativas da nuvem) e capazes de obter mais valor e insights dos dados, o que hoje em dia significa o uso de inteligência artificial.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Confira abaixo os principais pontos desta transformação, centrados nas principais áreas de discussão do setor: 5G, IA, aumento de custos e sustentabilidade, e modelos financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>VNFs e CNFs para 5G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Graças aos importantes investimentos que as empresas de telecomunicações têm feito em atualizações de redes, é compreensível que o primeiro tópico esteja relacionado ao 5G. Vamos nos concentrar especificamente nas VNFs &#8211; virtualização das funções de redes e CNFs &#8211; funções de rede nativas da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">A transição de VNFs para CNFs representa uma grande mudança em direção a uma infraestrutura de rede muito mais ágil, escalonável e eficiente. As VNFs enfrentam desafios em termos de eficiência, desempenho e complexidade de gerenciamento. Além disso, as VNFs são projetadas para serem monolíticas, portanto, a escalabilidade e a portabilidade não são as esperadas. Todos esses fatores estão acelerando a adoção de contêineres.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco principal para isso tem sido o núcleo 5G, já que uma recente pesquisa aponta que 60% das operadoras afirmam que priorizaram o núcleo 5G para ser nativo da nuvem. Mas embora sejam promissoras, as empresas de telecomunicações ainda enfrentam desafios em torno dos serviços de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, as implementações de CNF aconteciam principalmente em <em>pocket network</em>, mas agora, felizmente, o nativo da nuvem representa mais de 35-40% do que acontece no core da infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, se tiver interesse em se aprofundar um pouco mais em CNF, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">confira aqui este outro artigo que escrevi para a Infra News Telecom</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial e telecomunicações</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo setor, as telecomunicações estão focadas no que a IA pode fazer. Muitos casos de uso estão sendo discutidos, incluindo atendimento ao cliente, otimização de redes, segurança e até vendas e marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">A IA já existe há algum tempo, em formas simples como chatbots e, embora a tecnologia tenha evoluído muito rápido, as implementações de IA em grande escala são a resposta, mas as telcos ainda estão tentando descobrir quais são as questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-se que as empresas de telecomunicações realizem implementações menores de IA, geralmente posicionadas na borda da rede, em vez dos tipos de projetos de IA massivos e centralizados que observamos em outras indústrias. Além disso, é fundamental ter em mente a centralidade e importância do armazenamento de dados em modelos de IA, que muitas vezes fica em segundo plano, atrás de todo o foco em GPUs e computação.</p>
<p style="text-align: justify;">Subestimar a importância e o valor dos dados da empresa é uma falha grave. A chegada definitiva da IA exige que os líderes enxerguem o armazenamento como a tecnologia mais importante nos negócios de sua empresa porque é onde residem os dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aumento de custos e sustentabilidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A energia está no topo da lista das preocupações das telcos e, bem, são dois lados da moeda. Existem metas de emissão net zero a longo prazo, mas um desafio imenso é o acesso operacional suficiente à eletricidade, especialmente à medida que aumentam as iniciativas de IA que consomem muita energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que complementa esse desafio da energia no setor é que as empresas de telecom ainda operam muitos equipamentos legados que não podem ser facilmente desligados, ao mesmo tempo em que tentam implementar soluções virtualizadas e/ou nativas da nuvem que exigem ainda mais infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental que as empresas de telecomunicações abandonem as redes 2G e 3G legadas que consomem muita energia. E, já que a sustentabilidade é um ponto crítico, é também crucial que estas empresas escolham para suas infraestruturas as soluções que são realmente capazes de reduzir drasticamente o consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Melhorias no fluxo de caixa</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o tópico final, vamos passar de tecnologia para finanças, observando que a forma como você paga pela infraestrutura pode ser tão importante quanto o que você compra. As empresas de telecomunicações têm sido tradicionalmente muito intensivas em capital. Existem alguns custos muito grandes e a capacidade de depreciação ao longo do tempo tem seus benefícios do ponto de vista contábil. No entanto, os custos da transição para 5G estão disparando. E à medida que as empresas de telecomunicações continuam a inovar em tecnologia, também inovam os seus modelos financeiros e estão dispostas a olhar para abordagens diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas novas abordagens incluem compras baseadas em assinatura para equipamentos de data center que, além de reduzir os custos iniciais, fornecem uma flexibilidade excepcional para experimentar novos modelos de negócios e serem mais criativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova era Tech-co é promissora e, para que o setor se beneficie e se transforme cada vez mais rápido, é crucial que discussões como essa sejam recorrentes no board. Afinal, as melhores e mais inteligentes tecnologias já estão no jogo, e a inovação das empresas de telecom depende das decisões e ações mais assertivas para os negócios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como definir o futuro da nuvem de telecom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 15:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[CNF]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas virtuais]]></category>
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					<description><![CDATA[A nuvem de Telecom percorreu um longo caminho ao longo dos anos e vamos analisar até onde ela chegou e o que será necessário para que continue um sucesso no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbe9859" data-id="697c76fbe9859" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como definir o futuro da nuvem de telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Os provedores de telecomunicações estão na vanguarda do design e da inovação de redes há décadas. Nos últimos anos, a mudança se acelerou com a virtualização das funções de redes e com as mudanças dessas funções nativas da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre preocupações operacionais e com a saúde dos negócios, um tema que foi para o topo das agendas dos líderes do setor é o cuidado com o meio ambiente. Afinal, a <a href="https://www.bcg.com/press/24june2021-telco-sector-game-changer-sustainability-shrinking-carbon-footprints" target="_blank" rel="noopener">indústria de Telecom é responsável por 1,6% da emissão global de CO21</a>, um número que está crescendo rapidamente diante do aumento de dados. Os provedores estão de fato se movimentando para minimizar esse impacto, apostando fortemente no apoio da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">A nuvem de Telecom percorreu um longo caminho ao longo dos anos e vamos analisar até onde ela chegou e o que será necessário para que continue um sucesso no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A origem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primórdios da Internet, por volta do final dos anos 1990, quando um você ligava para um provedor de internet via modem e ouvia os famosos sons característicos dessa discagem, o RAC era o aparelho do outro lado que atendia a ligação. Isso nada mais era do que um monte de modems em uma caixa, colocados em um rack de data center e conectados à rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse período de origem da nuvem de telecom, os dispositivos de hardware desenvolvidos para fins específicos ofereciam todas as funções. Uma caixa atendia chamadas, outra caixa fornecia serviços VPN, outra fornecia autenticação do usuário e assim por diante. As caixas estavam por toda parte, cada uma exigindo experiência em dispositivos e ciclos separados de atualização e de plataformas de gerenciamento. Era confuso e ineficiente, embora, ao mesmo tempo, fosse confiável e resiliente.  Dispositivos personalizados são coisas do passado, mesmo que ainda existam em muitas redes.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mas, afinal, quando chegou o presente?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a nuvem de telecom do passado tem uma linha do tempo um tanto confusa, a do presente tem uma data de nascimento: 22 de outubro de 2012. Nesse dia nasceu o conceito de NFV &#8211; Virtualização das Funções de Redes e isso foi um passo revolucionário para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A NFV permitiu que as diversas funções dos equipamentos personalizados migrassem de hardware específico para as máquinas virtuais. Isso trouxe economia, simplificação e portabilidade a níveis marcantes. A maioria dos provedores mudou para NFV, pelo menos até certo ponto. Até porque, como sabemos, leva muito tempo para fazer a transição completa de algumas das maiores redes do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vem um ponto importante: o gerenciamento em escala pode ser complexo com máquinas virtuais. O desempenho também pode ser um desafio, dependendo do hardware usado. Da mesma forma, as atualizações e migrações de hardware podem causar interrupções e todas essas características de arquitetura são inaceitáveis para as operadoras de redes modernas.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro será o que fizermos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A nuvem do futuro das telecomunicações já está entre nós, pelo menos em parte &#8211; na forma de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">CNF &#8211; Funções de Redes Nativas da Nuvem</a>. A verdadeira nuvem do futuro será totalmente baseada em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-valor-do-kubernetes-para-o-gerenciamento-de-dados/">contêineres e Kubernetes</a> em vez de VMs, e essa será a única maneira de fornecer serviços com tecnologia 5G de maneira eficiente e eficaz em escala, principalmente na borda. Os contêineres fornecem a automação e a resiliência necessárias, com suporte para DevSecOps, monitoramento global e geração de relatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que o 5G ganhar mais espaço em serviços de borda, a quantidade de dados aumentará exponencialmente, exigindo mais capacidade de armazenamento. Outro aspecto crítico para as telecomunicações é o consumo de energia e o espaço em rack. Os data centers não são infinitos em tamanho e não têm poder ilimitado.</p>
