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	<title>xGPON &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>xGPON &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Tecnologias xGPON e XGS-PON ganham impulso com 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.infranews]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 02:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet 2021]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A estimativa é que, no mundo, a quantidade embarcada de portas de próxima geração (XGS-PON inclusive) ultrapasse GPON em 2022, e dois anos mais tarde na América Latina e no Brasil 

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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242d6aa7" data-id="697a3242d6aa7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>Tecnologias xGPON e XGS-PON ganham impulso com 5G</strong></h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2>A estimativa é que, mundialmente, a quantidade embarcada de portas de próxima geração (XGS-PON inclusive) ultrapasse GPON em 2022, e dois anos mais tarde na América Latina e no Brasil</h2>

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			<h4>Verônica Couto, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    As aplicações de alta capacidade e as redes móveis 5G do novo ciclo tecnológico, que exigem enlaces robustos, devem impulsionar a introdução de redes com tecnologias xGPON e XGS-PON, para transmissão de dados mais rápida e conectando mais clientes. “XGS-PON é uma das alternativas de aumento de velocidade para as redes PON e vem se confirmando como a mais predominante”, acredita Flávio Marques, gerente de engenharia de aplicações da Furukawa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    “Além de ser quatro vezes mais rápida que o GPON (10 Gbits versus 2,5 Gbits), a tecnologia tem transmissão simétrica – 10 Gbits da central para o assinante e vice-versa –, enquanto a GPON é 2,5 Gbits para o assinante e metade para a central.” Segundo o executivo, a expectativa é que, globalmente, a quantidade embarcada de portas de próxima geração (XGS-PON inclusive) ultrapasse GPON em 2022, e dois anos mais tarde na América Latina e no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    Na sua avaliação, a demanda por aumento de velocidade provocada por aplicativos está acontecendo em todos os tipos de rede, e também naquelas baseadas em tecnologia PON. “As redes nos data centers, de transporte e acesso sofrem da mesma forma o aumento de tráfego. O XGS-PON vem sendo considerado como opção para atendimento de redes corporativas na conectividade do também novo Wi-Fi 6, e pode ser uma opção para transporte dos sinais das redes 5G, desde que os limites de latência sejam controlados.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    Para Sergio Calado, diretor de novos negócios em fixed networks da Nokia Brasil, existem basicamente três tendências em curso, que fomentam a introdução do XGS-PON nas redes FTTH. A primeira é a chegada do 5G, que traz consigo a necessidade de backhaul em fibra óptica para carregar o tráfego gerado pelas novas redes móveis e a segunda é o aumento da banda requerida pelas empresas, que buscam ofertas corporativas em fibra óptica com banda simétrica garantida, possibilitando a adoção de aplicações em nuvem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    Já a terceira tendência é a adoção massiva de fibra e FTTH residencial no Brasil, que faz com que as redes ópticas estejam disponíveis na maioria das regiões. “Isso aumenta a possibilidade de que a demanda por serviços de backhaul ou corporativos esteja em uma área coberta pela rede FTTH. E essas demandas podem, assim, ser atendidas por meio do XGS-PON com um investimento mínimo.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">   </span>Considerada uma evolução do padrão xGPON, a tecnologia XGS-PON permite 10 Gbps de upstream e de downstream, conforme a norma de 2016 do ITU G.987.1. O XGS-PON é uma versão de maior largura de banda e simétrica do GPON, e permite a convivência dos recursos de ambas as tecnologias, destaca Cleverson Luiz Weiss, gerente de engenharia industrial da <a href="https://www.fibracem.com/" target="_blank" rel="noopener">Fibracem</a>, indústria brasileira especializada no setor de comunicação óptica. “Assim, os prestadores de serviços desejam escolher, para próxima tecnologia PON, uma tecnologia que funcione para todos os seus serviços baseados em PON (residencial, comercial, móvel) e forneça uma rede com alto desempenho.”