
Locus aposta em Discovery com IA para reduzir riscos em projetos digitais
Redação, Infra News Telecom
A corrida das empresas para incorporar inteligência artificial aos negócios esbarra em um problema recorrente: transformar experimentação em resultado concreto. Mesmo com o avanço dos investimentos, boa parte dos projetos ainda enfrenta dificuldades para escalar ou gerar retorno efetivo. Segundo o Gartner, mais de 50% dos projetos de IA generativa não conseguem atingir seus objetivos.
É nesse cenário que a Locus Custom Software aposta em uma metodologia própria de “Discovery”. A abordagem, intensiva em inteligência artificial, estrutura os projetos desde a origem com um diagnóstico técnico e estratégico, que alinha os objetivos de negócio, mapeia riscos e valida soluções antes mesmo da primeira linha de código.
A proposta da empresa é atuar na origem dos projetos, estruturando decisões técnicas e estratégicas antes da primeira linha de código. A abordagem combina análise de negócio, modelagem com IA, validação de hipóteses e prototipação para alinhar objetivos, identificar gargalos e evitar retrabalho.
“Muitos projetos falham não pela execução, mas por não entenderem o problema real. O Discovery corrige isso: traz clareza, alinha as equipes e ancora o projeto em critérios objetivos”, afirma Bruno Rodrigues.
De acordo com a empresa, o processo começa com um diagnóstico aprofundado do desafio apresentado pelo cliente, seguido do mapeamento do contexto operacional, metas de negócio e stakeholders envolvidos.
A partir daí, a equipe utiliza ferramentas de IA para acelerar análises, estudar benchmarks, identificar tendências e apoiar sessões colaborativas de cocriação. As hipóteses consideradas mais promissoras são transformadas em protótipos, permitindo validar fluxos, experiências e funcionalidades antes da etapa técnica.
O resultado, segundo a Locus, é um roadmap orientado a valor de negócio, com critérios técnicos e estratégicos definidos previamente. A metodologia também busca atacar problemas recorrentes em projetos de IA, como governança de dados, escopos mal definidos, expectativas desalinhadas e decisões sem base analítica.
Para a companhia, ignorar a fase de Discovery pode comprometer toda a efetividade de um projeto digital, gerando investimentos em funcionalidades que não resolvem dores reais do negócio, baixa adesão dos usuários e mudanças de rota durante a execução.
“É como construir uma casa sem projeto. Pode até sair do papel, mas dificilmente atende às necessidades reais. O Discovery com IA funciona como esse projeto executivo, garantindo que cada etapa do produto digital esteja conectada a um propósito claro”, finaliza Rodrigues.
Com assessoria de imprensa