<p style="text-align: justify;">E, apesar de estarmos falando de futuro, com a velocidade das mudanças no cenário tecnológico, sabemos que esse futuro pode chegar muito antes do que o previsto. É justamente por isso que é fundamental que as operadoras estejam preparadas com ferramentas capazes de fornecer armazenamento denso e baixo consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de usar como exemplo um grande provedor de telecomunicações, que recentemente modernizou algumas matrizes de armazenamento legadas. Essa empresa aumentou sua capacidade efetiva de armazenamento em 188%, o que era necessário para suportar novas aplicações. No entanto, mesmo quando estavam quase dobrando a capacidade de armazenamento, reduziram o espaço físico em 93%, economizando 322 unidades de rack. Além disso, o provedor reduziu o KWH em 90% e os BTUs em 89%, proporcionando uma economia absurda de energia. Isso é uma vitória para todos, inclusive para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave para a nuvem de telecom é simplificar drasticamente a implementação de aplicações em contêineres, cuidando de diversas operações críticas de armazenamento. Operações essenciais de dados do setor, como backup, recuperação de desastres, migrações de nuvem, segurança e gerenciamento de capacidade, são fornecidas por serviços de dados nativos do Kubernetes. É fundamental ser capaz de operar em várias nuvens públicas e com qualquer infraestrutura de armazenamento físico, com todo o suporte necessário de forma integrada para obter benefícios que transformam os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso libera os operadores para trabalhar com infraestrutura existente e/ou parceiros de nuvem e permite que alterem facilmente os ativos e parceiros do data center ao longo do tempo, com a flexibilidade necessária para entrar em novos mercados para serviços de Telecom que se expandirão à medida que a conectividade 5G estiver mais amplamente disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos desafios aqui será evitar soluções de propriedade limitada, que prendem os usuários e limitam a flexibilidade e a escolha. Embora a nuvem do futuro seja uma grande promessa, existe uma maneira mais simples de trilhar agora o caminho até lá? É claro que existe. Como diz o saudoso Dr. Brown em De Volta para o Futuro: “Seu futuro é o que você fizer dele. Portanto, faça-o bem”.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Dell e Fujitsu colaboram para acelerar adoção global de OpenRAN</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/dell-e-fujitsu-colaboram-para-acelerar-adocao-global-de-openran/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dell-e-fujitsu-colaboram-para-acelerar-adocao-global-de-openran</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 19:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[A colaboração inclui a integração das unidades de rádio da Fujitsu com a placa de processamento de camada 1 da Dell Technologies.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbea7f5" data-id="697c76fbea7f5" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Dell e Fujitsu colaboram para acelerar adoção global de OpenRAN</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A Dell Technologies e a Fujitsu estão trabalhando em conjunto para facilitar os CSPs &#8211; provedores de serviços de comunicações para acelerar a adoção e simplificar a implantação de soluções de redes abertas de acesso por rádio (OpenRAN) em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A colaboração inclui a integração das unidades de rádio (RUs &#8211; Radio Units) compatíveis com OpenRAN da Fujitsu com a plataforma da Dell, Open RAN Accelerator Card, para oferecer aos CSPs uma opção de alto desempenho de tecnologia crítica para implantações OpenRAN mais eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Também inclui uma arquitetura combinada, unindo a experiência da Fujitsu com redes abertas e software de rede de acesso por rádio na borda, e a expertise da Dell em tecnologias abertas. A solução contará com RUs de várias bandas, RAN virtualizada e software de gerenciamento de ciclo de vida da Fujitsu, além de RAN virtualizada RAN e Open RAN Accelerator Cards, da Dell.</p>
<p style="text-align: justify;">O laboratório “5G Open RAN Interoperability” da Fujitsu, nos EUA, será conectado ao Laboratório da Dell “Open Telecom Ecosystem em Round Rock”, também nos EUA, oferecendo um ambiente de teste de ORAN para CSPs, parceiros de ecossistema e novos participantes da tecnologia ORAN.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com o aumento dos aplicativos de computação na borda, esperado com o 5G, as operadoras devem considerar novas opções, como OpenRAN, para ajudar a tornar suas redes mais escaláveis, flexíveis e econômicas e uma maneira essencial de conquistar isso é ter mais ecossistemas abertos&#8221;, diz Bob O’Donnell, presidente da TECHnalysis Research.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvida para o Dell PowerEdge e outros servidores baseados em x86, a Dell Open RAN Accelerator Card é uma placa de processamento de camada 1 que traz o desempenho das atuais redes de acesso por rádio ao ecossistema OpenRAN. A placa aumenta o desempenho do servidor, processando todas as computações de camada 1, permitindo que a CPU do servidor se concentre somente em computações da camada 2. Liberando as computações de camada 1 da CPU do servidor, ela reduz os requisitos gerais de GPU, o consumo de energia e os custos gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as RUs da Fujitsu, várias bandas são compatíveis em uma unidade compacta para oferecer flexibilidade e escolha. A tecnologia amplificadora de alta eficiência de rádio ajuda os operadores a reduzir consumo de energia, apoiando iniciativas verdes com maior eficiência de energia.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>FITec e UPE lançam programa para formação de mão de obra</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/fitec-e-upe-lancam-programa-para-formacao-de-mao-de-obra/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fitec-e-upe-lancam-programa-para-formacao-de-mao-de-obra</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[IA]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa, com foco em virtualização de redes, tem o apoio da Facepe e da Nokia. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 17 de julho; os selecionados receberão uma bolsa no valor de R$ 3.500.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbeb92f" data-id="697c76fbeb92f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">FITec e UPE lançam programa para formação de mão de obra</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Estão abertas as inscrições para o curso de pós-graduação em “Residência tecnológica em virtualização de redes” lançado pela FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas, em parceria com POLI-UPE &#8211; Escola Politécnica de Pernambuco e com o apoio da Facepe &#8211; Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco e da Nokia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 17 de julho no link <a href="http://posgraduacao.poli.br/edital-de-inscricao-para-residencia-em-virtualizacao-de-redes/" target="_blank" rel="noopener">http://posgraduacao.poli.br/edital-de-inscricao-para-residencia-em-virtualizacao-de-redes/</a>.  Ao todo, serão 10 vagas e os selecionados receberão uma bolsa no valor de R$ 3.500 para que possam se dedicar integralmente ao programa, além de contarem com grandes oportunidades de contratação após o término do curso.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pós-graduação acontecerá de forma remota e possui duração de oito meses, com previsão de início das aulas no dia 1° de agosto de 2022. Serão oferecidas formações teórica e prática com participação ativa dos alunos em projetos reais, por meio de parceria com a Nokia. O programa tem como foco as tecnologias de services assurance, mediation, charging, activation, digital insights, device management, performance management, quality management, IoT services, network analytics, orchestration, security assessment e security.</p>