</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">   Na prática, diz Weiss, o aumento de capacidade de download e de upstream poderá ser percebido, principalmente, no tempo de resposta dos sistemas IoT &#8211; Internet das coisas em cidades inteligentes, entretenimento, realidade virtual, indústria 4.0, agronegócio, além de aplicações para controle de tráfego, semáforos inteligentes, etc. Todos esses contextos vão gerar e trocar grande volume de informação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A maior capacidade permite oferecer serviços de backhaul para redes móveis (incluindo 5G), serviços corporativos de 1 Gbps simétrico garantido, ou mesmo serviços de até 10 Gbps simétricos, enfatiza Calado, da Nokia. “Isso tudo utilizando a mesma rede de fibra óptica que já está disponível hoje com serviços GPON residenciais”, afirma. “Além disso, a chegada do 5G traz o desafio de se aumentar a quantidade de sites móveis no Brasil, o que vai requerer formas mais econômicas de se carregar o tráfego móvel. O backhaul por meio da rede FTTH tem se mostrado a maneira mais econômica de facilitar essa densificação.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Para o executivo da Nokia, “os provedores regionais estarão em situação privilegiada para oferecer esses serviços às operadoras 5G nas suas regiões de atuação, na medida em que suas redes FTTH possam evoluir para assimilar esse tráfego adicional utilizando o XGS-PON e futuramente o 25G-P.”<br />
</span></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    Para Marques, da Furukawa, a flexibilidade é chave no processo de investimento em mais fibras na rede. “Estamos trabalhando com um formato modular, flexível e de Capex controlado para que as redes de nossos clientes cresçam na medida que for necessário, atendam serviços diversos (corporativo, residencial, móvel, ponto a ponto e ponto-multiponto) e não tenham ociosidade. A falta de planejamento pode impactar profundamente no negócio de operadores e a sobreposição de redes tem que ser evitada ao máximo. Boa parte das novas redes tem que considerar o fator 5G como necessidade ou oportunidade de negócios, já que o espaço para cabeamento deve ser cada vez mais limitado.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    As velocidades dos provedores, diz ele, estão numa escalada competitiva muito agressiva e os pacotes de dados oferecidos aos assinantes já chegam a 300 ou 500 Mbps em várias regiões. “Onde as opções de provedores são maiores e os assinantes têm perfil de alto consumo – famílias com alta demanda de streaming, games e home office –, essa migração deve ocorrer mais rapidamente e será necessária a disponibilização do XGS-PON em até um ano e meio”, estima Marques, acrescentando que nas regiões onde a concorrência ou o grau de exigência dos assinantes é menor, esse tempo deve ir para até acima de três anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    Na sua opinião, já os provedores que atendem clientes corporativos podem precisar disponibilizar essa tecnologia quase que imediatamente, pois as redes ponto a ponto para esses perfis de clientes podem ser muito onerosas. “As grandes operadoras devem precisar brevemente, caso possam usar o XGS-PON para o 5G.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">    No ambiente corporativo (interno, PON-LAN), o perfil dos usuários também é o determinante, diz ele. “Esse ambiente usa muito Wi-Fi e tem exigido demais dessa tecnologia tanto em performance quanto em quantidade. Cada pessoa hoje pode ter três dispositivos sem fio conectados nas redes e o Wi-Fi 6 veio para atender esse usuário. Uma boa opção de conectividade para esse tipo de rede de alta performance é o XGS-PON.”</span></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Weiss, da Fibracem, observa que as duas tecnologias (xGPON e XGS-PON) coexistem e os equipamentos de rede estão preparados para ambas, com base em padrões globais ou “elementos de coexistência” instalados diretamente nos switches ou roteadores existentes. Com isso, os provedores podem migrar gradualmente, de acordo com a necessidade de velocidade da aplicação, o perfil dos clientes e o ritmo do retorno financeiro do investimento. Lembrando, diz Weiss, que a tecnologia XGS é mais cara se comparada as soluções PON atuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"> No Brasil, a adoção de XG-PON e XGS-PON, na avaliação de Weiss, ainda é lenta, especialmente entre provedores de menor porte. Mas, no exterior, ele ressalta que o cenário já avançou e existe uma grande discussão se a próxima geração será 25G PON ou 50G PON.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"> A implantação deve observar um projeto concebido de acordo com o modelo de negócio da rede e incluir planejamento detalhado. “Insisto que a coexistência de GPON e XGS-PON deve sempre ser considerada e que uma rede multisserviços pode captar mais negócios no futuro”, defende Marques. “As redes são muito caras e o compartilhamento, otimização e trocas de tráfegos, infraestrutura e negócios devem ser a tônica no futuro. Um ISP com uma infraestrutura bem concebida poderia oferecer conectividade óptica para uma operadora 5G que reduziria o investimento inicial e colheria assinantes muito mais rápido por exemplo.”