
Locus Custom Software lança solução antifraude
Redação, Infra News Telecom
O Brasil registrou 3,46 milhões de tentativas de fraude nos três primeiros meses de 2025, um crescimento de 22,9% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. O volume equivale a uma ocorrência a cada 2,2 segundos, com destaque para os segmentos de bancos, cartões e varejo digital. O avanço dos golpes tem pressionado empresas a reforçarem seus mecanismos de proteção, especialmente em ambientes de transações on-line.
Nesse contexto, cresce o uso de plataformas antifraude baseadas em inteligência de dados, capazes de atuar preventivamente ao longo da jornada do usuário. Um exemplo é a solução Locus Chargeback Safe, da Locus Custom Software, desenvolvida para antecipar e bloquear tentativas de estorno fraudulento antes da conclusão das transações, reduzindo perdas financeiras e impactos operacionais.
A plataforma atua em múltiplos pontos críticos da jornada digital, como cadastro, autenticação e checkout, por meio de APIs integradas que analisam comportamentos suspeitos em tempo real. Entre os mecanismos utilizados estão o cruzamento de dados com blocklists, bases de credenciais vazadas e informações da deep web, permitindo identificar e-mails descartáveis, contas comprometidas e cartões expostos. As ações de bloqueio são automáticas e ocorrem sem interferir na experiência do cliente legítimo.
Além da prevenção direta às fraudes, a solução busca reduzir a dependência de análises manuais, que geram gargalos, atrasos e elevação de custos. Ao automatizar decisões em grande escala, as equipes antifraude podem ser realocadas para funções estratégicas, como análise de padrões emergentes e melhoria contínua dos processos.
Outro diferencial é a visibilidade operacional. Um painel de monitoramento em tempo real permite acompanhar indicadores como redução percentual de fraudes, perdas evitadas, taxa de chargeback, volume de bloqueios e retorno sobre o investimento (ROI). Essa transparência fortalece práticas de governança, auditoria e compliance, cada vez mais exigidas em setores regulados.
Com o avanço de golpes impulsionados por inteligência artificial, deepfakes e uso massivo de dados vazados, especialistas apontam que a proteção antifraude precisa deixar de ser reativa e assumir um papel preditivo e estratégico, capaz de proteger a receita, a reputação e a continuidade das operações digitais.