<p style="text-align: justify;">  Desde 2011, a FITec realiza programas de residência tecnológica, capacitando novos profissionais para o mercado. O primeiro, “Residência em redes IP”, também contou com parceria da POLI-UPE e da Nokia e formou 14 profissionais que foram contratados após o término do curso. Em 2019, foi realizado o programa de “Residência em inteligência artificial”, em parceria com a Facepe e UPE, capacitando e contratando os 10 alunos do programa. Já em 2020, a FITec ofereceu o curso de “Especialização em IA”, formando 21 novos especialistas. No ano passado, foi realizado, em parceria com a Facepe, UPE e Nokia, o “Programa de Extensão Tecnológica em Linux e Redes IP”, com participação de 20 alunos de graduação.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>CNF: A nova revolução da tecnologia em telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 20:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[CNF]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
		<category><![CDATA[NFV]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[AS VNFs estão transformando o setor de telecomunicações com máquinas virtuais, mas o mercado está dando um passo adiante com as CNFs - funções de rede nativas da nuvem, que usam contêineres como base para essa nova revolução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbec974" data-id="697c76fbec974" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>CNF: A nova revolução da tecnologia em telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  O setor de telecom foi visto por muito tempo como um negócio estável e que pouco mudou na estrutura da rede entre o primeiro telefonema de Nova York para São Francisco, em 1914, até a década de 1980. Grandes mudanças tecnológicas vieram com a fibra óptica, mas isso ainda envolvia hardware de rede, pois cada função normalmente tinha uma “caixa” para acompanhá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">  Funções como firewalls, VPNs, roteadores de redes e balanceadores de carga foram todos implementados em hardwares físicos de propriedade das empresas. Isso era caro, ocupava muito espaço e energia no rack, além de exigir equipe especializada para trabalhar em cada dispositivo. E o pior, a inovação era lenta e limitada por ciclos de atualização do hardware. O setor exigia uma solução melhor.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbecf43" data-id="697c76fbecf43" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Em 2012, uma equipe global de representantes de várias telecomunicações redigiu um white paper que definiu a ideia da NFV &#8211; virtualização das funções de redes, e foi aí que tudo começou a mudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Adeus caixas. Olá, VMs – onde tudo começou</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A grande ideia por trás da NFV era mover as funções de redes que estavam sendo executadas em hardware específico para as máquinas virtuais, e isso foi possível com o surgimento do VMware e outros hipervisores. Qualquer coisa que possa ser feita em uma caixa específica também pode ser feita em um kit de data center: servidores, armazenamento e equipamentos de redes. Esta ideia simples e muito poderosa trouxe benefícios como redução de custos e no consumo de energia, agilidade no compartilhamento de recursos e dimensionamento de serviços e portabilidade para facilitar combinações de hardware.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, como sabemos muito bem, toda transformação traz desafios. No caso da NFV, os principais foram desempenho, migração, gestão/automação e segurança. Claro que nem todos esses desafios são relacionados ao armazenamento, mas alguns encontraram sua solução nas infraestruturas modernas. Isso porque as empresas do setor precisam de ambientes confiáveis e de alto desempenho que não sejam criadas para um fim específico, como as caixas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O “hardware de comodity” se refere ao hardware que suporta padrões abertos e ajuda a resolver os principais problemas que surgem ao longo da virtualização de funções de rede 5G. Entre os benefícios do armazenamento moderno estão confiabilidade e resiliência, baixa latência, integração com estruturas de gerenciamento e automação, redução de espaço físico e energia e, finalmente, disponibilidade constante. Ainda assim, telecom exigia mais agilidade na inovação.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A chegada dos contêineres: A revolução da CNF</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  AS VNFs estão transformando o setor de telecomunicações com máquinas virtuais, mas o setor está dando mais um passo adiante com as CNFs &#8211; funções de rede nativas da nuvem, que usam contêineres como base para essa nova revolução. Por esse motivo, às vezes nos deparados com a nomenclatura “funções de rede contêinerizadas” – o que, particularmente, é um termo melhor, porque nativo da nuvem não é sobre onde uma aplicação é implementada, é sobre como isso é feito. As aplicações nativas da nuvem podem estar em servidor físico, em um data center, em uma nuvem pública ou em qualquer outro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">  A implementação dos serviços 5G apresenta desafios e oportunidades para as operadoras, porque com isso uma série de novas ofertas de serviços será possível, abrindo linhas de negócios inteiramente novas. O desafio, no entanto, será atender a essa demanda e ser ágil o suficiente para criar serviços rapidamente e superar a concorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">  As CNFs ajudam a resolver alguns dos desafios que ainda existem ao usar a virtualização e as VNFs. Entenda abaixo os principais:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  Escalonamento automático.</strong> Uma das coisas positivas sobre os contêineres é que eles podem gerar mais de si mesmos de forma quase mágica. É possível ativar um novo contêiner toda vez que algum processo precisar de um e pode reduzi-lo quando estiver concluído. Não é necessária a intervenção do operador, o Kubernetes lida com tudo via código. Esta é uma grande vitória para as grandes redes de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  Suporte para DevOps.</strong> O DevOps revolucionou a programação, permitindo integração contínua/entrega contínua (CI/CD). Na prática, isso significa que as operadoras podem fornecer novas funções, produtos e atualizações de produtos de forma muito mais rápida, com casos conhecidos como o da T-Mobile, que reduziu o tempo de implementação de aplicações de cerca de sete meses para menos de um dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  Alta tolerância a falhas e reinicialização rápida.</strong> As CNFs são baseadas em microsserviços, o que pode reduzir bastante o risco operacional e de segurança de falhas maciças. Os contêineres podem reiniciar quase instantaneamente e as atualizações podem ser realizadas sem tempo de inatividade, permitindo reversões automatizadas e rápidas, se necessário. Se um contêiner falhar, o sistema pode gerar um novo de forma automática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  Monitoramento e relatórios.</strong> Devido ao seu escopo, as redes de telecomunicações são altamente dependentes de um bom monitoramento e relatórios. Felizmente, existem muitas ferramentas no mundo do Kubernetes para fazer isso, começando pelo próprio Kubernetes. Outras ferramentas incluem o Prometheus para monitoramento e o Grafana para relatórios e alertas.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sua equipe está pronta para lidar com as CNFs?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora os desenvolvedores amem o <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/guia-rapido-para-desbravar-o-universo-do-kubernetes/">Kubernetes</a> e os contêineres, eles ainda representam um desafio para as equipes de infraestrutura que não estão familiarizadas com essa tecnologia e com o amplo escopo de tarefas necessárias de gerenciamento de dados, como capacidade, backup de dados, recuperação de desastres, segurança, migrações de dados e muito mais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os sistemas legados não funcionam porque não reconhecem o contêiner, então, a forma mais segura de realizar a transformação de forma mais natural para as equipes de TI é optar por uma solução nativa de contêiner para fornecer esses serviços de dados corporativos, que oferece o melhor dos dois mundos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma plataforma preparada para isso é capaz de combinar software para simplificar e agilizar os processos e combiná-lo com uma solução de orquestração (como o Kubernetes), para criar uma camada de armazenamento que pode ser operada da mesma maneira em vários clusters e situações, mantendo a flexibilidade do espaço necessário para configurar e otimizar clusters individuais para atender às necessidades específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, a solução lida com todos esses serviços para a equipe de infraestrutura e funciona tanto no armazenamento físico quanto na nuvem pública, virtualizando a infraestrutura subjacente e fornecendo armazenamento consistente e serviços de dados, como alta disponibilidade, recuperação de desastres, backup e segurança de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em poucos anos a tecnologia trouxe à telecom muito mais transformações na última década do que ao longo do seu centenário, e com essas mudanças rápidas notamos quanto pode ser feito pelos profissionais e pela população. Esse é um setor que nasceu tecnológico e precisa avançar no ritmo acelerado de inovação – e as empresas sabem que, daqui em diante, inovar virou sinônimo de resiliência no mercado.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Funções de rede nativas da nuvem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 19:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[CNF]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
		<category><![CDATA[NFV]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[Workloads]]></category>
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					<description><![CDATA[As CNFs ajudam a resolver alguns dos desafios que ainda existem ao usar a virtualização e as VNFs.