</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 28]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242d9047" data-id="697a3242d9047" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações, e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3242d9161" data-id="697a3242d9161" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Eduardo Venturini, especialista em redes FTTx na <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.rdm.com/bra_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R&amp;M</a></span> para América Latina</h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Quando falamos de futuro da tecnologia, invariavelmente, surgem discussões a respeito de carros autônomos, inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, 8K e muito mais. Tudo isso será possível, sim, com a adoção de novas tecnologias como 5G, WiFi-6 e IoT – Internet das coisas em ambientes inteligentes e conectados, sejam eles smart buiding ou smart cities.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso não é uma visão tirada de um filme de ficção, mas uma realidade bem próxima. Porém, será preciso que uma série de dispositivos estejam conectados, gerando e transmitindo uma grande quantidade de dados, que somente as redes de fibras ópticas poderão suportar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, a forma mais fácil de se chegar a este futuro é utilizar as redes das operadoras de telecomunicações e dos ISP – provedores de serviços de Internet que já estão presentes em vários municípios do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, as redes dos diversos ISPs do país são baseadas em fibras ópticas e utilizam a tecnologia G-PON, e suas evoluções XG-PON e NG-PON2. Esta tecnologia foi padronizada no ano de 2003, sob a denominação ITU-T G984, sendo bastante difundida e utilizada no mundo para as redes de acesso. Além da utilização em larga escala e disponibilidade de equipamentos, há outro ponto que favorece a adoção da tecnologia: a grande oferta de componentes de rede, permitindo que a rede seja implantada nos mais diversos ambientes, subterrâneo, aéreo, clima seco, neve, chuvoso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas quando pensamos em utilizar a infraestrutura dos ISPs para implantar estas novas tecnologias será que estas redes estão preparadas para o futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar alguns aspectos críticos para uma rede passiva óptica eficiente. Primeiro, é necessário um processo de elaboração correta de projeto, onde são definidos a topologia, tecnologia adotada, redes do tipo P2P ou P2MP, taxa de penetração, etc. Porém, isto não será analisado neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para garantir a eficiência da rede também é preciso olhar para qualidade de cada componente que compõe a infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma rede passiva óptica PON está sujeita a intempéries como sol, chuva, névoa salina, ataque químico, entre outros agentes agressores. Desta forma, a disponibilidade e o desempenho da rede dependem da qualidade de cada um dos seus componentes. Assim como a tecnologia de transmissão evolui, os componentes também passam por um processo de aperfeiçoamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora muita vezes não seja notado, os fabricantes de infraestrutura investem milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimentos para que os produtos sejam mais compactos e mais fáceis e rápidos de serem instalados. Com isso, as redes podem ser ativadas rapidamente, com padronização e menos erros, impactando positivamente na confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo veja alguns pontos críticos de uma rede que são altamente impactados pelos componentes.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Distribuidores ópticos e bastidores de fibras ópticas nas centrais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A central é o local físico, ou edificação, onde a rede começa e tem a função de conectar a rede de acesso ao backhaul. Normalmente, neste ambiente encontramos equipamentos de transmissão G-PON, OLT, e de networking. Em alguns casos também há equipamentos de rede celular 2G/3G e 4G e data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o aumento de equipamentos e o número de conexões, a operação da central se torna um ponto crítico na operação do dia-a-dia. Então, deve-se buscar construir ou transformar um central.</p>