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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Funções de rede nativas da nuvem</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Para atender à crescente demanda por largura de banda e o aumento de dispositivos conectados à rede, as operadoras de telecom foram pressionadas a investir em arquiteturas capazes de facilitar a criação e a expansão de novos serviços, com agilidade, escalabilidade e eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse cenário, a NFV – virtualização das funções de rede entrou para valer na pauta dessas empresas. Além de permitir agilidade dos negócios e flexibilidade aprimorada, a tecnologia oferece um retorno de investimento muito maior do que quando utilizada a infraestrutura física tradicional e tem um papel importante para satisfazer às exigências de redes baseadas na nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, é preciso acompanhar o ritmo de crescimento das aplicações e workloads. É aí que entram as CNFs &#8211; funções de rede nativas da nuvem, que usam contêineres no lugar das máquinas virtuais.  “As CNFs ajudam a resolver alguns dos desafios que ainda existem ao usar a virtualização e as VNFs &#8211; funções de rede virtual”, diz <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">Paulo Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil, num artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  O artigo apresenta os principais pontos de destaque das CNFs. Segundo Godoy, as funções de rede nativas da nuvem são baseadas em microsserviços, o que permite reduzir o risco operacional e de segurança a falhas maciças. “Os contêineres podem reiniciar quase instantaneamente e as atualizações podem ser realizadas sem tempo de inatividade, permitindo reversões automatizadas e rápidas, se necessário.”</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com a IDC, a <a href="https://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS47769321" target="_blank" rel="noopener">receita mundial do mercado de NFV, incluindo VNFs, NFVI &#8211; infraestrutura de virtualização de funções de rede e CNFs</a>, vai crescer de US$ 7,5 bilhões em 2020 para pouco mais de US$ 29 bilhões em 2025. Isso representa uma CAGR &#8211; taxa de crescimento anual composta de 30,9% no período de previsão (2020-2025).</p>
<p style="text-align: justify;">  A IDC prevê que, apesar da pandemia de Covid-19, as operadoras vão continuar a implantar VNFs como um complemento às funções de rede física legadas. Além disso, o setor testemunhou as primeiras implantações de CNFs, principalmente vinculadas ao núcleo 5G autônomo como parte de atualizações da rede móvel, dando origem à infraestrutura de nuvem de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Também são temas desta edição <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-e-wi-fi-6-permitem-servicos-de-conectividade-sem-fio-avancada/">5G e Wi-Fi 6</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/seu-data-center-e-sua-rede-estao-prontos-para-o-boom-do-iot/">infraestrutura de data centers na era IoT – Internet das coisas</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/guerra-na-era-tecnologica-sera-que-o-colapso-da-humanidade-se-aproxima/">ciberguerra</a>; <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/as-principais-arquiteturas-de-telecomunicacoes-enterprise-domain-parte-1/">domínio de gestão empresarial (enterprise domain)</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/garanta-a-seguranca-da-sua-cloud/">segurança da cloud</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-pergunta-certa/">carreira</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o efeito “canivete suíço” está transformando a TI</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-efeito-canivete-suico-esta-transformando-a-ti/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-efeito-canivete-suico-esta-transformando-a-ti</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 18:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 43]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de rede]]></category>
		<category><![CDATA[Microsserviços]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta alguns pontos sobre a tendência na transformação de papéis nas equipes, com recomendações para os profissionais de TI. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbf03a5" data-id="697c76fbf03a5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como o efeito “canivete suíço” está transformando a TI</h1>

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			<p><strong>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Transformação é a palavra neste momento, mas ela vai muito além do digital. Há uma necessidade crescente por generalistas multifuncionais de TI nas empresas. Ainda há espaço para especialistas, mas até eles precisam se preparar para agir como um &#8220;canivete suíço&#8221;, quando necessário. Ou seja, precisam ser capazes de identificar e aplicar qualquer ferramenta ou conhecimento necessário para resolver problemas e dar vida às novas ideias de uma hora para outra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja abaixo alguns pontos importantes sobre essa tendência na transformação de papéis nas equipes, com recomendações para os profissionais de TI, como administradores de bancos de dados (DBAs), administradores de sistemas (sysadmins) e administradores de TI, garantirem a relevância dos próprios papéis em um ambiente tão volátil.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Complexidade é o inimigo da especialização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A nuvem criou uma intolerância à complexidade da infraestrutura de TI. E a verdade é que as empresas de hoje não têm tempo para esperar que um especialista ignore uma série de chamados para fornecer armazenamento ou manter o ambiente funcionando. Em vez disso, eles precisam que toda a equipe de TI se movimente o mais rápido possível para ajudar a empresa a implementar novas tecnologias e manter a transformação em andamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, a automação de processos manuais está diminuindo a complexidade operacional. Isto ajuda a reduzir ainda mais a necessidade de especialização dentro da área de TI. No caso dos DBAs, por exemplo, a rotina não é mais consumida por tarefas repetitivas e especializadas como testes de backups e restaurações ou gerenciamento de tabelas e índices. Com a automação, os DBAs têm mais tempo para se envolver em trabalho de valor agregado para o negócio, como arquitetura, solução de problemas e estratégia.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">A redução dos silos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A nuvem e a automação, e até mesmo as análises, também estão ajudando a quebrar os silos tradicionais em TI e aumentar a consolidação e colaboração entre as equipes. Por exemplo, em muitas empresas, as equipes de armazenamento e de virtualização são agora uma só. OS DBAs e os administradores de TI também estão se reunindo com mais frequência para discutir a estratégia de gerenciamento de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para se defender e se recuperar rapidamente de ameaças como o ransomware, praticamente todos da TI precisam trabalhar em conjunto e com disponibilidade para ajudar a identificar possíveis falhas de segurança e reduzir os riscos, desde configurações na implementação da nuvem até vulnerabilidades no desenvolvimento de aplicações. Alô, DevOps?</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;">O ritmo acelerado dos ciclos de desenvolvimento das aplicações</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Práticas ágeis de desenvolvimento levaram ao DevOps, que elimina as barreiras entre as equipes de desenvolvimento e de operações. A prática DevOps exige que os profissionais de TI criem um conjunto de habilidades para lidar com várias funções, o “canivete suíço”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora, as equipes de TI, desde DevOps até SecOps, interagem e precisam ampliar ainda mais seus conjuntos de habilidades conforme as empresas aumentam o uso de contêineres e Kubernetes para reinventar a construção e execução das aplicações, e acelerar ainda mais os ciclos de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">  É por isso que os especialistas da equipe de banco de dados, como SQL ou Oracle DBAs, estão começando a sentir mais pressão para evoluir suas funções. E com razão. Se eles não entenderem como executar um banco de dados em um contêiner, integrar bancos de dados com microsserviços e solucionar problemas comuns relacionados a contêineres e Kubernetes, o papel deles na empresa terá um prazo de validade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um pouco mais de pressão: enquanto mais de 90% das aplicações hoje não usam contêineres, 95% das novas aplicações usam. O Gartner prevê que até 2022, mais de 75% das empresas globais devem executar aplicações em contêineres na produção, contra menos de 30% hoje. Além disso, conforme as aplicações empresariais tradicionais chegarem ao fim de sua vida útil, pode ter certeza de que a maioria, se não todas, serão substituídas pela arquitetura de microsserviços.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Como preparar uma carreira de TI para o futuro?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As tendências acima são apenas algumas das razões pelas quais estamos vendo transformações de papéis em toda a TI. O que os profissionais como DBAs, sysadmins, ou administradores podem fazer para aproveitar esta onda de mudanças, e não se deixar levar por ela? Aqui vão cinco recomendações básicas:</p>
<p>• Entender o que está na pilha de computação em nuvem. As equipes de TI precisam saber trabalhar e extrair o melhor dos serviços de nuvem como SaaS, PaaS, IaaS e até mesmo STaaS para ajudar a empresa a atingir seus objetivos.</p>
<p>• Aprender NoSQL. Dados não estruturados constituem hoje mais de 80% dos dados corporativos e estão crescendo de 55% e 65% ao ano. A maioria das empresas quer aproveitar as percepções desses dados para entender melhor seus clientes e tomar decisões estratégicas. E para isso precisam de NoSQL.</p>
<p>• Se tornar um cientista de dados. Não precisa de um novo diploma para isso, as certificações existem aos montes. É preciso entender como funcionam grandes conjuntos de dados, não-estruturados e estruturados, para trabalhar melhor com eles. Até porque se a análise não fizer parte do trabalho agora, provavelmente fará em breve.</p>
<p>• Conhecer a tecnologia de contêineres. Ainda é uma área nova, o que significa que há muitas oportunidades para se tornar um especialista. Há também muitos recursos disponíveis online para aprender sobre a conteinerização. Também vale dedicar um tempo para aprender também sobre Kubernetes nativos da nuvem, que está se tornando mais importante para o desenvolvimento ágil e a entrega de aplicações e de microsserviços.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma recomendação final é considerar o nivelamento das habilidades para se alinhar com a de um arquiteto de dados. Os arquitetos de dados podem traduzir metas e requisitos comerciais em soluções específicas de banco de dados. Podem visualizar e projetar a estrutura de gerenciamento de dados, padrões e princípios para uma empresa. Mas esse conhecimento vai além da modelagem e projeto de dados para muitas outras áreas de TI, incluindo gerenciamento de rede, segurança, arquitetura de aplicações e gerenciamento de desempenho de TI. Ou seja, são os verdadeiros “canivetes suíços&#8221;.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Nvidia e Versatus HPC promovem webinar gratuito sobre o uso de GPUs virtuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 16:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[CPU]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
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		<category><![CDATA[Machine learning]]></category>
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		<category><![CDATA[Workflows]]></category>
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					<description><![CDATA[O evento será na próxima quinta-feira (29/7), das 9h30 às 10h30, e abordará com detalhes a tecnologia de GPU virtual para potencializar o desempenho de aplicações gráficas avançadas de modo remoto. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbf239a" data-id="697c76fbf239a" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Nvidia e Versatus HPC promovem webinar gratuito sobre o uso de GPUs virtuais</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Na próxima quinta-feira (29/7), das 9h30 às 10h30, a Nvidia e a Versatus HPC vão promover um webinar gratuito sobre GPUs (unidades de processamentos gráficos) virtuais para potencializar o desempenho de aplicações gráficas sofisticadas de modo remoto. Serão abordadas aplicações gráficas avançadas de criação e engenharia, como CAD/CAM/CAE.  As cargas de trabalho que exigem muita computação, incluindo as de IA &#8211; inteligência artificial, machine learning e HPC, são as maiores beneficiadas pelo uso desta solução.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a GPU virtual ou vGPU, da Nvidia, as equipes de TI podem ajudar seus funcionários remotos e também os presenciais a se manterem produtivos, mesmo com aplicações gráficas sofisticadas ou grandes cargas de trabalho, como IA e machine learning. Em um ambiente vGPU, os softwares de GPU virtual são instalados na camada de virtualização com o hipervisor. Eles criam GPUs virtuais que permitem que todas as máquinas virtuais (VMs) compartilhem a GPU física instalada no servidor. No caso de workflows mais exigentes, é possível usar apenas uma VM com o poder de várias GPUs físicas. Os softwares vêm com um driver gráfico ou de computação para todas as VMs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como as tarefas geralmente realizadas pela CPU são transferidas para a GPU, o usuário tem uma experiência muito melhor. Também é possível executar aplicações avançadas de engenharia e criação, além de cargas de trabalho que exigem muita computação, como as IA e ciência de dados, em um ambiente virtualizado e em cloud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Há algum tempo, a GPU virtualizada costumava ser usada somente para workloads com muito processamento gráfico e em ambientes de VDI, porém este panorama mudou. Conforme a tecnologia avançou as vGPUs ficaram mais fáceis de usar e elas estão sendo implementadas em data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os mercados mais beneficiados pelo uso das GPUs virtuais são o automotivo, educação, engenharia e arquitetura, sáude (hospitais) e computação gráfica em geral, além dos cientistas de dados que utilizam IA e machine learning.</p>
<p style="text-align: justify;">  No webinar as duas empresas irão detalhar a tecnologia e seus benefícios. Também será aberto um espaço para perguntas dos participantes. Os participantes do evento irão concorrer a uma Alexa echo dot. As inscrições devem ser feitas pelo link  <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fbit.ly%2F3etWfzT%3Ffbclid%3DIwAR1EMMP46lGmfP9WN7wzQmUg7uNVPQNg6lodeSM6xEr3sNiudaqh59tzDOM&amp;h=AT3577ivq3szNMrpLvq_rGTweuliRk2fRoIwnA-L56JzJ2D-YII3sPyEtyEn4ktMfsb8aeoSUHolZMn2ePcslK2PLlVjCblepojs_aru2ErBhhxgwpRyObKE5JS-f2ZG02vkk1mG3nZZE7BPYGkK&amp;__tn__=-UK-R&amp;c%5b0%5d=AT3EZs1v0BRTZT81ABF8frsTSyl_vMl_EXhPEiOfvbssbutqhOtp0d8PJXIuDn80R1b_neQ0P6IHV0oKgvRn8lx4J3b2UOzOnQsl82SA2KpJNUC9rQKq65aMjfPdlmB-FVMOvb2wfnpZPfThF_tl39x6jJJJar1KSVVuPWBF8UApQoKK7Y9O4YiovKdAR8yDWykQbTc" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/3etWfzT</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fundada em 1993, a Nvidia é especializada no desenvolvimento de GPUs, tanto para o setor de jogos quanto profissionais, além de SoCs (System on a Chip &#8211; Sistema em um chip) para carros e computação móvel. A inteligência artificial é cada vez mais o foco da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Parceira da Nvidia, a Versatus HPC fornece soluções turnkey de alto desempenho para aplicações científicas, engenharia ou finanças. Seu portfólio inclui clusters, storages, workstations, softwares e uma ampla linha de serviços profissionais. A empresa projeta, constrói, instala e testa todos os sistemas.