<p style="text-align: justify;">  A modularidade, crescimento conforme a demanda, ajuda no balanço entre CAPEX e OPEX. A alta densidade, com o aumento do número de portas de equipamentos, e conexões dos distribuidores ópticos de altas densidade também são necessárias. Porém, quando aumentamos muito a densidade de portas por DGOs, novos problemas aparecem como dificuldades de instalação, gerenciamento das conexões, congestionamento de cordões e consequentemente erros de instalação. Na figura abaixo podemos perceber o quão crítico são estes pontos na operação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9246" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9246" class=" wp-image-9246" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png" alt="" width="620" height="436" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1.png 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-9246" class="wp-caption-text">Exemplo de ODF convencional (esquerda) e ODF de Alta densidade (direita)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, soluções projetadas para altas densidade visam eliminar estes pontas de falhas que diminuem confiabilidade da rede e causam indisponibilidade do serviço.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3242da2ff" data-id="697a3242da2ff" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conectores e mão de obra na construção da rede externa </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em uma rede G-PON, cabos e splitter são os elementos que apresentam as maiores perdas absolutas da rede. Mas se olharmos com mais atenção, vamos perceber que as perdas máximas por quilometro do cabo, especificado por normas, e as perdas reais são muito próximas. O mesmo acontece com os valores dos splitters.</p>
<p style="text-align: justify;">  Caixas de emendas e CTO devem garantir a integridades dos componentes, suportando a variação térmica, radiação UV, ingresso de umidade e impacto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar dois componentes que devemos estar atentos durante a construção da rede e o impacto no seu funcionamento eficiente, dos conectores óticos e emenda por fusão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9240" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9240" class="wp-image-9240" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png" alt="" width="698" height="391" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2.png 711w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /><p id="caption-attachment-9240" class="wp-caption-text">Rede FTTx típica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No exemplo abaixo vemos quão crítico é o impacto da qualidade da conexão e da mão de obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 448px; width: 92.6058%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="92.6058%">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 46.6607%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="216"><strong>Valores padrão de norma de FTTH</strong></td>
<td style="width: 45.0299%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="243"><strong>Valores desempenho melhorado </strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0,5 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0,35 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0.6 db (0,1dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0.30 db (0,05dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">18.3 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">17,5 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>4 conectores SC APC</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">3.0 db (0,75dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>4 x SC APC Grade B</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1 db (0,25dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">1db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">5,1 dbm</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">8,2dbm</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">10,2 km</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113"><strong>23 km</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se optarmos por conector com perda de inserção (IL) Classe 1, definido pelo NBR 14433, teremos uma perda máxima de 0,8 db por conexão. No exemplo utilizamos um valor de 0,75dB/ conexão. São valores normalizados e certificados por entidades regulatórias, como a Anatel, porém na prática conectores com perdas altas diminuem o alcance da rede. Então, especificar um conector que atenda classe III definido, pela NBR 14433, garantirá o alcance total da tecnologia (20 km).</p>
<p style="text-align: justify;">  A emenda por fusão também se apresenta como ponto crítico e depende muito da mão de obra e recursos disponíveis, pois em um enlace de 20 km temos diversas fusões que podem reduzir o alcance da rede como no exemplo acima 01 dB/ fusão contra 0,5 dB/fusão &#8211; ao final de seis fusão perdemos 1 km de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos concluir que para ter uma rede à prova de futuro precisamos olhar não somente para as tecnologias, mas também para os componentes que instalamos hoje na rede. É preciso procurar produtos de qualidade de fontes confiáveis e mão de obra qualificada, pois são eles que suportarão esta migração e deverão funcionar por décadas.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Certificação profissional em redes ópticas de acesso</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/certificacao-em-redes-opticas-de-acesso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=certificacao-em-redes-opticas-de-acesso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 14:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Caixas de emenda]]></category>