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Edge data centers: Como a infraestrutura de telecomunicações vai acomodar esse fenômeno na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Edge]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[Os edge data centers diminuem a latência e melhoram a performance de serviços críticos e em tempo real, além de simplificarem muito as estruturas de computação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c76fbf347a" data-id="697c76fbf347a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Edge data centers: Como a infraestrutura de telecomunicações vai acomodar esse fenômeno na América Latina</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Os edge data centers diminuem a latência e melhoram a performance de serviços críticos e em tempo real, além de simplificarem muito as estruturas de computação.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c76fbf3574" data-id="697c76fbf3574" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h4>Flávio R. Marques, engenharia de aplicação da Furukawa Electric LatAm</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Desde sua concepção, os edge data centers vêm crescendo muito, uma vez que resolvem problemas inerentes à computação em nuvem e simplificam vários processos. Esse formato diminui a latência e melhora a performance de serviços críticos e em tempo real e aproxima o conteúdo dos consumidores, melhorando a experiência e reduzindo custos de transporte, além de simplificar muito as estruturas de computação. Como parte integrante da nuvem, esses data centers também auxiliam na orquestração que mantém esse ecossistema funcionando adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  As características de redução de latência e alta densidade são as mesmas requeridas pela quinta geração de mobilidade, o 5G. Por essa razão, é comum que essas duas tecnologias sejam citadas conjuntamente. Os edge data centers são cruciais para as necessidades do 5G e irão contribuir para a sua disponibilização e adoção mais rápida por todos. Áreas muito populosas e com alta demanda de mobilidade exigem grande quantidade de antenas, fibras e data centers. Fica claro que temos um enorme desafio de espaço para a acomodação das instalações que darão suporte à dupla 5G+edge.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  O conceito de edge data center surgiu ainda durante a transição das estações telefônicas (conhecidos como central offices) para data centers no conceito CORD &#8211; Central Office Re-architected as Data Center, no qual também se soma a característica de desagregação e rede definida por software (SDN &#8211; Software Defined Network). A mudança das estações telefônicas para data centers foi um evento natural, uma vez que os serviços &#8211; inclusive de voz &#8211; foram todos convertidos para IP. Mas só isso não garante que esses serviços sejam otimizados no que diz respeito à redução de latência e disponibilidade. As estações telefônicas foram concebidas para atender grandes regiões e um número considerável de assinantes, com poucas limitações de distância para os telefones.</p>
<p style="text-align: justify;">  O número de estações telefônicas convertidas para data centers é pequeno, se comparado às necessidades da computação edge, principalmente em regiões da América Latina em que havia somente uma operadora de telecomunicações e poucos serviços de TV a cabo, pois os headends também podem executar esse papel. Essa lacuna em número de estruturas técnicas para alcançar a densidade necessária está sendo preenchida de maneiras diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira a ser citada é a própria iniciativa das grandes operadoras que, atentas a essa demanda e utilizando sua capacidade de investimento, estão ampliando o número de data centers em suas áreas de abrangência. A infraestrutura existente facilita essa ampliação para unidades menores, mais compactas e modulares, que se conectam aos centros regionais de mais alta capacidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  A contribuição das operadoras para a computação edge vai além do aumento da quantidade de data centers e, em consequência, da disponibilização de conteúdo próximo aos usuários. As operadoras também estão aproximando seu backbone de alta velocidade até clientes corporativos e ISPs &#8211; Internet Service Providers, que atendem seus assinantes empresariais ou residenciais. Essa característica não só reduz a latência, ao diminuir o número de “saltos” na rede, como também aumenta a velocidade disponível nas bordas, contribuindo de maneira direta na performance das aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra maneira de preencher a lacuna de estruturas técnicas são as redes extremamente flexíveis que estão sendo construídas pelas operadoras neutras &#8211; que incluem desde torres e “sites” para montagem de redes 5G até uma densa malha de fibras ópticas em pontos chave para atendimento de novos clientes e serviços. Esses locais em que estão sendo montados os sites para redes móveis, ou equipamentos para redes de transporte e acesso, também estão sendo considerados para acomodação de facilidades para instalação de data centers edge.</p>
<p style="text-align: justify;">  O fornecimento de um local para acomodação de racks, com disponibilidade de energia e ar-condicionado além da conectividade, faz das operadoras neutras alternativas rápidas para ativação de data centers edge. Racks modulares em salas de equipamentos, que podem ser adicionados ou retirados de acordo com a demanda, ou contêineres completos montados em sites móveis são opções usadas comumente nesses casos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A terceira maneira de aumentar a granularidade e abrangência dos data centers edge é por intermédio dos provedores de serviços de Internet. No Brasil, por exemplo, os ISPs ultrapassaram as grandes operadoras em número de assinantes e hoje chegam a muitas regiões antes negligenciadas, seja pelo tamanho ou pelo potencial econômico.</p>
<p style="text-align: justify;">  ISPs possuem perfis muito diferentes e podem ser classificados de diversas maneiras &#8211; pela quantidade de assinantes, abrangência de atendimento, perfil de clientes atendidos ou, ainda, pela capacidade financeira. A grande quantidade e o alcance dos ISPs colocam esses provedores de serviços em uma posição privilegiada e uma opção natural para a acomodação de Edge Data Centers &#8211; ao mesmo tempo em que trazem um desafio, pois a heterogeneidade não permite uma abordagem igual para todos os que pretendem entrar nesse negócio. Considerando essa realidade, é importante levar em conta algumas diretrizes para que os ISPs, independentemente de seu perfil, contribuam de maneira definitiva com a borda da nuvem, onde o Edge está localizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das perspectivas de infraestrutura considera que a nuvem é composta por data centers de vários tipos e tamanhos interligados, fazendo uma espécie de virtualização global. A primeira diretriz é a homogeneidade de performance desejada para todos os componentes da nuvem. É importante que esses requisitos técnicos não sofram degradação durante sua jornada desde o “centro” da nuvem, formada por grandes data centers cloud ou hyperscale, até as bordas, onde estão os Edge Data Centers e as instalações de acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  O esforço deve ser feito no sentido de manter até a borda a alta velocidade, alta disponibilidade e a latência reduzida. A rede óptica de transporte montada para a interligação deve ser capaz de atender diferentes serviços, operações e também flexível para permitir rápidas mudanças e acomodação de soluções distintas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A opticalização contribui muito para a redução da latência e o aumento de velocidade nas conexões intra e interdata centers, mas apenas o uso de fibras ópticas não garante essas características. Quando aliada a sistemas e planejamento adequados, a fibra óptica é um componente muito forte do sistema integrado e sincronizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra diretriz importante é que o planejamento e construção de qualquer data center, independente de tamanho, devem observar padrões e requisitos normatizados e um desenho adequado para as tarefas que irá hospedar.</p>
<p style="text-align: justify;">  As mesmas características de infraestrutura podem ser observadas nos data centers hyperscale, edge ou ainda dentro de um ISP. Isso permite que não ocorra uma “desaceleração” de performance dentro dessas estruturas, mantendo as três características mencionadas (velocidade, disponibilidade e latência) em alto nível até os clientes, bem como o caminho inverso até o centro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das tarefas do data center edge é manter o conteúdo mais próximo do usuário nas redes de acesso. Essa arquitetura oferece diversas vantagens, como a redução do consumo de banda de backbone para trazer a massa de dados do gerador de conteúdo até a distribuição no acesso pelo ISP, além de diminuir o tempo de acesso ao conteúdo pelo consumidor, uma vez que está hospedado no próprio provedor de acesso. Isso já acontece há algum tempo nos ISPs, desde que começaram a fazer parte das CDN &#8211; Content Delivery Networks.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os grandes geradores de conteúdo, como redes sociais e serviços de streaming, podem ser responsáveis por mais de 50% do tráfego nos ISPs e disponibilizam equipamentos com alta capacidade de armazenamento e inteligência para gerenciar o conteúdo mais requisitado naquela região. Um exemplo da importância dos CDNs é a iniciativa OpenCDN do nic.br, que tem como objetivo dividir a carga de conteúdo instalando CDNs próximos a pontos de troca de tráfego em todo o Brasil. Essa pulverização do armazenamento é chave para nossa realidade hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fica clara a importância de uma infraestrutura capaz de suprir as necessidades de conectividade, energia e disponibilidade elásticas o suficiente para permitir o aumento ou redução sob demanda. De um pequeno grupo de gabinetes até uma sala repleta deles, essas providências garantem o funcionamento dos serviços em nuvem em toda sua extensão &#8211; da palma da mão do usuário até grandes equipamentos com softwares de inteligência artificial em algum lugar do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  É essencial que os ISPs considerem suas instalações como de missão crítica, pois delas depende o sucesso da arquitetura edge. Desde a instalação de menor porte, é preciso levar em conta o tripé essencial de comunicação (produto, projeto, serviço), bem como a disponibilidade e confiabilidade de todos os elementos envolvidos, como cabeamento, energia elétrica e gerenciamento térmico. A consideração e o atendimento dessas demandas dão ao ISP vantagem competitiva importante na corrida por um lugar na nuvem.</p>

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	</div>
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		<title>Eficiência energética nos data centers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 15:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Data Centers]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
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					<description><![CDATA[Há várias formas de aumentar a eficiência energética dos data centers, desde melhorias na infraestrutura física, para reduzir o consumo dos sistemas de refrigeração, até o uso de fontes de energia limpas e a virtualização da TI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697c76fc01368" data-id="697c76fc01368" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Eficiência energética nos data centers</h1>

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			<h2>Há várias formas de aumentar a eficiência energética dos data centers, desde melhorias na infraestrutura física, para reduzir o consumo dos sistemas de refrigeração, até o uso de fontes de energia limpas e a virtualização da TI.</h2>

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			<h4>Mário Moreira, colaborador da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em um mundo dominado pela pandemia da Covid-19, que consagrou o home office e elevou exponencialmente a demanda por comunicação e dados, a eficiência energética é, mais do que nunca, essencial para uma melhor gestão dos data centers, grandes consumidores de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já há algum tempo o tema frequenta o rol de preocupações dos gestores de data centers, à medida que ganha força em todo o planeta a questão da sustentabilidade. Daí o surgimento do conceito dos data centers verdes, que buscam reduzir custos mediante um melhor aproveitamento energético e o uso de fontes limpas e renováveis. No Brasil, fatores como o aumento da capacidade de transmissão de dados e a aproximação da chegada da tecnologia 5G só fazem crescer a importância de dotar os datas centers com equipamentos e fontes de energia ecologicamente sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  O engenheiro Arnaldo Barbulio Filho, CEO da QTI Qualidade e Tecnologia da Informação, empresa de consultoria de TI, lembra que o Brasil tem a vantagem de gerar energia limpa, sobretudo a hidrelétrica. “Há data centers que utilizam energia eólica ou fotovoltaica nas atividades de apoio, como iluminação e monitoramento por câmeras”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, para alimentar os servidores, afirma o engenheiro, seriam necessárias fazendas de geradores eólicos ou de painéis solares, uma vez que a energia consumida pelos data centers é enorme – um ambiente de médio para grande porte gasta de 30 a 50 megawatts. Segundo ele, os servidores respondem, em média, por 50% do consumo de energia de um data center, e a refrigeração por 35% a 40% &#8211; o restante vai para as atividades complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na opinião de Sebastian Brunno, vice-presidente para a América do Sul da divisão Secure Power da <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-os-data-centers-podem-crescer-de-forma-sustentavel-e-aumentar-a-eficiencia-com-o-ups-certo/">Schneider Electric, companhia global especializada em gestão de energia e automação</a>, é preciso diversificar as fontes de energia. “Hoje os data centers precisam ter uma estratégia integrada de descarbonização para atender aos ambiciosos compromissos ambientais do setor, desde a compra de energia renovável por meio de modelos de negócio inovadores, como os PPAs &#8211; Power Purchase Agreements, até o foco na eficiência energética durante os processos de concepção, implantação, operação e manutenção.”</p>
<p style="text-align: justify;">  O PPA é um acordo de aquisição e fornecimento de energia renovável de longo prazo de um projeto específico, atrelado a um preço prefixado entre um desenvolvedor de energia renovável e um consumidor. “No segmento de data center isso significa amplo acesso a fontes renováveis com maior capacidade de desenvolvimento no país e ampla competitividade, independentemente do tipo de fonte, com garantias de sua origem”, completa Brunno, acrescentando que a Schneider, por meio de seus serviços de energia e sustentabilidade, tem auxiliado clientes no desenho de PPAs “que refletem suas estratégias de negócios, ampliando o leque de opções e reduzindo os riscos associados”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele ainda alerta que tecnologias sustentáveis precisam do auxílio de sistemas robustos de automação e gerenciamento de energia, que permitirão a entrega de energia limpa e confiável para a infraestrutura de TI. “Também é importante munir os operadores de informações em tempo real, ricas e relevantes para maximizar a performance energética e ambiental dos data centers. Com isso, é possível ter economias de TCO entre 30% a 50%.”</p>

		</div>
	</div>