		<category><![CDATA[DIOs]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lancore criou a certificação profissional em redes ópticas de acesso Fiber Skills. Um dos parceiros do programa é a suíça R&M.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242dbc7c" data-id="697a3242dbc7c" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Certificação profissional em redes ópticas de acesso</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A falta de mão de obra especializada no mercado de redes ópticas, motivou a Lancore a criar o Fiber Skills. Trata-se de um programa de capacitação, qualificação e certificação profissional para redes ópticas de acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  São oferecidos cinco módulos com aulas práticas e teóricas: Técnico em máquinas de fusão (manutenção de máquinas e operação com resolução de problemas); Instalador de clientes FTTH (instalação e ativação de clientes, teste e medição de potência óptica); Técnico em redes ópticas externas (infraestrutura e atividades práticas em campo); Analista de redes ópticas OTDR (análise e caracterização das redes); e Técnico em implantação de redes FTTH (ativos e passivos de rede e medições de infraestrutura GPON).</p>
<p style="text-align: justify;">  “Ao longo dos anos, realizando cursos pelo Brasil, identificamos uma necessidade muito grande de qualificar mão de obra em redes externas de fibra óptica. Essas infraestruturas demandam boas técnicas de integração para não terem problemas. Grande parte dessas redes terá algum tipo de problema que precisará ser resolvido por técnicos especialistas”, diz Cesar Mendonça, diretor de tecnologia da Lancore.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a ideia surgiu do World Skilss, um torneio internacional de educação profissional que reúne estudantes de todo o mundo – são mais de 50 modalidades profissionais. No Brasil, o Senai &#8211; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial é o órgão que organiza eventos preparatórios para a competição internacional. As áreas de interesse vão desde redes de telecomunicações a jardinagem e paisagismo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para promover o Fiber Skills, a Lancore também realiza competições pelo Brasil, com premiações. Em 2019, estão programadas pelo menos quatro. “Criamos um relacionamento com o Senai. Assim, nossos competidores também poderão ser preparados para o World Skills nessa modalidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A programação dos cursos e da competição é itinerante. Em 2019, serão realizadas em diversas cidades do país.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Parceiros de tecnologia</h2>
<p style="text-align: justify;">  O Fiber SKills conta com a parceria de vários fornecedores de tecnologia. Um deles é a suíça R&amp;M, fabricante de sistemas de infraestrutura de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia é o fornecedor de equipamentos de redes ópticas e metálicas, como DIOs e caixas de emenda. “Também ajudamos nas provas e competições pelo país. Temos técnicos comercial e de pesquisa de desenvolvimento que mostram, por exemplo, as melhores práticas para fazer uma correta ancoragem dos cabos, guardas de reservas dos cabos, subidas para bandejas, etc.”, explica Rodrigo Maschi, gestor de contas da R&amp;M.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/rm-inicia-producao-no-brasil/">R&amp;M conta com uma fábrica no Brasil</a>, em Santa Rita do Sapucaí, MG, com um portfólio completo de produtos de fibra óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Fujikura e a Fluke são outros parceiros do programa, com máquinas de fusão e equipamentos de teste, respectivamente.