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			<h3><span style="color: #ffffff;">Infraestrutura</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Há várias formas de aumentar a eficiência energética dos data centers, de modo a aproximar o PUE o mais possível de 1. Além de medidas simples como usar lâmpadas de LED, mais econômicas, é essencial analisar as condições reais dos sistemas de refrigeração do data center e implantar soluções mais eficientes e confiáveis. Recomendações como manter corredores de ar frio, para o bom funcionamento dos servidores, e corredores de ar quente, resultante da operação dos equipamentos, ajudam nesta tarefa. Outros pontos são checar a geração de calor nos racks e o fluxo de ar de passagem em guias para cabo e no piso elevado, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Já em grandes data centers os chillers podem ser necessários. Em espaços menores isso pode ser feito com self containers, que refrigeram o ar externo por meio de compressores a gás. “Existem experimentos que tentam tirar vantagem do clima local. Nos países nórdicos, o ar externo, naturalmente frio, é usado para resfriar o ambiente interno do data center. Com isso, poupa-se energia no resfriamento”, acrescenta Barbulio, da QTI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Brunno, da Schneider, também destaca a necessidade de reduzir o consumo do sistema de resfriamento, com a escolha de dispositivos com maior eficiência. Por exemplo, adicionar um inversor de frequência variável (VFD) a um chiller existente; substituir a infraestrutura legada por um chiller com VDF integrado; ou ainda projetar manipuladores de ar da sala de computadores (CRAH) com ventiladores de velocidade variável. “Os VFDs combinam a velocidade do motor do chiller com a carga de resfriamento, o que reduz o consumo de energia do chiller, sobretudo porque a carga no compressor varia. Medidas de ganho de eficiência permitem poupar de 30% a 50% do custo total de propriedade”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Outra forma de obter economias de energia significativas, de acordo com ele, é aumentar a temperatura dos sistemas de água refrigerada  e respectivo  delta T, além do uso de resfriamento adiabático para rejeição de calor externo. “Essas estratégias combinadas podem diminuir o consumo de energia em 41%, alcançando até 64%, dependendo da localização do data center e das configurações do sistema de refrigeração”, diz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na sua opinião, a eficiência energética precisa ser priorizada em toda a empresa, com comprometimento da alta direção. “Gestores de facilities devem sem empoderados. Eles precisam ter autoridade para formalizar um plano estruturado, com orçamento dedicado, permitindo estabelecer parceria com vários fornecedores de tecnologia, executar os projetos selecionados que atendam às necessidades específicas de cada data center, sem negligenciar o papel das soluções de digitalização para medir, gerenciar e otimizar a performance energética, como a nossa plataforma de IoT EcoStruxure.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  José Roberto da Silva, sócio-diretor da Top Tier Infrastructure, prestadora de serviços para ambientes de missão crítica e alta disponibilidade, acrescenta que a pandemia precipitou a mudança de alguns processos na gestão dos data centers, inclusive na questão energética. “O data center é uma das indústrias que mais demandam energia, tanto no consumo quanto na emissão de carbono equivalente. A eficiência energética é condição econômica do funcionamento desses ambientes, e as empresas buscam um equilíbrio entre eficiência energética e necessidade de redundância, o que eleva o gasto de energia.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Ele diz que os data centers gastam 3% de toda a energia consumida nos EUA e 2% no mundo. “É muita coisa. Daí a preocupação com a eficiência energética. Na Europa, é mais pela questão ambiental; nos EUA, mais pelos custos. Uma economia de 2% já justifica a compra de equipamentos mais eficientes.”</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Virtualização</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização vem sendo discutida pela indústria como um dos caminhos para trazer eficiência energética nos data centers. “Essa técnica visa virtualizar diversos servidores de armazenamento ou de processamento em um mesmo servidor físico. Com isso, é possível maximizar os recursos de hardware e do espaço do data center, aumentando a eficiência dos servidores, consumindo menos energia e melhorando o gerenciamento, escalabilidade e flexibilidade”, comenta Pedro Al Shara, CEO da <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/evite-downtimes-a-importancia-dos-nobreaks-para-data-centers/">TS Shara, fabricante nacional de nobreaks e estabilizadores de tensão</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, os sistemas de gerenciamento de energia ajudam a proteger esse novo ambiente, ao fornecerem um controle transparente, eficiente e unificado. “No caso dos nobreaks, os de dupla conversão são os mais indicados para serem aplicados nesses ambientes críticos, já que eles protegem e oferecem uma energia mais limpa à operação”, diz o executivo, acrescentando que o monitoramento de energia identifica o uso e as eficiências dos vários componentes dos sistemas de distribuição elétrica e refrigeração. Embora o monitoramento, por si só, não economize energia, ele pode ajudar a identificar oportunidades para diminuir o consumo.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Geradores de gás natural e nitrogênio</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na avaliação de Al Shara, uma alternativa interessante para uma maior eficiência energética nos data centers é o uso de geradores de gás natural. Ele explica que, basicamente, no lugar de utilizar fontes de energia elétrica, as máquinas do data center utilizam células de combustível integradas, em um processo que, “segundo especialistas do mercado, quase dobra a eficiência de energia do centro e ainda reduz os custos envolvidos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com o executivo, o motivo para toda essa economia é que a simples transmissão da eletricidade até os centros causa uma perda de energia durante o processo. Em compensação, essa perda é significativamente menor com essa fonte. “Isso porque há menos pontos de transmissão, uma vez que o data center é diretamente conectado à tubulação de gás.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Barbulio, da QTI, conta que há resultados recentes de pesquisas de uma nova forma de refrigeração atuando diretamente nos servidores, onde estes ficarão imersos em um ambiente com  nitrogênio. “Pode-se imaginar que os servidores fisicamente não terão mais o atual formato modular múltiplo de U e os racks que os acomodarão serão semelhantes a um freezer horizontal, com os servidores fixados em seu interior”, diz. Neste caso, o maior impacto será na infraestrutura do data center que precisará adaptar as salas de servidores a esse novo formato e implementar uma instalação apropriada para suportar grandes tanques e tubulações separadas de nitrogênio, além da adoção de todos os requisitos de segurança necessários para essa tecnologia.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Selo de eficiência energética</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A relevância da eficiência energética na gestão de data centers levou a empresa inglesa Data Center Dynamics a criar um selo internacional atestando a qualidade das instalações sob esse ponto de vista. Trata-se do CEEDA &#8211; Certified Energy Efficient Datacenter Award.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Marcelo Barboza, assessor técnico para o CEEDA no Brasil, quatro data centers no país já receberam o selo: três da Dataprev e um da Embratel. O CEEDA é dado após a avaliação de 60 quesitos, em quatro categorias (Design &amp; Operações, Co-location, Empresa e Operadora de Telecomunicações). A pontuação pode levar o data center a obter a classificação ouro, prata ou bronze.</p>
<p style="text-align: justify;">  Barboza conta que, em um dos data centers que avaliou, havia apenas uma falha de gerenciamento do fluxo de ar. “Bastou colocar anteparos nos racks para evitar a mistura de ar quente e frio. A partir daí, em vez de manter três ares-condicionados ligados e um de reserva, a empresa passou a manter apenas dois equipamentos funcionando. Sem precisar investir,  ela conseguiu o selo e ainda poupou energia.”</p>

		</div>
	</div>
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