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novos serviços exigem a atualização das redes de acesso</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/atualizacao-redes-de-acesso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=atualizacao-redes-de-acesso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 22:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 6]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242dcecb" data-id="697a3242dcecb" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Novos serviços exigem a atualização das redes de acesso</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener"> Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Os novos serviços e aplicações, como computação em nuvem, jogos on-line e vídeo, além da popularização dos dispositivos móveis, exigem redes de comunicação com maior largura de banda e cada vez menos latência. Requisitos de QoS – qualidade de serviço e sistemas flexíveis, que permitam o compartilhamento dinâmico e eficiente dos recursos, são indispensáveis nas infraestruturas de redes de acesso atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse cenário, a tecnologia GPON – Gigabit Passive Optical Network ganhou espaço nas redes de acesso banda larga, principalmente por tornar a infraestrutura mais simples e transparente para a implementação de serviços. O próximo passo é a xGPON, com velocidades de 2,5 Gbps em downstream e 1,25 Gbps em upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como mostra a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gpon-e-xgpon-nas-redes-banda-larga/" target="_blank" rel="noopener">matéria especial desta edição</a>, a <a href="https://www.algartelecom.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Algar Telecom</a> começou a implantar GPON em 2012. Hoje, 14% da sua base total de banda larga, com aproximadamente 600 mil portas, é atendida pela tecnologia. O provedor de Internet <a href="http://www.fibralink.net.br/" target="_blank" rel="noopener">Fibralink</a>, de Marabá, PA, também utiliza tecnologia em toda a sua infraestrutura de última milha.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro tema <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/internet-das-coisas-setor-hoteleiro/">tratado nesta edição</a> é o uso de IoT – Internet das coisas na indústria hoteleira. O setor tem garantido mais competitividade e diminuído suas despesas ao integrar a tecnologia em suas operações. Um exemplo são os sistemas inteligentes de gerenciamento de energia, capazes de indicar quando um quarto está desocupado e ajustar, automaticamente, a temperatura para reduzir o consumo de energia entre 20% a 45%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 22:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 6]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar estão tecnologias GPON e xGPON.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242ddf0e" data-id="697a3242ddf0e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar dessa modernização está a tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit, e sua evolução natural é a xGPON.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  As redes de fibra óptica estão se espalhando por todo o país para atender à crescente demanda por maior largura de banda exigida pelas novas aplicações e a popularização dos dispositivos móveis. Operadoras e provedores de Internet já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso com o objetivo de ganhar competitividade e gerar novas fontes de receitas. No radar dessa modernização estão os investimentos na tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a tecnologia utiliza uma topologia ponto-multiponto com divisores ópticos passivos (splitters), permitindo que uma única fibra óptica seja compartilhada por múltiplos usuários, sem o emprego dos onerosos elementos ativos instalados no ambiente das operadoras de telecomunicações e provedores de serviços (OLT &#8211; Optical Line Terminal) e dos assinantes (ONU &#8211; Optical Network Unit). Essa característica reduz tanto o Capex como o Opex, já que a sua instalação requer menos infraestrutura física, diminuindo consideravelmente o custo de implementação, operação e manutenção.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Maior largura de banda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A GPON foi padronizada pela ITU-T G.984 e desenvolvida a partir da necessidade das operadoras por maiores larguras de banda para downstream e upstream, além de mais eficiência e variedades de serviços. Ela permite uma taxa de divisão de 1:128, ou seja, cada porta PON suporta até 128 terminais de rede óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia tem capacidade de tráfego assimétrica, com velocidades de 2,5 Gbit/s em downstream e 1,25 Gbit/s em upstream. “Além da alta capacidade de transmissão, parte da rede de distribuição é compartilhada por vários usuários, diminuindo espaço para racks e consumo de energia elétrica, por exemplo”, comenta Diego Zaniol, gerente de segmento da <a href="http://www.intelbras.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Intelbras</a>, empresa nacional de equipamentos e soluções tecnológicas de segurança eletrônica, redes e telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Zaniol, há um grande potencial de negócios para a tecnologia GPON no Brasil. Muitos provedores de Internet ainda utilizam redes baseadas em GEPON – Gigabit Ethernet Passive Optical Network, com velocidade simétrica de 1,25 Gbps e capacidade para até 64 ONUs por OLT. “Muitos já estão migrando ou construindo novas redes usando o GPON. Essa infraestrutura deve atender essas empresas por um bom tempo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O foco da Intelbras em GPON são os provedores de Internet. Para ganhar espaço nesse setor, a companhia desenvolveu uma ONU compatível com protocolos GEPON e GPON. “A grande vantagem é que é possível aproveitar os investimentos realizados nos equipamentos legados. Além disso, a migração pode ser feita em poucas horas e é transparente para o usuário”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com produção nacional, o equipamento conta com função de roteamento PPPoE &#8211; Point-to-Point Protocol over Ethernet, permitindo ao provedor fazer a autenticação do cliente sem a necessidade de um roteador. É configurado de acordo com o protocolo IPv6 e pode ser instalada em caixas de distribuição junto a switches.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2018, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/intelbras-inicia-producao-de-olt-no-brasil/">empresa lançou uma OLT nacional</a>. De acordo com Zaniol, com esse passo a empresa ganhou ainda mais competitividade. Assim como as ONUs, os produtos têm os benefícios de financiamento pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra novidade é o software de gerenciamento, que permite monitorar os assinantes a partir de um único ponto. O software é gratuito e pode ser instalado em redes legadas. O portfólio da Intelbras também inclui os passivos, como splitters, cabos, conectores e caixas de emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra empresa nacional com foco no mercado de provedores de Internet é a <a href="https://www.cianet.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cianet</a>, com sede em Florianópolis, SC. A companhia tem uma linha completa de soluções para redes GPON, incluindo equipamentos ativos (OLT e ONU) e passivos, cabos drops, caixas de emenda, além de máquina de fusão. Nesse último caso, a empresa conta com a parceria com a japonesa Fujikura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Hellen Donato, líder de produtos da Cianet, as redes GPON são as mais indicadas para operadoras e provedores de Internet com um alto número de usuários e serviços. “O custo da tecnologia ainda é elevado para os pequenos provedores, em comparação a tecnologia GEPON. Mas ela é uma grande tendência, principalmente, por oferecer maior largura de banda e baixo custo de manutenção”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3242de8f1" data-id="697a3242de8f1" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">xGPON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A evolução da GPON é a xGPON, também conhecida como 10-GPON. A tecnologia foi desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987. Tem comprimento de onda de 1270 a 1577 nm e permite uma taxa de divisão de 1:256.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nicolas Driesen, especialista em vendas técnicas da <a href="https://www.huawei.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Huawei</a>, lembra que a tecnologia pode coexistir com as redes GPON atuais com a vantagem de oferecer maior capacidade por ramo de fibra da rede (10 Gbit/s em downstream e 2,5 Gbit/s em upstream). “O investimento da operadora é protegido. É preciso trocar a placa da OLT atual e a ONU do assinante. O maior custo é passar a fibra. Com a infraestrutura de cabo pronta, as operadoras podem expandir e utilizar a rede para vários serviços simultâneos, inclusive backhaul móvel, com o mesmo chassi e sem mexer na planta externa”.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">XGS-PON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A XGS-PON segue as mesmas características da 10-GPON, porém oferece velocidades simétricas de 10 Gbps para dowstream e upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  Driesen, da Huawei, acredita que muitas operadoras devem optar pela XGS-PON, já que a demanda por capacidade e interfaces de 10 Gbps simétricas começa a se tornar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  No mercado corporativo, as aplicações baseadas em cloud são um exemplo, já que elas dependem de uma conexão estável para o aproveitamento de todos os seus recursos de forma confiável e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o backhaul móvel para redes 4,5G e 5G requer 1 Gbps por site para downlink e uplink, além de baixa latência. Nas residências os conteúdos 4k, 8k e VR/AR devem ganhar espaço. Segundo estudos da Huawei, até 2020, em todo o mundo, cada usuário vai exigir capacidades de 1 Gbps, principalmente por conta de conteúdos em 8 k – no 4k cada usuário, em média, consome 35 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Hoje o maior entrave da xGPON é o custo da ONU, que chega a ser três vezes maior do que na GPON. Mas isso deve mudar em breve. A tecnologia vem sendo adotada e discutida por operadoras em todo o mundo, principalmente na Ásia, e há vários testes em andamento, inclusive no Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Denominada MA5800, a plataforma da Huawei suporta as tecnologias de acesso GPON, xGPON e XGS-PON. Também está preparada para tecnologias futuras como TWDM-PON (40 Gpbs) e 100G PON. “Somos pioneiros em 100G PON”, destaca Driesen, acrescentando que a solução tem uma arquitetura distribuída e função de agregação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Opcionalmente, a companhia oferece o software de gerenciamento N2510, capaz de corrigir os pontos de falha de forma proativa, com localização rápida e precisa exibidas de maneira intuitiva em uma topologia lógica.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Automação e virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Renato Bueno, gerente de marketing da <a href="https://www.nokia.com/pt_int" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nokia</a> para América Latina, o desafio das operadoras e provedores de Internet vai além das altas taxas de velocidades oferecidas pela fibra óptica e passa pelo reaproveitamento da infraestrutura legada, virtualização e automação, com os conceitos de SDN – redes definidas por software e NFV – virtualização das funções da rede. “Para dar conta de novas aplicações, como o 5G, sem aumentar o custo da operação, é preciso pensar em redes abertas, virtualizadas e com automatização fim a fim.   A Nokia enxerga o mercado de acesso como redes inteligentes. Esse modelo inclui plataformas mais rápidas, capazes de aproveitar a infraestrutura existente e de oferecer uma melhor experiência para o usuário, independente da tecnologia utilizada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como exemplo de grandes consumidores de serviços baseados em 5G, ele cita as indústrias, com robôs cada vez mais presentes em diversos segmentos, e os carros conectados. “Para atender mercados tão variados e com serviços cada vez mais personalizados, a arquitetura dependerá de alta largura de banda com velocidades simétricas, baixíssima latência e agilidade. Mais uma vez a automação e a virtualização serão fundamentais para implementar funções de rede sob demanda”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Casos de uso</h3>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.algartelecom.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Algar Telecom</a> começou a implantar GPON em 2012. Hoje, 14% da sua base total de banda larga, com aproximadamente 600 mil portas, é atendida pela tecnologia. A companhia tem uma rede de fibra óptica com 48,5 mil km de extensão, cobrindo mais de 300 cidades em oito estados do país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Luis Antônio Andrade Lima, diretor de tecnologia da Algar Telecom, até o final de 2018, a empresa terá 300 mil homepass GPON, cobrindo 50% de sua planta de banda larga. “Por enquanto, o GPON atende as nossas necessidades. Mas o xGPOn é o caminho natural para a criação de redes de alta capacidade, com flexibilidade de alocação de recursos de banda e capilaridade para as futuras tecnologias, como o 5G”, diz o executivo, acrescentando que a companhia já iniciou testes com o xGPON e esta discutindo a viabilidade do XGS-PON para começar os trials. “O custo do XGS-PON ainda é inviável. Mas é uma questão de tempo para a tecnologia ganhar escala”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das estratégias da Algar Telecom é avançar no mercado corporativo. Nesse sentido, o xGPON e XGS-PON terão um papel importante para viabilizar os novos serviços. Lima dá como exemplo o SD-WAN, que leva a flexibilidade das redes definidas por software para a WAN. “Já iniciamos a implantação do SD-WAN e temos clientes ativos. O GPON e as suas evoluções vão garantir que esse e outros serviços possam ser entregues com qualidade e confiabilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 10 anos de atuação, a <a href="http://www.fibralink.net.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fibralink</a>, provedor de Internet, de Marabá, PA, utiliza tecnologia GPON em toda a sua infraestrutura de última milha. “A GPON deve atender as necessidades dos nossos assinantes por um bom tempo. A nossa infraestrutura já está preparada para xGPON”, comenta Rodrigo Barroso Gonçalves, diretor executivo da Fibralink.</p>
<p style="text-align: justify;">  A rede óptica da empresa tem mais de 1000 km de extensão e cobre as cidades de Marabá e Parauapebas. São quatro anéis Metro Ethernet de 40 Gbps, com 10 chassis e 16 placas GPON.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Fibralink oferece serviços de Internet banda larga para usuários residências e corporativos, com velocidades de 10, 15 e 20 Mbps, além de links dedicados sob consulta.</p>

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